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39  resultados para Temasek

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Notícias encontradas

28.08.19
ED. 6188

Aporte do Temasek

O Temasek, fundo soberano de Cingapura, carrega cerca de US$ 150 milhões na cartucheira para investimentos em empresas de TI no Brasil. Uma parte desta munição estaria reservada para um novo aporte na catarinense Neoway, na qual já injetou pouco mais de US$ 30 milhões.

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28.08.19
ED. 6188

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Cemig e Temasek.

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12.04.19
ED. 6093

Mero espectador

Marcio Kumruian, acionista e CEO da Netshoes, tornou-se um mero passageiro na companhia que fundou. Os fundos Temasek e Tiger Global tomaram as rédeas das negociações para a venda da empresa, à revelia de Kumruain, contrário à operação. Entre os candidatos à aquisição está o Mercado Livre, conforme o RR antecipou na edição de 9 de abril.

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09.04.19
ED. 6090

Mercado Livre avança

O Mercado Livre está em negociações para a compra do Netshoes. A empresa de e-commerce pertence a fundos internacionais, capitaneados pelo Temasek, braço de investimentos do governo de Cingapura, e o norte-americano Tiger Global. O Netshoes convive com seguidos prejuízos e uma dívida crescente, fatores de atrito entre os acionistas e o CEO, Marcio Kumruian, fundador da empresa.

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04.10.18
ED. 5967

GP Investimentos costura fusão entre Netshoes e Centauro

A GP Investimentos está em negociações para a compra da Netshoes. Segundo o RR apurou, as gestões são conduzidas em Nova York, diretamente com os fundos controladores da empresa de comércio online, o norte-americano Tiger Global, GIC e Temasek – os dois últimos, ligados ao governo de Cingapura. A GP mexe as peças no tabuleiro, preparando o que seria o seu xeque-mate: a fusão da Netshoes com a Centauro, da qual a gestora de recursos é acionista, com 36,5%. Em jogo, a criação de uma plataforma integrada de varejo esportivo, juntando e-commerce e mais de 180 lojas físicas, com faturamento somado da ordem de R$ 4 bilhões por ano. Procuradas pelo RR, GP, Netshoes e Centauro não quiseram se pronunciar. A Netshoes é hoje uma presa frágil para predadores como a GP. Em delicada situação financeira, a empresa perdeu mais de 80% do seu valor de mercado nos últimos 12 meses. Ao mesmo tempo, tornou-se um octagon societário. Tiger, GIC e Temasek aceitam permanecer no negócio como minoritários, mas querem afastar do capital e da gestão o acionista fundador, Marcio Kunruian – ver RR edição de 14 de agosto.

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14.08.18
ED. 5931

Fundos de investimento decretam “estado de sítio” na Netshoes

O empresário Marcio Kumruian, fundador e CEO da Netshoes, tornou-se refém dentro de sua própria companhia. Os fundos de investimento internacionais que dividem o controle da empresa de e-commerce tomaram as rédeas do negócio, transformando Kumruian em figura decorativa. À frente do “motim”, o norte-americano Tiger Global Investors, GIC e Temasek – os dois últimos, fundos soberanos de Cingapura – buscam uma solução para a delicada situação da Netshoes, um dos maiores sites de artigos esportivos do país.

O mais provável é que o take over de fato se torne também de direito, com a recompra das ações em mercado. Desde já, segundo fonte ligada à própria Netshoes, os fundos estariam preparando um tratamento de choque na empresa, com a revisão do modelo estratégico, encerramento de operações deficitárias e redução do quadro de funcionários, hoje da ordem de 1,9 mil pessoas. O objetivo seria arrumar a casa para a fusão da Netshoes com outra plataforma de varejo online. A Netshoes é um case às avessas no badalado universo digital.

Um ano e quatro meses após o IPO, a empresa derrete na bolsa de Nova York, tragada pelos sucessivos prejuízos – aproximadamente R$ 320 milhões desde o início de 2017. Nesse período, perdeu 90% do seu valor de mercado, o que a torna uma presa ainda mais fácil para os fundos de investimento. A preços de hoje, raspar o tacho das ações em mercado custa cerca de US$ 60 milhões, praticamente um décimo do que seria há pouco mais de um ano.

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25.04.18
ED. 5854

Netshoes sob o fogo amigo

É grande a pressão dos acionistas, notadamente o Temasek, fundo soberano de Cingapura, sobre o CEO da Netshoes, Marcio Kumruian. Além da recente troca na diretoria financeira, os investidores fazem carga por novas mudanças na gestão. Exigem também um agudo corte de custos – no primeiro trimestre do ano, as despesas operacionais dispararam em relação a igual período no ano passado (24%). Os fundos sabem onde o calo lhes aperta: desde o IPO da Netshoes, em abril do ano passado, a ação já caiu mais de 60%.

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20.07.17
ED. 5665

Netshoes aperta o passo rumo à Dafiti

Três meses após o IPO na Bolsa de Nova York, os acionistas da Netshoes já articulam uma nova injeção de recursos na empresa de varejo online. Segundo uma fonte que acompanha as discussões, o aporte seria liderado pelo Temasek, fundo soberano de Cingapura. A capitalização é peça-chave para a Netshoes fechar uma grande aquisição ainda neste ano. O alvo principal é a Dafiti, controlada pelo fundo alemão Rocket. Trata-se de um projeto antigo de Marcio Kumruian, fundador e CEO da empresa. Com a aquisição, a Netshoes saltaria para um faturamento anual de R$ 4 bilhões e reforçaria sua operação não apenas no mercado brasileiro, mas em outros países da América do Sul, como Argentina, Chile e Colômbia.

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22.02.17
ED. 5566

Amazon clica na Netshoes

Realizar o tão prometido IPO ou ceder ao assédio de um gigante mundial do e-commerce? Este é o doce dilema dos sócios da Netshoes. A Amazon está cercando a empresa por todos os lados. Não é mera força de expressão. Os norte americanos estariam mantendo conversas paralelas com os principais acionistas do site de vestuário e artigos esportivos: aqui, Marcio Kumruian, fundador e CEO da empresa; lá fora, o Temasek, fundo soberano de Cingapura, e as gestoras Tiger Global e Iconiq Capital. A aquisição da Netshoes daria à Amazon uma fatia significativa das vendas online de vestuário esportivo no Brasil – seu faturamento gira em torno de R$ 2,5 bilhões por ano. Os norte americanos herdariam também operações na Argentina e no México. Consultada, a Netshoes nega a venda.

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22.02.17
ED. 5566

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Amazon e Temasek.

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24.01.17
ED. 5545

IPO da Netshoes: será que agora vai?

Os principais acionistas da Netshoes – leia-se o Temasek, fundo soberano de Cingapura, e as gestoras norte americanas Tiger Global e Iconiq Capital – pretendem decidir até março se levam ou não adiante o IPO da companhia prometido para este ano. O mercado está cético. A empresa de e-commerce costuma anunciar sua abertura de capital nos anos pares para suspendê-la nos anos ímpares. Ou vice-versa.

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05.09.16
ED. 5448

Café e açúcar

 Uma das maiores produtoras de café do Brasil, a asiática Olam pretende entrar no mercado de açúcar, com a compra de usinas sucroalcooleiras no país. Não lhe falta caixa para isso. Um dos acionistas da Olam é o Temasek, fundo soberano de Cingapura.

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25.02.16
ED. 5314

Temasek

 O Temasek, fundo soberano de Cingapura, está em busca de ativos sucroalcooleiros no Brasil.

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27.05.15
ED. 5129

Voz soberana

A Noble Agri, controlada pela chinesa Cofco, deverá vender pelo menos duas de suas quatro usinas de açúcar e álcool no Brasil. Quem mais pressiona pela negociação é o fundo soberano de Cingapura, o Temasek, acionista minoritário da empresa. O motivo? Prejuízos, prejuízos e mais prejuízos.

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10.11.14
ED. 4997

Netshoes

Cassio Casseb, ex-presidente do BB e do Pão de Açúcar, teria se tornado uma espécie de interventor do Netshoes. Nomeado para o Conselho pelo fundo Temasek, um dos acionistas da empresa de e-commerce, Casseb vem dando as cartas na gestão.

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02.05.14
ED. 4862

Netshoes e Comprafacil piscam na tela do Alibaba

O Alibaba, um dos maiores players do comércio eletrônico no mundo, está disposto a cravar uma aquisição no Brasil. Dois nomes aparecem com força no radar do grupo chinês: o Comprafacil.com e o Netshoes. O primeiro é visto pelos asiáticos como uma presa fácil, com o perdão do trocadilho. Em recuperação judicial, o Grupo Hermes não vê a hora de passar o Comprafacil.com a  frente para fazer caixa e abater parte do seu passivo, superior a R$ 600 milhões. No caso do Netshoes, trata-se de uma investida mais complexa. A empresa é considerada um dos maiores cases de sucesso do e-commerce no Brasil – não obstante os prejuízos acumulados nos últimos três anos. Em cinco anos, seu faturamento saltou de R$ 300 milhões para mais de R$ 1 bilhão. Um dos acionistas da companhia é o Temasek, fundo soberano de Cingapura. O Alibaba está no Brasil desde 2011. Está, mas não está. Sua operação se resume a  venda de produtos por meio de seu site internacional. Pouco, muito pouco, para uma empresa que comercializa por ano algo equivalente a US$ 160 bilhões. A aposta no Brasil coincide com um momento da maior importância na história do Alibaba. O grupo está prestes a fazer um dos IPOs mais aguardados dos últimos anos. A expectativa do mercado é que a oferta de ações supere os US$ 16 bilhões captados pelo Facebook.

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20.01.14
ED. 4820

Temasek

O Temasek, fundo soberano de Cingapura, tem alguns milhões de dólares na carteira para investir em manejo de florestas no Brasil.

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13.11.13
ED. 4777

Temasek

O Temasek, fundo soberano de Cingapura, separou alguns milhões de dólares para investir em energia renovável no Brasil.

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21.06.13
ED. 4674

Temasek

Aliás, o RR apurou que o Temasek, fundo soberano de Cingapura, está disposto a comprar participações em empresas brasileiras das áreas de bebidas e alimentos. De repente, poderia começar a refeição servindo- se de um copo de água mineral.

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06.03.13
ED. 4600

Netshoes

A Netshoes parece calçar cada vez melhor nos pés do Temasek. O fundo soberano de Cingapura, que já aportou R$ 130 milhões na empresa de comércio eletrônico, negocia a compra de mais um pedaço do capital. Procurada, a Netshoes declarou que “não confirma a informação”.

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15.02.13
ED. 4587

Netshoes

Com o caixa reforçado pelos aportes do Temasek, fundo soberano de Cingapura, e da americana Tiger, a Netshoes vai partir para a compra de sites de comércio eletrônico.

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14.11.12
ED. 4528

Netshoes

Os R$ 135 milhões aportados pelo Temasek na Netshoes foram só o pontapé inicial. O fundo soberano de Cingapura prepara-se para liberar mais R$ 80 milhões ao site de artigos esportivos. Procurada, a Netshoes disse “não confirmar o novo aporte”.

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19.10.12
ED. 4511

Temasek

O Temasek, fundo soberano de Cingapura, é forte candidato a investir em projetos de infraestrutura na Bahia, a começar pelo metrô de Salvador.

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29.06.12
ED. 4433

Pé na terra

O Temasek, fundo soberano de Cingapura, está se unindo a investidores do setor agropecuário, para comprar terras no Brasil, notadamente no Centro-Oeste.

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06.02.12
ED. 4345

Infraestrutura

O Temasek, fundo soberano de Cingapura, tem sobrevoado empresas brasileiras ligadas a  área de infraestrutura. Uma delas seria a Ioschpe, de equipamentos ferroviários.

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22.08.11
ED. 4229

GP enfrenta um motim societário na San Antonio

Os problemas da San Antonio – holding controlada pela GP Investimentos e que reúne diversas prestadoras de serviço para a indústria de petróleo e gás – são mais profundos do que a camada do pré-sal. Não obstante a repactuação da dívida financeira, no fim do ano passado, a empresa está a s voltas com sérias dificuldades de ordem societária. Os minoritários têm feito pressão sobre a GP para a venda de suas ações. Minoritário, neste caso, é força de expressão. A fila dos candidatos a  deserção é puxada pela musculosa Temasek, companhia de investimentos do governo de Cingapura, que administra mais de US$ 160 bilhões em ativos. A lista de insurretos inclui ainda os fundos Dilurey, de origem argentina, e Point Eleven Holdings, que mantiveram fatias pequenas mesmo após os sucessivos aumentos de participação da GP. Detentores de aproximadamente 15% da San Antonio – a maioria destas ações compradas por meio de fundos da própria GP -, estas empresas querem empurrar suas participações para a gestora de private equity. Com base no valuation do controle integral da empresa, fixado no ano passado por conta da reestruturação da dívida, a fatia pertencente ao trio está orçada em torno de US$ 140 milhões. A eventual saída vai além de uma mera mudança societária. Representará a redução de aportes na San Antonio. Não faltam motivos para o motim societário na San Antonio. Há sérias discordâncias entre os fundos e a GP em relação a  gestão da holding, motivadas, sobretudo, pela forma centralizadora com que a empresa de private equity estaria tocando o negócio. Além disso, os minoritários se cansaram de carregar sobre os ombros o elevado passivo da San Antonio. Em que pese o alongamento da dívida, a holding ainda tem um passivo de longo prazo na casa dos US$ 670 milhões. O custo de manutenção do endividamento tem, inclusive, inviabilizado a realização de novos investimentos nas controladas, entre as quais se destacam a Sotep e a Prest. De acordo com uma fonte ligada a  Temasek, os aportes nas subsidiárias da San Antonio previstos para os próximos dois anos já foram cortados em 20%. Além de tourear o inflamável descontentamento de seus sócios, a GP ainda precisa equacionar os problemas operacionais da San Antonio. Dentro da gestora de private equity, a percepção é que dificilmente será possível levar o negócio adiante sem um drástico enxugamento das empresas que compõem a holding. Uma das medidas discutidas é o fechamento de algumas das 25 unidades na América Latina – além do Brasil, a companhia está presente em sete países.

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17.08.11
ED. 4226

Azul reserva uma poltrona para o Actis na primeira classe

O fundo inglês Actis deve ter argumentos muito convincentes para levar David Neeleman a mudar o plano de voo societário da Azul. O empresário está disposto a cancelar o IPO da companhia aérea, inicialmente programado ainda para este ano, e virar o manche em outra direção. No lugar da oferta primária de ações, Neeleman venderia parte de suas ações na empresa para o private equity. Detentor de 20% das ações da Azul, o empresário deverá negociar até metade deste quinhão, o que acentuará ainda mais a pulverização do capital da empresa. Não obstante a significativa redução da sua fatia acionária, a operação com o Actis só será sacramentada se não houver significativa alteração no acordo de acionistas da companhia, que garante a Neeleman o equivalente a 80% dos votos. O interesse do Actis junta a fome com a vontade de comer. Verdade seja dita, Neeleman já não andava muito entusiasmado com a realização da oferta primária de ações. As sondagens feitas junto a investidores nacionais e estrangeiros pelos bancos contratados para a operação ? Goldman Sachs, Itaú BBA, Morgan Stanley e Santander ? foram decepcionantes. Os bancos advisers saíram da cruzada aérea convictos de que dificilmente a companhia conseguiria captar o valor esperado ? de R$ 800 milhões a R$ 1 bilhão. Logo depois, para piorar a situação, o mercado desabou. No entanto, apesar da estiagem de liquidez, Neeleman está convicto de que há ainda espaço para a venda direta de uma parte da empresa a um investidor institucional. Até porque, além do Actis, a empresa também teria sido procurada recentemente pelo Temasek, companhia de investimentos controlada pelo governo de Cingapura. Não é de hoje que Neeleman procura mais um sócio para a Azul. Antes da ideia de IPO, tentou se associar a outras companhias aéreas. Teria conversado com a Trip, que posteriormente se associou a  TAM, e com a própria Gol. Agora, a biruta aponta na direção do Actis. O desembarque do fundo na Azul ocorreria por meio de um aumento de capital. A injeção financeira daria fôlego para a companhia aérea tocar seu plano de expansão. A empresa, que opera com jatos regionais da Embraer e turboélices ATR, pretende comprar aeronaves de maior porte. O modelo mais cotado é o A-320 Neo, avião com capacidade entre 150 e 180 passageiros fabricado pela Airbus. Enquanto um novo sócio não aterrissa em seu capital, a Azul segue com a sua política de aquisição de aeronaves menores. Já encomendou a  própria ATR 10 unidades do modelo 72-600, que comporta até 74 lugares.

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27.06.11
ED. 4189

Temasek

A Temasek, empresa de investimentos do governo de Cingapura com US$ 130 bilhões em ativos, pretende investir na produção de biodiesel e açúcar e álcool no Brasil.

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11.05.11
ED. 4157

Petróleo

A Temasek, estatal de investimentos de Cingapura, tem mais de US$ 1 bilhão para comprar participações em blocos de exploração e produção de petróleo no Brasil, sobretudo no pré-sal.

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16.03.11
ED. 4119

BTG 1

Mais uma de André Esteves. O BTG Pactual conversa com a Cyrela sobre a criação de uma grande construtora e incorporadora voltada a  habitação popular. A empreitada ainda deverá contar com a luxuosa participação do Temasek, fundo soberano de Cingapura.

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19.01.11
ED. 4082

GTIS empilha seus dólares no mercado imobiliário brasileiro

O nome do investidor norte-americano Tom Shapiro vai ser cada vez mais ouvido no mercado imobiliário brasileiro. O private equity GTIS, comandado por Shapiro, promete despejar uma dinheirama no país para montar um colar de participações societárias no setor de construção e incorporação. O fundo ? que, a título de hors d’oeuvre, já aportou cerca de US$ 100 milhões no Brasil ? tem reservados mais US$ 300 milhões para novos investimentos. A estratégia do GTIS passa pela formação de um cinturão de parcerias com incorporadoras e construtoras. Há conversas com a Cyrela em torno do projeto de criação de uma construtora voltada exclusivamente a  habitação popular. Trata-se de uma megaoperação de mais de R$ 1,5 bilhão, que envolve ainda as construtoras Cury, Plano & Plano e o fundo Temasek, de Cingapura, além da própria Living, atual subsidiária da Cyrela para a população de baixa renda. O fundo norte-americano estaria mantendo gestões também com a construtora paulista Inpar, desta vez voltada a uma associação para a venda de imóveis de alto padrão. Do alto do 31º andar do Rockfeller Center, em Nova York, sede da GTIS, Tom Shapiro enxerga o Brasil como uma joia rara. Em três anos, a expectativa é de que a carteira de projetos no país seja praticamente similar a s cifras investidas no próprio mercado norte-americano. O modelo de negócio do private equity prevê a criação de joint ventures com construtoras e incorporadoras. A bula serve tanto para os Estados Unidos quanto para o Brasil. Ao contrário de seus congêneres, o fundo norte-americano tem por tradição ser acionista majoritário dos projetos. Assim foi em suas duas primeiras investidas no país. Há cerca de dois anos, comprou 75% do Seridó, complexo imobiliário de luxo em São Paulo idealizado pela antiga Klabin Segall. O restante das ações está nas mãos da Yuni. Mais recentemente, fechou uma parceria com a incorporadora carioca Ager para projetos conjuntos no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. Os norte-americanos ficaram com 90% da joint venture.

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15.12.10
ED. 4069

NA

A Temasek, braço de investimentos do governo de Cingapura, está envolvida em um grande projeto imobiliário no Brasil com foco na habitação popular.

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14.12.10
ED. 4068

NA

Após um esforço hercúleo para renegociar a dívida da San Antonio, em torno de US$ 650 milhões, a GP tenta agora empurrar sua participação de 22% para os demais acionistas da empresa, a começar pelo Temasek, de Cingapura.

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12.11.10
ED. 4047

Temasek

O Temasek, fundo controlado pelo governo de Cingapura, quer mergulhar de cabeça no pré-sal brasileiro. Com mais de US$ 130 bilhões em carteira, elegeu como prioridade a compra de participações em blocos de exploração.

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01.11.10
ED. 4039

Votorantim fora

A Votorantim negocia a venda de sua participação na empresa de biotecnologia Amyris. O principal candidato é o Temasek, fundo de Cingapura, acionista da empresa.

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14.10.10
ED. 4027

Poço sem fundo

A Temasek, fundo soberano de Cingapura e acionista da San Antonio, está cobrando da GP Investimentos uma solução para a crise financeira da empresa de perfuração. Por solução, entenda-se a venda em bloco do controle da companhia, que tem uma dívida de quase US$ 700 milhões. Quem se habilita?

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30.07.10
ED. 3975

Trem-bala 2

O governo está tentando arrastar o Temasek, fundo soberano de Cingapura, para o projeto do trem-bala.

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05.03.10
ED. 3908

GP é alvo de rebelião dos credores da San Antonio

A San Antonio International está prestes a se tornar uma mancha na biografia de fortuna e prosperidade da GP Investimentos. Os bancos credores se movimentam para tomar, por via judicial, o controle da empresa, algo que não combina com a história da gestora de private equity. O objetivo é assumir a participação da GP, dona de 55,3% do capital, reestruturar a companhia e buscar um novo controlador. É provável também que os bancos avancem sobre a fatia dos minoritários ? a Amber Investment e o Temasek, fundo soberano de Cingapura. O principal artífice da intentona seria o Citibank, maior credor individual da prestadora de serviços para a indústria petroleira. Procurada pelo RR – Negócios & Finanças, a GP não quis se pronunciar. Do passivo da San Antonio, superior a US$ 700 milhões, quase US$ 600 milhões se referem a um empréstimo-ponte liderado pelo Citi. Em uma operação de compra alavancada, ainda pouco usual no Brasil, os recursos foram usados para financiar a própria venda da companhia para a GP. Além do Citi, a lista de credores da San Antonio é formada por Credit Agricole, Standard Bank, Itaú BBA e Deutsche Bank. Estes dois últimos emprestaram cerca de US$ 100 milhões a  San Antonio como adiantamento ao IPO da empresa, que ocorreria em 2008. Veio a crise mundial e a emissão de ações foi para o espaço. Desde então, os dois bancos, que coordenariam a abertura de capital, tentam, sem sucesso, reaver o dinheiro. Para os bancos credores, assumir o controle da San Antonio significa arrancar do pescoço da GP todo o colar de participações que a gestora de private equity montou no setor a partir de 2007. A lista de aquisições inclui Prest, HK, Unap e, a maior de todas, a Sotep, que custou aproximadamente US$ 110 milhões. Desde o início, a GP apostou alto no pré-sal, não por acaso enfeixando na San Antonio empresas com uma significativa carteira de encomendas junto a  Petrobras. Na teoria, tudo indicava mais um investimento blockbuster da gestora de private equity. No entanto, o timing não ajudou. O pré-sal ainda é um ponto futuro. Além disso, a San Antonio foi afetada pela crise mundial e a consequente redução dos investimentos no setor petroleiro. Desde 2008, estaria operando com uma capacidade ociosa perto de 40%.

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29.01.10
ED. 3883

San Antonio é um poço de problemas para a GP

A San Antonio parece fadada ao papel de ovelha negra no robusto rebanho de Fersen Lambranho, Antonio Bonchristiano e Cia. Em meio a  complexa renegociação do passivo da empresa de perfuração de poços de petróleo, em torno dos US$ 800 milhões, a GP Investimentos enfrenta turbulências societárias. Dona de 22% do capital, a norte-americana Amber Capital está disposta a abandonar o barco, mesmo que seja obrigada a se desfazer de suas ações na bacia das almas. A saída da San Antonio faz parte do processo de desmobilização de ativos do private equity, com foco na América Latina. Afetada pela crise mundial, entre outros negócios a Amber se desfez da sua participação na Invest Tur, que acabou vendida para a LA Hotels, controlada pela própria GP. Ainda no Brasil, o fundo prepara-se para deixar a sucroalcooleira Brenco. O risco é que a eventual saída da Amber não apenas tenha um impacto negativo junto aos credores da San Antonio, entre eles o Citibank, como abra a porteira para a despedida de outro importante sócio: o Temasek, fundo soberano de Cingapura. Detentora de aproximadamente 15% da companhia, a instituição tem feito uma intensa realocação de seus investimentos mundiais. O movimento também é decorrência da crise mundial, que deixou marcas profundas nas finanças do Temasek. Estima-se que o fundo tenha perdido cerca de US$ 4 bilhões com a venda de suas participações no Bank of America e Barclays. Em tempo: desde que a GP comprou a San Antonio, o valor da sua participação já caiu de R$ 750 milhões para menos de R$ 400 milhões.

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