fbpx

Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos

O ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, entrou na linha de tiro do Centrão. O motivo é a discordância de Sachsida em participar do estupro da Petrobras que está sendo praticado por políticos da base aliada. O ministro acha que a estatal é quem define os preços dos combustíveis, o que vai contra Ciro Nogueira e Arthur Lira, além dos palacianos de quatro costados. Em princípio, Paulo Guedes é quem segura Sachsida. A pergunta que não quer calar é se Guedes ainda consegue segurar alguém.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

O engenheiro Hailton Madureira, cotado para assumir a secretaria executiva do Ministério de Minas e Energia, já trabalha por conta. Assessor de Adolfo Sachsida no Ministério da Economia, Madureira tem auxiliado o “ex” e provavelmente futuro chefe na formulação de cenários para o setor elétrico.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

10.06.22

Petrobras pode servir para mais uma pirotecnia fiscal

Pau que bate em Chico bate em Francisco. Política econômica que fura teto e Lei da Responsabilidade Fiscal (LRF) pode muito bem cavar outras heterodoxias em ano eleitoral. O Ministério da Economia estuda uma medida tremendamente polêmica: usar como recebível para gasto público presente uma promessa de privatização da Petrobras no futuro. A missão de cranear esse projeto está a cargo do ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, que já anunciou publicamente o pedido à Pasta da Economia para o início dos estudos da venda da companhia. Na realidade, essa encomenda só faz sentido se houver a intenção de antecipação de receita. É como realizar gasto no presente lastreado em nuvens cinzentas do futuro.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

11.02.22

Paulo Guedes tenta manter o último dos seus moicanos

O ministro da Economia, Paulo Guedes, está gastando toda sua lábia para manter seu chefe da Assessoria Especial de Assuntos Estratégicos, Adolfo Sachsida, no cargo. A importância da sua presença no governo vai além da sua competência. Sachsida é o colaborador mais ligado a Guedes.

Depois do próprio ministro, é o quadro que mais se pronuncia, publicamente, sobre a política econômica, inclusive em bolas divididas com o Congresso. A permanência de Sachsida tem um caráter simbólico. Sua deserção sinalizará que Guedes está ficando inteiramente solitário. O êxodo do Ministério da Economia chama realmente a atenção.

Desde o início do governo, 12 assessores de Guedes já deixaram seus cargos, entre os quais colaboradores de primeira hora e “Chicago ́s Olds” puro-sangue, como Rubem Novaes, ex-presidente do BB, e Roberto Castello Branco, ex-presidente da Petrobras. No entanto, a saída que mais doeu para o ministro foi a do ex-secretário especial do Tesouro e Orçamento, Bruno Funchal.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

05.10.21

Um vídeo sob medida para os chefes

O secretário de Política Econômica no Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, subiu no conceito de Jair Bolsonaro. O que se diz no Palácio do Planalto é que Bolsonaro se divertiu para valer assistindo ao recente vídeo de Sachsida. No filmete, que viralizou nas redes sociais nos últimos dias, o secretário afirma que Pinochet era de “esquerda” e relativiza a escravidão no Brasil. Paulo Guedes também deve ter dado suas risadas.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.