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26.11.20

Carrefour 1

Abílio Diniz, acionista do Carrefour, tem defendido intramuros que a rede varejista lance, ainda neste ano, um programa para financiar ONGs de combate ao racismo. O empresário acha que a reação do grupo francês às seguidas denúncias de violência em suas lojas tem sido extremamente lenta e protocolar. Coisa de quem não quer entender o tamanho do problema.

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23.11.20

A bela, o marombeiro e o torrão de açúcar

Mesmo o “imortal” empresário Abílio Diniz começa a considerar que o seu tempo está passando mais depressa. Diniz tem conversado com seus filhos, especialmente Ana maria e João Paulo, sobre a sucessão no comando dos negócios da empresa, a holding Península Participações, que hoje abrange todos os ativos dos Diniz. Os outros filhos, Adriana e Pedro Paulo, estão fora do game. Adriana por nunca ter tido a menor vocação para empresária.

Já Pedro Paulo, que demonstrava tino empreendedor – chegou a discutir com Eike Batista, a criação de um hotel-boate em Angra dos Reis, em que a rave rolaria dia e noite, sem fim – deu uma “guinada odara” (apud Caetano Veloso) em sua vida. Partiu para viver em uma fazenda bucólica e plantar alimentos orgânicos. João Paulo lembra o pai no estilo bonapartista, e até na obsessão por esportes. Namorador, triatleta, com formação na London Business School, ficou marcado pela morte da modelo Fernanda, sua namorada, em um acidente de helicóptero, em Angra dos Reis. Realmente triste.

O primogênito, apesar de tentar imitar o pai em quase tudo, não é considerado por Abílio como o mais talhado para ocupar suas funções. Os filhos Miguel e Rafaela, do segundo casamento, são novos demais para entrar na disputa. Sobrou para belíssima Ana Maria, a mais perfeita tradução de Abílio, do ponto de vista do interesse nos negócios. Ana Maria também tem uma pegada corporativa de participar do terceiro setor, meio ambiente e educação. Entre os jovens Diniz, sempre foi a primeira alternativa para assumir o comando na visão do pai.

No Pão de Açúcar, trabalhou em marketing, RH e Operações. Noves fora, é mulher, o que conta ponto nos dias de hoje. Em um determinado momento, comentou-se que Abílio gostaria que Pedro Parente, ex-chairman da empresa BRF, um dos investimentos da Pensilvânia, fosse o coach da moça. Conversa fiada. Ana Maria está para lá de escolada. E quem seria um melhor coach do que o próprio pai, que a treinou por toda a vida. O fato é que Abílio permanece com a saúde de touro que sempre teve. Mas, não é nada, não é nada, está com 83 anos. A hora de fazer as escolhas é para ontem.

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17.11.20

Abílio pé frio?

Abilio Diniz é apontado nos bastidores do Morumbi como um dos principais financiadores da campanha de Julio Casares à presidência do São Paulo Futebol Clube. Pode ser um sinal de fortuna, mas não necessariamente de sorte. Nas duas últimas eleições, os candidatos apoiados por Abilio perderam.

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03.11.20

Abilio & Partners

A “família Diniz” vai aumentar. O RR tem a informação de que a Península, o family office de Abílio Diniz, trabalha na montagem de seu primeiro fundo de participação aberto a terceiros.

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16.04.20

A natureza do escorpião

Paulo Guedes colocou na conta de ruído na comunicação o estranho comportamento do empresário Abílio Diniz, que, após reunião com a superautoridade, assumiu a função de porta voz da Pasta. Diniz deixou o encontro propalando que estava autorizado pelo ministro a informar sobre uma injeção de liquidez da ordem de R$ 650 bilhões. Guedes liberou sim, mas para que Diniz falasse junto aos seus pares, empresários, e não para sair papagaiando na imprensa. Mas está tudo bem contornado. Afinal, o problema é o coronavírus e não o ego de Abílio Diniz.

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04.02.20

Diniz e os agregados

Os quase US$ 4 bilhões em ativos de Abilio Diniz e cia. vão ganhar reforço. A Península Participações, o family office do clã, estuda abrir um braço para a gestão de ativos de terceiros.

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05.12.19

O cartola Abílio

Um grupo de conselheiros pesos-pesados do São Paulo tenta convencer Abilio Diniz a concorrer à presidência do clube. O empresário seria o “candidato do golpe”, como alguns desafetos de Diniz se referem à articulação política em torno do seu nome. Ela se dá na esteira do pedido de impeachment do atual presidente do tricolor paulista, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco.

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24.07.19

BRF News

Sem a fusão com o Marfrig, Abilio Diniz procura outra porta de saída da BRF. O caminho aventado é a oferta em bolsa da sua participação, hoje inferior a 3%.

A BRF estaria em conversações com o Salic, fundo ligado à família real saudita, para a venda de um pedaço da One Foods, sua subsidiária no Oriente Médio. Procurada, a empresa confirmou que avalia alternativas para seus investimentos na região, entre as quais “parcerias e venda de participações minoritárias”.

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03.06.19

Abílio Diniz pede a conta e sai da mesa da BRF e do Marfrig

Abílio Diniz confidenciou a uma fonte do RR que vai sair de vez da BRF. Abílio pretende aproveitar a fusão da companhia com o Marfrig para pular fora do barco e virar uma das páginas mais melancólicas da sua trajetória empresarial. Cacife para dobrar a aposta e garantir sua participação no negócio não lhe falta. No entanto, Abílio quer distância da nova empresa e da indústria de proteína animal. De talismã, a BRF tornou-se uma ave agourenta. Em 2013, Abilio Diniz assumiu o Conselho da BRF com o apoio irrestrito de Previ e Petros. Cinco anos depois era expurgado do cargo pelos fundos de pensão. Nesse período, o valor de mercado da empresa caiu praticamente à metade – de R$ 39 bilhões para R$ 20 bilhões. Nos dois últimos anos sob seu comando (2016 e 2017), a companhia acumulou perdas de R$ 1,4 bilhão. Como se não bastasse, a passagem de Abílio pela BRF deixa como legado a criminalização da empresa, investigada na Operação Trapaça. Procurado, o empresário não quis se pronunciar. Abílio Diniz não deve ser o único acionista da BRF a saltar do bonde. Previ e Petros também querem sair do negócio. O BNDES, sócio relevante do Marfrig, deverá seguir o mesmo caminho. O próprio governo Bolsonaro, por sinal, tem motivos de sobra para querer ver a nova empresa pelas costas. Há um DNA “lulo-dilmista” na operação. A fusão BRF-Marfrig remete à malfadada política dos cavalos vencedores dos governos petistas. Além disso, a companhia nasce contaminada por investigações do MPF e da Justiça e sob a regência de um empresário polêmico, Marcos Molina, dono do Marfrig. No ano passado, Molina fechou acordo no âmbito da Operação Greenfield e aceitou arcar com uma multa de R$ 100 milhões. Ele é acusado de ter pago propina para obter empréstimos na Caixa Econômica.

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06.05.19

Abílio Diniz vs. Receita Federal

Abílio Diniz pretende levar para a Justiça uma queda de braço com a Receita Federal. A Península Participações questiona a cobrança de PIS e Cofins sobre um fundo de investimento onde estão pendurados imóveis do Grupo Pão de Açúcar. Abílio já perdeu o primeiro round, na esfera administrativa. Em abril, o Carf determinou que o fundo tem de recolher os dois tributos. O entendimento é que a transferência de imóveis do Pão de Açúcar para o veículo de investimentos teve como objetivo ludibriar a Receita, uma vez que, à época, Abilio era também acionista da rede varejista.

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