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18.12.20

Receita dos céus

Há uma disputa, nos bastidores, entre as concessionárias de Guarulhos e do Galeão para ser o hub que receberá os inúmeros cargueiros com doses da vacina contra a Covid-19. As duas operadoras têm feito gestões junto a autoridades do Ministério da Saúde e da ANAC. Ambas, no entanto, enfrentam uma “concorrência” de peso: o governo avalia a opção de utilizar apenas aeroportos militares.

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18.12.20

Os voos de Efromovich

O empresário German Efromovich está disposto a entrar na Justiça na tentativa de reaver a concessão da OceanAir, extinta pela Anac após a falência da Avianca Brasil, nome comercial da companhia. A amigos, Efromovich diz ter investidores interessados em apoiá-lo na criação de uma nova empresa aérea.

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15.12.20

Utilidade pública

O RR teve a informação de que a ANAC vem recebendo seguidas reclamações de passageiros que não conseguem comprar bilhetes pelo site e pelo aplicativo da Gol. A maioria dos casos se concentra na emissão de passagens pelo Smiles. Deve ser só coincidência, mas justo neste momento a Gol está em uma arrastada negociação para incorporar a empresa de fidelidade.

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20.11.20

Voando por cima da pandemia

As passagens de avião estão decolando. O fenômeno é até normal entre novembro e dezembro, mas os aumentos sugerem que as companhias tentam recuperar rápido o fraco movimento dos meses passados. Na primeira semana de novembro, um bilhete no trecho Brasília-Rio de Janeiro, que custava cerca de R$ 500, pela Gol, agora sai por R$ 1,5 mil (mesmo dia e hora). Tem passageiro rezando para surgir um “buser” aéreo. O RR apurou que a Anac vai confirmar hoje que o setor aéreo tem diminuído as perdas nos principais indicadores, após forte retração provocada pela pandemia do novo coronavírus. Em outubro, embora tenha ocorrido redução de 44% na demanda e 41% na oferta, em comparação com o mesmo mês de 2019, os dados da agência apontam para 4,6 milhões de passageiros transportados, ou seja, 1,5 milhão a mais do que em setembro. Em agosto deste ano foram embarcadas 2,2 milhões de pessoas.

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09.11.20

Fronteiras abertas (inclusive para a Covid-19)

Na ANAC já se dá como certo um aumento do número de voos semanais entre Argentina e Brasil a partir de dezembro, com a proximidade do verão. O motivo principal é a decisão das autoridades do Uruguai em manter a fronteira fechada devido à pandemia. São os “bônus” da permanente política de relaxamento do governo Bolsonaro…

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29.10.20

Turbulência portenha

A Anac acompanha, com apreensão, o imbroglio da argentina FlyBondi e da chilena Sky com o governo do presidente Alberto Fernández. Com dificuldades para controlar o fluxo de passageiros em meio à pandemia, a Casa Rosada ameaça suspender as operações no aeroporto El Palomar. Trata-se do hub usado pelas duas companhias de low cost, ambas com voos já vendidos para o Brasil. A Anac teme que a decisão do governo argentino provoque o cancelamento desses voos entre os dois países e um efeito cascata, com a dificuldade de remanejamento de passageiros para outras empresas.

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28.10.20

Fronteira quente

A contenda Brasil x Venezuela chegou ao futebol. Os dirigentes do Caracas, que hoje enfrenta o Vasco, no Rio, acusam o governo brasileiro de perseguição política. Na última segunda-feira, a delegação ficou mais de dez horas no aeroporto de Caracas à espera de liberação das autoridades do Brasil para embarcar. A Anac joga a culpa para a companhia aérea Aerolineas Estelar.

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20.05.20

Crise nas alturas

Os efeitos da pandemia sobre o setor de aviação vão muito além do transporte de passageiros. Segundo informação filtrada da Anac, a movimentação aérea de cargas vai fechar o mês de maio com uma queda de 70% em relação ao mesmo período no ano passado.

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15.05.20

O tamanho da crise

Segundo informações filtradas da Anac, TAM, Gol e Azul vão fechar o mês de maio com uma média de 182 voos domésticos diários. Antes da pandemia, esse número superava a marca de dois mil pousos e decolagens.

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15.04.20

Voo cancelado

Efeitos da pandemia: segundo o RR apurou, a companhia aérea espanhola Air Nostrum comunicou à Anac que decidiu adiar o início das suas operações no Brasil, originalmente previsto para julho. O mais provável é que o projeto só decole, se decolar, em 2021. Na partida, os espanhóis deveriam fazer cerca de 200 contratações.

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