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28.03.19

Pedra no caminho

Ainda há algumas arestas no processo de fusão da Aliansce e da Sonae Sierra, leia-se a criação do segundo maior grupo de shoppings do país. A principal divergência diz respeito à participação da GIC, o fundo soberano de Cingapura, e do Jaguar Partners no capital e na gestão da nova empresa. Os dois são acionistas da Aliansce.

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18.01.19

Compras no atacado

Fundador, CEO e chairman da Aliansce, Renato Rique está em todos os lugares. Em meio às negociações para uma fusão com a portuguesa Sonae Sierra, teria entrado também na disputa pela compra de seis shopping centers do Grupo Almeida Jr. em Santa Catarina. A operação passaria dos R$ 400 milhões. A BR Malls também está no páreo.

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03.08.18

General Shopping se joga no carrinho de Aliansce e Sonae

Uma das maiores operações de M&A já realizadas no mercado brasileiro de shopping centers poderá ter não apenas dois, mas, sim, três protagonistas. A General Shopping surge como o terceiro elemento na operação que vem sendo desenhada pela Aliansce, do empresário Renato Rique, e pela Sonae Sierra Brasil, de origem portuguesa. Os responsáveis pela costura são o norte-americano Jaguar Real Estate Partners e o GIC, fundo soberano de Cingapura.

Sócios da Aliansce, ambos estão dispostos a dar o alicerce financeiro para a operação. A tríplice fusão daria origem a um grupo com 44 empreendimentos e valor de mercado de quase R$ 5 bilhões. Em número de shoppings, a nova companhia assumiria a ponta do mercado no país, à frente da BR Malls, com 39 centros de compra.

Procurada, a Sonae confirmou que “iniciou tratativas para uma potencial combinação de negócios com a Aliansce”, mas não há acordo firmado. Aliansce e General Shopping não se pronunciaram. Neste triângulo societário, o vértice mais frágil é a General Shopping. A família Veronezi, dona da empresa, está disposta a entregar os anéis para garantir sua participação na fusão trançada pela Aliansce e pela Sonae Sierra. Por anéis entenda-se abrir mão do controle e ficar com uma fatia minoritária, em uma venda folheada a fusão. O que está em jogo é a própria sobrevivência dos 15 empreendimentos da General Shopping. A empresa é pressionada por uma dívida líquida de quase R$ 1,8 bilhão, ou praticamente seis vezes o seu Ebitda.

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04.07.18

Aliansce e BR Malls

Prestes a assumir a presidência da Aliansce, Rafael Sales já tem uma missão capital: reabrir as conversações para uma fusão com a BR Malls. Em jogo, a criação de uma administradora de shoppings com valor de mercado da ordem de R$ 12 bilhões.

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05.03.18

GP embarca na associação entre BR Malls e Aliansce

A GP Investimentos está na linha de frente de uma grande operação de M&A na área de shopping centers. A gestora surge como o liaison das negociações entre a BR Malls e  a Aliansce, que se desenrolam desde o ano passado. A eventual associação daria origem a uma empresa com mais de 60 shoppings, valor de mercado da ordem de R$ 9 bilhões e um Ebitda combinado em torno de R$ 1,5 bilhão. A princípio, a GP entrou em cena como adviser, mas a ideia é que ele tenha uma participação no capital da nova companhia. Seria a sua volta ao setor de shoppings. Ou melhor: a volta para a casa. A BR Malls nasceu da associação entre a própria GP e a Equity International, do investidor norte-americano Sam Zell – a gestora permaneceu no capital da empresa até 2010. Ressalte-se que ela tem ampliado sistematicamente seus investimentos em real estate por meio da BR Properties, dona de prédios comerciais. Por falar em regressos, outro déjà vu estaria reservado para a gestão da nova companhia: o nome de preferência da GP para reger o negócio seria o de Carlos Medeiros. Ex-sócio da própria gestora de recursos, Medeiros comandou a BR Malls por mais de uma década. Era tratado no mercado como “dono” da companhia, tamanho o seu poder e ascendência sobre os acionistas.

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14/03/18 22:33h

GP embarca na associação entre BR Malls e Aliansce

disse:

[…] Fonte: Relatório Reservado […]

14/03/18 22:33h

GP embarca na associação entre BR Malls e Aliansce

disse:

[…] Fonte: Relatório Reservado […]

09.01.18

BR Malls vende shoppings a granel à espera da Aliansce

A BR Malls, segundo o RR apurou, abriu negociações para a venda dos shoppings Casa & Gourmet e Via Brasil, ambos no Rio de Janeiro, e Top Shopping, localizado em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. A intenção da companhia é se desfazer integralmente de suas participações, respectivamente de 100%, 49% e 35%. De acordo com a mesma fonte, a operação deverá render algo em torno de R$ 400 milhões.

Ressalte-se que, em dezembro, a empresa se desfez de dois shoppings no Nordeste, em Maceió e Natal. Na ocasião, anunciou também negociações para a venda de outros três empreendimentos, Shopping Paralela (BA), Granja Vianna (SP) e Ilha Plaza Shopping (RJ), à HSI/Saphyr – segundo a fonte do RR, a operação deverá ser sacramentada em até 30 dias. Serão aproximadamente R$ 800 milhões a mais na mão. Às vezes um charuto é apenas um charuto, dizia Freud.

No entanto, tudo leva a crer que a seguida desmobilização de ativos da BR Malls vai além de uma mera redução do portfólio ou mesmo de uma operação para fazer caixa. A liquidação de tantos empreendimentos em um curto espaço de tempo é vista no mercado como a evidência mais forte de que a propalada fusão com a Aliansce é iminente. Já seria parte de um acordo com o empresário Renato Rique e o fundo Canada Pension Plan Investment Board (CPPIB), os dois maiores acionistas da Aliansce. Por sinal, o próprio fundo de pensão canadense é o principal liason entre as duas empresas: o CPPIB também é acionista da BR Malls. As duas administradoras estariam fazendo uma decantação de suas respectivas carteiras, desfazendo-se de ativos menos rentáveis. Coincidência ou não, também em dezembro a Aliansce anunciou a venda de 24% do Caixas Shopping.

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07.12.17

Três em um

A General Shopping teria batido à porta da BR Malls e da Aliansce com a proposta de uma tríplice associação. Dessa coqueteleira, poderia sair uma empresa de shoppings com valor de mercado de R$ 15 bilhões.

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30.11.17

BR Malls e Aliansce são peças de difícil encaixe

As tratativas para uma associação entre a BR Malls e a Aliansce têm esbarrado na dificuldade de definir as  participações que caberiam a cada um dos atuais acionistas das duas empresas na nova holding de shopping centers. A lógica indica que o Canada Pension Plan Investment Board (CPPIB), sócio de ambas e principal artífice da operação, terá a maior fatia do capital. A partir daí, a questão é como acomodar as gestoras de recursos que dividem o manche na BR Malls, notadamente a norte-americana BlackRock e a Dynamo, e o empresário Renato Rique – fundador e segundo maior acionista da Aliansce. Do lado desta última, há ainda o GIC, fundo soberano de Cingapura, e a norte-americana Jaguar Real Estate Partners, que, juntos detêm quase 16% da administradora de shopping centers. Todos puxam a corda para o seu lado, na tentativa de manter sua participação proporcional e não perder espaço no Conselho de Administração da nova empresa.

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13.11.17

Cartão de crédito

Há conversas ainda embrionárias para uma capitalização da Aliansce, liderada pelo Canadian Pension Plan Investment Board, acionista da empresa. A injeção de recursos daria gás para a administradora de shopping centers comprar ativos ou mesmo se associar a outro grupo do setor em melhores condições de negociação. Há meses circulam no mercado informações sobre tratativas para uma fusão entre a Aliansce e a BR Malls.

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09.10.17

Contagem regressiva

Existe uma articulação entre o vice-presidente do Comitê Olímpico do Brasil, Paulo Wanderley, e conselheiros para, digamos assim, convencer Carlos Arthur Nuzman a renunciar, em definitivo, à presidência da entidade – no fim de semana o cartola anunciou seu afastamento temporário do cargo. Uma das alegações é o risco de o COB sofrer uma revoada de patrocinadores e parceiros.

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Por falar em patrocinador, a prisão de Carlos Arthur Nuzman calou fundo em Renato Rique, acionista e presidente da empresa de shoppings Aliansce. Não faz nem quatro meses que ele renovou contrato com o COB, mantendo sua marca no cast de apoiadores da gestão Nuzman. Se fosse hoje…

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