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22.06.16

Governo mira no monopólio dos reatores

 A aprovação no plenário da Câmara dos Deputados da Proposta de Emenda Constitucional 122/07 passou a ser uma das prioridades do governo na área de energia. A PEC acaba com o monopólio da União na construção e operação de reatores nucleares para geração de energia elétrica. Os ministros de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, da Casa Civil, Eliseu Padilha, e da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, comandam as articulações com os líderes de partidos de oposição, como o PDT, para garantir os dois terços de apoio em plenário. O governo gostaria de ver a PEC aprovada até setembro. Recebeu parecer favorável em maio do relator da Comissão de Constituição e Justiça, deputado Sergio Souza (PMDBPR) e já tem maioria favorável nessa comissão.  O Planalto reconhece que há dificuldades graúdas no caminho. É preciso aplainar algumas arestas na área militar e evitar de entupir o Congresso com emendas constitucionais. Os próprios auxiliares mais próximos de Temer estão divididos em relação a remeter ao plenário qualquer PEC antes da votação final do impeachment. A pressa dos “ministros nucleares” tem como pano de fundo uma grande preocupação com a fuga de investidores. O sinal de alerta acendeu com o recente acordo firmado entre a francesa Areva e a argentina Invap para produção de reatores nucleares no país vizinho, com linha especial de financiamento de um programa de crédito do governo francês.

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09.05.16

Lobby atômico

 A francesa Areva não perdeu tempo. Montou uma operação de lobby para cima de parlamentares próximos a Michel Temer. O objetivo é emplacar a emenda constitucional que libera a participação de capital privado na exploração, comercialização e processamento de urânio. A proposta hiberna na Comissão de Infraestrutura do Senado.

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30.04.15

Energia renovável

A Areva, cuja atuação no Brasil está praticamente restrita a  área nuclear, pretende ampliar seu repertório. Os franceses negociam uma parceria com a Mitsubishi para a construção de térmicas a biomassa. Os projetos sobre a mesa apontam para a produção de 500 MW em até dois anos. Oficialmente, a Areva nega a associação.

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