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13.09.16
ED. 5453

Cascalhos

 O Mubadala, de Abu Dhabi, e a holandesa Trafigura, que assumiram a MMX e já injetaram cerca de US$ 400 milhões na empresa, deverão fazer um novo aporte na mineradora. A capitalização pode chegar a US$ 300 milhões. O objetivo é abater parte da dívida da MMX, ainda acima de US$ 1 bilhão. • Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: MMX.

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 GP Investimentos e Tamweelview European Holdings, braço do fundo soberano de Abu Dhabi, estão se unindo para investimentos imobiliários no Brasil. • Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: GP.

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 O Abu Dhabi Investment Authority, fundo soberano dos Emirados Árabes, fincou suas pilastras no Brasil. Além da associação com a Iron House para construir o primeiro hotel da Four Seasons no Brasil, os árabes pretendem comprar participações no setor de construção civil. Tudo a preço de ocasião.

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29.03.16
ED. 5336

Rosewood tem uma reserva no Hotel Glória

  Eike Batista é passado, um nome a ser esquecido no livro de hóspedes do Hotel Glória. O Mubadala, que assumiu em definitivo o controle da Rex – antigo braço de real estate da EBX –, já saiu em busca de um parceiro com o objetivo de retomar as obras do empreendimento no início do segundo semestre. Segundo o RR apurou, a candidata mais forte é a Rosewood Hotels & Resort. O grupo norte-americano e o Mubadala são sócios no Rosewood Abu Dhabi, hotel de alto luxo que, inclusive, serviria de inspiração para o próprio Glória.  Além da parceria pregressa com os árabes, outro fator atrai a Rosewood para o projeto: o grupo decidiu concentrar no Brasil todos os seus investimentos na América do Sul. O primeiro grande negócio já tem endereço certo. Os norte-americanos vão abrir um hotel na Cidade Matarazzo, complexo de prédios históricos próximos à Avenida Paulista.  O Hotel Glória mais parece um cenário de “The Walking Dead” a assombrar a paisagem do Aterro do Flamengo. As obras estão completamente paradas desde 2013. Estima-se que seja necessário algo em torno de R$ 200 milhões para a conclusão da reforma.  Os seguintes citados não retornaram ou não comentaram o assunto: Rosewood e Mubadala.

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26.10.15
ED. 5234

Altos e baixos

O Abu Dhabi Investment Authority, fundo soberano dos Emirados Árabes, vai dos Jardins a Taboão da Serra. De um lado se uniu à Iron House Real Estate para a instalação de um hotel de luxo em São Paulo; do outro, mira a compra de participações em construtoras voltadas à baixa renda.

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11.09.15
ED. 5204

Edson Bueno é o “doutor paciência”

Edson Bueno foi abalroado pela depreciação cambial, pelo rebaixamento do rating do Brasil, pela elevação do custo de captação no mercado internacional. Portanto, seus planos de construir ainda neste ano o maior grupo hospitalar do país com participação do capital estrangeiro ficam por ora adiados. O projeto de Bueno, que conta com toda a simpatia do governo, passa pela consolidação de hospitais independentes, notadamente de médio porte – leia-se em torno de 250 leitos – e fora dos grandes centros do país. Para tanto, o empresário chegou a conversar com grandes investidores internacionais. O fundo soberano de Abu Dhabi e um private equity ligado ao Goldman Sachs demonstraram interesse em se associar à Impar, holding de Bueno, estimulados pela mudança na lei que abriu as portas dos hospitais ao capital estrangeiro. No entanto, as moléstias da conjuntura falaram mais alto e as gestões não avançaram. Um dos empresários mais próximos de Dilma Rousseff, Edson Bueno não entrega os pontos. O projeto está bem guardado no bolso de seu jaleco e será retomado tão logo o pulso da economia volte a pulsar. Com uma carteira de oito hospitais e um faturamento próximo dos R$ 2 bilhões, a Impar pode avançar tanto por meio de aquisições como também pela construção de centros de referência em determinadas especialidades, como traumatologia, oncologia e cardiologia.

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05.11.14
ED. 4994

Mubadala

O Mubadala – fundo soberano de Abu Dhabi, mais conhecido no Brasil pela compra do Porto do Sudeste junto a  MMX- tem reservada uma dinheirama para a aquisição de terras agrícolas no Brasil. É projeto para mais de US$ 1 bilhão.

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14.08.14
ED. 4935

Venda do Fleury tem nova reviravolta

 Até mesmo os mais assíduos e fiéis telespectadores já perderam a conta do número de capítulos exibidos na novela de venda do Fleury para o Gávea Investimentos. As próximas cenas deste folhetim corporativo prometem uma nova e – quem sabe? – decisiva reviravolta. A empresária aurea Pardini, acionista do laboratório mineiro Hermes Pardini e principal foco de resistência ao acordo, recuou. Segundo uma fonte envolvida na operação, no último fim de semana aurea voltou a  mesa de negociações. Ela se reuniu com os irmãos e sócios Victor e Regina Pardini e se mostrou disposta a aceitar a cifra de R$ 2 bilhões apresentada pelo Gávea para efeito de avaliação do controle integral do Hermes Pardini. A definição deste valor é peça-chave para toda a operação de compra do Fleury, que se arrasta desde o ano passado. A engenharia montada pelo Gávea passa obrigatoriamente pela associação entre os dois laboratórios. Até prova em contrário, a gestora em recursos só fecha a compra do Fleury com a garantia da futura fusão com a rede mineira, da qual já tem 30%. O laudo de avaliação do Hermes Pardini servirá justamente como balizador da participação societária da família na nova empresa. Há cerca de 15 dias, aurea suspendeu as conversações com os irmãos e os representantes do Gávea, exigindo um aumento de 20% a 30% na precificação do Hermes Pardini. O Adi, fundo soberano de Abu Dhabi, e um private equity ligado ao Goldman Sachs, parceiros do Gávea na empreitada, negaram-se a ampliar o valor. E o que teria convencido a empresária de sangue quente a retomar as negociações? A explicação estaria em um acordo familiar. Segundo o RR apurou, Victor e Regina teriam aceitado abrir mão de uma parcela da sua participação na nova empresa a favor da irmã. É o preço que a dupla se dispõe a pagar para salvar a fusão entre o Hermes Pardini e o Fleury. Os dois irmãos nunca esconderam que preferem ser minoritários de uma rede com faturamento de R$ 2,8 bilhões por ano e quase 250 pontos de atendimento em oito estados do que mandar e desmandar numa companhia restrita a s fronteiras de Minas Gerais.

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12.08.14
ED. 4933

Direcional

 Ricardo Valadares Gontijo, controlador da Direcional Engenharia, estaria negociando a venda de parte da companhia para o fundo Mubadala, de Abu Dhabi. Procurada, a construtora negou a operação. Está feito o registro. Da mesma forma como o RR registra o relato de uma fonte cinco estrelas, segundo a qual, na semana passada, Gontijo teria se reunido com representantes do private equity em Belo Horizonte.

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04.08.14
ED. 4927

Abu Dhabi

 O National Bank of Abu Dhabi (NBAD), que acaba de receber o imprimatur do Banco Central, tem como meta movimentar cerca de US$ 1,5 bilhão em seu primeiro ano de operação no Brasil. A maior parte desta cifra se refere a financiamentos para empresas de comércio exterior.

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18.07.14
ED. 4916

BTG Pactual

 Paralelamente a  emissão de ações que será feita para a compra do suíço BSI, André Esteves estaria costurando com os fundos soberanos da China, de Cingapura e de Abu Dhabi um aumento de capital do BTG Pactual. Hoje, o trio detém 19% do banco.

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