fbpx

Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
13.12.21

Sangue latino

A Dasa avança a passos largos em seu processo de internacionalização. Após abrir laboratórios na Argentina e no Uruguai, a empresa prepara sua entrada no Chile e na Colômbia. É projeto para o primeiro semestre de 2022. Consultada, a empresa não se pronunciou.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

06.12.21

Encontro marcado

Segundo fonte do Itamaraty, Jair Bolsonaro e o presidente da Argentina, Alberto Fernández, terão um encontro reservado, em  Brasília, na terceira semana de dezembro, durante a reunião de cúpula do Mercosul. Uma das pautas será a construção de um gasoduto para ligar as jazidas de gás de Vaca Muerta ao Rio Grande do Sul.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

29.11.21

Lusco-fusco bilateral

Mais uma faísca nas relações entre Brasil e Argentina: a sincronização das hidrelétricas de Itaipu e Yaciretá, que estava prevista para este ano, deve ficar para 2022. Será o segundo adiamento em um ano e meio. No governo brasileiro, os atrasos são atribuídos à estatal  argentina do setor elétrico Cammesa. A cada momento, a empresa apresenta uma nova exigência. É como se a Argentina não quisesse mais sincronizar os ciclos de produção das duas usinas.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

18.11.21

Al mare

A reivindicação dos governos da Argentina e do Uruguai (ver RR de 25 de outubro) surtiu efeito. Para alívio do setor turístico, o governo brasileiro vai baixar uma portaria estendendo a rota dos cruzeiros que circulam pela costa do Brasil aos dois países. A travessia está suspensa por conta da pandemia.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

Segundo fonte do Itamaraty, os governos da Argentina e do Uruguai estão reivindicando ao Brasil que libere a circulação de cruzeiros marítimos internacionais. Por conta da pandemia, a travessia de navios de passageiros está restrita a águas territoriais brasileiras, notadamente em cidades do Sudeste e do Nordeste. Por tabela, a medida tem atingido duramente o setor turístico na Argentina e no Uruguai: historicamente, os dois países recebem muitos cruzeiros internacionais que partem ou passam pelo Brasil. Procurado, o Itamaraty não se pronunciou. Já a Pasta do Turismo informou que “os Ministérios da Saúde, Infraestrutura e Justiça, juntamente com a Anvisa, seguem definindo os critérios técnicos e protocolos, de modo a possibilitar uma retomada gradual e segura (dos cruzeiros) para todos.”.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

06.10.21

Menos gás para as térmicas brasileiras

Em meio à crise hídrica, um fator a mais de pressão para o governo. Grandes grupos da área de geração têm encontrado dificuldade para fechar novos contratos de importação de gás da Argentina. A redução da oferta se deve ao acordo fechado pelo governo de Alberto Fernández com o Chile, que prevê o fornecimento de seis milhões de metros cúbicos do insumo por dia até abril de 2022.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

13.09.21

Embaixador-adviser

Segundo o RR apurou, o embaixador da Argentina no Brasil, Daniel Scioli, tem mantido contatos diretos com indústrias do setor de laticínios, sobre-tudo no Rio Grande do Sul e em São Paulo. Está pavimentando o caminho para a entrada de empresas argentinas no Brasil, por meio de aquisições.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

16.07.21

Efeito cascata

Grandes produtores de soja já trabalham com a estimativa de aumento dos preços em até 10% no mercado interno nos próximos dois meses. O motivo é o aumento das exportações para a Argentina, que enfrenta uma quebra de safra da commodity.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

09.02.21

Um aceno diplomático à Argentina

A diplomacia bolsonarista parece viver um raro momento em que a ideologia abre brechas para o pragmatismo. Além dos acenos à China, motivados pela necessidade de importação da Coronavac, o governo brasileiro tem feito movimentos de aproximação com a Argentina. Há dois interesses prioritários sobre a mesa. O mais premente é garantir a continuidade do acordo de fornecimento de energia da Compañía Administradora del Mercado Mayorista Eléctrico (Cammesa) para o Brasil. Nos últimos dias, a Cammesa vem reduzido o suprimento do insumo para o lado de cá da fronteira por conta do aumento da demanda doméstica na Argentina. Em outro front, o governo brasileiro vislumbra espaço para a exportação de veículos militares blindados produzidos pela Iveco. No vácuo deixado por Ernesto Araújo, o chanceler invisível, quem vem ganhando espaço na interlocução com a Argentina é o almirante Flavio Rocha, secretário de Assuntos Estratégicos do Palácio do Planalto. Rocha esteve recentemente com o presidente Alberto Fernández. Tem mantido também contato regular com o embaixador argentino em Brasília, Daniel Sciol.

Em tempo: num sinal de boa vizinhança, nos últimos dias o governo brasileiro liberou a exportação para a Argentina de 1,5 milhão de doses do medicamento Midazolam, usado como indutor de sono em pacientes com Covid-19.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

26.01.21

Uma política anti-Argentina?

Mais uma rusga diplomática entre Brasil e Argentina: o governo de Alberto Fernández fez chegar ao Itamaraty seu descontentamento com o decreto assinado por Jair Bolsonaro, fixando em 750 mil toneladas anuais o volume de trigo que o Brasil poderá importar de qualquer país de fora do Mercosul com isenção tributária. Os argentinos, que exportam cerca de cinco milhões de toneladas para o mercado brasileiro por ano, são potencialmente os principais prejudicados pela medida. Eles temem perder espaço para países como Estados Unidos e Canadá. E daí?

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.