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planos
18.01.19
ED. 6036

Amil abala a saúde econômica do Rio

Pelo sim, pelo não, recomenda-se que o governador do Rio, Wilson Witzel, comece a fazer suas gestões junto ao comando da Amil e da sua controladora, o grupo norte-americano UnitedHealth Group (UHG). O RR tem a informação firme de que a direção da empresa trabalha celeremente para transferi-la integralmente para São Paulo, deixando mais uma cratera lunar na área corporativa da cidade. Consultada, a UHG nega a remoção de novas áreas para a capital paulista e o encerramento definitivo das atividades da Amil no Rio. Diz, inclusive, que está concentrando todos os funcionários na cidade em um único edifício, o Vista Guanabara, na Zona Portuária. O fato é que o precedente diz o contrário. Segundo a fonte do RR, a maior entusiasta da mudança definitiva da sede é a CEO da Amil, Molly Joseph, que já despachou mais de 50% da companhia para a pauliceia.

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22.03.18
ED. 5831

Hapvida sai à caça de planos de saúde

O empresário cearense Candido Pinheiro Lima – tratado por seus pares como “o Edson Bueno do Nordeste”, em alusão ao fundador da Amil – vai partir para a consolidação de operadoras de planos de saúde na região. Fôlego financeiro não lhe faltará: os recursos virão do IPO da sua companhia, a Hapvida, programado para abril – a expectativa é de uma captação entre R$ 3 bilhões e R$ 3,5 bilhões. Um dos alvos, segundo o RR apurou, seria a Smile Saúde, que atua em Alagoas e na Paraíba. A Hapvida mira também na Unimed Norte-Nordeste, que tem enfrentado percalços – no início deste mês, a ANS chegou a suspender a comercialização de planos de saúde da operadora por irregularidades no atendimento e nas coberturas garantidas. A Hapvida é a maior empresa do setor no Nordeste, com mais de três milhões de vidas e receita da ordem de R$ 3 bilhões/ano. Pinheiro Lima ataca para se defender: seu objetivo é reforçar a posição da companhia em seu habitat no momento em que as grandes operadoras nacionais expandem sua atuação no Nordeste. Não por acaso: dos 13 estados que fecharam o ano de 2017 com crescimento do número de associados a planos de saúde, seis são do Nordeste.

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13.07.17
ED. 5660

Espólio de Edson Bueno se equilibra entre o fato e a versão

O espólio de Edson Bueno, falecido em fevereiro, tornou-se objeto de cobiça de grandes investidores da área de saúde. Pesos-pesados do setor têm procurado os herdeiros do empresário interessados na compra dos seis hospitais do Grupo Ímpar, holding que reúne os negócios da família. Os dois principais pretendentes seriam a Rede D ́Or São Luiz e a norte-americana UnitedHealth, que, em 2012, adquiriu a própria Amil, fundada por Bueno.

Segundo o RR apurou, ambos já teriam entabulado conversações com Pedro Bueno, filho do empresário. Procurada pelo RR, a Rede D ́Or negou as negociações. A UnitedHealth e o Grupo Ímpar não quiseram comentar o assunto. O destino dos negócios de Edson Bueno, por sinal, está no meio de um tiroteio cruzado entre a realidade e a intriga. Há informações desencontradas, notadamente em relação aos próprios herdeiros. Circulam relatos de divergências entre Pedro Bueno e sua madrasta Dulce Pugliese, viúva do empresário e sócia do Grupo Ímpar.

Uma das versões aponta que Pedro teria iniciado conversações com outros grupos do setor sem autorização dos demais herdeiros. O RR consultou fontes próximas à família e apurou que não existem atritos entre Dulce e seu enteado. Os dois, inclusive, passaram juntos o último fim de semana. Na visão da matriarca, Pedro tem um papel importante na administração do Grupo Ímpar.

Segundo uma fonte, ambos estão alinhados e entendem que este não é o momento para a venda de ativos, muito menos nas cifras aventadas no mercado. Este, aliás, é outro ponto de colisão entre o fato e a versão. O RR recebeu a informação de que os seis hospitais do Grupo Ímpar estariam avaliados em torno de R$ 5 bilhões. Provavelmente trata-se de uma cifra soprada de fora para dentro da empresa.

O valor não bate com as apurações junto a fontes ligadas à família. Por esse valor, os herdeiros de Edson Bueno não vendem sequer o 9 de Julho sozinho. Trata-se do terceiro maior hospital de São Paulo, atrás apenas do Albert Einstein e do Sírio-Libanês. Estes dois últimos, ressalte-se, por serem entidades filantrópicas, seguem outro regime tributário.

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21.02.17
ED. 5565

In memoriam

A UnitedHealth, dona da Amil, partiu com saúde na direção da Hapvida, maior operadora de medicina de grupo do Nordeste. Consultada, a empresa nega estar em negociações com os norte-americanos.

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03.08.16
ED. 5425

Que outro remédio resta à Unimed?

 A comissão eleita na semana passada pelos cooperativados da Unimed para assumir temporariamente a gestão já está debruçada sobre uma série de medidas para fazer frente à grave crise financeira da companhia. Além de uma chamada de capital da ordem de R$ 200 milhões, a cooperativa retomou o processo de venda do hospital da Barra da Tijuca. Segundo informações filtradas junto à própria Unimed-Rio, o ativo já teria sido oferecido à norte-americana UnitedHealth, controladora da concorrente Amil, e ao fundo Advent. Procurada, a Unimed-Rio disse que não há tratativas em curso, mas confirmou que “está aberta a estudar propostas envolvendo a venda do hospital”. Para bom entendedor…  O hospital da Barra quase foi vendido para a Rede D´Or há pouco mais de um ano. No entanto, na reta final das negociações, o próprio Celso Barros impôs uma série de condições. O ex-presidente da Unimed-Rio sempre foi contra a transferência do hospital, um dos xodós da sua gestão. Pois este bibelô custou caro demais à Unimed-Rio, contribuindo com parte expressiva da dívida da companhia, na casa de R$ 1,2 bilhão. A insistência de Barros em manter a unidade, ressalte-se, ainda vai cobrar uma cota extra do caixa da empresa. Há um ano, o hospital valia mais de R$ 600 milhões. Hoje, estima-se que seu valor gire na casa dos R$ 400 milhões.

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12.07.16
ED. 5409

Mudança na Amil

• A Amil deve anunciar hoje uma mudança em alguns dos seus planos. Não é nada que deixe os seus beneficiados felizes.

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26.06.15
ED. 5150

Plantão médico

A UnitedHealth, dona da Amil, estaria em negociações para a compra da Clínica São Vicente, no Rio de Janeiro – formalmente, o hospital nega a venda do controle.

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