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14.12.21

Venda do controle parece ser o melhor remédio para a DPSP

Os acionistas da Drogaria Pacheco São Paulo (DPSP) vêm mantendo conversações com grupos do setor e fundos internacionais para a venda do controle da companhia. Segundo a fonte do RR, entre os candidatos estariam a Pague Menos, maior varejista farmacêutica do Norte e Nordeste, e o Advent. Trata-se de um negócio avaliado em R$ 12 bilhões, capaz de chacoalhar as prateleiras do setor.

Em caso de aquisição da DPSP, a Pague Menos, do empresário Deusmar Queirós, chegaria a quase R$ 20 bilhões em faturamento, encostando na líder do mercado, a Raia Drogasil, com receita de R$ 22 bilhões. Procuradas, DPSP, Pague Menos e Advent não se pronunciaram. A DPSP vem de uma temporada de solavancos. Em 2020, cresceu apenas 1,6%, bem abaixo do setor (quase 9%).

A performance decepcionante foi fundamental para a saída do então CEO do grupo, Marcelo Doll, que deixou o cargo em julho. Mais do que isso: aumentou a efervescência entre os mais de 20 acionistas da DPSP, oriundos da Drogaria Pacheco e da Drogaria São Paulo, que deram origem ao grupo. Dentro da própria empresa, há quem diga que eles talvez só venham a se entender quando não estiverem mais sob o mesmo teto.

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19.10.21

Duelo hospitalar

A Advent também estaria na disputa para a compra do Grupo Santa, uma das principais redes hospitalares do Centro-Oeste. Seu principal concorrente é a Rede D ́Or – ver RR de 10 de agosto.

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13.10.21

Advent no páreo

O Advent está na disputa por uma das maiores empresas de tecnologia do Brasil. E mais o RR não diz.

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01.10.21

Voz de comando

Como é do seu estilo, o empresário Chaim Zaher voltou à Yduqs (antiga Estácio) com sede de mandar. Teria como aliado o Advent, outro importante acionista da companhia.

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30.08.21

Portas escancaradas

Os irmãos Paulo e José Roberto Garcia estariam com conversações com o Advent para a venda de parte da Kalunga. O mundo dá voltas. Em 2013, a gestora tentou comprar uma participação na rede varejista, mas encontrou as portas fechadas.

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01.06.21

Coalizão química

O Advent e empresa petroquímica Indorama, da Índia, estariam costurando uma parceria para a compra conjunta da Oxiteno. Estima-se que a companhia de especialidades químicas do Grupo Ultra esteja avaliada em torno de US$ 1,5 bilhão.

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21.05.21

Innova deixa Advent à espreita

O Advent vai entrar firme na disputa por ativos na indústria petroquímica brasileira. Segundo o RR apurou, além das tratativas com o Grupo Ultra para a compra da Oxiteno, a gestora norte-americana tem interesse na aquisição da Innova. A empresa está no meio de um imbróglio no Cade. No fim de abril, o órgão antitruste determinou o cancelamento da venda da Innova à Videolar, do empresário Lírio Parisotto, negócio realizado no já longínquo ano de 2014. Se a decisão for mantida, a petroquímica e a sua fábrica em Triunfo (RS) voltarão para as mãos da Petrobras, que, muito provavelmente, reabriria o processo de venda da companhia. É a aposta do Advent.

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29.03.21

Nova tacada

O Advent, que acaba de fechar a festejada venda do Grupo Big para o Carrefour por R$ 7,5 bilhões, procura outros “potes de ouro” no varejo. Na mira, redes de supermercados regionais. Segundo a fonte do RR, um grupo varejista mineiro está no radar dos norte-americanos.

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19.02.21

…E outra no varejo

O Hortifruti, uma das principais redes de supermercados do Rio, está na mira do Advent. Não custa lembrar que Paulo Guedes já foi acionista do grupo varejista por meio da BR Investimentos.

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10.02.21

Flavio Bolsonaro em três atos

Informação que circula nos gabinetes do STF: o ministro Alexandre de Moraes vai convocar o diretor da Abin, Alexandre Ramagem, para depor novamente sobre as acusações de uso da agência em benefício de Flavio Bolsonaro. O depoimento se daria no âmbito do inquérito que apura a possível interferência de Jair Bolsonaro na Polícia Federal, conduzido por Moraes. A situação de Ramagem – e de Flavio – ficou ainda mais delicada depois que a revista Época publicou o teor dos supostos relatórios produzidos pela Abin para auxiliar a defesa do “01”.

O RR apurou que o Supremo também poderá convocar o secretário da Receita Federal, José Tostes. Segundo o noticiário, Flavio Bolsonaro encontrou-se com Tostes para denunciar que seus dados fiscais teriam sido ilegalmente acessados por servidores da própria Receita.

Segundo o RR apurou, a decisão de Flavio Bolsonaro de vender sua franquia da Kopenhagen se deu após uma proposta “irrecusável” de compra feita pelo Grupo CRM, dono da marca. Foi a solução sob medida para o Advent, que adquiriu o controle do CRM em outubro de 2020. A relação comercial com o senador seria um teste de fogo para as rígidas regras de compliance do fundo. O CRM confirma que “assumiu a gestão da loja no início do mês”. A empresa diz que “esse foi um movimento natural, uma vez que incorporar lojas franqueadas faz parte das atividades da franqueadora.”. Flavio Bolsonaro não se pronunciou.

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