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27.01.22

Desvio estratégico

Segundo informação que circula no BNDES, a APM Terminals, leia-se Maersk, e a Terminal Investment Limited, controlada pela MSC, estudam uma nova dobradinha para disputar a privatização da Codesa (Companhia Docas do Espírito Santo). As duas empresas já são sócias na BTP (Brasil Terminal Portuário), no Porto de Santos. A investida sobre a Codesa seria um movimento estratégico do ponto de vista geoeconômico. Ambas enfrentam resistências para ampliar seus negócios em Santos. A Associação Brasileira de Terminais e Recintos Alfandegados (ABTRA), por exemplo, já solicitou ao Cade que impeça a participação da BTP no leilão do STS 10 – o novo terminal de contêineres do porto paulista. Consultada, a BTP informa que “segue o período de silêncio de um dos seus acionistas, não estando autorizada a comentar sobre o tema por motivos de compliance.”

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25.01.16

Interesse no TCP

 A APM Terminals já se movimenta para aumentar sua participação no TCP, o terminal de contêineres do Porto de Paranaguá controlado pelo fundo Advent. A APM tem 5% do negócio, fatia herdada com a recente aquisição da espanhola Maritim TCB . A APM não retornou o assunto.

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28.12.15

Crise econômica finca sua âncora no Porto de Santos

 O maior complexo portuário da América Latina é hoje a imagem mais bem acabada do definhamento do setor de infraestrutura no Brasil. O Porto de Santos está derretendo. Praticamente todos os terminais de contêineres locais estão realizando prejuízos. Santos Brasil, Libra, Embraport e Ecoporto fazem rebolados contábeis para mostrar algum resíduo de lucratividade nos balanços. Todos cortam pessoal e planejam enxugar os investimentos. Não demora e a própria cidade de Santos vai pedir um S.O.S. Somente um dos concessionários ainda respira sem balão de oxigênio: a Brasil Terminal Portuário (BTP), que se vale de operações cruzadas de embarque e desembarque feitas por seus acionistas controladores, as holandesas Terminal Investment Limited (TIL) e APM Terminals. Ainda assim, a dupla dos Países Baixos tem registrado resultados muito aquém do seu plano financeiro. Ressalte-se que os dois grupos holandeses investiram mais de R$ 2 bilhões na BTP, que começou a operar em 2013. A situação é tão delicada que Santos começa a exportar sua agonia para outras praias.  Os projetos de Imbituba estão soterrados. Em Itajaí, a Maersk já pulou fora da operação. No Rio, a Multiterminais atravessa seu pior momento. O aumento do custo do capital e o desabamento das importações, por conta da recessão e do câmbio, têm afetado duramente a movimentação de contêineres nos portos brasileiros. Resumo da ópera: se o governo tinha alguma esperança de os players do setor participarem das licitações em 2016, pode esquecer. A não ser que o cenário mude, o que não é previsível, ou alguma vantagem até agora desconhecida seja colocada sobre a mesa, os grandes operadores já podem ser dados como cartas fora dos futuros leilões. Tudo indica que a desejada expansão da logística portuá- ria vai se restringir à redução da capacidade ociosa e ao aumento da produtividade.

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