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11.05.22

Engenharia de obra pronta

Intramuros, em conversas reservadas com seus pares no TSE, o ministro Alexandre de Moraes tem defendido, com certa dose de veemência, que a Corte se precipitou ao convidar as Forças Armadas para integrar a Comissão de Transparência Eleitoral. A interpretação de Moraes é que o Tribunal caiu em uma armadilha e acabou dando munição a Jair Bolsonaro. Moraes, ressalte se, será o presidente do TSE durante as eleições – assume o cargo em agosto.

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26.04.22

Deep throat: “Bastam as cabeças de dois togados do STF”

O RR recebeu, ontem bem cedo, chamada telefônica de uma prestigiosa fonte do Congresso Nacional, alertando sobre uma das hipóteses aventadas na matéria a respeito de uma operação de impeachment dos juízes do STF que condenaram o deputado Daniel Silveira. Segundo o deep throat do RR, existem, sim, conversas para “impichar” os juízes do STF, iniciativa que seria tomada pelas Forças Armadas, conforme idealizado pela ala militar do Palácio do Planalto – como publicou a newsletter. Mas o pedido de impedimento não seria necessariamente contra uma dezena de togados que votaram contra o parlamentar ou que eventualmente refutarão a graça concedida pelo presidente, conforme igualmente informou a publicação.

O elevado número de juízes desacreditaria a medida por excesso de nominação. A fonte do RR disse que ela seria eficaz com o pedido de afastamento de um ou dois ministros do Supremo. Aprovado ou não pelo Congresso, Bolsonaro levantaria uma espada de Dâmocles sobre o STF, e a operação teria uma razoabilidade bem maior do que levar para impeachment um contêiner com 10 juízes. Os dois togados já estariam eleitos: Luiz Roberto Barroso e Alexandre de Moraes.

Ambos são considerados inimigos figadais pelo Palácio do Planalto e detestados no meio do generalato. O pedido de impeachment de um ou dos dois já seria suficiente para pôr em marcha a maior intimidação institucional feita desde o início da abertura democrática. O RR não repercute suas próprias informações, mas, nesse caso, não só por quem é a fonte, mas pelo fato dela confirmar que a história existe, fazemos o registro. De qualquer forma, tomara que tudo não passe de mais um dos desatinos efêmeros do atual governo.

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11.03.22

Intervenção em cascata na PF

Segundo o RR apurou, o delegado Marcio Nunes, novo diretor-geral da Polícia Federal, recebeu uma missão prioritária: trocar o superintendente da PF no Distrito Federal, Victor Cesar Carvalho dos Santos. De acordo com uma fonte da própria corporação, um dos nomes cotados para o cargo é o do delegado Julio Danilo Ferreira, atual secretário de Segurança Pública no DF. Ferreira é homem de confiança do ministro da Justiça, Anderson Torres, a quem substituiu na Secretaria.

Procurada pelo RR, a PF não se pronunciou. O troca-troca no comando da PF no Distrito Federal é um movimento-chave na nova intervenção de Jair Bolsonaro na PF. A Superintendência do Distrito Federal é um posto razoavelmente nevrálgico dentro do jogo político-eleitoral.

Nomeado há apenas cinco meses, Carvalho dos Santos é o responsável pelas investigações sobre a disseminação de fake news, no âmbito do inquérito conduzido pelo ministro Alexandre de Moraes. As apurações teriam avançado consideravelmente nas últimas semanas. Um dos alvos das investigações é o deputado Eduardo Bolsonaro.

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Tarcisio Freitas tem feito gestões junto a ministros do STF na tentativa de acelerar o julgamento do processo sobre a concessão da Ferrogrão. Freitas quer deixar o Ministério com a data do leilão definida. No entanto, o ministro Alexandre de Moraes, relator da ação, mantém o assunto em banho-maria.

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08.02.22

Positivo na mira das fake news

Informação de dentro do Supremo: o STF vai investigar a origem de uma série de ataques contra a Positivo Informática nas redes sociais, no âmbito do inquérito das fake news, conduzido por Alexandre de Moraes. Os posts acusam a empresa, fabricante das novas urnas eletrônicas compradas pelo TSE, de participar de um esquema para fraudar as eleições. As fake news associam ainda a companhia ao candidato Sergio Moro,pelo fato do fundador da Positivo, o senador Oriovisto Guimarães, pertencer ao mesmo partido e ser um dos principais apoiadores do ex-juiz. Alexandre de Moraes

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31.01.22

Telegram provoca calafrios na campanha de Bolsonaro

A ofensiva do Judiciário, notadamente do ministro Luís Roberto Barroso, sobre o Telegram está causando apreensão no Palácio do Planalto. O núcleo duro de campanha do presidente Jair Bolsonaro, liderado por Ciro Nogueira, Flavio e Carlos Bolsonaro, teme que o possível banimento do aplicativo do Brasil se dê nas cercanias das eleições. A punição jogaria por terra boa parte da estratégia elaborada no bunker bolsonarista.

Há todo um planejamento montado que leva em consideração a funcionalidade da plataforma. Uma das primeiras ações, por sinal, já foi colocada em prática: no início da semana passada, o presidente anunciou o lançamento da “Bolsonaro TV”, aplicativo que reúne os perfis do presidente e de seus filhos no Telegram e ainda no Twitter, Facebook e Instagram. Se o Telegram for interditado, muito trabalho será jogado fora e parte importante das ações de comunicação terá de começar praticamente do zero.

Nas reuniões realizadas na Casa Civil, o assunto tem sido tratado com apreensão. Segundo a fonte do RR, o Palácio do Planalto não teme judicializações, mas se pela de medo de que Barroso, Alexandre de Moraes e cia. determinem a saída do Telegram do Brasil ou tomem qualquer medida que dificulte o uso do aplicativo para a propaganda eleitoral. Sem fake news, fica tudo um pouco mais difícil para Bolsonaro.

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21.01.22

Há vacina para as fake news?

O ministro Alexandre de Moraes, responsável pelo inquérito das fake news no Supremo, investiga a origem de ataques à Pfizer nas redes sociais. Há relatos de supostas sequelas e óbitos, logicamente sem qualquer comprovação, atribuídos à vacina do laboratório. Além disso, já espocam informações falsas sobre o Paxlovid, pílula antiviral desenvolvida pela empresa contra a Covid-19. Há método na operação de desconstrução reputacional: as mensagens contra o medicamento surgem às vésperas da Pfizer solicitar seu registro à Anvisa.

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06.01.22

Inquérito das fake news avança

Há apenas três meses no cargo, o superintendente da Polícia Federal no Distrito Federal, Victor Cesar Carvalho dos Santos, já está na mira do clã Bolsonaro. As investigações sobre a disseminação de fake news, que atingem Eduardo Bolsonaro, avançaram nas últimas semanas. Segundo o RR apurou, o ministro Alexandre de Moraes deve, inclusive, autorizar uma nova operação policial nos próximos dias.

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29.12.21

Anvisa na mira das milícias digitais

O STF deverá investigar os ataques ao presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, no âmbito do inquérito que apura a existência de milícias digitais e a disseminação de fake news – sob a batuta do ministro Alexandre de Moraes. Desde que a agência autorizou a vacinação infantil contra a Covid-19, começaram a circular nas redes sociais acusações de supostas irregularidades na gestão de Torres. Além disso, o presidente da Anvisa também passou a receber ameaças por e-mail.

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17.12.21

No encalço de Rasputin

Entreouvido pelo RR no STF: o ministro Alexandre de Moraes deverá determinar um novo depoimento de Olavo de Carvalho, desta vez presencial, com a ida de agentes da PF aos EUA. O “Guru da Virgínia” foi extremamente evasivo na arguição remota realizada no fim de novembro, no âmbito do inquérito que apura a formação de “milícias digitais”.

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