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03.08.22

GIC quer Ânima e Cruzeiro do Sul na mesma sala de aula

O GIC, fundo soberano de Cingapura, desponta como um peça importante na consolidação do setor de educação no Brasil. Segundo o RR apurou, o grupo de investimentos asiáticos tenta costurar a fusão entre a Ânima Educação e a Cruzeiro do Sul. O GIC é o maior acionista desta última, com uma participação de 34%.

Do outro lado da mesa encontra-se uma miríade de investidores, capitaneada por Daniel Castanho e Marcelo Bueno, das famílias fundadoras da Ânima. A associação daria origem a um das três maiores redes de universidades do país, atrás apenas da Cogna e da Yduqs (ex-Estácio). Juntas, Ânima e Cruzeiro do Sul somam mais de 460 mil alunos, receita líquida de R$ 4,4 bilhões e um Ebitda da ordem de R$ 1,4 bilhão, a números de 2021.

O GIC já tem um histórico de expressivos investimentos nesse mercado no Brasil. Foi acionista da Abril Educação. Nos últimos meses, o fundo asiático, que administra cerca de US$ 400 bilhões, tem feito movimentações intensas para ampliar seus domínios. Segundo a fonte do RR, entre outras empresas, os asiáticos estiveram conversando recentemente com a Ser Educacional, do empresário cearense Janguiê Diniz. As portas para um M&A não se fecharam, mas a preferência do GIC recai sobre a Ânima por conta de uma joia preciosa pendurada na empresa: a Inspirali. Trata-se do braço de universidades de medicina do grupo. A operação tem como sócia a DNA Capital, que reúne os herdeiros de Edson de Godoy Bueno.

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22.03.22

Aquisições em série

A compra de 25% da Inspirali, braço de medicina da Ânima Educação, foi só a primeira matrícula. A DNA Capital, dos herdeiros de Edson de Godoy Bueno, vai partir para a compra de outros ativos no setor.

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18.11.21

Passivo da discórdia no CEUB

As tratativas para a possível venda do CEUB (Centro Universitário de Brasília) estariam enroscadas por conta do passivo da empresa. Há divergências em relação à natureza e ao real valor da dívida, estimada em cerca de R$ 100 milhões. Yduqs e Ânima Educação seriam as principais interessadas na aquisição da universidade. Consultada especificamente sobre eventuais pendências em relação ao passivo, o CEUB saiu pela tangente. Disse que “diferentemente do que foi noticiado nos últimos dias por alguns veículos de comunicação, o centro universitário não recebeu proposta de compra de nenhum grupo empresarial”. O RR não falou de proposta alguma.

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12.08.21

Descomplica e investe

A plataforma de ensino Descomplica tem interesse na compra do Centro Universitário dos Guararapes (UNIFG) e do Cedepe Business School, ambos em Pernambuco. Os ativos foram colocados à venda pela Ânima Educação. Recentemente, a Descomplica pagou R$ 1 bilhão pela UniAmérica. Além do seu ousado projeto de expansão, a startup se notabiliza pelo seu cast de investidores-celebridades. Nos últimos meses, recebeu aportes do guitarrista The Edge, do U2, e Mark Zuckerberg, fundador do Facebook.

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28.07.21

Sala de aula

Após romper o contrato firmado com a Ser Educacional, a Ânima Educação saiu em busca de um novo comprador para o pacote formado pela Faculdade Internacional da Paraíba (FPB), Centro Universitário dos Guararapes (UNIFG) e Cedepe Business School. A Uniasselvi seria uma das candidatas ao negócio, avaliado em R$ 180 milhões.

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24.02.21

Cruzeiro do Sul vai às compras

Capitalizada, graças ao recente IPO de R$ 1,4 bilhão, a Cruzeiro do Sul Educacional está interessada no pacote de ativos já colocado à venda pela Ânima Educação, leia-se as universidades IMBR, UniRitter e Faderg.

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18.02.21

O pôquer da Ser Educacional

A decisão da Ser Educacional de encerrar as negociações para a compra da IMBR, UniRitter e Faderg soou como blefe entre os executivos da Ânima Educação, dona das três universidades. Segundo informações filtradas pelo RR, a leitura é que o grupo controlado por Janguiê Diniz está usando a suposta desistência para pressionar uma redução no valor dos ativos. A distância entre os dois lados da mesa é grande: a Ser teria oferecido cerca de R$ 500 milhões; a Ânima pede o dobro. Esta última, cabe lembrar, está revendendo as três universidades recém-compradas da norte-americana Laureate. Procurada, a Ser afirmou que “Caso haja qualquer novidade nessa esfera, faremos a informação conforme normativas”. Já a Ânima limitou-se a dizer que “Os ativos em questão fazem parte da transação com a Laureate, que está sujeita à aprovação pelo Cade. Antes disso não há nenhuma informação a ser dada”.

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Em meio ao “novo normal” imposto pelo terrível ano de 2020, ao menos um ponto não mudou: o assinante do RR teve acesso irrestrito aos corredores do Poder. Em 20 de abril, um mês após Jair Bolsonaro decretar estado de calamidade pública, o RR foi o primeiro veículo a noticiar os estudos dentro do governo para a criação de uma espécie de “Plano Marshall” brasileiro, um amplo programa emergencial de geração de investimento e de empregos. Poucos dias depois, o ministro da Casa Civil, general Braga Netto, surgiria no noticiário confirmando os estudos e fazendo referência exatamente ao termo “Plano Marshall”. O RR antecipou o flerte entre Jair Bolsonaro e o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho. Em 3 de julho, a newsletter informou que Marinho estava montando uma intensa agenda de viagens de Bolsonaro para inaugurar obras no Nordeste, o que de fato ocorreu nos meses seguintes.

O poder em marcha

Em 5 de maio, o RR descortinou o incômodo dentro das Forças Armadas diante da insistência do presidente Jair Bolsonaro em associar a corporação a um discurso de intimidação e de risco de ruptura institucional, tema que ganharia o noticiário nos dias seguintes. O RR também antecipou a importante missão que o general Hamilton Mourão passou a ter no governo: em 22 de julho, noticiou, em primeira mão, que o vice-presidente se tornaria uma espécie de “embaixador do meio ambiente” da gestão Bolsonaro. Em 20 de agosto, o RR publicou, também com exclusividade, que o governo estenderia a “Operação Verde Brasil 2”, prorrogando a presença de militares no combate aos incêndios na Amazônia até o fim do primeiro trimestre de 2021 – o que se confirmaria em novembro.

Militares x “olavistas”

Os assinantes da newsletter tiveram também informações exclusivas sobre a disputa de poder entre os generais palacianos e a ala olavista do governo. Em 12 de maio, o RR cravou que os militares se movimentavam para ter um número maior de assentos no Conselho Nacional de Educação (CNE), tradicional área de influência de Olavo de Carvalho desde o início da gestão Bolsonaro. Em 25 de setembro, o RR revelou articulações para a possível saída do “olavista” Ernesto Araújo do Ministério das Relações Exteriores. Desde então, o noticiário tem tratado da hipótese de substituição do chanceler. Na última semana, a mídia passou a abordar também a possibilidade de demissão do embaixador brasileiro em Washington, o igualmente “olavista” Nestor Forster, informação antecipada pelo RR em 7 de dezembro.

Laços de família

Em 7 de agosto, o RR revelou que, ao criar o Centro de Inteligência Nacional na Abin, o presidente Jair Bolsonaro estava instituindo um “Family office” dentro da agência, com o objetivo de usar o aparato de Inteligência do Estado em benefício de si próprio e dos seus. Em dezembro, estouraria a denúncia de que a Abin produziu relatórios para Flavio Bolsonaro. Em 8 de junho, o RR informou, com exclusividade, que o deputado federal Eduardo Bolsonaro estava trabalhando para viabilizar o desembarque no Brasil da Sig Sauer, fabricante de armamentos de origem suíça. Mais: a newsletter antecipou as articulações conduzidas com o auxílio do “03” para uma parceria entre a empresa e a Imbel. Três dias depois, o assunto estaria em toda a mídia.

Despedida antecipada

O leitor da newsletter acompanhou de muito perto o processo de sucessão do Itaú Unibanco. Em 9 de setembro, o RR informou que Marcio Schettini deixaria o banco caso não fosse o escolhido para suceder Candido Bracher na presidência. Dito e feito! No início de novembro, preterido em detrimento de Milton Maluhy Filho, Schettini, diretor geral de varejo, anunciou sua saída do Itaú. No dia 9 do mesmo mês, o RR voltou ao tema para detalhar os bastidores da escolha, conduzida pelo próprio Bracher, e o mal estar que ela causou junto aos acionistas do Itaú.

Em janeiro, o RR informou com exclusividade que a Petrobras lançaria um plano de redução de despesas da ordem de R$ 1 bilhão, o que se confirmaria pouco depois. Também em janeiro, a newsletter revelou que Embraer e Boeing haviam desmobilizado um grupo de trabalho que discutia o desenvolvimento conjunto de aeronaves comerciais, apontando a medida como um indício de iminentre rompimento da fusão. Três meses depois, a associação entre as duas companhias foi para o espaço. Ainda sobre a Embraer, em julho o RR antecipou que a empresa estava negociando um empréstimo do BNDES, operação oficialmente confirmada em dezembro.

Em março, o RR foi o primeiro a noticiar os estudos no BNDES para a compra de participações em companhias aéreas, como forma de reduzir os efeitos da pandemia sobre o setor. Menos de 15 dias depois, o projeto se tornaria público, ainda que, na prática, não tenha decolado. Outro furo que veio dos céus foi a notícia de que o empresário David Neeleman, fundador da Azul, venderia sua participação na portuguesa TAP, antecipada pelo RR em 12 de fevereiro. O RR antecipou também o que poderia ter sido uma das maiores operações de M&A do ano no país. Na edição de 26 de agosto, informamos que a Ser Educacional estava levantando recursos para fazer uma oferta de compra do controle dos ativos da Laureate no Brasil.

Menos de um mês depois, a proposta de R$ 4 bilhões estava sobre a mesa dos acionistas do grupo norte-americano. A Ser acabou perdendo a disputa empresarial para a Ânima Educação. Em 5 de novembro, mais um furo no noticiário corporativo: o RR antecipou que os principais acionistas da Qualicorp se movimentavam para comprar o restante da participação de José Seripieri Filho, fundador da operadora de planos de saúde, devido às denúncias de corrupção contra ele. Menos de um mês depois, os sócios da companhia e o empresário fecharam um acordo para a transferência das ações, quase no mesmo período em que o STF homologava a delação premiada de Seripieri.

Cortes no Ministério Público

No dia 8 de dezembro, a newsletter revelou os planos do procurador geral da República, Augusto Aras, para fechar escritórios de representação do MPF e reduzir custos operacionais devido à escassez orçamentária da instituição – informação que acabou confirmada pelo próprio Ministério Público.

Gol atrás de gol

Em 16 de março, o RR informou, com exclusividade, que o início do Campeonato Brasileiro seria adiado por conta da pandemia. Uma semana depois, a newsletter antecipou que os clubes haviam pedido ao governo a suspensão dos pagamentos do Profut, o programa de refinanciamento de dívidas das agremiações esportivas junto à União – medida que seria implantada pouco depois. Que 2021 seja um ano muito diferente em quase tudo, menos na capacidade do RR de entregar a seu assinante um conteúdo qualificado e exclusivo.

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01.12.20

Será que agora vai?

Segundo fonte envolvida na negociação, ao longo desta semana Ânima Educação e Ser Educacional farão uma nova rodada de conversações na tentativa de selar a transferência do controle das universidades Uniritter e Gadergs, no Rio Grande do Sul, e IBMR, no Rio de Janeiro. A Ânima pede pouco mais de R$ 1 bilhão pelo pacote. Até agora, de acordo com a fonte do RR, a oferta mais alta da Ser não chegou sequer a R$ 800 milhões.

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08.02.18

Segunda época

A Anima Educação, controlada pelo empresário Daniel Castanho, prepara uma oferta de ações em bolsa. Qualquer semelhança entre a captação de recursos e uma proposta pelos ativos da norte-americana Ilumno no Brasil – entre os quais a Universidade Veiga de Almeida – não seria mera coincidência. O curioso é que a Anima chegou a adquirir o grupo em 2015, mas desfez a operação.

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