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O Conselho Nacional de Educação vai dar mais um ano de carência para as instituições de ensino superior implantarem novos cursos já aprovados pelo colegiado e homologados pelo MEC. Pela regra em vigor, as universidades teriam 24 meses para contratar professores, montar laboratórios, equipar salas de aula etc, sob pena de perder as licenças. A decisão é uma lufada de bom senso no Ministério da Educação, algo raro na gestão de Abraham Weintraub. Com a pandemia, a demanda por esses cursos desabou. Obrigar as universidades a cumprir o prazo original seria empurrá-las para um prejuízo líquido e certo.

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29.06.20

Indicação em pool

Onyx Lorenzoni também trabalhou na indicação de Antonio Veronezi, dono da Universidade Santo Amaro, para o Conselho Nacional de Educação. Veronezi integra a lista de nomes deixada por Abraham Weintraub.

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26.06.20

Almas gêmeas

Damares Alves ficou muito sentida com a demissão de Abraham Weintraub. O ex-ministro da Educação sempre foi um de seus interlocutores prediletos no governo. Ultimamente vinham costurando um projeto para a distribuição de cartilhas sobre “os valores da família” em escolas públicas.

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25.06.20

Quem quer Weintraub?

Um cargo na OEA, também em Washington, é o Plano B de Jair Bolsonaro caso a indicação de Abraham Weintraub para o Banco Mundial (Bird) naufrague. Sua nomeação enfrenta forte resistência dentro do Bird.

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25.06.20

Ministério da Ideologia

Organizações da área de direitos humanos se mobilizam contra a possível nomeação do professor Jean Marie Lambert para a Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação. Trata-se de um dos nomes tidos como mais controversos da lista de indicações apresentada pelo ex-ministro Abraham Weintraub – ver RR da última segunda-feira. Marie é conhecido por posições  polêmicas em relação a políticas afirmativas. Em 2018, entrou na Justiça contra a PUC-GO, alegando perseguição depois que a universidade cancelou um curso que ele daria sobre ideologia de gênero.

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24.06.20

Sobrevida no Inep

A demissão de Abraham Weintraub trouxe uma sobrevida ao presidente do Inep, Alexandre Lopes. Sua cabeça já estava na guilhotina quando o então ministro da Educação foi demitido. Lopes se desgastou com Weintraub – e quem não? – por defender o adiamento do Enem.

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23.06.20

A lista de Weintraub

O ex-ministro da Educação e indicado para a diretoria do Banco Mundial, Abraham Weintraub, deixou como generosa contribuição um verdadeiro almanaque de indicações para todos os Conselhos da Pasta. São sete nomes para a Câmara de Educação Básica (CEB), cinco para a Câmara de Educação Superior (CSE) e outros cinco para o Conselho Nacional de Educação (CNE). Desses 17 nomes, seis são discípulos do guru Olavo de Carvalho.

Não está contemplado nenhum militar, poucos doutores e nenhum com produção acadêmica. Weintraub cercou bem o perímetro para manter sua influência e de “Olavão” no Ministério. Em geral, o ministro da Educação indica à Casa Civil os nomes que formarão os colegiados dos Conselhos. É fora do protocolo que um exministro apresente nomes, ainda mais a granel, para ocupar cargos de relevância, notadamente no CNE. Weintraub teve o cuidado de deixar encaminhada a “privatização” do CNE.

Do trio indicado, dois são empresários do setor – Antonio Veronezi (Universidade de Santo Amaro) e Wilson Matos (Unicesumar). Ambos não têm doutorado, uma exigência tácita para a presença no CNE, algo que durante a gestão do ex-ministro passou a ser desconsiderado como requisito. A lista de Weintraub exclui nomes indicados pelas instituições acadêmicas. O atual presidente da Câmara de Ensino Superior do CNE e pró-reitor da FGV, Antônio Freitas, teve sua recondução pedida pela maioria do setor. Ele sequer consta da lista dos 17 nomes de Weintraub, o que, a essa altura, pode até significar um distintivo. A julgar pelo abraço de despedida do ex-ministro em Jair Bolsonaro, frente às câmeras, é improvável que Weintraub e “Olavão” não emplaquem vários nomes nos Conselhos da Pasta.

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19.06.20

Inadimplência internacional

Em função da pandemia, alguns governadores, como Mauro Mendes, do Mato Grosso, estão batendo na porta do Banco Mundial tentando um waiver para o pagamento de empréstimos. Todos têm ouvido “não”. Agora, com o ex-ministro Abraham Weintraub batendo ponto no banco… não vai mudar rigorosamente nada.

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19.06.20

O outro Weintraub

O governo também busca um cargo para Arthur Weintraub, irmão de Abraham e assessor da Presidência. Um caminho é a Comissão Jurídica da OEA, com sede no Rio.

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Quando diz que vai romper com o governo se Abraham Weintraub for demitido do Ministério da Educação, o empresário Otavio Fakhoury está dublando Olavo de Carvalho. Fakhoury é um dos acusados pelo STF de financiar a rede de fake news comandada pelo “gabinete do ódio”.

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