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Formação de maioria no STF para permitir o compartilhamento de dados do Coaf e da Receita com o MP, sem autorização judicial, porá em foco, amanhã, processo contra o senador Flávio Bolsonaro. Serão aventados os próximos passos de investigação e impactos no mundo político.

 

Fragilidade do governo no Congresso?

 

Derrubada de 7 vetos do presidente Bolsonaro a projeto de minirreforma eleitoral e confusão entre líderes na votação de dispositivos da LDO levarão, amanhã, a questionamentos sobre sustentação do governo na Câmara. Desde que Bolsonaro anunciou saída do PSL, ainda não está clara qual é a sua base de apoio no Congresso.

Preocupação será alimentada, também, por decisão da executiva do PSL de suspender 14 deputados da legenda, entre eles Eduardo Bolsonaro. Medida precisará ser corroborada pelo diretório nacional da legenda, que se reúne semana que vem, mas evidencia disposição de Luciano Bivar para desgastar o presidente.

Por outro lado, grupos que comandaram a derrubada de vetos sofrerão críticas por reporem medidas consideradas polêmicas, como liberação de uso do fundo partidário para passagens aéreas independentemente de filiação à agremiação. E sobretudo pela intenção, nítida, de aumentar o valor do fundo eleitoral.

Lula: julgamento e movimentações políticas

Condenação de Lula no processo sobre sítio em Atibaia, em si, já era esperada, mas dois aspectos da decisão do TRF 4 provocarão debate, amanhã: 1) Fato de não devolver o julgamento à primeira instância. Havia expectativa nesse sentido em função de julgamento recente do STF determinando que o réu delator deve ser ouvido antes do delatado (o que não ocorreu com Lula); 2) Aumento da pena, que passou de 12 anos e onze meses para 17 anos e 1 mês.

 

Condenação deve ainda alimentar, amanhã, movimentação de parte de deputados e senadores para acelerar calendário de votação de projeto que retomaria a prisão em segunda instância.

 

Dólar atinge o presidente

Terceira alta recorde do dólar já leva a questão ao presidente Bolsonaro e desgaste se ampliará caso a volatilidade permaneça. Declarações do ministro Guedes, minimizando o problema, ainda incomodam o mercado e geram temor de efeitos macroeconômicos.

Cultura e educação geram novos desgastes

Dois setores do governo estarão – ou continuarão – na berlinda amanhã: cultura e educação. Em ambos estará em pauta a orientação fortemente ideológica no atual governo.

Na cultura, ganchos serão: 1) Declarações de Sérgio Nascimento, novo presidente da Fundação Palmares, órgão responsável pela promoção da cultura afrobrasileira, de que não existe racismo no Brasil, de que a escravidão foi benéfica para os descendentes e de que o movimento negro deveria ser extinto. Fato de Nascimento ser ele mesmo de origem afrobrasileira não evitará enorme pressão para que seja exonerado; 2) Em grau bem menor, nomeação de nova secretária do Audiovisual que já defendeu a extinção da Ancine.

Já na educação, amplia-se e pode provocar reações do ministro Weintraub relatório de Comissão da Câmara apontando paralisia do MEC. Deputada Tábata Amaral – cuja ação técnica e política influenciou a queda do ministro anterior, indica que assumirá discurso de duras e embasadas críticas a Weintraub.

Médicos pelo Brasil – e cubanos

Aprovação pelo Senado de MP do governo que institui o programa “Médicos pelo Brasil”, substituto do “Mais Médicos”, do governo Dilma, vai gerar, amanhã: 1) Discussão na mídia sobre impactos da saída de médicos cubanos após conflito entre o presidente Bolsonaro e Cuba, no início do ano; 2) Análise sobre cronograma e metas do programa aprovado, incluindo comparações com o governo Dilma e avaliação sobre possibilidade de que médicos cubanos retornem.

Cheque especial cria agenda positiva

 

Será analisada com lupa, mas tende a boa repercussão, amanhã, resolução aprovada pelo Conselho Monetário Nacional estabelecendo que a taxa de juros do cheque especial não pode passar de 8% ao mês.

 

Ministro do Turismo ressurge

Vale atenção para reações, amanhã, a ressurgimento do ministro do Turismo, que voltou ao jogo abordando duas questões que dividirão opiniões: 1) Intenção de liberar cassinos no país, associados a grandes resorts; 2) Reestruturação da Embratur, que passaria a contar com parte de recursos hoje destinados ao Sebrae.

Incêndio e polêmica em Alter do Chão

Permanece obscura e pode gerar fatos novos, amanhã, prisão de membros de ONG, acusados de terem provocado incêndios em florestas de Alter do Chão, no Pará. Grampos apresentados pela polícia não parecem indicar nenhuma ação criminosa, embora Justiça tenha mantido prisão preventiva, e mídia já ensaie visão crítica do inquérito – que pode se intensificar nesta quinta. A conferir, também, se o ministro Ricardo Salles manterá linha de sobriedade em entrevistas, mas ataques a ONG’s no twitter.

Régua da indústria e aceleração da inflação

Saem amanhã a Sondagem da Indústria e a terceira parcial do IGPM de novembro, ambos da FGV. A Sondagem tem particular importância porque significará “mediana” entre levantamentos de outubro da CNI (indicando avanço na produção industrial) e da própria FGV (que mostrou diminuição de confiança entre empresários do setor). Já no caso do IGP-M, interesse maior é confirmar aceleração registrada no IPC Fipe (somente da cidade de São Paulo), que foi de 0,26% na segunda quadrissemana de novembro para 0,44% na terceira.

 

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21.10.19

Luzes, câmera… Corta!

O Palácio do Planalto filtrou uma lista de cinco nomes para as duas cadeiras vagas na Ancine. Mas, Jair Bolsonaro resiste a preenchê-las. Talvez porque o filme que passa na sua cabeça seja o da extinção da Agência.

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20.09.19

Mandamento

O nome da produtora de filmes evangélicos Zitah Oliveira foi soprado pelos anjos no pé do ouvido de Jair Bolsonaro para comandar a Ancine.

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26.07.19

Cinema da fé

Jair Bolsonaro está disposto a indicar um nome “terrivelmente evangélico” para a presidência da Ancine. Herança do governo Temer, o atual nº 1, Christian de Castro, tem mandato até 2021. Mas, para o Palácio do Planalto, isso é apenas um detalhe.

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