Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
43  resultados para Netshoes

Assuntos sugeridos

Notícias encontradas

04.09.19
ED. 6193

Luiza vai à bolsa

O Magazine Luiza estuda uma nova oferta de ações, em 2020. Os recursos dariam impulso à expansão da empresa no e-commerce. O investimento mais agudo foi a recente aquisição do Netshoes, por US$ 115 milhões.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

30.07.19
ED. 6167

Turning point

Frederico Trajano, CEO do Magazine Luiza, esbanja otimismo com a recém-comprada Netshoes. Só com os cortes de custo em curso e ajustes na plataforma de tecnologia, já crava que a empresa de e-commerce volta ao lucro no último trimestre do ano. A Netshoes teve prejuízo de quase R$ 100 milhões em 2018.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

24.07.19
ED. 6163

Centauro avança sobre a Dafiti

A Centauro, que perdeu para o Magazine Luiza a disputa pelo Netshoes, levantou, sacudiu a poeira e já escolheu um novo alvo no e commerce: a Dafiti. A rede varejista conta com a munição de alto calibre da GP, sua acionista, para a investida. Com faturamento anual pipocando na casa dos R$ 2 bilhões, o hub de marcas de vestuário Dafiti é controlado pelo Global Fashion Group.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

18.06.19
ED. 6138

Fator Kumruian

Na disputa pelo controle da Netshoes, um “detalhe” fez diferença a favor do Magazine Luiza: a garantia de permanência do acionista e CEO Marcio Kumruian no negócio. Mesmo com uma oferta mais alta, segundo o RR apurou a Centauro não assegurava a manutenção de Kumruian. Influente no board, foi a carta que o fundador do Netshoes utilizou para aprovar a oferta do Magazine Luiza.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

18.06.19
ED. 6138

Ponto final

Procurados pelo RR, os seguintes citados não retornaram ou não comentaram o assunto: Centauro, Netshoes, BR Pharma, CPPIB e Votorantim Energia.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

07.06.19
ED. 6131

Cabo eleitoral

O CEO da Netshoes, Marcio Kumruian, é o grande aliado de Luiza Helena Trajano. Tem entrado diretamente em contato com outros acionistas da empresa de e-commerce para convencê-los a aceitar a oferta do Magazine Luiza para a aquisição do controle.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

07.06.19
ED. 6131

Ponto final

Os seguintes citados não retornaram ou não comentaram o assunto: Pão de Açúcar, Apollo e Netshoes.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

27.05.19
ED. 6122

Fator GP

GP entrou pesado no “leilão” de compra da Netshoes. Acionista da Centauro, uma das candidatas ao negócio, a gestora tenta convencer Marcio Kumruian a roer a corda e recusar a oferta apresentada pelo Magazine Luiza. Fundador da Netshoes, Kumruian tem 12% do capital e pode ser o fiel da balança na operação.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

27.05.19
ED. 6122

Ponto final

Procurados, os seguintes citados não retornaram ou não comentaram o assunto: GP, Netshoes e Banco do Brasil.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

15.05.19
ED. 6114

Território tomado

Frederico Trajano, CEO do Magazine Luiza, já está dentro do Netshoes, revendo investimentos e preparando um plano de cortes. Não espera outro resultado na assembleia geral de acionistas da empresa de e-commerce, marcada para o próximo dia 30, que não seja a
aprovação da oferta de compra apresentada pelo Magazine Luiza. São aproximadamente US$ 60 milhões, fora as dívidas.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

10.05.19
ED. 6111

“Governo de transição”

Segundo informações filtradas da Netshoes, a permanência de Marcio Kumruian como CEO da empresa de e-commerce tem prazo de validade. Ele deverá permanecer no posto em uma gestão de transição, provavelmente até o fim deste ano. Procurado, o Magazine Luiza, que fechou a compra do Netshoes, afirma que, por contrato, “Kumruian continua na operação.” Por quanto tempo? Não diz.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

12.04.19
ED. 6093

Mero espectador

Marcio Kumruian, acionista e CEO da Netshoes, tornou-se um mero passageiro na companhia que fundou. Os fundos Temasek e Tiger Global tomaram as rédeas das negociações para a venda da empresa, à revelia de Kumruain, contrário à operação. Entre os candidatos à aquisição está o Mercado Livre, conforme o RR antecipou na edição de 9 de abril.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

12.04.19
ED. 6093

Ponto final

Os seguintes citados não retornaram ou não comentaram o assunto: BR, Avianca, Netshoes, Vivo, FerroFrente e Rumo.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

09.04.19
ED. 6090

Mercado Livre avança

O Mercado Livre está em negociações para a compra do Netshoes. A empresa de e-commerce pertence a fundos internacionais, capitaneados pelo Temasek, braço de investimentos do governo de Cingapura, e o norte-americano Tiger Global. O Netshoes convive com seguidos prejuízos e uma dívida crescente, fatores de atrito entre os acionistas e o CEO, Marcio Kumruian, fundador da empresa.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

09.04.19
ED. 6090

Ponto final

Procurados pelo RR, os seguintes citados não retornaram ou não comentaram o assunto: Mercado Livre e Netshoes.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.10.18
ED. 5967

GP Investimentos costura fusão entre Netshoes e Centauro

A GP Investimentos está em negociações para a compra da Netshoes. Segundo o RR apurou, as gestões são conduzidas em Nova York, diretamente com os fundos controladores da empresa de comércio online, o norte-americano Tiger Global, GIC e Temasek – os dois últimos, ligados ao governo de Cingapura. A GP mexe as peças no tabuleiro, preparando o que seria o seu xeque-mate: a fusão da Netshoes com a Centauro, da qual a gestora de recursos é acionista, com 36,5%. Em jogo, a criação de uma plataforma integrada de varejo esportivo, juntando e-commerce e mais de 180 lojas físicas, com faturamento somado da ordem de R$ 4 bilhões por ano. Procuradas pelo RR, GP, Netshoes e Centauro não quiseram se pronunciar. A Netshoes é hoje uma presa frágil para predadores como a GP. Em delicada situação financeira, a empresa perdeu mais de 80% do seu valor de mercado nos últimos 12 meses. Ao mesmo tempo, tornou-se um octagon societário. Tiger, GIC e Temasek aceitam permanecer no negócio como minoritários, mas querem afastar do capital e da gestão o acionista fundador, Marcio Kunruian – ver RR edição de 14 de agosto.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

20.09.18
ED. 5957

Cartão vermelho

O fundador do Netshoes, Marcio Kumruian, tornou-se persona nom grata tanto para os atuais sócios como para os potenciais compradores da empresa. As negociações para a venda da companhia de e-commerce – informação antecipada pelo RR na edição de 14 de agosto – passam pela saída de Kumruian do capital e da gestão.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

20.09.18
ED. 5957

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Netshoes e Hidrovias do Brasil.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

14.08.18
ED. 5931

Fundos de investimento decretam “estado de sítio” na Netshoes

O empresário Marcio Kumruian, fundador e CEO da Netshoes, tornou-se refém dentro de sua própria companhia. Os fundos de investimento internacionais que dividem o controle da empresa de e-commerce tomaram as rédeas do negócio, transformando Kumruian em figura decorativa. À frente do “motim”, o norte-americano Tiger Global Investors, GIC e Temasek – os dois últimos, fundos soberanos de Cingapura – buscam uma solução para a delicada situação da Netshoes, um dos maiores sites de artigos esportivos do país.

O mais provável é que o take over de fato se torne também de direito, com a recompra das ações em mercado. Desde já, segundo fonte ligada à própria Netshoes, os fundos estariam preparando um tratamento de choque na empresa, com a revisão do modelo estratégico, encerramento de operações deficitárias e redução do quadro de funcionários, hoje da ordem de 1,9 mil pessoas. O objetivo seria arrumar a casa para a fusão da Netshoes com outra plataforma de varejo online. A Netshoes é um case às avessas no badalado universo digital.

Um ano e quatro meses após o IPO, a empresa derrete na bolsa de Nova York, tragada pelos sucessivos prejuízos – aproximadamente R$ 320 milhões desde o início de 2017. Nesse período, perdeu 90% do seu valor de mercado, o que a torna uma presa ainda mais fácil para os fundos de investimento. A preços de hoje, raspar o tacho das ações em mercado custa cerca de US$ 60 milhões, praticamente um décimo do que seria há pouco mais de um ano.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

14.08.18
ED. 5931

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Netshoes, Petrobras, GWI, Gafisa e Contém 1g.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

21.05.18
ED. 5871

Por um fio

Fundador da Netshoes, Marcio Kumruian está por um fio no cargo de CEO. É grande a pressão dos fundos norte-americanos devido ao esfarelamento da ação nas bolsas.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

21.05.18
ED. 5871

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Petrobras, Netshoes e Citic.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

25.04.18
ED. 5854

Netshoes sob o fogo amigo

É grande a pressão dos acionistas, notadamente o Temasek, fundo soberano de Cingapura, sobre o CEO da Netshoes, Marcio Kumruian. Além da recente troca na diretoria financeira, os investidores fazem carga por novas mudanças na gestão. Exigem também um agudo corte de custos – no primeiro trimestre do ano, as despesas operacionais dispararam em relação a igual período no ano passado (24%). Os fundos sabem onde o calo lhes aperta: desde o IPO da Netshoes, em abril do ano passado, a ação já caiu mais de 60%.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

25.04.18
ED. 5854

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Xerox, Cemig, ISA, Arauco e Netshoes.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

29.11.17
ED. 5755

Inadimplência mina resultados da Netshoes

A Netshoes caminha para fechar o último trimestre mais uma vez no vermelho – a empresa de e-commerce já acumula perda de R$ 120 milhões no ano. O maior fator de pressão sobre o resultado vem da inadimplência no segmento de B2B. A companhia deverá a aumentar as provisões para recebíveis duvidosos por conta dos atrasos de pagamentos dos clientes corporativos. Segundo o RR apurou, o ajuste contábil no último trimestre do ano poderá superar os R$ 14 milhões do balancete entre junho e setembro. Procurada, a Netshoes disse que “como uma companhia listada na Bolsa de Nova York, não comenta provisões futuras.”

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

27.11.17
ED. 5753

Bônus, que bônus?

Desde o dia 9 de outubro, quando terminou o embargo para os executivos do Netshoes venderem as ações que receberam no IPO, despencou e caiu quase 50%.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

20.07.17
ED. 5665

Netshoes aperta o passo rumo à Dafiti

Três meses após o IPO na Bolsa de Nova York, os acionistas da Netshoes já articulam uma nova injeção de recursos na empresa de varejo online. Segundo uma fonte que acompanha as discussões, o aporte seria liderado pelo Temasek, fundo soberano de Cingapura. A capitalização é peça-chave para a Netshoes fechar uma grande aquisição ainda neste ano. O alvo principal é a Dafiti, controlada pelo fundo alemão Rocket. Trata-se de um projeto antigo de Marcio Kumruian, fundador e CEO da empresa. Com a aquisição, a Netshoes saltaria para um faturamento anual de R$ 4 bilhões e reforçaria sua operação não apenas no mercado brasileiro, mas em outros países da América do Sul, como Argentina, Chile e Colômbia.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

20.07.17
ED. 5665

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: Netshoes, Dafiti e Advent.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

22.02.17
ED. 5566

Amazon clica na Netshoes

Realizar o tão prometido IPO ou ceder ao assédio de um gigante mundial do e-commerce? Este é o doce dilema dos sócios da Netshoes. A Amazon está cercando a empresa por todos os lados. Não é mera força de expressão. Os norte americanos estariam mantendo conversas paralelas com os principais acionistas do site de vestuário e artigos esportivos: aqui, Marcio Kumruian, fundador e CEO da empresa; lá fora, o Temasek, fundo soberano de Cingapura, e as gestoras Tiger Global e Iconiq Capital. A aquisição da Netshoes daria à Amazon uma fatia significativa das vendas online de vestuário esportivo no Brasil – seu faturamento gira em torno de R$ 2,5 bilhões por ano. Os norte americanos herdariam também operações na Argentina e no México. Consultada, a Netshoes nega a venda.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

24.01.17
ED. 5545

IPO da Netshoes: será que agora vai?

Os principais acionistas da Netshoes – leia-se o Temasek, fundo soberano de Cingapura, e as gestoras norte americanas Tiger Global e Iconiq Capital – pretendem decidir até março se levam ou não adiante o IPO da companhia prometido para este ano. O mercado está cético. A empresa de e-commerce costuma anunciar sua abertura de capital nos anos pares para suspendê-la nos anos ímpares. Ou vice-versa.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

28.09.16
ED. 5464

IPO à vista

 A Netshoes, uma das maiores empresas de comércio eletrônico do país, vai abrir o capital. O IPO está programado para o primeiro trimestre de 2017. Controlada pelo empresário Marcio Kumruian, a Netshoes deverá faturar cerca de R$ 2,4 bilhões neste ano. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Netshoes.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

03.06.16
ED. 5382

Aporte soberano

O GIC, fundo soberano de Cingapura, estaria liderando um novo aporte de capital na Netshoes, um dos maiores sites de comércio eletrônico do Brasil. A injeção seria da ordem de US$ 100 milhões. Procurada pelo o RR, a Netshoes não comentou o assunto.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

10.11.14
ED. 4997

Netshoes

Cassio Casseb, ex-presidente do BB e do Pão de Açúcar, teria se tornado uma espécie de interventor do Netshoes. Nomeado para o Conselho pelo fundo Temasek, um dos acionistas da empresa de e-commerce, Casseb vem dando as cartas na gestão.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

26.06.14
ED. 4900

Forasteiros invadem as lojas da Centauro

Aonde o empresário Sebastião Bonfim, fundador da Centauro, pretende chegar? Aos poucos, Bonfim vem fatiando a rede varejista entre fundos de investimento. O mais novo personagem deste enredo é o Tiger Global. O private equity estaria negociando a compra de uma participação na Centauro. Chegando a  empresa, os norteamericanos vão se juntar a  GP Investimentos e ao Partners Group, que já detém aproximadamente 40% do capital. Não custa lembrar que o Tiger Group tem espalhado seus tentáculos pelo varejo brasileiro, notadamente no segmento de comércio eletrônico: é acionista do Decolar.com, do Netshoes e da B2W. As seguidas negociações com fundos de investimento têm alimentado as especulações sobre o futuro da Centauro. Há fortes evidências de que Sebastião Bonfim estaria preparando o terreno para vender o controle da rede de lojas, muito provavelmente permanecendo no negócio apenas com uma participação minoritária. Há pouco mais de um ano, Bonfim passou a dividir a gestão da companhia com o GP Investimentos. Por sinal, línguas ferinas dizem tratar-se de uma relação cheia de arestas – a GP faz valer cada centavo dos R$ 450 milhões que pôs no bolso do empresário e não abre mão de um centímetro de poder na companhia. Em tempo: o avanço de forasteiros no capital da Centauro coincide com um momento de franca expansão da empresa. Neste ano, a rede deve romper a marca de R$ 2 bilhões de faturamento e de 250 lojas.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.06.14
ED. 4885

Americanas

Troca-troca a  vista no capital da Lojas Americanas. Dona de 10% na rede varejista, a norte-americana Mutual Life Insurance estaria prestes a vender suas ações. O principal candidato seria a conterrânea Tiger Global, que já tem um cipoal de participações em empresas brasileiras de varejo – Decolar.com, Netshoes e a própria B2W, ligada a  Americanas.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

02.05.14
ED. 4862

Netshoes e Comprafacil piscam na tela do Alibaba

O Alibaba, um dos maiores players do comércio eletrônico no mundo, está disposto a cravar uma aquisição no Brasil. Dois nomes aparecem com força no radar do grupo chinês: o Comprafacil.com e o Netshoes. O primeiro é visto pelos asiáticos como uma presa fácil, com o perdão do trocadilho. Em recuperação judicial, o Grupo Hermes não vê a hora de passar o Comprafacil.com a  frente para fazer caixa e abater parte do seu passivo, superior a R$ 600 milhões. No caso do Netshoes, trata-se de uma investida mais complexa. A empresa é considerada um dos maiores cases de sucesso do e-commerce no Brasil – não obstante os prejuízos acumulados nos últimos três anos. Em cinco anos, seu faturamento saltou de R$ 300 milhões para mais de R$ 1 bilhão. Um dos acionistas da companhia é o Temasek, fundo soberano de Cingapura. O Alibaba está no Brasil desde 2011. Está, mas não está. Sua operação se resume a  venda de produtos por meio de seu site internacional. Pouco, muito pouco, para uma empresa que comercializa por ano algo equivalente a US$ 160 bilhões. A aposta no Brasil coincide com um momento da maior importância na história do Alibaba. O grupo está prestes a fazer um dos IPOs mais aguardados dos últimos anos. A expectativa do mercado é que a oferta de ações supere os US$ 16 bilhões captados pelo Facebook.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

02.08.13
ED. 4704

Netshoes

Com crise ou sem crise, o Netshoes, maior site de venda de artigos esportivos do Brasil, planeja abrir seu capital na Nasdaq.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

11.04.13
ED. 4625

Tênis apertado

O agressivo fundo norteamericano Tiger Global, maior acionista da Netshoes, estaria insatisfeito com a performance da empresa de comércio eletrônico. É muito marketing, muita purpurina, muito investimento para pouquíssimo resultado. Vai acabar sobrando para o presidente da Netshoes, Marcio Kumruain. Procurada, a empresa negou qualquer desentendimento com o Tiger. Bem, ao que consta, é exatamente o contrário.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

06.03.13
ED. 4600

Netshoes

A Netshoes parece calçar cada vez melhor nos pés do Temasek. O fundo soberano de Cingapura, que já aportou R$ 130 milhões na empresa de comércio eletrônico, negocia a compra de mais um pedaço do capital. Procurada, a Netshoes declarou que “não confirma a informação”.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

15.02.13
ED. 4587

Netshoes

Com o caixa reforçado pelos aportes do Temasek, fundo soberano de Cingapura, e da americana Tiger, a Netshoes vai partir para a compra de sites de comércio eletrônico.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

14.11.12
ED. 4528

Netshoes

Os R$ 135 milhões aportados pelo Temasek na Netshoes foram só o pontapé inicial. O fundo soberano de Cingapura prepara-se para liberar mais R$ 80 milhões ao site de artigos esportivos. Procurada, a Netshoes disse “não confirmar o novo aporte”.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

24.02.12
ED. 4356

Nike, Centauro e Netshoes amarram seus cadarços no varejo

Há uma triangulação em curso no varejo esportivo. No centro do gramado, tocando a bola de pé em pé, estão uma das maiores fabricantes mundiais do setor e dois dos principais revendedores do país. A Nike vem mantendo conversações com o Grupo SBF, do empresário Sebastião Bonfim Filho, controlador da rede de lojas Centauro, e a Netshoes, nome forte do comércio eletrônico. As tratativas passam pela criação de uma joint venture, que se tornaria responsável pela distribuição e venda de todos os produtos da Nike no mercado brasileiro. As lojas próprias que a empresa norte-americana já mantém no país também ficarão debaixo desta nova empresa. A tríplice tabelinha vem sendo feita com muito cuidado e cautela. Todas as três empresas sabem que entraram em uma estrada de mão dupla, um negócio com o qual têm muito a ganhar, mas que também traz um risco embutido. Não obstante a aposta na joint venture para alavancar suas vendas no Brasil, a Nike nem pensa em abrir mão da parceria com outras redes varejistas que comercializam seus produtos. Centauro e Netshoes, por sua vez, também terão de fazer contorcionismos e caprichar no jogo de cintura para evitar qualquer tipo de indisposição com outros grandes fabricantes de artigos esportivos. Até mesmo em razão desta delicada relação com outros parceiros, Nike, Centauro e Netshoes têm duas hipóteses sobre a mesa para o modelo de atuação da nova empresa. Uma delas, a mais óbvia, envolve a utilização das próprias lojas da Centauro e da estrutura de distribuição da Netshoes. No entanto, o trio discute uma alternativa: a criação de uma empresa do zero, que teria como acionistas não a Centauro e a Netshoes, mas, sim, seus controladores. Aos olhos das duas varejistas, este divórcio societário seria uma forma de evitar atritos com os demais fornecedores. Por ora, segundo uma fonte que acompanha as negociações, o certo mesmo é que o controle da joint venture será dividido em partes iguais pela trinca.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

07.02.12
ED. 4346

Netshoes

A B2W está rondando o Netshoes, um dos maiores sites de venda de artigos esportivos do Brasil.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.