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12.04.19
ED. 6093

Balcão

No varejinho das articulações políticas, o Pastor Marcos Pereira, do PRB, trabalha para fisgar uma diretoria da Anvisa.

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28.03.19
ED. 6082

Anvisa “à venda”

A indicação do novo diretor da Anvisa está na balança do PRB, do Pastor Marcos Pereira, para o apoio à reforma da Previdência. O Palácio do Planalto chegou a indicar o general Paulo Sadauskas para o cargo, mas estranhamente retirou o seu nome.

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14.03.19
ED. 6072

Data de prescrição

Nomeado há apenas seis meses, o prazo de validade do presidente da Anvisa, William Dib, está chegando ao fim. Aos olhos do governo Bolsonaro, Dib é demasiadamente simpático à indústria de alimentos.

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08.02.19
ED. 6051

Vigilância sanitária

A Anvisa segue com uma cadeira vazia. Quase 40 dias após assumir, o governo Bolsonaro ainda não preencheu uma das diretorias do órgão regulador. Até agora, o Palácio do Planalto só tem uma certeza: vai barrar a indicação do ex-deputado André Moura, obra e graça de Michel Temer.

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03.01.19
ED. 6025

Limpeza na Anvisa

Já no início da próxima semana, Jair Bolsonaro deverá indicar um novo nome para a diretoria da Anvisa. O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, já fez duas indicações de perfil técnico para o cargo. Bolsonaro cumprirá, assim, a promessa de brecar a nomeação do deputado André Moura (PSC-SE) – entre outras medidas tomadas por Michel Temer ao apagar das luzes da sua gestão que serão revertidas pelo Capitão.

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17.12.18
ED. 6016

Anvisa pode perder seu “investment grade”

O governo Bolsonaro está prestes a herdar um problema de razoável proporção que afeta a indústria farmacêutica como um todo. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) corre o risco de ser desfiliada da International Conference on Harmonisation of Technical Requirements for Registration of Pharmaceuticals for Human Use (ICH), órgão máximo da regulação de medicamentos no mundo. Significa dizer que a entidade pode perder algo equivalente ao investment grade das agências regulatórias da área de saúde. A legitimidade da Anvisa para registrar remédios seria colocada em xeque perante suas congêneres no exterior, o que, entre outras consequências, criaria dificuldades para os grandes laboratórios internacionais que atuam no país e trazem seus produtos para o mercado brasileiro.

Segundo o RR apurou, a agência tem descumprido os prazos para se adequar às normas da ICH que regem a concessão de licenças farmacêuticas. As principais pendências dizem respeito à normatização das áreas de farmacovigilância e pesquisa clínica. Há atrasos também na implementação do Common Technical Document (CTD), modelo adotado pela ICH para o registro de remédios e compartilhamento de dados técnicos entre as autoridades regulatórias internacionais. A entidade internacional tem feito seguidas cobranças à Anvisa. A rigor, a agência tem até 2020 para honrar todas as exigências. No entanto, diante dos seguidos atrasos no cronograma e do descumprimento de etapas preliminares, o próprio corpo técnico do órgão regulador considera difícil que o trabalho seja concluído no prazo.

Perguntada sobre os atrasos e o risco de descredenciamento do ICH, a Anvisa limitou-se a enviar um release de novembro de 2016, quando da sua filiação ao instituto. Pelo jeito, a entidade não tem nada de muito novo para mostrar sobre o assunto. O que pode ser perdido em um curto espaço de tempo demorou para ser obtido. A agência só recebeu bola branca no ICH após três anos de intensas negociações, que envolveram o Itamaraty e outras instâncias do governo. Trata-se, de fato, de um clube seleto: por ora, o Brasil é o único país da América Latina membro da entidade, sediada na Suíça. A adesão ao ICH exige a adequação a cinco grandes conjuntos de normas inter- nacionais – são guias e documentos com milhares de páginas. Requer ainda investimentos para a atualização dos sistemas de informática.

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12.07.18
ED. 5908

Anvisa entra no escambo eleitoral

Vale tudo no bazar das alianças eleitorais. Em busca do apoio do PP e de seus mais de 60 parlamentares a uma candidatura do centrão à Presidência, seja quem for o nome escolhido, o Palácio do Planalto ofereceu ao senador Ciro Nogueira a primazia de indicar o presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O problema é que o próprio MDB também está na disputa pelo cargo, que se tornou especialmente cobiçado por um detalhe: salvo algum fato extraordinário, será a última nomeação do governo Temer para o comando de uma agência reguladora. A indicação garante mandato até 2021 e controle sobre um orçamento da ordem de R$ 400 milhões/ano. Herança de Dilma Rousseff, o atual presidente da Anvisa, Jarbas Barbosa da Silva Junior, deixa o cargo no dia 19 de  julho.

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15.08.17
ED. 5683

Vagas na Anvisa

A Anvisa está com duas diretorias vagas desde o início do ano. Com tanto partido em busca de cargo, chega a ser um desperdício.

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20.10.16
ED. 5479

O bolor da Anvisa

 A Unilever encabeça um grupo de grandes fabricantes de alimentos que encaminharam ao ministro da Indústria, Marcos Pereira, um menu de propostas para combater a burocracia na Anvisa. A liberação de licenças para novos produtos chega a demorar dois anos. No fim, nada vai dar em nada.

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09.09.15
ED. 5202

Bom amigo

Renan Calheiros empenha-se para que o Senado vote em 15 dias o projeto que altera as regras para o mandato na Anvisa. Por que tanto interesse? O grande beneficiado será Fernando Mendes, indicado para a diretoria da agência por Renan – aquele que “não quer cargos” no governo. Mendes poderá concluir os dois anos de mandato de seu antecessor, Jaime de Oliveira, e posteriormente cumprir mais três anos no cargo.

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31.07.15
ED. 5175

Tá tudo dominado

A Anvisa tornou-se um diretório do PMDB, aquele que “não quer cargo no governo”. Renan Calheiros já emplacou dois dos cinco diretores, aguarda a nomeação de um terceiro, Fernando Mendes, e ainda avança sobre a cadeira de Ivo Bucaresky, ligado ao ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

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27.05.15
ED. 5129

Palavras ao vento

 Já faz mais de um mês que o ministro da Saúde, Arthur Chioro, recebeu do Palácio do Planalto a garantia de que seu indicado, Jarbas Barbosa, assumiria o comando da Anvisa. Mas, até agora, nadica de nada.

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14.05.15
ED. 5120

Casa sem dono

A Anvisa está em ponto morto. Praticamente nada anda na agência reguladora, a s voltas com um turbulento processo sucessório. A Anvisa está sem presidente desde março, quando Jaime de Oliveira deixou o cargo. Há quem diga, no entanto, que a acefalia vem desde outubro, quando Oliveira assumiu o comando de forma interina e assim ficou por cinco meses.

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25.02.15
ED. 5067

Doutor Agnelo

 Agnelo Queiroz, que perdeu a reeleição para o governo do Distrito Federal, tenta se realinhar em Brasília. Após uma frustrada articulação para reassumir o comando da Anvisa, mira agora na Agência Nacional de Saúde Suplementar.

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12.02.15
ED. 5061

Katia Abreu não teme pecha de “Mrs. Agrotóxico”

 A ministra Katia Abreu vai mexer num vespeiro, ou melhor, numa imensa nuvem de gafanhotos. Katia promete mover montanhas para reduzir os prazos de análise dos pedidos para a produção de agrotóxicos no Brasil. Em média, a liberação de uma licença no país demora sete anos. Na Europa, o tempo de espera não chega a três anos; nos Estados Unidos, é ainda menor: dois anos. O problema é que a ministra da Agricultura terá de tirar leite de uma pedra que sequer lhe pertence. Qualquer ação neste sentido dependerá de uma intrincada negociação política com a Anvisa, responsável pelos estudos técnicos e pela concessão das licenças. Katia Abreu terá ainda de enfrentar a reação dos ambientalistas e a acusação, líquida e certa, de que está agindo para atender ao lobby de Bayer, Basf, Syngenta, entre outros grandes grupos internacionais do setor. A ministra da Agricultura, que um dia recebeu o nada honroso título de “Motosserra de ouro”, não teme o epíteto de “Mrs. Agrotóxico”. Ela já tem um pragmático contra-argumento na ponta da língua: a importância econômica de um setor que movimenta cerca de US$ 9 bilhões, cresceu mais de 200% em uma década e fez do Brasil o maior consumidor mundial de defensivos agrícolas, a  frente dos Estados Unidos. Para Katia Abreu, tais fatos mais do que justificam a inclusão do tema em sua lista de prioridades. E quem não gostar que saia da frente do trator.

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05.02.15
ED. 5056

Prescrição

 O laboratório gaúcho Kley Hertz estaria em busca de um comprador. Formalmente, a empresa nega a venda do controle. Não custa lembrar que o Kley Hertz sofreu um baque em maio de 2014, quando a Anvisa suspendeu a venda do medicamento Resfenol.

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