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06.11.19

Carimbo presidencial

O presidente Jair Bolsonaro deu sinal verde ao projeto do ministro da Educação, Abraham Weintraub, para a fusão do CNPq e da Capes. Ou seja: o ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, contrário à proposta, vai ficar falando sozinho.

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23.10.19

A pedra do governo

No último sábado, durante discurso na 5ª Conferência para Agentes Públicos e Políticos, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, saiu-se com a seguinte parábola para definir sua missão no governo: “O presidente Bolsonaro é o Davi que não teme Golias. E eu sou a pedra na funda”.

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16.10.19

Os últimos a saber

A proposta de fusão do CNPq com a Capes nasceu e ganha corpo no Ministério da Economia, mais precisamente no gabinete do Secretário Executivo, Marcelo Guaranys. Os ministros da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, e da Educação, Abraham Weintraub, sequer teriam sido consultados sobre a ideia.

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07.10.19

Weintraub Bros.

A construção de escolas cívico-militares tornou-se um programa de família. Arthur Weintraub, assessor especial do presidente Jair Bolsonaro, tem trabalhado no projeto ao lado do irmão, o ministro da Educação, Abraham Weintraub.

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02.10.19

A escolha do inimigo

Já que a moda é essa, Abraham Weintraub também achou uma “caixa preta” para vasculhar. O Ministério da Educação fará uma auditoria para caçar irregularidades nos salários e benefícios de professores universitários e de escolas técnicas federais. Quem procura sempre acha algo.

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10.09.19

Educação à moda do chefe

Em conversas reservadas, Jair Bolsonaro tem rasgado elogios ao ministro Abraham Weintraub. Não exatamente pelos avanços do país na educação, mas pela postura, digamos assim, “bolsonarista” nas redes sociais e os seguidos e debochados ataques à mídia.

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28.08.19

Weintraub quer punição “educativa”

O próprio ministro da Educação, Abraham Weintraub, teria feito gestões junto ao STF para que a Corte confirme a demissão do ex reitor da Universidade de Brasília (UnB) Timothy Mulholland. O Supremo deve analisar na sessão de hoje o recurso impetrado pela defesa de Mulholland. Ele foi afastado do cargo em 2015 sob a acusação de integrar um esquema de corrupção que desviou cerca de R$ 20 milhões da UnB entre 2005 e 2008. Weintraub olha para Brasília, mirando em Belo Horizonte: uma punição exemplar do STF poderia servir de balizador para os dirigentes da UFMG suspeitos de irregularidades na construção do memorial da anistia, um projeto que o governo Bolsonaro tem todo o interesse em criminalizar. Em tempo: a situação de Mulholland é delicada. Em 2018, o STJ referendou a punição aplicada pelo MEC, e a PGR já deu favorável à sua demissão.

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23.08.19

Escola “sem partido”

A temperatura nas universidades federais deve subir nos próximos dias. O ministro da Educação, Abraham Weintraub, está disposto a impedir eventos da “Caravana Lula Livre com Haddad” em campus e auditórios de faculdades públicas. Fernando Haddad montou uma longa programação de visitas e debates em universidades de diversas capitais do país.

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O ministro Abraham Weintraub teria pedido ao filósofo Olavo de Carvalho dicas e sugestões para sua política educacional. O RR checou no próprio Ministério da Educação. Ninguém sabe, ninguém ouviu! Graças a Deus!

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02.07.19

“Olavocracia” é um golpe também nos militares

Uma fonte palaciana informou ao RR que Arthur Weintraub, irmão do ministro da Educação, Abraham Weintraub, está cotado para a diretoria da Correios. Arthur, que hoje ocupa o cargo de Assessor-Chefe Adjunto da Presidência da República, seria uma espécie de “VP do PDV”. Caberia a ele cuidar do enxugamento do quadro de funcionários e do fechamento de agências com vistas a uma eventual
privatização. Sob certo ângulo, seria um personagem tão ou até mais forte do que o novo presidente dos Correios, o general Floriano Peixoto, que deixou o posto de ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência. Prosaico, não? Seria simples assim se Arthur não fosse mais uma peça de encaixe em uma trama que combina loucura e poder.

Seu nome faz parte de um sistema de ocupação dos cargos do aparelho de Estado, pilotado com absolutismo pelo bruxo Olavo de Carvalho. Os “olavistas” no governo constituem uma verdadeira hidra que já preencheria cerca de 130 cargos relevantes na esfera do Executivo. São ex-alunos, que indicam ex-alunos e amigos de ex-alunos cujos pontosde interseção são o sectarismo e a fúria anti marxista, regidos por Olavo através da Internet. A tomada do Estado se daria através da sua infiltração pelos “olavistas”, combinada com a instrumentalização do ódio anticomunista nas redes sociais. Os irmãos Weintraub estão entre os elos dessa coalizão “Olavo bolsonarista”.

Ambos têm serviços prestados ao Capitão desde o período de transição, quando integraram a equipe que começou a discutir a reforma da Previdência. Abraham ganhou um afago público de Olavo ao assumir a Pasta da Educação. Na ocasião, o “filósofo” postou em seu Twitter que o novo ministro “conhece minhas ideias melhor do que as conhecia o seu antecessor”, em referência a Ricardo Vélez. Arthur, por sua vez, tem mantido razoável proximidade de Bolsonaro. Na semana passada, por exemplo, integrou a comitiva presidencial que viajou para a reunião do G-20, em Osaka.

A crescente participação de “olavistas” no governo descortina a escalada para um dogmatismo radical. São todos soldados com permanente disposição para o combate, vide o episódio protagonizado ontem por Carlos Bolsonaro. O vereador disparou publicamente contra o general Augusto Heleno, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), insinuando que o principal colaborador do seu pai é um marxista disfarçado – disse que não aceita os seguranças oferecidos pelo GSI porque eles “estão subordinados a algo que não acredito”. Carlos não será repreendido assim como Olavo nunca foi desautorizado. Bolsonaro já deu demonstrações de que nutre as mesmas dúvidas que o “guru”, inclusive em relação às Forças Armadas, cujo simbolismo foi um dos seus principais, se não o principal cabo eleitoral. Tudo leva a crer que Heleno poderá ocupar o lugar que pertenceu ao general Santos Cruz como o inimigo a ser abatido.

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