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 O prejuízo de R$ 400 milhões no ano passado – o pior desde 2001 –, não é a única má notícia para a Basf . A empresa ainda está vendo escorregar entre os dedos a liderança no segmento de tintas imobiliárias. O grupo tem crescido abaixo da concorrência e vê a sombra da Akzo Nobel se aproximar. A diferença de share entre as duas se mede em menos de dois pontos percentuais. As seguintes empresas não se pronunciaram: Basf.

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12.04.16
ED. 5346

Escarlate

Prontuário da crise: maior fabricante de tintas industriais do mundo, a holandesa Akzo Nobel está reduzindo em até 30% sua produção no Brasil. Procurado pelo RR, o Akzo Nobel não comentou o assunto.

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14.01.16
ED. 5287

Tinta preta

 A holandesa Akzo Nobel , um dos maiores fabricantes de tintas do mundo, amargou em 2015 seu pior ano no Brasil. A queda do lucro em relação a 2014 teria chegado aos 80%. A empresa Akzo Nobel não comentou o assunto.

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21.07.15
ED. 5167

Segunda demão

 O novo CEO da holandesa Akzo Nobel no Brasil, Heder Frigo, está descascando a gestão do antecessor, Jaap de Jong. A reforma inclui mudanças estratégicas e a troca de executivos afinados com a antiga gestão. Tudo para trazer de volta a cor do lucro ao balanço da fabricante de tintas. Consultada, a Akzo disse que “as mudanças fazem parte do cotidiano da organização”.

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07.01.14
ED. 4811

Axalta mancha as tintas da AkzoNobel

 O que mais poderia pintar de problema no caminho da AkzoNobel, já descolorida pela perda de rentabilidade no Brasil? Só faltava um novo e forte concorrente, com o caixa forrado e disposição de sobra para deslocar posições no mercado brasileiro de tintas. Pois ele apareceu, em cores bem vivas: a norte-americana Axalta. A empresa, controlada pelo fundo Carlyle, promete uma ofensiva com o objetivo de conquistar, em até cinco anos, a vice-liderança do segmento de tintas residenciais no país – posto ocupado exatamente pela belga AkzoNobel. A Axalta vai construir uma fábrica em Guarulhos (SP), onde já tem uma planta industrial voltada a  produção de tintas para a indústria automobilística. Seus planos passam ainda pela instalação de centros de distribuição nas cinco regiões do Brasil. Um dos maiores produtores mundiais de tintas automotivas, a Axalta decidiu enveredar pelo segmento residencial, filé mignon do mercado brasileiro. Em seu radar, a Suvinil, líder do setor com mais de 40% de market share, é vista hoje como um concorrente praticamente inalcançável. Porém, os norte-americanos consideram que é bastante factível ultrapassar, até 2019, o terceiro e o segundo lugares do ranking, a Sherwin Williams e a AkzoNobel, que detêm, respectivamente, 15% e 28% do mercado. Por mais paradoxal que possa parecer, mesmo tendo quase o dobro de mar­ket share, a AkzoNobel é tratada pela Axalta como um alvo mais frágil do que a Sherwin Williams. Dona da marca Coral, o grupo belga passa por um período de tropeços no Brasil. Procurada, a AkzoNobel garante que seus resultados em, 2013 estão “dentro do projetado”. No entanto, fontes próximas a  empresa afirmam que ela perdeu rentabilidade ao lançar uma política de preços mais agressiva. Ao mesmo tempo, a companhia carregaria sobre os ombros o aumento dos custos operacionais e o efeito negativo do câmbio – na comparação com a con­corrência, os belgas têm um nível maior de dependência de insumos importados. Diante deste cenário, a aposta da Axalta é que a AkzoNobel não terá fôlego para sustentar sua posição no ranking do setor até o fim da década.

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08.10.13
ED. 4751

Preto e branco

 A holandesa Akzo Nobel, dona da Tintas Coral, deverá ter um fim de ano descolorido. Segundo fonte vinculada a  própria empresa, ela caminha para fechar 2013 com queda no faturamento, o primeiro em cinco anos. Procurada, a Akzo Nobel afirmou que a receita cresceu “de 5% a 10%” entre janeiro e maio. No entanto, a fonte do RR garante que o jogo virou no segundo semestre.

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19.06.13
ED. 4672

Tinta fresca

 O presidente da fabricante de tintas holandesa Akzo Nobel no Brasil, Jaap Kuiper, vai brilhar no noticiário muito em breve. Para aqueles que não conseguem segurar a curiosidade, vale uma consulta a  77ª Vara do Trabalho de São Paulo.

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04.03.13
ED. 4598

Tinta fresca

 Mais um grupo europeu tem enxergado o Brasil como tábua de salvação para suas perdas no Velho Continente. A fabricante de tintas holandesa AkzoNobel prevê para este ano um aumento das vendas no país da ordem de 6%. A olho nu, não chega a ser um número estonteante. Mas trata-se do dobro da expectativa de crescimento da receita na Europa.

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07.01.13
ED. 4561

Suspense

 A diretoria da Akzo Nobel no Brasil folheia todos os dias o calendário de olho no dia 20 de fevereiro, data do anúncio do plano estratégico do grupo. São esperadas para esse dia surpresas nem tão boas para a filial brasileira.

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08.11.12
ED. 4524

Pintura fosca

 Líder no mercado mundial de tintas, a holandesa Akzo- Nobel é uma parede em preto e branco no Brasil. A empresa não tem conseguido tirar market share da maior fabricante do país, a Basf, dona da Suvinil. Na companhia, já se fala até na substituição do presidente da subsidiária, Jaap de Jong. Consultada, a AkzoNobel informou que os resultados do Brasil estão em linha com o projetado e negou a saída de Jaap de Jong.

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10.07.12
ED. 4440

Akzo Nobel

 A promessa do CEO global da Akzo Nobel, Ton Bachner, de construção de um centro de pesquisa e desenvolvimento no Brasil foi recebida com ceticismo na própria subsidiária. Entre os executivos, a percepção é que Bachner lançou uma espécie de factoide pré-datado, para abafar más notícias a caminho. O grupo estaria prestes a fazer cortes de investimento no país. Tomara que seja só discórdia.

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03.01.12
ED. 4321

Tinta transparente

 A AkzoNobel vai investir menos de US$ 10 milhões no projeto de expansão de sua fábrica de tintas no Brasil. A decisão caiu como uma ducha de água fria sobre a cabeça dos diretores da subsidiária, que esperavam um valor cinco vezes maior. Não é a única má notícia: o dinheiro será liberado de gota em gota ao longo de dois anos.

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