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39  resultados para MRV

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Notícias encontradas

01.10.18
ED. 5964

Banco de imóveis

Rubens Menin, dono da MRV e do Banco Inter, quer colocar os dois negócios em uma coqueteleira e criar uma plataforma digital de financiamento para a habitação. Vale como hedge. Menin não sabe o que 2019 reserva para a MRV: mais de 90% das suas vendas dependem do Minha Casa, Minha Vida.

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01.10.18
ED. 5964

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: MRV e Adecoagro.

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20.08.18
ED. 5935

“Minha Casa, meu lucro”

Rubens Menin já é chamado por seus pares de “Ministro do Minha Casa, Minha Vida”. O dono da MRV Engenharia é hoje o principal interlocutor do setor imobiliário com os candidatos à Presidência da República. Tem levado a eles o pleito não apenas de manutenção, mas de expansão do programa habitacional. Menin fala por todos, mas especialmente por si: mais de 90% do faturamento da MRV vêm do Minha Casa.

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18.06.18
ED. 5890

Meu dividendo, minha vida

O mercado aposta em uma distribuição recorde de dividendos da MRV em 2018, bem superior aos R$ 155 milhões do ano passado. Do valor, 33% vão para o bolso do acionista fundador, Rubens Menin. Não deixa de ser uma espécie de seguro antecipado. Nunca se sabe o que o próximo presidente da República fará do programa Minha Casa, Minha Vida, responsável por mais de 90% da receita da MRV.

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16.03.18
ED. 5827

Minha Casa, meu negócio

Rubem Menin, dono da MRV, é tratado no próprio governo como “Ministro do Minha Casa, Minha Vida”. O epíteto se deve tanto pela permanente interlocução com o ministro das Cidades, Alexandre Baldy, quanto pelo peso do programa habitacional em sua incorporadora – mais de 90% das receitas. Se um balançar, a outra enverga.

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23.02.18
ED. 5812

Jorge Paulo Lemann joga a rede sobre um cardume de fintechs

Os caminhos da tecnologia estão levando Jorge Paulo Lemann de volta aonde tudo começou: o setor financeiro. O Innova Capital, fundo criado por Lemann para o financiamento de startups, vai partir para a consolidação de fintechs. O objetivo é criar uma hidra digital, uma multiplataforma de soluções e aplicativos voltados à prestação de serviços financeiros.

Segundo o RR apurou, após uma pré-seleção, o Innova Capital trabalha com uma lista de oito empresas, candidatíssimas a receber um aporte de Lemann. De acordo com informações filtradas do próprio fundo, os cabeças de chave da lista são o Banco Neon, do investidor Pedro Conrade, e o Banco Inter, do empresário Rubens Menin,dono da MRV Engenharia. Este último, o antigo Banco Intermedium, lançou sua operação digital há cerca de um ano e já soma mais de 300 mil clientes.

Segundo a mesma fonte, outras duas eleitas seriam o PJ Bank, que desenvolveu uma solução digital para boletos eletrônicos, e a Nexoos, plataforma de empréstimos para pequenas e médias empresas. Consultados pelo RR, Innova Capital, Neon, Banco Inter e Nexoos não se pronunciaram. O PJ Bank afirma não ter sido procurado. O caminho natural aponta para a posterior integração não apenas entre as fintechs fisgadas pelo Innova, mas também com outros aplicativos que já caíram na rede do venture capital de Lemann. É o caso do iFood e do PlayKids, serviço de streaming para o público infantil, ambos pendurados na Movile, uma espécie de hub tecnológico. Ao lado do grupo sul-africano Naspers, Lemann “pingou” cerca de US$ 80 milhões na empresa.

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17.01.18
ED. 5788

Válvula de escape

A MRV tem planos de “exportar” o “Minha Casa Minha Vida“, leia-se levar para o exterior a sua expertise na construção de imóveis populares. Segundo o RR apurou, há conversas em gestação com investidores asiáticos. Com a escassez de recursos para o MCMV, mais do que uma estratégia de negócio passa a ser uma questão de sobrevivência.

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17.01.18
ED. 5788

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: TIM Brasil, MRV, Ministério Público e CBF.

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31.10.17
ED. 5736

Meu banco, minha vida

O empresário Rubens Menin, dono da construtora MRV, já tem um senhor hedge para as intempéries do “Minha Casa, Minha Vida” e do setor imobiliário. Pretende amealhar entre R$ 800 milhões e R$ 1 bilhão com o IPO do Banco Inter, programado para 2018.

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20.10.17
ED. 5729

Um dia a casa cai

Entre os empresários do setor imobiliário, cresce a aflição com o raquitismo do Minha Casa, Minha Vida. Algumas das maiores incorporadoras do país estão escoradas no programa habitacional. Um dos casos mais agudos é a MRV, de Rubens Menin: hoje, mais de 90% das suas vendas saem do MCMV. Recentemente, a cúpula da Associação Brasileira das Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) foi de chapéu na mão pedir uma ajuda ao ministro Henrique Meirelles. Os empresários saíram do encontro mais angustiados do que quando chegaram. Meirelles não dourou a pílula: os cortes no Orçamento seguirão ceifando os desembolsos do Minha Casa, Minha Vida. Entre janeiro e agosto, os recursos liberados somaram apenas R$ 1,8 bilhão. O total de financiamentos neste ano ficará bem abaixo dos R$7,9 bilhões de 2016 e muito aquém dos R$ 20,7 bilhões de 2015.

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29.08.17
ED. 5693

Seguro-garantia

Antes que o tempo vire e os ventos da política habitacional do governo eventualmente mudem de direção, o empresário Rubens Menin está preocupado em reduzir a extrema dependência do “Minha Casa, Minha Vida” – o programa responde por 95% da receita da MRV, sua construtora. Prova disso foi a decisão de Menin de fazer um aporte de R$ 210 milhões do próprio bolso em outras de suas empresas, a Log Commercial Properties. Segundo o RR apurou, o objetivo é financiar a aquisição de galpões logísticos e industriais. A MRV confirmou o aporte, mas não se pronunciou quanto aos planos de Menin.

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10.07.17
ED. 5657

Planos para o IPO

Rubens Menin, dono da MRV Engenharia, já faz planos para o IPO do Banco Inter.

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08.06.17
ED. 5636

“Sua casa, meu lucro”

Crise? Só se for no terreno do lado. O “Minha Casa, Minha Vida” criou um bolsão de prosperidade entre os escombros do setor imobiliário. Dois exemplos:

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A Tenda vai investir R$ 2 bilhões na compra de terrenos. Com 70% do seu faturamento pendurados no programa do governo, a maior preocupação da empresa neste momento é recompor seu landbank para futuros projetos de habitação popular. Grande parte do banco de terrenos da Tenda já está comprometida com os lançamentos previstos para 2017 e 2018.

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A MRV caminha para fechar o mês de junho com o maior Valor Geral de Vendas para um primeiro semestre da sua história. Será também o vigésimo trimestre seguido de geração de caixa. O “Minha Casa, Minha Vida” responde por mais de 95% da sua receita.

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08.06.17
ED. 5636

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Previ, OAS, Tenda, MRV, Locamerica e Unidas.

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22.03.17
ED. 5583

Tempo de colheita

Além do lançamento de R$ 500 milhões em debêntures, a MRV prepara uma nova emissão de Créditos de Recebíveis Imobiliários (CRIs) para o segundo semestre. A expectativa é arrecadar mais R$ 300 milhões. Procurada, a MRV afirmou que só comenta informações desta natureza em seus documentos públicos.

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09.03.17
ED. 5574

MRV vai aonde o Minha Casa está

No embalo da nova fase do Minha Casa, Minha, Vida e da liberação de recursos do FGTS, a MRV está investindo R$ 400 milhões na compra de terrenos para a construção de habitações populares. Uma demonstração do apetite da construtora pelo segmento será dada amanhã, com o lançamento de um empreendimento com 7,5 mil apartamentos para a população de baixa renda em Pirituba, Zona Norte de São Paulo. Com 90% do seu faturamento dependentes do Minha Casa, Minha Vida, não admira que Ruben Menin, dono da MRV, costume tecer loas ao governo de Michel Temer e, em especial, ao ministro Henrique Meirelles nos eventos do setor.

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09.03.17
ED. 5574

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: MRV e Texas Pacifi c Group.

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14.02.17
ED. 5560

Procura-se

Rubem Menin, dono da MRV, busca um sócio para o Intermedium, seu banco digital. O forte da instituição, como não poderia deixar de ser, é o crédito imobiliário.

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06.02.17
ED. 5554

Fato raro: o governo foi rápido no gatilho

Com o novo pacote de estímulo o financiamento habitacional, que inclui a criação de mais uma faixa no Minha Casa, Minha Vida (MCMV) e a ampliação do uso do FGTS, o governo espera aparar arestas que ele próprio criou no setor. Grandes incorporadoras imobiliárias à frente do MCMV, como MRV e Gafisa/Tenda, ameaçaram pisar no freio depois das recentes mudanças nas regras do FGTS. Em dezembro, a Fazenda anunciou a liberação os saques de contas inativas do Fundo, reduzindo a oferta de recursos para o crédito imobiliário.

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19.01.17
ED. 5542

Casa própria

O empresário Rubem Menin, dono da MRV, tem chamado a atenção de seus pares pelos rasgados elogios ao governo Temer. Mais de 90% do faturamento da construtora estão pendurados no “Minha Casa, Minha Vida”. Qualquer soluço no programa habitacional é capaz de trincar as paredes da MRV.

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08.12.15
ED. 5264

Casa de praia

 O mercado imobiliário está de mudança para o exterior. A Viver, controlada pelo fundo norte-americano Paladin, costura acordos com empresas dos Estados Unidos para vender imóveis a brasileiros residentes no país. Segue os passos da MRV, que já montou um posto avançado na Flórida. Procuradas pelo RR, as seguinte empresa não retornou ou não comentou o assunto: Viver

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21.07.15
ED. 5167

Aposta de risco

Nestes tempos de atraso nos pagamentos do Minha Casa, Minha Vida, Rubem Menin, dono da MRV, anda se perguntando se não exagerou na dose. Neste momento, mais de 80% dos negócios da construtora estão pendurados no programa habitacional.

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22.05.15
ED. 5126

Efeito cascata

As peças do dominó começam a cair: a MRV estaria postergando o pagamento de alguns fornecedores, notadamente em Minas Gerais, devido a atrasos no repasse de recursos do Minha Casa, Minha Vida.

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30.01.15
ED. 5052

MRV Engenharia

Um grande fundo de investimentos do mundo árabe está rondando a MRV Engenharia, controlada pelo empresário Rubens Menin.

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17.04.14
ED. 4854

Encenação

Fundos minoritários da MRV Engenharia estão céticos em relação ao processo de sucessão da empresa. O compartilhamento da gestão entre Rafael Menin e Eduardo Fischer não passaria de jogo de cena. A percepção é de que o controlador, Rubem Menin, seguirá dando as cartas.

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17.01.14
ED. 4819

O “black block” da MRV Engenharia

Há um inquilino de peso fazendo barulho na MRV Engenharia. Ativista puro sangue, o BlackRock está em rota de colisão com o empresário Rubem Menin, fundador e presidente da construtora. Dona de 5,13%, a gestora norte-americana tem feito severas críticas a  administração de Menin. Entre outros reclames, estaria cobrando maior transparência na apresentação dos resultados financeiros e do plano de negócios para este ano. Outro alvo seria a alegada ausência de disclosure das informações referentes aos projetos incluídos no Minha Casa, Minha Vida, responsáveis por quase 90% da receita total da MRV. A insatisfação do BlackRock é anabolizada pela queda da rentabilidade da companhia. Entre janeiro e setembro de 2013, a MRV teve um lucro de R$ 350 milhões. Está longe de ser uma cifra para se jogar fora. No entanto, este valor representa uma queda de 15% em relação ao resultado dos nove primeiros meses de 2012. Neste cenário, a gestora norte- americana exige uma maior participação na gestão da MRV. Ressalte-se que a BlackRock, que, com o perdão do trocadilho infame, rima com black block, não é o único manifestante nas ruas da construtora. Os norteamericanos vêm buscando o apoio de outros fundos acionistas da empresa. Entre eles está o Oppenheimer, outro osso duríssimo de roer. Que o diga o empresário Edson Bueno, que bateu de frente com os norte-americanos na operação de recompra de ações da Dasa

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30.12.13
ED. 4807

MRV Engenharia

O empresário Rubem Menin está com as portas da MRV Engenharia abertas para um novo sócio.

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23.12.13
ED. 4804

Tapete vermelho

O empresário Rubem Menin está com as portas da MRV Engenharia abertas para um novo sócio.

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01.10.13
ED. 4746

MRV Engenharia

O empresário Rubens Menin busca um sócio para a Urbamais, divisão de loteamentos urbanos da MRV Engenharia. Não está fácil tocar o negócio sozinho.

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21.06.13
ED. 4674

Crédito rarefeito assusta os clientes da MRV

O inferno astral de Rubens Menin, dono da MRV, parece não ter um ponto final. Como se não bastasse o recente imbróglio na Justiça trabalhista, que, inclusive, levou a Caixa Econômica a suspender temporariamente a concessão de crédito para a construtora, e os atritos com o governo por conta dos atrasos em projetos do Minha Casa, Minha Vida – ver RR edição nº 4.557 -, Menin está diante de um novo e delicado problema, diretamente vinculado ao desempenho da companhia. A MRV não tem conseguido estancar o êxodo de clientes. No primeiro trimestre deste ano, a empresa registrou mais de dois mil distratos, ou seja, imóveis que já estavam contabilizados como receita e voltaram para a prateleira por desistência do comprador. Os cancelamentos somaram cerca de R$ 236 milhões. Esta cifra seria aproximadamente 40% superior a  registrada entre janeiro e março de 2012. Segundo o RR apurou, a situação tende a se agravar. A MRV calcula que o índice de distratos no primeiro semestre poderá chegar a R$ 600 milhões. Para efeito de comparação, isso representaria uma perda equivalente a 15% da receita total no ano passado. Consultada, a MRV informou que “não comenta boatos de mercado”. O elevado índice de distratos reflete outro problema da MRV. Na tentativa de reequilibrar suas finanças, a empresa tem sido forçada a adotar uma política de crédito cada vez mais restritiva, gerando um efeito colateral em suas vendas. No primeiro trimestre do ano, por exemplo, 96% dos cancelamentos de contratos se deveram justamente a  falta de financiamento para o cliente. Essa situação cria um círculo vicioso para a MRV. Hoje, mais de 90% da receita da companhia vêm da venda de imóveis no âmbito do Minha Casa, Minha Vida. Mas como a liberação de crédito por parte da Caixa Econômica tem um timing próprio, na maioria das vezes não exatamente no fuso horário das necessidades de funding das construtoras, a MRV e suas congêneres costumam usar receita proveniente de outras obras para tocar os projetos incluídos no programa habitacional. Ou seja: uma mão lava a outra e as duas juntas garantem o caixa. Com o aumento do índice de distratos, é cada vez maior o risco de que o cobertor de Rubens Menin fique curto demais. Ressalte-se que o carry over recente da MRV não ajuda. A companhia fechou 2012 com as piores margens de lucro de sua história – não por acaso, em pouco mais de 12 meses, a ação da companhia desmoronou quase 50%.

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06.02.13
ED. 4583

MRV bate de frente com seu “sócio majoritário”

Talvez seja exagero dizer que a casa começou a cair. Mas Rubem Menin, dono da MRV, terá de recorrer a uma enorme engenharia institucional para evitar o desmoronamento da viga mestra de seus negócios: o relacionamento com o governo, notadamente a Caixa Econômica Federal, que se tornou uma espécie de sócia majoritária sem ações da empresa. A recente decisão da Caixa, acompanhada pelo BB, de suspender temporariamente os empréstimos a  companhia por conta das denúncias de trabalho escravo é apenas a parte mais visível deste processo de erosão. No altocomando da Caixa, a começar pelo próprio presidente, Jorge Hereda, há uma crescente dose de irritação e má vontade em relação a Menin e a  MRV. A ordem é não facilitar a vida da construtora. O motivo são os constantes atrasos na entrega de imóveis financiados no âmbito do “Minha Casa, Minha Vida”, potencializados pelas críticas do empresário ao governo. O desgaste nas relações entre a Caixa e a MRV teriam se acentuado desde meados do ano passado, quando o número de projetos em atraso começou a crescer. Há obras vinculadas ao “Minha Casa, Minha Vida” que já teriam excedido o cronograma em mais de dois anos. O problema se alastra por diversas regiões. Em São Paulo, a MRV se tornou uma das três construtoras com maior número de queixas registradas no Procon. No Rio Grande do Norte, a companhia foi condenada a pagar uma indenização de R$ 21 milhões a cerca de 700 clientes por atrasos na entrega de dois condomínios residenciais em Nova Parnamirim. A direção da Caixa tem feito pressão para que a MRV apresente um plano de medidas capaz de amenizar os atrasos e ajustar o cronograma das obras. Mas, até agora, nada. A insatisfação do comando da Caixa Econômica é proporcional ao peso da MRV no “Minha Casa, Minha Vida”. A empresa mineira é uma espécie de Atlas do projeto. Carrega sobre os ombros quase 400 empreendimentos. São R$ 6 bilhões em carteira. Significa dizer que, sozinha, a MRV responde por quase metade da soma dos contratos firmados pelas dez maiores construtoras participantes do programa habitacional. Mérito de Rubem Menin, que, além de sua competência técnica, soube se aproveitar das muitas estradas que pavimentou junto ao governo federal, especialmente a Caixa. Estradas que, agora, estão bastante esburacadas. Os atrasos no “Minha Casa, Minha Vida” não são exclusividade da MRV. Há construtoras participantes do programa em situação bem mais delicada. No entanto, além do peso da companhia no programa, outro fator tem ajudado a inflar o estado de exasperação da Caixa: a postura de Rubem Menin. Há meses, o empresário vem cobrando, em praça pública, a revisão da tabela de preços dos imóveis do “Minha Casa, Minha Vida”. Diante do seu comportamento, há uma pergunta que não quer calar em Brasília: “Logo ele, dono de uma construtora que, em alguns meses, chega a ter quase 90% da receita lastreados em obras com financiamento público, sobretudo no âmbito do “Minha Casa, Minha Vida”? Em tempos em que a memória da Delta vai tão recente, performance como essa da MRV, sem querer fazer comparações, merece uma lupa; justamente o que o governo está fazendo. Consultada pelo RR, a MRV informou que mantém “boa e longínqua relação com os órgãos do governo, sobretudo a Caixa Econômica”.Garantiu que “os atrasos que porventura ocorrem são pontuais e já estão todos endereçados”.

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04.09.12
ED. 4480

Barriga cheia

As declarações de Rubens Menin, dono da MRV, que cobrou publicamente reajustes na tabela de preços do “Minha Casa, Minha Vida”, caíram mal na diretoria da Caixa Econômica. O próprio Jorge Hereda, presidente da CEF, teria falado cobras e lagartos de Menin, que prosperou, e muito, com o programa.

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18.07.11
ED. 4204

Construção

O empresário Rubens Menin anda angustiado. O motivo é o ritmo de vendas da construtora MRV, que estaria abaixo das metas projetadas.

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31.05.11
ED. 4171

Oferta da MRV

O empresário Rubens Menin prepara uma nova oferta de ações da construtora mineira MRV.

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01.03.11
ED. 4111

Caixa própria

O empresário Rubem Menin, dono da MRV Engenharia, é só elogios ao governo. Basta começar a falar para desfiar um rosário de afagos em Dilma Rousseff e na presidente da Caixa Econômica Federal, Maria Fernanda Coelho. Pudera! No último trimestre de 2010, quase 80% das vendas da MRV foram feitas no âmbito do Minha Casa, Minha Vida.

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09.12.10
ED. 4065

Metropolis é um caracol em busca de uma casa

O fundo alemão Metropolis Capital Markets procura uma casa própria no Brasil. Por meio da Metropolis Empreendimentos Imobiliários, está vasculhando os classificados com o objetivo de comprar participações minoritárias em construtoras e incorporadoras, sobretudo empresas voltadas a  habitação popular. Sondou a MRV, do empresário Rubem Menin, nome forte na venda de imóveis para as classes C e D. Outro alvo seria a construtora Mudar, controlada pelo Grupo AGM. A empresa tem negócios em São Paulo, Rio de Janeiro e Centro-Oeste. Deve fechar este ano com Valor Geral de Vendas acima de R$ 1 bilhão. O Metropolis Capital Markets é mais conhecido no Brasil pela sua investida na área de mineração. É o principal acionista da Steel Participações, que comprou o controle da Mhag, produtora de minério de ferro. Os alemães já aportaram mais de meio bilhão de dólares no país. Se sobra dinheiro, falta a  Metropolis uma dose de agilidade, ao menos na área imobiliária. Criada no início deste ano, só agora a Metropolis Empreendimentos Imobiliários saiu com mais elã em busca de aquisições. Por ora, trata-se de um caracol sem uma casa nas costas. A empresa ainda não tem qualquer negócio concreto. Para recuperar o tempo perdido, os alemães prometem um aporte de até R$ 350 milhões.

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14.10.10
ED. 4027

Cyrela e Homex duelam na porta da MRV Engenharia

A MRV Engenharia está no centro de um duelo. De um lado, a Cyrela; do outro, a mexicana Homex. Ambas são candidatas a  compra do controle da construtora mineira, um dos nomes principais da habitação para baixa renda. Apesar da musculatura financeira da Homex, a Cyrela está disposta a usar munição financeira de grosso calibre. A companhia, controlada pelo empresário Elie Horn, enxerga a MRV como o trampolim perfeito para saltar sobre a PDG Realty e reassumir o posto de maior construtora e incorporadora residencial do país. O modelo desenhado para a operação contemplaria a permanência do atual controlador da MRV, Rubens Menin, como sócio minoritário da nova empresa. Como bônus, ele passaria a ser acionista de uma companhia com valor de mercado de R$ 18 bilhões, um banco de terrenos avaliado em R$ 44 bilhões e faturamento anual na casa dos R$ 8 bilhões, contra aproximadamente R$ 6,5 bilhões da PDG. Apesar do apetite da Cyrela, a Homex também tem suas armas. Com a operação, Menin seria sócio da maior construtora para baixa renda da América Latina, empresa que serviu de musa inspiradora do modelo de habitação popular adotado pelas companhias brasileiras, a começar pela própria MRV. A Homex já está presente no país, mas ainda mantém uma operação incipiente, incompatível com o porte de seus negócios no México. Tem projetos em algumas poucas cidades do interior de São Paulo e, ao longo deste ano, investiu pouco mais de US$ 60 milhões, números diminutos para a escala deste mercado. Procurada pelo RR – Negócios & Finanças, a MRV negou qualquer negociação para a venda do controle. O fato é que Rubens Menin está em uma situação extremamente confortável. Nos dois casos, a hipótese de abrir mão da condição de sócio majoritário da MRV significa tirar o passaporte para um projeto ainda maior. Apesar da histórica resistência a  venda da empresa, os olhos de Menin brilham diante das cifras superlativas que envolvem a operação. Ressalte-se ainda o poder de barganha do empresário, em razão do valor da MRV tanto para a Cyrela quanto para a Homex. A empresa montou um cluster na habitação de baixa renda, muito em função da proximidade com a Caixa Econômica Federal. O programa Minha Casa, Minha Vida foi responsável por mais de 80% dos lançamentos feitos pela MRV no segundo trimestre do ano, que somaram R$ 1,1 bilhão.

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28.05.10
ED. 3931

MRV Engenharia

A MRV Engenharia, do empresário Rubens Menin, vem sendo assediada por uma grande, mas grande mesmo, construtora.

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25.01.10
ED. 3879

Fortuna

Sinal do apetite dos investidores: mal anunciou a emissão de R$ 400 milhões em debêntures, a MRV já garantiu demanda para o lançamento de um lote extra de 15%.

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