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18.03.21

Rastros de ódio

O ministro Alexandre de Moraes está investigando a origem de uma nova onda de ataques ao STF nas redes sociais após a prisão do deputado federal Daniel Silveira. Como sempre, há método por trás da loucura, com repetições de frases e imagens em centenas de perfis. Consultado, o Supremo disse se tratar de “inquérito sigiloso”.

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04.01.21

No rastro da fake news

A rádio-corredor da Polícia Federal informa: a PF estaria preparando, para os próximos dias, uma nova ação contra acusados de disseminação de fake news. A operação teria sido autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes antes do recesso do Judiciário.

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30.11.20

Artimanha do Facebook

No gabinete do ministro Alexandre de Moraes, o entendimento é que o Facebook tenta usar de uma chicana jurídica para protelar o pagamento de uma multa de R$ 2 milhões. A direção da empresa no país solicitou ao que suspenda a responsabilização de funcionários da filial pelo descumprimento de ordens judiciais para o fornecimento de dados de usuários. O Facebook Brasil alega que apenas cumpre determinações da matriz. Tá bom…

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04.09.20

Justiça Eleitoral entra na mira do “Gabinete do ódio”

O STF – mais precisamente o ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito das fake news – deverá investigar a onda de ataques conjuntos que têm sido feitos contra o TSE e, de roldão, a Positivo Tecnologia nas redes sociais. Há fortes evidências de que a Suprema Corte Eleitoral e a fabricante de computadores tornaram-se alvos do “Gabinete do ódio”. Nos últimos dias, a Positivo vem sendo
torpedeada com boatos de que teria sido vendida para a chinesa Lenovo.

Ao que tudo indica, o objetivo da fake news é atingir a Justiça Eleitoral, sob o comando do ministro Luis Roberto Barroso. Postagens já recolhidas pelo STF insinuam que os chineses vão controlar as eleições brasileiras, com o beneplácito do TSE. Mais uma vez, os autores da fake news valem-se do expediente de contar uma mentira falando verdades. Para construir o raciocínio, citam que a Positivo ganhou licitação do TSE para a produção de 180 mil urnas eletrônicas, o que de fato ocorreu. Segundo o RR apurou, alguns perfis chegaram a postar no Facebook e posteriormente apagar mensagens chamando a empresa de “laranja” do governo chinês e insinuando pagamentos ilegais no exterior.

Procurada, a Positivo reconhece as publicações nas redes sociais, mas “desmente o rumor de que foi vendida à Lenovo”. Sobre as investigações da procedência das postagens, a empresa diz que “não tem informações a respeito”. O rocambolesco enredo mistura sinofobia e  suspeições contra a Justiça Eleitoral e as urnas eletrônicas, sabidamente dois temas que habitam o ideário bolsonarista. Bem ao seu estilo, o próprio Jair Bolsonaro já afirmou ter provas de fraudes no sistema de votação, sem jamais apresentá-las.

Em tempo: há ainda um personagem que ajuda a colocar mais algum tempero nessa história: o híbrido de empresário e político Oriovisto Guimarães, fundador da Positivo. O senador, ressalte-se, costuma adotar uma postura crítica em relação a Bolsonaro. Na saída de Sergio Moro do Ministério da Justiça, Oriovisto atacou o governo e a interferência política na PF e se disse “fã absoluto” do ex-superministro que virou adversário figadal de Bolsonaro. Perguntada se vê alguma conexão política nos ataques, a Positivo afirma que o senador “deixou em 2012 a gestão e a sociedade do grupo. Logo a empresa não pode afirmar o que gerou as postagens sobre as notícias falsas”. Mesmo após transferir suas ações para os filhos, a imagem de Oriovisto está visceralmente ligada à companhia. Talvez o “Gabinete do ódio” tenha unido a fome à vontade de comer ao juntar o TSE de Barroso e a Positivo no mesmo algoritmo.

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28.07.20

O sinal de alerta que vem do STF

É grande a apreensão na área de marketing do Banco do Brasil, comandada por Ana Kakinoff. O pedido de demissão de Rubem Novaes no mesmo dia em que o ministro Alexandre de Moraes notificou o banco a prestar esclarecimentos sobre anúncios em sites acusados de disseminar fake news alimentou a percepção de que algo mais grave está por vir. O temor na cúpula do marketing do BB é pagar com o CPF por eventuais erros no CNPJ.

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13.07.20

O dia da caça

O youtuber Oswaldo Eustáquio, investigado no inquérito das fake news e que chegou a ser preso por ordem do ministro Alexandre de Moraes, está sentindo na própria pele o que é ser vidraça nas redes sociais. Desde a última quinta-feira, perfis no Facebook têm disseminado intrigas sobre a vida pessoal de Eustáquio.

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03.07.20

Limpeza de área

A ala militar do Palácio do Planalto considera que o governo deveria prudentemente afastar do cargo a secretaria nacional de Políticas de Promoção e Igualdade Racial do Ministério da Família, Sandra Terena. Seu marido, o blogueiro Oswaldo Eustáquio, foi preso na semana passada, por decisão do ministro do STF Alexandre de Moraes, no inquérito que apura a organização de atos democráticos. Eustáquio participou da equipe de transição de Bolsonaro em 2018.

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29.05.20

Fake news

Governadores do Nordeste estão montando um dossiê com as “fake news” de que têm sido alvo e os perfis propagadores de ataques nas redes sociais. O material será enviado ao ministro Alexandre de Moraes. É mais munição contra o “gabinete do ódio”.

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29.04.20

Protagonismo do Congresso no debate sobre auxílio emergencial deve incomodar Bolsonaro

Termômetro

INSTITUCIONAL

Protagonismo do Congresso no debate sobre auxílio emergencial deve incomodar Bolsonaro

A expectativa amanhã é para o texto de auxílio a estados e municípios que começa a tramitar no Congresso e tem previsão para ser votado neste sábado em caráter de urgência. O documento vai detalhar como a ajuda da União será distribuída para o combate ao coronavírus e quais serão as contrapartidas dos entes da Federação.  Os últimos números do Ministério da Saúde mostram 6.276 novos casos e 449 óbitos em apenas 24 horas.

Com a apresentação do projeto, cuja coautoria foi reivindicada por Paulo Guedes na coletiva da Saúde de hoje, o governo espera dividir com os estados e com o Congresso o protagonismo no combate à pandemia.  Hoje Rodrigo Maia, presidente da Câmara, disse que pretende promover um grande debate técnico para ajudar a definir políticas públicas que minimizem os impactos do coronavírus no sistema de saúde e na economia dos estados e municípios.

As atenções também estarão voltadas para a escolha do novo diretor-geral da Polícia Federal. Alexandre Ramagem foi devolvido à direção da Abin, depois que o ministro Alexandre de Moraes, do STF, barrou a sua nomeação, levando o presidente a amargar um dia de derrota e a questionar a independência dos três poderes.

Bolsonaro, no entanto, não desistiu totalmente da indicação do amigo. Uma das missões do novo advogado geral da União, José Levi, e do novo Ministro da Justiça, André Mendonça, é encontrar uma brecha jurídica que garanta Ramagem no comando da PF sem que isso incorra no desvio de finalidade apontado pelo STF. Pode haver novidades já amanhã, e a tensão entre os Três Poderes permanecerá em alta.

ECONOMIA

Índices de confiança da Economia

Amanhã, o Instituto Brasileiro de Economia (FGV IBRE) divulga dois indicadores que mostram como os empresários estão reagindo à pandemia e para onde vai a economia: o Índice de Confiança Empresarial (ICE), que mostra a situação corrente dos negócios da indústria, do Comércio, dos serviços e da construção; e o Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br), que mede as incertezas do mercado em relação a novos tributos e ao governo. A previsão é de que haja queda no ICE e aumento da incerteza em razão da pandemia.

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26.04.19

Jogo de peteca

O ministro Alexandre de Moraes aceitou que a 1ª Turma do STF julgue o processo em que o senador Sergio Petecão (PSD-AC) é acusado de peculato. Melhor para o parlamentar, que ganha um tempo a mais para a sua defesa. Há um ano, o STF chegou a devolver a ação ao TJ-Acre, que agora volta à Suprema Corte para ser julgada em plenário. E nesse pingue-pongue lá se vão 21 anos em que o caso se arrasta sem uma decisão.

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