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21.06.19

Asfalto e terra batida

A decisão do Ministério da Infraestrutura de embalar no mesmo pacote as concessões da Rio-Teresópolis e do Arco Metropolitano – ambas serão ofertadas ao mercado em 2020 – não agradou os investidores. Grupos como CCR e Arteris estariam condicionado sua participação no leilão ao desmembramento dos ativos. Querem o filé mignon (a Rio-Teresópolis, hoje a cargo da CRT), mas não a carne de segunda (o Arco Metropolitano).

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12.04.19

João Doria para todos

Os dirigentes da Arteris, dona da Centrovias, também esperam ter a deferência da presença do governador João Doria em um de seus eventos, confirmando a renovação das concessões rodoviárias que vencem em seu mandato. Tudo em nome da isonomia. Na última segunda-feira, Doria compareceu a um encontro de investidores da CCR, quando anunciou a extensão de todos os contratos que expiram até 2022. É o caso da Renovias e da Via Oeste, pertencentes à companhia. Em tempo: naquele mesmo dia, as ações da CCR subiram 25%.

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31.10.18

Próxima parada

A espanhola Arteris desistiu de participar do leilão da Rodovia de Integração do Sul, previsto para amanhã. Os ibéricos preferem guardar munição para o pacote de estradas federais que deverá ser licitado em 2019, informação confirmada pela empresa ao RR.

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06.04.18

Rota alternativa

Enquanto o Programa de Parcerias de Investimentos (PPIs) caminha em marcha lenta, a Arteris – leia-se a espanhola Abertis e a Brookfield – volta suas baterias para o pacote de concessões que o governo do Mato Grosso pretende leiloar neste ano, orçado em R$ 1,5 bilhão. Com atuação concentrada em São Paulo, o grupo busca uma porta de entrada no sistema logístico do Centro -Oeste. Um dos alvos seria a operação da MT-100, na região do Alto Araguaia.

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12.12.17

Desejável solidão

A Brookfield está sedenta para comprar a parte da espanhola Abertis e assumir sozinha o volante da Arteris, dona de nove concessões rodoviárias ou mais de três mil quilômetros de asfalto.

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27.10.17

Camisa de força

A crise política na Espanha, decorrente do movimento separatista catalão, respingou na Arteris, dona de nove concessões rodoviárias no Brasil. Segundo o RR apurou, os projetos da empresa estão paralisados à espera de uma definição sobre o futuro de seu controlador, a espanhola Abertis. Os problemas políticos no país ibérico praticamente interromperam as negociações para a venda da companhia à italiana Atlantia. Ao mesmo tempo, há uma forte pressão para que a Abertis transfira sua sede de Barcelona para outra cidade espanhola.

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09.08.17

Um problema a menos

A Arteris (Brookfield e a espanhola Abertis) tem interesse na compra da MGO Rodovias, que opera a BR- 050 entre Minas e Goiás. O ativo estaria avaliado em R$ 500 milhões. No Ministério dos Transportes há uma discreta torcida pela operação. O receio é que as nove empreiteiras de médio porte que controlam a concessão não tenham musculatura para investir R$ 1,5 bilhão até 2020. Procurada, a MGO negou a venda. Já a Arteris não quis se pronunciar.

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25.07.17

Brookfield pilota criação da maior holding rodoviária do Brasil

A Brookfield já tem R$ 60 bilhões em ativos no Brasil e quer mais. Neste momento, “mais” significa a criação da maior holding de concessões rodoviárias do país, a partir de duas operações em paralelo conduzidas pelos canadenses. De um lado, o grupo negocia a aquisição da carteira da Odebrecht Transport (1,8 mil quilômetros de estradas em seis estados); do outro, movimenta-se para assumir o controle da Arteris, que reúne um colar de nove concessões, com mais de 3,2 mil quilômetros. A Brookfield já detém 56% da empresa e pisa no acelerador para ficar com o restante das ações, pertencente à espanhola Abertis.

Estima-se que as duas negociações envolvam um investimento somado da ordem de R$ 5 bilhões. Mais à frente, todas estas estradas se encontrariam, com a fusão das concessões da Odebrecht e da Arteris sob o mesmo guarda-chuva. A Brookfield teria, então, uma operação integrada com faturamento superior a R$ 6 bilhões e mais de cinco mil quilômetros sob administração, deixando para trás a atual líder do setor, a CCR (3,5 mil quilômetros). Procurada pelo RR, a Odebrecht Transport informou que “segue com seu plano de reestruturação que inclui a busca por novos investidores para seu portfólio de rodovias”.

Brookfield e Abertis não quiseram comentar o assunto. Segundo fonte próxima à Brookfield, o acordo com a Odebrecht Transport deve ser sacramentado até o fim de agosto. No caso da Arteris, o timing é uma variável ainda mais importante. Isso porque a própria Abertis está à venda na Espanha. A Brookfield considera fundamental comprar a participação dos sócios e tomar o controle da Arteris antes da venda do grupo ibérico e, automaticamente, da entrada de um novo acionista na empresa brasileira. Esse investidor, eventualmente, pode vir a ser um obstáculo aos planos dos canadenses. Segundo a mídia local, os candidatos mais fortes à aquisição da Abertis são a italiana Atlanta e a também espanhola ACS, de propriedade de um dos homens mais ricos do país, Florentino Perez, presidente do Real Madrid.

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02.03.17

Arteris deixa governo paulista na saudade

Entre os grupos que fizeram forfait no leilão das rodovias de São Paulo, a ausência que mais causou mal estar no Palácio Bandeirantes foi a da Arteris, leia-se Brookfield e a Abertis. Nos dias que antecederam à apresentação das propostas, representantes da empresa garantiam a participação na concorrência. No governo paulista havia grande expectativa de que a simples presença da Arteris elevaria a linha de corte das ofertas.

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25.01.17

Curva fechada

Encalacrada por uma dívida de R$ 3,5 bilhões, a Triunfo está em conversações com a espanhola Arteris para a venda da concessionária Concebra. A operação tornou-se praticamente inevitável depois que o BNDES decidiu executar as fianças bancárias de um empréstimo-ponte de R$ 800 milhões à Concebra.

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