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24.11.20

Força do Apollo

O Apollo Management – uma das maiores gestoras norte-americanas, com mais de US$ 350 bilhões em ativos – está em busca de ativos na área de saúde no Brasil. O foco são hospitais.

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22.09.19

Banco escolar

O norte-americano Apollo Management está em negociações para a compra de uma participação na Ser Educacional, do empresário Janguiê Diniz. Tomando-se como base a cotação em mercado, a empresa está avaliada em quase R$ 3 bilhões.

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29.05.19

Apollo e Starboard avançam sobre a ViaVarejo

Há uma operação em curso que poderá resultar na criação de um grupo varejista com mais de 1,6 mil lojas, faturamento anual próximo dos R$ 32 bilhões e um Ebitda da ordem de R$ 1,5 bilhão. Os artífices do projeto são o Apollo Management e a Starboard Partners, que, segundo o RR apurou, não apenas entraram na disputa pela ViaVarejo, como já pensam no ato seguinte: sua fusão com a Máquina de Vendas/Ricardo Eletro, controlada pela dupla. Antes, Apollo e Starboard precisam vencer o duelo contra a dobradinha Michael Klein e XP Investimentos, também candidata à aquisição da ViaVarejo.

Há nuances distintas entre cada proposta. Klein e XP querem comprar apenas parte das ações em poder do Grupo Pão de Açúcar (GPA). Já Apollo e Starboard estariam dispostas a assumir integralmente a participação do GPA na ViaVarejo, de 36,2%. Tomando-se como base apenas o valor de mercado da rede varejista, o dote seria da ordem de R$ 2 bilhões. As negociações, ressalte-se, têm como pano de fundo a delicada situação financeira do Casino, o controlador do GPA.

Na semana passada, o grupo francês obteve, na Justiça, a aprovação de um plano de proteção contra credores, um expediente similar ao da recuperação judicial. O cenário aumenta a pressão pela venda de ativos, o que deve levar o Casino a concluir a negociação da ViaVarejo a toque de caixa. Em tempo: curiosamente, caso vença a disputa, o dueto Apollo/ Starboard teria a companhia do próprio Michael Klein, um minoritário nem tão minoritário assim da ViaVarejo – o empresário detém 24% do capital.

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11.10.18

Fantasmas da Lava Jato ameaçam negócio entre Andrade Gutierrez e Apollo Management

Ainda vai levar um tempo para que a Andrade Gutierrez purgue seus malfeitos. Que o diga o Apollo Management, uma das grandes gestoras dos Estados Unidos, com mais de US$ 250 bilhões sob seu guarda-chuva. Segundo informações filtradas da própria empreiteira, os norte-americanos estariam em negociações para a compra de uma participação na Andrade Gutierrez. O aporte de capital poderia passar da casa dos US$ 500 milhões. No entanto, de acordo com a mesma fonte, o Apollo vem encontrando dificuldades para o fechamento do negócio, notadamente no que diz respeito à área de compliance. Uma due diligence na empresa de Sergio Andrade é quase um case de risco jurisdicional, tamanho o grau de criminalização do grupo pela Lava Jato.

Toda vez que se aproximam da companhia, os norte -americanos sentem o cheiro do ralo, seja por tudo que já foi destampado pela força-tarefa de Curitiba, seja pela ameaça de que dejetos do passado ainda se encontrem depositados nos negócios do grupo. O receio maior do Apollo Management atende pelo nome de CCR. Gradativamente, a Lava Jato se aproxima da holding de concessões controlada pela Andrade Gutierrez e pela Camargo Corrêa, no âmbito das investigações contra o Dersa, em São Paulo. No fim de setembro, o ex-presidente da CCR, Renato Vale, foi alvo de uma operação de busca e apreensão da Polícia Federal.

Segundo o doleiro e delator premiado Adir Assad, Vale seria o responsável por operar um suposto esquema de corrupção, com distribuição de propina para agentes públicos. Nos corredores da Lava Jato, o que se diz é que as investigações contra o Dersa ganharão fôlego após as eleições. Procurados pelo RR, Andrade Gutierrez e Apollo não quiseram se pronunciar. Nos últimos meses, a Andrade Gutierrez teria mantido conversações com outros fundos norte-americanos e canadenses. Nenhuma dessas tratativas avançou no mesmo nível das gestões com o Apollo. Para a empreiteira, o aporte da gestora de Nova York funcionaria como uma alternativa à venda de ativos, entre os quais a própria participação na CCR.

O grupo conseguiu afrouxar um pouco o seu garrote financeiro ao renegociar cerca de US$ 330 milhões em dívidas que venceriam ainda neste ano. Para todos os efeitos, a situação ficou mais palatável para a construtora, com uma dívida de aproximadamente R$ 1,5 bilhão para um caixa em torno de R$ 600 milhões. No entanto, ainda há contas a pagar pelas diabruras do passado. Ao menos uma delas já está no radar da Andrade Gutierrez. As negociações para um acordo de leniência com a AGU deverão trazer a reboque uma multa superior a R$ 1 bilhão.

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