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26.01.22

Andrade Gutierrez tem de fazer dinheiro

A Andrade Gutierrez busca um comprador para a sua participação de 10,5% na Santo Antônio Energia, que controla a hidrelétrica de mesmo nome. Há conversas com grupos chineses. O ativo é avaliado em torno de R$ 1,5 bilhão. É um passo a mais no “esforço de guerra” da empreiteira para fazer caixa e abater seu passivo, da ordem de R$ 5,5 bilhões. Trata-se da mesma premissa que, neste momento, move a empresa de Sergio Andrade a vender sua fatia na CCR – um negócio, por sinal, bem mais promissor: sua participação vale em torno de R$ 5 bilhões.

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30.11.21

Chineses são candidatos à vaga da Andrade Gutierrez na CCR

A Andrade Gutierrez está buscando no mercado chinês um comprador para a sua participação de 14,8% na CCR. Segundo o RR apurou, há conversações com a CCCC (China Communications Construction Company), um dos maiores grupos de construção pesada do país asiático e controlador, no Brasil, da Concremat. A fatia acionária da Andrade Gutierrez está avaliada em aproximadamente R$ 5 bilhões.

Trata-se de um montante fundamental para a empreiteira de Sergio Andrade afrouxar o garrote financeiro que lhe sufoca – um passivo da ordem de R$ 5,5 bilhões. Procurados, Andrade Gutierrez, CCCC e CCR não se pronunciaram. A operação é complexa, cheia de curvas. Um dos principais entraves para a venda da participação da Andrade Gutierrez está dentro da própria CCR: os outros dois sócios relevantes da empresa – Grupo Mover, leia-se Camargo Corrêa, e Soares Penido. Ambos têm resistido à inclusão de um novo investidor no acordo de acionistas.

Esta foi uma das razões para a fracassada tentativa da Andrade Gutierrez de vender sua parte para a IG4. A gestora de recursos tinha planos, inclusive, de transformar a CCR em uma public company, com capital pulverizado – projeto que não contou com a simpatia da Mover e da Soares Penido.

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17.11.21

“Me esqueçam”

Sérgio Andrade, controlador da Andrade Gutierrez, está praticamente jogando o chapéu. Tem ficado mais em Portugal do que no Rio, sua residência oficial, ou em Belo Horizonte, onde reside parte do clã. A Lava Jato deixou marcas profundas no empresário. Ele simplesmente não quer mais ter a vida desgastante de acionista e CEO, ainda que informal. Se fosse simples, passava a empresa para  frente.

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29.10.21

Brasil é o astro-rei da GreenYellow

A francesa GreenYellow, braço do Grupo Casino na área de geração renovável, está aumentando sua aposta no Brasil. Contabilizando-se estudos já sobre a mesa, o grupo teria planos de instalar mais 30 usinas solares no país ao longo do próximo ano. Esse contingente se juntaria às 27 geradoras fotovoltaicas que deverão estar em operação até março de 2022. Segundo a mesma fonte, seriam todos projetos-solo da GreenYellow, portanto à latere da Evolua Energia, associação com a Andrade Gutierrez e a BMPI Infra. Ainda de acordo com a fonte do RR, a empresa francesa estaria, inclusive, revendo investimentos originalmente previstos para a joint venture para concentrar recursos em suas próprias usinas. Consultada sobre essa questão, a GreenYellow disse que “não informa ao mercado os valores dos empreendimentos que constrói ou participa”. A companhia afirmou ainda que “a previsão de investimento total ao longo de 2021 para todos os projetos no país, incluindo energia solar e eficiência energética, é de R$ 600 milhões” e que “vem trabalhando com esses números até o momento”.

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02.09.21

Última obra

De saída da CCR, a Andrade Gutierrez tenta pavimentar sua última estrada na companhia: garantir que os demais sócios – Camargo Corrêa e Soares Penido – permitam o ingresso da IG4 no acordo de acionistas. E, consequentemente, concordem com a entrada de representantes da gestora no board. A IG4 está comprando os 14,8% da Andrade Gutierrez na CCR por R$ 5 bilhões.

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25.06.20

Energia baixa

A Andrade Gutierrez estuda a venda da sua participação na Usina de Santo Antônio. A empreiteira de Sergio Andrade precisa fazer caixa para cobrir a dívida de curto prazo e os desembolsos com o acordo de leniência.

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08.05.20

Terra de Sergio Andrade

Estão em curso estranhas manobras na Câmara dos Vereadores de Belo Horizonte para murchar a CPI da Andrade Gutierrez, que investiga irregularidades em obras da empreiteira para a Prefeitura local. Em menos de três meses, houve duas abruptas trocas na relatoria da Comissão. A princípio, não há Lava Jato no Legislativo de BH.

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18.02.20

Lava Jato peruana avança sobre OAS, Andrade e Queiroz Galvão

A “Lava Jato” do Peru volta a assombrar as empreiteiras brasileiras. Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão e OAS receberam, na semana passada, uma notificação do Instituto Nacional da Defesa da Concorrência peruano. As três são acusadas de participar de um esquema de cartel para fraudar e vencer licitações de obras públicas no país. O espectro das investigações é amplo: envolve 35 corporações peruanas e estrangeiras que teriam manipulado concorrências de infraestrutura no país de 2002 a 2016.

Nesse período, Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão e OAS ampliaram consideravelmente sua presença local. Atuaram em importantes obras públicas do Peru, a exemplo do Corredor Viário Interoceânico Sul – a megaconexão rodoviária entre o Norte do Brasil e portos no Pacífico, lançada nos governos de Lula e de Alejandro Toledo –, o Parque Rímac, via expressa de 25 quilômetros em Lima, e a hidrelétrica de Inambari, na Amazônia peruana. Somados, esses projetos passaram de US$ 5,5 bilhões. Segundo o RR apurou, as três empreiteiras teriam até o fim de março para apresentar sua defesa ao órgão antitruste do Peru. Procuradas, Queiroz Galvão, Andrade Gutierrez e OAS não se pronunciaram.

De acordo com as investigações das autoridades peruanas, o esquema de cartel se enraizou dentro do Ministério do Transporte e Comunicação local. Uma das mais importantes conexões entre as empreiteiras e o órgão era o advogado Rodolfo Prialé, principal representante do que ficou conhecido como “Club de la Construcción”, uma espécie de “Country Club da propina”. Em depoimento à Justiça peruana, três ex-dirigentes da OAS admitiram o pagamento de 25 milhões de sóis peruanos, algo equivalente a US$ 7,3 milhões, a Prialé. Além das investigações no âmbito administrativo, Andrade Gutierrez, OAS e Queiroz Galvão, assim como outras empreiteiras brasileiras, são citadas em ações judiciais da Lava Jato peruana.

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29.05.19

Fio desencapado

A Andrade Gutierrez desponta como um entrave à saída da Cemig na Usina de Santo Antônio. A empreiteira estaria impondo uma série de exigências para negociar sua participação em conjunto com a estatal mineira na usina, como quer a chinesa SPIC. Fosse em outros tempos, Sergio Andrade e Aécio Neves resolveriam as pendências num estalo.

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06.05.19

Fundos contestam “Bônus delação” da CCR

Fundos internacionais acionistas da CCR, entre os quais figura o canadense Green River Gold, se mobilizam para entrar na Justiça com o objetivo de suspender o pacote de remuneração da companhia a seus ex-executivos. A empresa controlada por Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa vai pagar R$ 71 milhões a exdirigentes investigados pelo Ministério Público, entre eles Renato Vale, que presidiu o grupo por 20 anos. Trata-se de uma espécie de “Bônus delação”: o pagamento, aprovado em assembleia geral no último dia 22 de abril, está vinculado à “colaboração ativa e efetiva” dos executivos à Justiça. Os fundos estrangeiros querem não apenas suspender a bonificação como exigem que a CCR entre com ações de responsabilidade civil contra os ex-colaboradores.

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