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23.10.19

Os loopings de Bolsonaro

No Palácio do Planalto, corre a informação de que o Jair Bolsonaro (re) confirmará a indicação do advogado Gustavo Saboia, assessor especial do Ministério da Infraestrutura, para a Anac. O que também, tratando-se do Capitão, não quer dizer nada. Homem de confiança do ministro Tarcísio Freitas, Saboia já esteve na lista encaminhada ao Senado pelo presidente da República, que, posteriormente, foi cancelada pelo próprio Bolsonaro.

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01.10.19

Autorização para pouso

A companhia aérea argentina de low cost FlyBondi está fazendo o maior lobby junto à Secretaria de Aviação e à Anac para operar no aeroporto de Congonhas. A operação exige a interferências das autoridades e uma intrincada manobra para a redivisão de slots. Por ora, os argentinos começarão a atuar no país a partir do Galeão.

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25.09.19

Tiro de festim

Na Anac, a leitura é que a Procuradoria Geral da República jogou para a torcida ao abrir investigação sobre a fiscalização de aviões e helicópteros usados pelas Polícias Militar e Civil do Rio em ações de combate ao crime. Todas as aeronaves das forças de segurança já são vistoriadas pela agência reguladora.

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14.08.19

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O acervo de prebendas disponíveis no Palácio do Planalto ganhou reforço. Com o fim do mandato de Ricardo Fenelon, no último dia 7, Jair Bolsonaro poderá nomear, de uma só tacada, dois novos diretores para a Anac. Trata-se de um cargo cobiçado, sobretudo pelos cinco anos de mandato.

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05.08.19

Risco Passaredo

A decisão da ANAC de entregar à Passaredo 14 dos antigos slots da Avianca em Congonhas foi mal recebida por outros órgãos públicos do setor aéreo. As áreas técnicas da Infraero e do Decea (Departamento de Controle do Espaço Aéreo) têm preocupação quanto à capacidade financeira da empresa de operar as estruturas e voos no aeroporto. Não bastasse ser uma companhia pequena, a Passaredo ainda traz as sequelas de quem enfrentou um processo de recuperação judicial há dois anos.

O RR apurou que a Passaredo tem planos de operar três voos diários de Congonhas para cidades do interior de Minas Gerais. Procurada, a empresa diz que está “trabalhando na elaboração de uma malha para iniciar operações em 27 de outubro”. Informa ainda que “irá se adequar aos requisitos operacionais exigidos para atuação no aeroporto.”

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16.07.19

Guerra aérea

A ANAC vai despejar ainda mais munição no imbróglio da Avianca. Já dispõe de parecer da AGU corroborando que o leilão de slots da companhia aérea realizado na semana passada é ilegal. Na sexta-feira, a agência obteve decisão favorável no STJ.

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25.06.19

Leilão da Avianca enfrente nova turbulência

Segundo informações filtradas junto à ANAC, a Swissport prepara um novo recurso judicial com o objetivo de barrar a venda de ativos da Avianca. É mais uma ameaça ao leilão, já suspenso, postergado e agora remarcado para 10 de julho. O grupo suíço, que presta serviços para companhias aéreas e é um dos principais credores da empresa de German Efromovich, já havia entrado com uma ação no TJ-SP, mas foi derrotado.

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24.06.19

Céu de brigadeiro

O presidente Jair Bolsonaro pretende nomear um militar, notadamente da Força Aérea, para a diretoria da Anac. Uma vaga vai se abrir em 7 de agosto, com o fim do mandato de Ricardo Fenelon.

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13.06.19

Copa América não empolga a Anac

A Copa América, que começa amanhã, não está no rol dos megaeventos, ao menos para a Anac. Ao contrário do que ocorreu na Copa do Mundo, a Agência optou por não montar operações especiais nos aeroportos de Belo Horizonte, Porto Alegre, São Paulo e Salvador – cidades-sede da competição. Isso, mesmo com a suspensão das atividades da Avianca e o remanejamento dos bilhetes comprados para outras companhias.

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10.06.19

As turbulências de Viracopos

Os sócios da concessionária de Viracopos – Triunfo, UTC e Engis – estão tentando barrar a transferência da operação à suíça Zurich e ao fundo IG4. Têm feito gestões junto à ANAC e ao Ministério de Infraestrutura na tentativa de evitar que o governo aceite proposta apresentada pela dupla, que condiciona a negociação à redução dos pagamentos da outorga e da redução dos investimentos exigidos no edital. Os advogados do consórcio alegam que as mesmas condições teriam de ser oferecidas anteriormente à atual concessionária – a Aeroportos Brasil Viracopos (ABV). Ocorre que os sócios da ABV não parecem estar em condições de barganhar nada com o governo. Em recuperação judicial, o consórcio deve cerca de R$ 2,6 bilhões ao BNDES e R$ 400 milhões à própria ANAC.

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