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29.03.21

Nova tacada

O Advent, que acaba de fechar a festejada venda do Grupo Big para o Carrefour por R$ 7,5 bilhões, procura outros “potes de ouro” no varejo. Na mira, redes de supermercados regionais. Segundo a fonte do RR, um grupo varejista mineiro está no radar dos norte-americanos.

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19.02.21

…E outra no varejo

O Hortifruti, uma das principais redes de supermercados do Rio, está na mira do Advent. Não custa lembrar que Paulo Guedes já foi acionista do grupo varejista por meio da BR Investimentos.

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10.02.21

Flavio Bolsonaro em três atos

Informação que circula nos gabinetes do STF: o ministro Alexandre de Moraes vai convocar o diretor da Abin, Alexandre Ramagem, para depor novamente sobre as acusações de uso da agência em benefício de Flavio Bolsonaro. O depoimento se daria no âmbito do inquérito que apura a possível interferência de Jair Bolsonaro na Polícia Federal, conduzido por Moraes. A situação de Ramagem – e de Flavio – ficou ainda mais delicada depois que a revista Época publicou o teor dos supostos relatórios produzidos pela Abin para auxiliar a defesa do “01”.

O RR apurou que o Supremo também poderá convocar o secretário da Receita Federal, José Tostes. Segundo o noticiário, Flavio Bolsonaro encontrou-se com Tostes para denunciar que seus dados fiscais teriam sido ilegalmente acessados por servidores da própria Receita.

Segundo o RR apurou, a decisão de Flavio Bolsonaro de vender sua franquia da Kopenhagen se deu após uma proposta “irrecusável” de compra feita pelo Grupo CRM, dono da marca. Foi a solução sob medida para o Advent, que adquiriu o controle do CRM em outubro de 2020. A relação comercial com o senador seria um teste de fogo para as rígidas regras de compliance do fundo. O CRM confirma que “assumiu a gestão da loja no início do mês”. A empresa diz que “esse foi um movimento natural, uma vez que incorporar lojas franqueadas faz parte das atividades da franqueadora.”. Flavio Bolsonaro não se pronunciou.

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15.12.20

Advent ronda as lojas da C&A

O RR apurou que a C&A estaria em conversações com o norte-americano Advent para a venda de parte da sua operação no Brasil. As tratativas envolveriam a transferência de 40% das ações. Tomando-se como base o valor de mercado da C&A na B3, essa fatia representa R$ 1,7 bilhão. Nos últimos meses, a família Brenninkmeijer, da Holanda, negociou todos os ativos do grupo varejista no México e na China, aumentando o zunzunzum no mercado sobre uma possível venda de parte ou de todas as ações da C&A Brasil.

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09.12.20

Prosperidade

Fevereiro. O RR apurou que esta é a data marcada pelo Advent para a retomada do IPO do Grupo Big, o antigo Walmart Brasil, adiado por conta da pandemia. Os norte-americanos estão convictos de que a operação bate nos R$ 4,5 bilhões.

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26.11.20

Fintechs, fintechs e fintechs

Fintechs, fintechs e fintechs. Este será o destino de parcela expressiva do novo fundo de US$ 2 bilhões que o Advent montou para a América Latina, notadamente o Brasil.

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19.10.20

Investida do Advent

O RR traz de primeira: o Advent – dono do Grupo Big, o antigo Walmart Brasil – está garimpando ativos de e-commerce no Brasil. A gestora norte-americana acaba de captar cerca de US$ 2 bilhões para investimentos na América Latina. A maior parte desses recursos vai aterrissar no Brasil e no México.

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06.10.20

De volta ao noticiário econômico

Comentário entreouvido na mesa de negociações entre o Advent e a família Moraes, que fechou a venda do controle da Kopenhagen para os norte-americanos. “Enfim, uma notícia positiva”. Nos últimos meses, os acionistas da empresa vinham se ressentindo da exposição excessivamente negativa da marca, contaminada pelo franqueado mais famoso e controverso da Kopenhagen: Flavio Bolsonaro.

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29.09.20

Posologia

Os acionistas do Teuto mantêm conversações com fundos para a venda de uma participação do laboratório. Um dos candidatos de maior dosagem é o Advent.

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15.09.20

Ultra põe Extrafarma sobre o balcão

O Ultra prepara sua saída do varejo farmacêutico. O grupo busca um comprador para a Extrafarma, rede com 400 lojas em todo o país. Segundo o RR apurou, a cearense Pague Menos, terceira maior cadeia de drogarias do país, desponta como forte candidata ao negócio. Fundos de investimento, a exemplo do norte-americano Advent, também teriam demonstrado interesse pela Extrafarma. A empresa estaria avaliada na casa dos R$ 2 bilhões. Pode ser apenas coincidência, mas a movimentação do Ultra para deixar o varejo farmacêutico se dá pouco depois  da entrada do Pátria Investimentos no acordo de acionistas do grupo – e da consequente indicação de Alexandre Saigh, sócio da gestora, para o board. O fato é que a Extrafarma jamais conseguiu saltar para a prateleira de cima do setor, onde estão Raia Drogasil, Pacheco/São Paulo e a própria Pague Menos. Nos últimos anos, o Ultra fechou lojas, revisou a estratégia do negócio, mas a rede farmacêutica parece não ter muito remédio. No ano passado, a Extrafarma teve um Ebitda negativo de R$ 67 milhões, que se soma aos R$ 47 milhões negativos registrados em 2018. Isso para não falar da baixa contábil de R$ 593 milhões feita em 2019, referente a um ajuste no ágio da aquisição da empresa.

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