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29.09.20

Cabo eleitoral

Abraham Weintraub tem causado constrangimentos no Banco Mundial. Sua atividade principal é fazer campanha pró-Donald Trump. Pelo menos é o que se diz no Ministério da Economia.

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Há um processo de “desolavização” do Ministério da Educação. Segundo informações filtradas da Pasta, o ministro Milton Ribeiro busca um nome para substituir o Secretário de Alfabetização da Pasta, Carlos Nadalim, ex-aluno de Olavo de Carvalho. A mudança já teria o aval do Palácio do Planalto. Uma vez confirmada, a substituição será um duro golpe na influência do “Guru da Virgínia” sobre a área de Educação. Nadalim é ex-aluno de Olavo e esteve cotado para assumir o próprio Ministério após a saída de Abraham Weintraub. Tudo leva a crer que a “descontaminação” da Pasta tem sido feita calculadamente de forma gradativa, no que parece ser um cuidado especial do governo de não atiçar em demasia o incontrolável Olavo. Em agosto, Milton Ribeiro afastou Ilo- na Becskeházy, também ligada ao filósofo, da Secretaria de Educação Básica. Ainda que não estejam necessariamente participando das novas indicações, as mudanças indicam que os generais palacianos têm ganhado a queda de braço com Olavo de Carvalho, reduzindo o raio de influência do “Guru” sobre a área de educação. Mesmo com o troca-troca na Pasta, o “olavismo” ainda é uma força considerável no setor: além de indicados no segundo escalão do Ministério, há dois seguidores de Olavo no Conselho Nacional de Educação – Tiago Tondinelli e Gabriel Giannattasio.

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O governo vai tentar empurrar Arthur Weintraub, irmão do ex-ministro Abraham Weintraub e assessor especial de Jair Bolsonaro para o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Seria a contrapartida pelo apoio do Brasil à eleição de Mauricio ClaverCarone, candidato de Donald Trump, para a presidência do BID. É queimar um cartucho diplomático para nada.

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14.08.20

Conexão Olavo

Do seu doce exílio no Banco Mundial, em Washington, o ex-ministro da Educação Abraham Weintraub mantém interlocução assídua com Eduardo Bolsonaro. C ́est la même chose.

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09.07.20

Os indesejados irmãos Weintraub

O embaixador do Brasil na OEA, Fernando Simas Magalhães, já captou as primeiras reações contrárias dentro da entidade à iminente nomeação de Arthur Weintraub. Exonerado do posto de assessor especial da Presidência da República na semana passada, o irmão de Abraham Weintraub deverá ser formalmente indicado pelo governo brasileiro nos próximos dias para ocupar um cargo na OEA. Fará companhia ao mano em Washington.

Por falar nos Weintraub Brothers: o próprio Abraham estaria alimentando o boato de que sua nomeação para o Banco Mundial teve o
apoio do presidente norte-americano Donald Trump. Puro nonsense.

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08.07.20

Novo ministro pode comandar uma Educação dividida ao meio

O vácuo de comando no Ministério da Educação, associado aos péssimos resultados da gestão de Abraham Weintraub, tem suscitado discussões no governo sobre a cisão da Pasta. O epicentro da mudança seria a transferência da área de ensino superior para o Ministério da Ciência e Tecnologia. A ideia seria vista com bons olhos pelos quatro estrelas do Palácio do Planalto, que, desde o início do governo Bolsonaro, travam uma disputa tácita com os “olavistas” por espaço na Pasta da Educação.

Ressalte-se que o Ministério da Ciência e Tecnologia, comandado pelo tenente-coronel da Força Aérea Marcos Pontes, é um território de influência dos generais palacianos. O principal argumento técnico para a medida seria a implantação de uma política de ensino superior com maior ênfase na inovação, a partir do aproveitamento das sinergias com as 30 unidades de pesquisa e entidades vinculadas à Ciência e Tecnologia – entre as quais o CNPq e Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). O fatiamento do Ministério da Educação, ressalte-se, chegou a ser cogitado pela equipe de transição do governo Bolsonaro logo após a eleição, em 2018.

Mas, a ideia acabou descartada, já à época muito por influência de Olavo de Carvalho e de seus pupilos no grupo de trabalho, a começar pelo próprio Abraham Weintraub. Entre educadores, o modelo tem defensores importantes, como o ex-ministro Cristovam Buarque. Essa estrutura permitiria ao Ministério da Educação se concentrar no ensino de base, inclusive com uma separação orçamentária que possibilitaria uma distinção dos recursos destinados à educação fundamental e ao ensino superior – hoje, por mais que existam rubricas próprias, há um crônico vai e vem de verbas entre as duas áreas para cobrir buracos. Os respectivos gastos são bem diferentes: em média, cada aluno nas universidades federais custa à União algo em torno de R$ 23 mil por ano; na educação básica, esse valor é de aproximadamente R$ 6 mil/ano.

O próximo titular do Ministério da Educação vai ter trabalho logo na partida. Além de todos os problemas, a gestão Weintraub deixou como herança cerca de três mil processos para serem despachados, a maioria questões essencialmente burocráticas, como o reconhecimento de cursos superiores e a validação de diplomas.

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O Conselho Nacional de Educação vai dar mais um ano de carência para as instituições de ensino superior implantarem novos cursos já aprovados pelo colegiado e homologados pelo MEC. Pela regra em vigor, as universidades teriam 24 meses para contratar professores, montar laboratórios, equipar salas de aula etc, sob pena de perder as licenças. A decisão é uma lufada de bom senso no Ministério da Educação, algo raro na gestão de Abraham Weintraub. Com a pandemia, a demanda por esses cursos desabou. Obrigar as universidades a cumprir o prazo original seria empurrá-las para um prejuízo líquido e certo.

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29.06.20

Indicação em pool

Onyx Lorenzoni também trabalhou na indicação de Antonio Veronezi, dono da Universidade Santo Amaro, para o Conselho Nacional de Educação. Veronezi integra a lista de nomes deixada por Abraham Weintraub.

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26.06.20

Almas gêmeas

Damares Alves ficou muito sentida com a demissão de Abraham Weintraub. O ex-ministro da Educação sempre foi um de seus interlocutores prediletos no governo. Ultimamente vinham costurando um projeto para a distribuição de cartilhas sobre “os valores da família” em escolas públicas.

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25.06.20

Quem quer Weintraub?

Um cargo na OEA, também em Washington, é o Plano B de Jair Bolsonaro caso a indicação de Abraham Weintraub para o Banco Mundial (Bird) naufrague. Sua nomeação enfrenta forte resistência dentro do Bird.

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