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13.03.20

Esquema tático

A deputada Tabata Amaral se encarregará de convocar o ministro da Educação, Abraham Weintraub, para falar sobre o projeto do novo Fundeb, em tramitação na Câmara. Estrategicamente, Rodrigo Maia, desafeto de Weintraub, terceirizou o chamamento. Mas, vai operar nos bastidores para que o ministro seja devidamente bombardeado na sabatina.

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20.02.20

Escolas cívico-militares em marcha lenta

A ode feita por Abraham Weintraub às escolas cívico-militares, na última segunda-feira, pode até ter cumprido seu objetivo primordial de sedução ao presidente Jair Bolsonaro. No entanto, o discurso de Weintraub não encontra eco em seu próprio trabalho. Até o momento, o Ministério da Educação ainda não escolheu as cidades que receberão os 54 colégios previstos na primeira fase do projeto. Por ora, estão definidos apenas os quinze estados, além do Distrito Federal, que já aderiram ao programa. Avanço mesmo só na parte que cabe ao Ministério da Defesa: a Pasta já recebeu as inscrições dos militares inativos que se cadastraram para trabalhar nas escolas. A contratação, no entanto, é de responsabilidade do Ministério de Weintraub.

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Damares Alves quer assumir a TV Escola, que o ministro da Educação, Abraham Weintraub, tanto despreza, e transformá-la em uma espécie de TV Família – seja lá o que isso quer dizer. Já conversou com Regina Duarte sobre a possibilidade de abrigar produções artísticas desenvolvidas pela área de Cultura do governo. Neste caso, o que Damares quer não é exatamente conteúdo, mas, sim, beliscar a verba da Secretaria alheia.

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10.02.20

Quase um ex-ministro

Abraham Weintraub foi alijado das tratativas Palácio do Planalto-Congresso para a prorrogação ou não do Fundeb, responsável por 60% dos investimentos em escolas públicas.

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06.02.20

Bolsa de apostas

O que vai acontecer primeiro? A demissão de Abraham Weintraub por Jair Bolsonaro ou a do secretário executivo da Pasta da Educação, Antonio Medeiros, pelo próprio Weintraub? Ou ambas?

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04.02.20

República dos factoides

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, quer contratar uma auditoria para investigar a “sabotagem” no Enem. Sempre tem quem caia nesses contos…

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29.01.20

Co-ministro da Educação

Assessor especial da Presidência da República, Arthur Weintraub tem ajudado o mano Abraham Weintraub na reformulação do Fundo para a Educação Básica (Fundeb). O governo Bolsonaro é mesmo uma grande família.

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22.01.20

Destino selado

Abraham Weintraub aguarda apenas pelo fim das inscrições do Sisu (Sistema de Seleção Unificada) para defenestrar o presidente do Inep, Alexandre Lopes. Melhor achar logo um cristo antes que os erros na correção do Enem sejam lançados na sua própria conta. Até porque Weintraub está com o crédito baixinho no Palácio do Planalto.

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Situação do ministro da Educação, Abraham Weintraub, pode se agravar amanhã com informação de que número de pedidos para recorreção de provas do Enem já chega a 60 mil – MEC havia afirmado que no máximo 9 mil candidatos haviam sido prejudicados com falha em parte das provas.

Pressão aumentará, ainda, porque o ministério garantiu que será mantida para amanhã a data de abertura das inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), através do qual os estudantes buscam vagas em Universidades Federais. Mídia acompanhará desdobramentos ao longo do dia, com visão crítica sobre a atuação do ministro.

Na cultura, teste para Regina Duarte

“Noivado”de Regina Duarte, como definiu a atriz, com o ministério da Cultura, que se inicia amanhã, terá efeito duplo:

1) Criará válvula de escape para o profundo desgaste com o processo que levou à exoneração de Roberto Alvim.

A possível nova ministra tende a criar imagem de relativa abertura ao diálogo e “upgrade” em relação a nomes que ocuparam a pasta anteriormente;

2) Duarte, pessoalmente e no que se refere a seus objetivos de gestão, sofrerá forte escrutínio – que já se iniciou hoje. E a tolerância da mídia e de boa parte dos formadores de opinião com imagem de intervencionismo e direcionamento ideológico na cultura atingiram um limite.

Troca de nome, sem indicação de mudança de política, renovará desgaste, que atinge todo o governo.

FMI prevê crescimento maior e dá gás para a política econômica

Revisão para cima de previsão de crescimento do FMI para o Brasil (passou para 2,2%) terá efeito positivo no mercado amanhã. A conferir se, em meio a momento difícil para o governo, será capitalizado pela equipe econômica.

Panes sistêmicas

Problemas no sistema do IBAMA (foi impedido o armazenamento de milhares de autos de infração) alimentará imagem de desmonte de estrutura de fiscalização ambiental pelo governo. Que já sofre crise de imagem na área social, com calcanhar de Aquiles no INSS e crises na cultura e na educação.

A Caixa preta do BNDES

Destaque hoje para falta de resultados em relatório do BNDES que prometia abrir a “caixa preta”de operações do banco nos governos do PT levará a cobranças sobre a direção do banco, amanhã. Tanto no que se refere à percepção de que a iniciativa foi uma espécie de caça às bruxas – e desperdício de verbas públicas – quanto a questionamentos gerais sobre a política da instituição para 2020.

Indicadores, no Brasil e no exterior

No Brasil, expectativa é de que a segunda parcial do IGP-M (FGV) para janeiro confirme a desaceleração inflacionária frente à dezembro de 2019. No exterior, destaque para o Índice de Expectativas da zona do Euro (espera-se recuo, mas ainda em faixa positiva) e na Alemanha (estimativa de crescimento significativo).

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14.01.20

Papel de rascunho

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, não apenas tropeça no português, como também não costuma ler. Ao menos a “literatura” da sua própria Pasta. Já virou anedota entre seus assessores o descaso de Weintraub com relatórios e estudos produzidos pelo corpo técnico do Ministério.

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