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16  resultados para Tiger Global

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Notícias encontradas

12.04.19
ED. 6093

Mero espectador

Marcio Kumruian, acionista e CEO da Netshoes, tornou-se um mero passageiro na companhia que fundou. Os fundos Temasek e Tiger Global tomaram as rédeas das negociações para a venda da empresa, à revelia de Kumruain, contrário à operação. Entre os candidatos à aquisição está o Mercado Livre, conforme o RR antecipou na edição de 9 de abril.

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09.04.19
ED. 6090

Mercado Livre avança

O Mercado Livre está em negociações para a compra do Netshoes. A empresa de e-commerce pertence a fundos internacionais, capitaneados pelo Temasek, braço de investimentos do governo de Cingapura, e o norte-americano Tiger Global. O Netshoes convive com seguidos prejuízos e uma dívida crescente, fatores de atrito entre os acionistas e o CEO, Marcio Kumruian, fundador da empresa.

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20.12.18
ED. 6019

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Tiger Global, Cyrela e Citic.

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04.10.18
ED. 5967

GP Investimentos costura fusão entre Netshoes e Centauro

A GP Investimentos está em negociações para a compra da Netshoes. Segundo o RR apurou, as gestões são conduzidas em Nova York, diretamente com os fundos controladores da empresa de comércio online, o norte-americano Tiger Global, GIC e Temasek – os dois últimos, ligados ao governo de Cingapura. A GP mexe as peças no tabuleiro, preparando o que seria o seu xeque-mate: a fusão da Netshoes com a Centauro, da qual a gestora de recursos é acionista, com 36,5%. Em jogo, a criação de uma plataforma integrada de varejo esportivo, juntando e-commerce e mais de 180 lojas físicas, com faturamento somado da ordem de R$ 4 bilhões por ano. Procuradas pelo RR, GP, Netshoes e Centauro não quiseram se pronunciar. A Netshoes é hoje uma presa frágil para predadores como a GP. Em delicada situação financeira, a empresa perdeu mais de 80% do seu valor de mercado nos últimos 12 meses. Ao mesmo tempo, tornou-se um octagon societário. Tiger, GIC e Temasek aceitam permanecer no negócio como minoritários, mas querem afastar do capital e da gestão o acionista fundador, Marcio Kunruian – ver RR edição de 14 de agosto.

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14.08.18
ED. 5931

Fundos de investimento decretam “estado de sítio” na Netshoes

O empresário Marcio Kumruian, fundador e CEO da Netshoes, tornou-se refém dentro de sua própria companhia. Os fundos de investimento internacionais que dividem o controle da empresa de e-commerce tomaram as rédeas do negócio, transformando Kumruian em figura decorativa. À frente do “motim”, o norte-americano Tiger Global Investors, GIC e Temasek – os dois últimos, fundos soberanos de Cingapura – buscam uma solução para a delicada situação da Netshoes, um dos maiores sites de artigos esportivos do país.

O mais provável é que o take over de fato se torne também de direito, com a recompra das ações em mercado. Desde já, segundo fonte ligada à própria Netshoes, os fundos estariam preparando um tratamento de choque na empresa, com a revisão do modelo estratégico, encerramento de operações deficitárias e redução do quadro de funcionários, hoje da ordem de 1,9 mil pessoas. O objetivo seria arrumar a casa para a fusão da Netshoes com outra plataforma de varejo online. A Netshoes é um case às avessas no badalado universo digital.

Um ano e quatro meses após o IPO, a empresa derrete na bolsa de Nova York, tragada pelos sucessivos prejuízos – aproximadamente R$ 320 milhões desde o início de 2017. Nesse período, perdeu 90% do seu valor de mercado, o que a torna uma presa ainda mais fácil para os fundos de investimento. A preços de hoje, raspar o tacho das ações em mercado custa cerca de US$ 60 milhões, praticamente um décimo do que seria há pouco mais de um ano.

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02.08.18
ED. 5923

Passagem de ida

O Decolar.com – à frente o norte-americano Tiger Global Management – vai partir para a consolidação de outros sites de venda de passagens aéreas e afins no Brasil. O principal alvo é o Viajanet, pertencente a uma miríade de fundos, entre os quais o Redpoint Ventures e o Travel Investment.

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22.02.17
ED. 5566

Amazon clica na Netshoes

Realizar o tão prometido IPO ou ceder ao assédio de um gigante mundial do e-commerce? Este é o doce dilema dos sócios da Netshoes. A Amazon está cercando a empresa por todos os lados. Não é mera força de expressão. Os norte americanos estariam mantendo conversas paralelas com os principais acionistas do site de vestuário e artigos esportivos: aqui, Marcio Kumruian, fundador e CEO da empresa; lá fora, o Temasek, fundo soberano de Cingapura, e as gestoras Tiger Global e Iconiq Capital. A aquisição da Netshoes daria à Amazon uma fatia significativa das vendas online de vestuário esportivo no Brasil – seu faturamento gira em torno de R$ 2,5 bilhões por ano. Os norte americanos herdariam também operações na Argentina e no México. Consultada, a Netshoes nega a venda.

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24.01.17
ED. 5545

IPO da Netshoes: será que agora vai?

Os principais acionistas da Netshoes – leia-se o Temasek, fundo soberano de Cingapura, e as gestoras norte americanas Tiger Global e Iconiq Capital – pretendem decidir até março se levam ou não adiante o IPO da companhia prometido para este ano. O mercado está cético. A empresa de e-commerce costuma anunciar sua abertura de capital nos anos pares para suspendê-la nos anos ímpares. Ou vice-versa.

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29.09.16
ED. 5465

Private label

 A gestora Tiger Global se movimenta para ampliar sua participação na startup brasileira Nubank. Os norte-americanos já colocaram mais de US$ 50 milhões na emissora de cartão de crédito.

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08.01.16
ED. 5283

Táxi!!

 O fundo norte-americano Tiger Global, acionista da 99 Taxis, deverá aportar mais US$ 40 milhões e aumentar sua participação na empresa. Os recursos seriam usados para duplicar o número de cidades atendidas. A 99 Taxis nega mudanças em seu capital.

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10.11.14
ED. 4997

Segunda pele

O fundo norte-americano Tiger Global Management, que já tem diversos negócios em e-commerce no Brasil, estaria ampliando sua participação na varejista de moda online OQVestir.

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07.11.14
ED. 4996

Depois do Peixe, o Hotel Urbano

Mal fechou a compra do site de compras coletivas Peixe Urbano, o Baidu, gigante chinês do e-commerce, já está novamente com o dedo no gatilho. O alvo é o quase homônimo Hotel Urbano, uma das maiores empresas de venda de bilhetes aéreos e pacotes turísticos por internet do Brasil. Controlada por um grupo de investidores encabeçado pelos irmãos José Eduardo e João Ricardo Mendes, a companhia deverá faturar neste ano algo perto de R$ 600 milhões. Não obstante o aumento da receita da ordem de 20% ao ano, o Hotel Urbano vem operando seguidamente no vermelho há dois anos. Conhecido internacionalmente como o “Google chinês”, o Baidu já anunciou ter reservado US$ 50 milhões para novos investimentos no Brasil – cifra, ressalte-se, que não inclui aquisições. Aos olhos dos asiáticos, o Hotel Urbano é visto como um alvo frágil, devido aos sucessivos prejuízos e a  crônica necessidade de capitalização. A mais recente ocorreu no início do ano, quando o fundo Tiger Global fez um aporte de R$ 120 milhões.

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26.06.14
ED. 4900

Forasteiros invadem as lojas da Centauro

Aonde o empresário Sebastião Bonfim, fundador da Centauro, pretende chegar? Aos poucos, Bonfim vem fatiando a rede varejista entre fundos de investimento. O mais novo personagem deste enredo é o Tiger Global. O private equity estaria negociando a compra de uma participação na Centauro. Chegando a  empresa, os norteamericanos vão se juntar a  GP Investimentos e ao Partners Group, que já detém aproximadamente 40% do capital. Não custa lembrar que o Tiger Group tem espalhado seus tentáculos pelo varejo brasileiro, notadamente no segmento de comércio eletrônico: é acionista do Decolar.com, do Netshoes e da B2W. As seguidas negociações com fundos de investimento têm alimentado as especulações sobre o futuro da Centauro. Há fortes evidências de que Sebastião Bonfim estaria preparando o terreno para vender o controle da rede de lojas, muito provavelmente permanecendo no negócio apenas com uma participação minoritária. Há pouco mais de um ano, Bonfim passou a dividir a gestão da companhia com o GP Investimentos. Por sinal, línguas ferinas dizem tratar-se de uma relação cheia de arestas – a GP faz valer cada centavo dos R$ 450 milhões que pôs no bolso do empresário e não abre mão de um centímetro de poder na companhia. Em tempo: o avanço de forasteiros no capital da Centauro coincide com um momento de franca expansão da empresa. Neste ano, a rede deve romper a marca de R$ 2 bilhões de faturamento e de 250 lojas.

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04.06.14
ED. 4885

Americanas

Troca-troca a  vista no capital da Lojas Americanas. Dona de 10% na rede varejista, a norte-americana Mutual Life Insurance estaria prestes a vender suas ações. O principal candidato seria a conterrânea Tiger Global, que já tem um cipoal de participações em empresas brasileiras de varejo – Decolar.com, Netshoes e a própria B2W, ligada a  Americanas.

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11.04.13
ED. 4625

Tênis apertado

O agressivo fundo norteamericano Tiger Global, maior acionista da Netshoes, estaria insatisfeito com a performance da empresa de comércio eletrônico. É muito marketing, muita purpurina, muito investimento para pouquíssimo resultado. Vai acabar sobrando para o presidente da Netshoes, Marcio Kumruain. Procurada, a empresa negou qualquer desentendimento com o Tiger. Bem, ao que consta, é exatamente o contrário.

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23.11.12
ED. 4534

Tiger Global Management

O private equity norte-americano Tiger Global Management, que já tem uma participação no site de moda OQVestir, vai partir para a compra de grifes no Brasil.

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