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176  resultados para Advent

Assuntos sugeridos

Notícias encontradas

10.04.19
ED. 6091

Tanque cheio

O fundo Advent entrou no páreo para se associar à BR Mania, a rede de lojas de conveniência da BR Distribuidora.

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10.04.19
ED. 6091

Ponto final

Procurados, os seguintes citados não retornaram ou não comentaram o assunto: Advent e BR Distribuidora.

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11.03.19
ED. 6069

Acabou a brincadeira

O Advent vai deixar o capital da Ri Happy, uma das maiores redes de varejo de brinquedo do país. O desembarque se dará por meio do IPO da empresa, previsto para junho.

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19.02.19
ED. 6058

M&A em construção

A Leroy Merlin teria aberto conversações com o Advent para a compra da Quero-Quero, rede de lojas de material de construção controlada pela gestora norte-americana. A empresa estaria avaliada em aproximadamente R$ 1,2 bilhão. Nada mau para o Advent, que, em 2010, investiu aproximadamente R$ 200 milhões na aquisição da varejista gaúcha. Com a operação, a Leroy Merlin dispararia na liderança do setor, pulando de um faturamento anual de R$ 5 bilhões para cerca de R$ 6,5 bilhões. Passaria ainda a ter uma forte presença na Região Sul, onde estão as 260 lojas da Quero-Quero. Procurada, a Leroy Merlin disse “não confirmar a informação”. Já o Advent não quis se manifestar sobre o assunto.

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01.02.19
ED. 6046

Ibmec na prateleira

Atenção, o Ibmec está à venda. Mas qual o Ibmec? Nada a ver com aquele partilhado por Paulo Guedes e Cláudio Haddad. Muito menos com a instituição de ensino pertencente ao grupo norte-americano Advent. O Ibmec que está na prateleira é praticamente só uma marca oca por dentro, cuja venda vem sendo gerida pelo ex-CVM Thomas Tosta de Sá. Esse Ibmec, que só fazia pesquisas e eventos, tinha ficado sob a gestão do ex-ministro João Paulo dos Reis Velloso, por ocasião da venda de sua parte educacional a Guedes. Aos potenciais interessados, fica a dica.

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24.01.19
ED. 6040

Quero-Quero

O Advent bateu o martelo: o IPO da Quero-Quero, rede de material de construção com mais de 240 lojas no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, sai até junho. Os norte-americanos garantem que agora é para valer. A abertura de capital da empresa varejista já foi programada e engavetada duas vezes.

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24.01.19
ED. 6040

Ponto Final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Lojas Renner, Carrefour, Advent e Estrela.

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17.12.18
ED. 6016

Tratamento de choque

O Advent, controlador do Walmart no Brasil, vai investir cerca de R$ 100 milhões para dar uma chacoalhada na operação de e-commerce da rede varejista. Nos últimos anos, a matriz do Walmart praticamente largou o negócio de lado, deixando para trás um rastro de prejuízos.

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17.12.18
ED. 6016

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: MAN e Advent.

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20.11.18
ED. 5997

O Walmart Brasil ainda é Walmart Brasil

Ainda vai levar um tempo para a gestão do Advent se refletir nos resultados do Walmart no Brasil. Segundo o RR apurou, a empresa vai fechar 2018 no vermelho. Será o oitavo ano de prejuízo no período de uma década. Além disso, o Walmart, que historicamente sempre teve um desempenho pífio no e-commerce no país, perdeu terreno no setor: sua participação no ranking das vendas pela internet no Brasil estaria perto dos 2%, contra 2,5% no ano passado.

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09.10.18
ED. 5970

Walmart sem remédio

O Advent deverá cindir o braço de varejo farmacêutico do Walmart Brasil e vender a operação. Os norte-americanos não encontram remédio para a baixa rentabilidade das drogarias do grupo.

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03.10.18
ED. 5966

“Interventor”

Quem manda no Walmart Brasil? Esta é a pergunta que tem sido feita nos próprios corredores da empresa. Mesmo com a contratação de Luiz Fazzio como CEO, Patrice Etlin, homem forte do Advent na América Latina, segue como uma espécie de “co-presidente” da rede varejista.

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18.09.18
ED. 5955

Cencosud é o novo nome da lista de compras do Advent

O Advent surge, neste momento, como o principal consolidador do varejo brasileiro. Após comprarm 80% da subsidiária do Walmart, o fundo norte-americano volta suas baterias na direção da Cencosud. A investida passa pela aquisição dos ativos dos chilenos no país – em um negócio estimado em aproximadamente R$ 3 bilhões. O ato seguinte seria a criação de uma holding para reunir todas as bandeiras de super e hipermercados do Walmart e da Cencosud – entre as quais figuram marcas tradicionais do setor, como Bompreço, Sam ́s Club, Prezunic e G. Barbosa.

Este novo conglomerado somaria mais de 650 lojas e um faturamento anual em torno de R$ 37 bilhões, ou mais de 10% de todas as vendas do varejo no país. Acima dele, apenas Carrefour e Casino/ Pão de Açúcar, cada um com receita próxima dos R$ 50 bilhões. Em menos de quatro meses, ahistória se repete e não necessariamente sob a forma de farsa: a exemplo do que ocorreu no caso do Walmart, mais uma vez o Advent se vê diante da oportunidade de pagar razoavelmente barato pelos ativos de um grupo varejista que acumula seguidas perdas financeiras no Brasil e empilha uma reestruturação atrás da outra sem resultados efetivos. Procurado, o Advent não quis se pronunciar.

A Cencosud, por sua vez, nega a venda de suas operações no Brasil e afirma que “segue apostando no mercado nacional.” Está feito o registro. No entanto, notícias que chegam do Chile dão conta que o próprio CEO do grupo, Jaime Soler, defende a saída do país. Por sinal, é sintomático que, passados seis meses do afastamento de Cristián Gutierrez da presidência da subsidiária brasileira, a matriz sequer tenha se dado ao trabalho de nomear um substituto definitivo. Desde março, o CFO da empresa no país, Sebastián Los, acumula o cargo “interinamente”. Com o duplo crachá, Los tem cortado investimentos e fechado lojas. Parece preparar a casa para um novo morador.

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04.09.18
ED. 5946

As chegadas e partidas do Advent

O Advent procura um comprador para a sua participação de 75% na Allied, uma das maiores fornecedoras de soluções em TI do Brasil. Estima-se que os norte-americanos possam embolsar cerca de R$ 1,5 bilhão com a operação. Por sinal, o Advent tem mantido um frenético ritmo no Brasil, nas duas pontas do balcão. Fechou a compra de 80% do Walmart Brasil mediante um aporte de recursos na operação da ordem de R$ 1,9 bilhão. Em contrapartida, nos últimos meses amealhou algo próximo de R$ 3 bilhões com a venda de suas participações no laboratório Fleury e no Terminal de Contêineres de Paranaguá. Está mais do que no lucro.

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04.09.18
ED. 5946

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Petrobras, Karoon, Sinochem, Advent, GP e BR.

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13.08.18
ED. 5930

Advent busca solução orgânica para os prejuízos do Walmart

A nova direção do Walmart Brasil, à frente o ex-Carrefour Luiz Fazzio, está debruçada sobre um projeto por ora guardado a sete chaves e restrito a não mais do que meia dúzia de executivos. Segundo o RR apurou, a rede varejista planeja criar uma nova bandeira para o mercado brasileiro, voltada à venda de produtos orgânicos. Estima-se que o investimento passe dos US$ 200 milhões. Será a primeira medida mais aguda da era Advent, que comprou o controle do Walmart no país. Ao lado dos investimento no “atacarejo”, será a grande aposta dos norte-americanos para reduzir os prejuízos do negócio no país. Para os norte-americanos, a nova rede terá dupla valia. A primeira delas é entrar em um mercado estratégico que já está no radar da concorrência. O próprio Carrefour, que acaba de comprar uma das maiores redes de produtos orgânicos da Europa, já anunciou a criação de espaços exclusivos para o segmento dentro de suas lojas. Ao mesmo tempo, a nova diretoria do Walmart Brasil vislumbra uma solução para algumas das lojas deficitárias no país – e não são poucas. A ideia é que a nova bandeira, formada por lojas compactas, ocupe áreas nos hipermercados do grupo.

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01.08.18
ED. 5922

XP (Itaú) às compras

O Itaú quer usar a XP como consolidadora de empresas e plataformas de investimento. Na mira, a corretora Easyinvest, que tem entre os seus acionistas o fundo norte-americano Advent.

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20.07.18
ED. 5914

Bota-abaixo

O fundo Advent já deu sinal verde para uma reestruturação na operação de e-commerce do Walmart Brasil. A herança digital deixada pelos norte-americanos foi uma plataforma obsoleta e deficitária.

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13.07.18
ED. 5909

Desconstrução

O Advent deverá se desfazer da sua participação na rede de material de construção Quero-Quero. A gestora chegou a engatilhar o IPO da empresa de varejo, mas desistiu diante dos maus ventos no mercado.

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13.07.18
ED. 5909

Ponto final

Procuradas pelo Relatório Reservado, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Advent e OAS.

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06.07.18
ED. 5904

Liquigás tem novo rumo

A Petrobras reabriu o processo de venda da Liquigás. Segundo o RR apurou, há conversas com o Advent. A venda para um fundo de investimento permitiria à estatal driblar as restrições impostas pelo Cade à negociação da empresa para outra grande distribuidora de GLP.

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06.07.18
ED. 5904

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Sterlite Power, Cemig, Petrobras e Advent.

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27.06.18
ED. 5897

O novo Walmart

Futuro presidente do Walmart Brasil, Luiz Fazzio já está arregimentando executivos egressos do Atacadão, leia-se Carrefour. O movimento é mais uma sinalização de que o Advent, novo controlador do Walmart no país, vai investir pesado no modelo de “atacarejo”.

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20.06.18
ED. 5892

Advent e Lojas Americanas disputam aquisição da BR Mania

Advent e Jorge Paulo Lemann, que concorreram à compra do Walmart Brasil, têm um novo duelo marcado no varejo brasileiro. Segundo o RR apurou, a gestora de private equity entrou na disputa pela aquisição da BR Mania, a rede de lojas de conveniência da BR Distribuidora. Seu principal oponente é a Lojas Americanas, do trio Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira, que, segundo a mesma fonte, mantém conversações com a estatal há aproximadamente dois meses. A BR Mania é avalia- da em cerca de R$ 800 milhões. As negociações envolvem o spinoff da operação e a transferência de uma participação majoritária.

A BR Distribuidora permaneceria com parte do capital, além de assegurar, em contrato, a exclusividade na “hospedagem” da rede de conveniência: ou seja, o futuro controlador só poderá abrir novas lojas com a bandeira BR Mania em postos da estatal. O Advent ganhou o primeiro round, ao fechar a aquisição de 80% do Walmart Brasil, uma disputa que, a rigor, se encerrou antes do capitulo final. O 3G Capital – de Lemann e cia. – desistiu do negócio antes mesmo de apresentar uma proposta ao grupo varejista. Desta vez, no entanto, tudo indica que o duelo irá até o fim.

Advent e Americanas acenam com projetos distintos para a BR. A rede varejista mira a expansão da operação física, apostando na similitude de conceito com suas lojas compactas – a BR Mania seria uma espécie de Americanas Express dos postos de gasolina. Já o Advent teria como ponto cardeal do seu projeto a entrada da BR Mania no e-commerce. Os cortes de investimento da Petrobras e a demora da estatal em decidir o que faria com a BR – venda do controle ou IPO, como de fato ocorreu – afetaram o negócio de conveniência do grupo. A BR Mania perdeu musculatura. O desafio do novo controlador é reduzir a desproporcional diferença que a separa da am/pm, a marca de conveniência da Ipiranga. Mesmo com os dois mil postos de combustíveis a mais, a estatal tem cerca de 1,3 mil lojas em todo o país. São quase mil pontos de venda a menos do que a rede da Ipiranga – a am/pm ultrapassa a marca de 2,2 mil lojas.

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20.06.18
ED. 5892

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: CCR, Advent, Americanas, BR Distribuidora e Fleury.

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18.06.18
ED. 5890

Advent despeja R$ 1,5 bi no Walmart

O Advent começa a separar, prateleira por prateleira, os seus projetos para o Walmart Brasil. Os investimentos, segundo o RR apurou, passam de R$ 1,5 bilhão. Mais de 60% do valor serão destinados à bandeira Maxxi, de “atacarejo”, e aos supermercados Todo Dia. No primeiro caso, o fundo norte-americano pretende mais do que dobrar o número de pontos de venda – hoje, são 44 em 11 estados. Além de novas lojas, o Advent vai converter alguns hipermercados para o conceito de “atacarejo”, sob a marca Maxxi. Em relação ao Todo Dia, os planos preveem a abertura de pontos de venda ainda mais compactos – as lojas atuais têm, em média, dois mil m2. Além de questões de ordem estratégica, o Advent tem outro forte motivo para privilegiar o Maxxi e o Todo Dia em seu plano de expansão. Pelo acordo firmado o Walmart, o fundo não terá de pagar royalties à matriz referentes às duas redes. Ou seja: as futuras lojas estão livres
do “pedágio”, diferentemente das bandeiras Walmart e Sam ́s Club.

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06.06.18
ED. 5882

O novo (velho) Walmart Brasil

O Advent parece disposto a transformar o Walmart Brasil em um museu de grandes novidades. Já teria sondado o executivo Hector Nuñez, hoje presidente da rede de lojas de brinquedos Ri Happy, para o Conselho de Administração da companhia. Nuñez foi CEO do Walmart Brasil, assim como Luiz Fazzio, que o fundo norte-americano já teria convidado para reassumir o cargo. Pelo jeito, o Advent quer aprender com os seguidos erros do passado, que levaram os herdeiros de Sam Walton a desistir do Brasil.

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06.06.18
ED. 5882

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Petrobras, Raízen e Advent.

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25.05.18
ED. 5875

Última viagem

O RR apurou que executivos da matriz deverão desembarcar no escritório do Walmart Brasil na próxima semana. Qualquer semelhança entre a visita e o anúncio da venda da operação brasileira para o fundo Advent não seria mera coincidência.

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22.05.18
ED. 5872

Aviso prévio

O destino do CEO do Walmart no Brasil, Flavio Cotini, está traçado. Prestes a fechar a aquisição da rede varejista, o fundo norte-americano Advent já sinalizou que entrará por uma porta e o executivo sairá por outra.

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22.05.18
ED. 5872

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: MMX, GP, Advent e Walmart.

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16.05.18
ED. 5868

Sondagem relâmpago RR: Lula e PT estão fazendo da esquerda um pastel de vento

O Brasil está deixando a esquerda de lado. E o PT, em última instância, é o responsável por essa tendência. O RR ousa essa afirmação com base em sondagem relâmpago junto a 4.100 assinantes, escolhidos aleatoriamente. Dessa amostragem, 212 responderam às provocações. Foram feitas duas perguntas simples. A primeira: “Na sua avaliação, está ocorrendo uma migração ideológica no país? Se positivo, ela se dá entre que campos políticos?” O RR também perguntou aos assinantes: “Quem é o responsável por esse deslocamento?” As alternativas apresentadas foram os nomes de todos os partidos, com uma subpergunta aberta diretamente associada: “A partir de quando esse deslocamento se iniciou?”

Entre os consultados, 51% afirmaram que há, sim, uma migração ideológica no Brasil e ela ocorre do campo da esquerda para o centro. Um percentual de 76% aponta o PT como gerador dessa “desesquerdização”. E 47% indicam o ano de 2017,marco do calvário de Lula e véspera da comemoração do aniversário de 200 anos de Karl Marx, como período de infecção mais aguda do socialismo no Brasil. O RR não arrisca dizer que se trata de uma septicemia, até porque os dados são simplórios e sua leitura pode estar contaminada por viés de todos os lados, a começar pela base de assinantes da newsletter, majoritariamente conservadora.

A enquete não passaria de um divertido e incompleto teste se os seus resultados não fossem ao encontro do que dizem, de forma matizada, intelectuais de esquerda, tais como o petista Tarso Genro, o ex-petista (mas obcecado pelo PT) Francisco de Oliveira, Jessé de Souza e, em uma galáxia maior, o cientista político Wanderley Guilherme dos Santos. Em análises variadas, o processo de “desesquerdização” estaria vinculado ao comportamento do PT no governo. A leitura do posicionamento desses analistas permite resumida conclusão. O partido teria cedido em demasia desde a primeira hora, com o advento da Carta ao Povo Brasileiro, a fixação em manter uma “coalizão baleia de aliados” no Congresso – com os custos obrigatórios dessa decisão -, o abandono de uma agenda de reformas desenvolvimentistas e a incapacidade de comunicação das suas lideranças no momento em que a esquerda, encarnada pelo PT, foi naturalmente associada à corrupção pelos seus opositores.

O ponto de maior fadiga do material seria o mais recente período dos preparativos para a prisão de Lula. Na emulsão do ex-presidente com o PT, Lula é dominante. Sendo assim, é condutor de todas as decisões do partido, com a concordância absoluta dos seus acólitos. O ex-presidente suspendeu a luta política com base em um discurso de esquerda e condicionou a batalha eleitoral, hoje caminho fundamental para a reafirmação ideológica, a um substrato da sua questão penal. Em uma visão impressionista, não há mais PT no ringue, não há mais esquerda – cujos direitos de representação, no Brasil, são de domínio quase exclusivo do partido – dividindo o espectro ideológico.

Só há a prisão de Lula e a coação de que o futuro da esquerda, pelo menos no curto prazo, dependerá do reconhecimento da sua inocência e absolvição. Tal como na pintura de Goya sobre Saturno devorando seu filho, Lula estaria triturando o PT, o socialismo e os retalhos da utopia da solidariedade. Essa autofagia do PT, com os seus movimentos que empurram o partido para fora do game político, tem permitido que jogadores que não são da esquerda se apoderem dessa patente, casos de Ciro Gomes e de Marina Silva.

Ambos ocupam um terreno baldio. Capturam o campo de esquerda pela ausência ou eclipse de seus moradores originais. Trazem para um “centro pragmático” – eufemismo para uma “nova direita arejada” – palavras soltas do pensamento progressista para ilustrar o pavilhão do seu grêmio político. Vai ver essa alternância é saudável, o ciclo do socialismo de raiz passou e o melhor para as esquerdas é mesmo saírem de cena para fazerem sua autocrítica. Quem sabe?

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04.05.18
ED. 5860

Kroton usa Somos Educação como atalho para a Cruzeiro do Sul

O CEO da Kroton, Rodrigo Galindo, trata a aquisição da Somos Educação, anunciada na semana passada, como preâmbulo de um negócio ainda maior: a associação com a Cruzeiro do Sul Educacional. A ponte entre as duas operações é o GIC, fundo soberano de Cingapura. A companhia de investimentos asiática é acionista tanto da Somos – com 18,5% –, quanto da Cruzeiro do Sul, da qual detém uma participação ainda mais expressiva (43,5%).

Galindo pretende se aproveitar dessa onipresença do GIC para costurar a negociação. Com o seu habitual estilo trator, nem esperou a compra da Somos esfriar. Segundo o RR apurou, Galindo mantém conversações com a direção do fundo asiático no Brasil – comandado por Wolfgang Schwerdtle –, em torno do projeto. Ao que tudo indica, as peças do tabuleiro já começaram a ser movimentadas nesta direção. Na última segunda-feira, a Cruzeiro do Sul entrou na CVM com o pedido de registro de companhia aberta. A oferta de ações seria a porta de entrada da Kroton no capital da companhia.

Procuradas pelo RR, as duas empresas não quiseram se pronunciar. As famílias Figueiredo e Padovesi, que, juntas, detêm 56,5% da Cruzeiro do Sul, sempre se mostraram arredias à ideia de abrir mão do controle do grupo. No entanto, as pressões para que isto ocorra vêm de fora e de dentro. Em fevereiro, a empresa comprou a Faculdade Serra Gaúcha e a Cesuca junto ao fundo norte-americano Advent. Em março, adquiriu a Veritas Educacional.

Ainda assim, no mercado há dúvidas quanto à musculatura financeira da companhia para acompanhar o ritmo de expansão de seus maiores concorrentes, como a própria Kroton, a Estácio e o Grupo SEB. Por sua vez, o GIC – diferentemente do fundo inglês Actis, de quem comprou a participação na Cruzeiro do Sul – tem uma participação ativa na gestão, além de uma postura mais agressiva em relação ao futuro do grupo. Os asiáticos foram voz determinante na decisão da Cruzeiro do Sul em abrir o capital. Agora, o trabalho é convencer os Figueiredo e os Padovesi dos ganhos decorrentes de uma eventual fusão com a Kroton. Se, de um lado, as duas famílias abririam mão do controle da empresa que fundaram há 50 anos, por outro, ainda que minoritários, passariam a ser sócios de um negócio ainda maior. Kroton e Cruzeiro do Sul teriam uma receita somada de mais de R$ 8,5 bilhões e um Ebitda combinado de quase R$ 3,5 bilhões, além de mais de um milhão de alunos matriculados.

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03.05.18
ED. 5859

NC Farma prescreve a compra do laboratório Medley

O empresário Carlos Sanchez, controlador da NC Farma, joga duas cartadas simultâneas nas negociações com a Sanofi . De um lado, fez uma oferta pela Zentiva, a divisão de genéricos do grupo na Europa; do outro, avança sobre o laboratório brasileiro Medley,
também controlado pelos franceses. Se, na Europa, a briga é bem mais acirrada – a imprensa francesa crava o fundo Advent como favorito para a aquisição da Zentiva -, no Brasil a NC Farma teria exclusividade nas tratativas com a Sanofi . O Medley, um dos maiores fabricantes de genéricos do país, estaria avaliado em aproximadamente US$ 500 milhões. Procurada pelo RR, a NC Farma não quis se pronunciar. A Sanofi , por sua vez, confirmou as tratativas para a negociação da sua unidade de genéricos da Europa, mas nega que a Medley esteja à venda. Está feito o registro. No entanto, a fonte do RR garante o interesse de Sanchez pelo laboratório e lembra que a NC Farma já assumiu uma fábrica da Medley em Brasília. Por sinal, desde que adquiriu a companhia, em 2009, o grupo francês jamais conseguiu colocar o negócio no prumo. Trocou a direção da controlada e impôs um draconiano processo de corte de custos. Não surtiu o efeito esperado. O Medley, que, em 2013, era o terceiro maior fabricante de genéricos do país, caiu para o sexto posto. Carlos Sanchez em nada lembra o empresário que há cerca de dois anos chegou a ser atormentado pela Lava Jato por conta de seu relacionamento com José Dirceu. Entrou no segmento de mídia e tem investido em energia eólica ao mesmo tempo em que vem comprando ativos na indústria farmacêutica no Brasil e no exterior. Com a aquisição da Medley, a NC sairia de R$ 16 bilhões para quase R$ 18 bilhões em faturamento e ampliaria sua liderança no mercado brasileiro, distanciando-se de Hypera, Aché e da própria Sanofi.

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30.04.18
ED. 5857

Sangria no Walmart

O Advent, que negocia a compra do Walmart Brasil, promete entrar no negócio com a faca entre os dentes, deixando muitos corpos pelo caminho. O plano de ações que o fundo já esquadrinhou prevê, entre outras medidas, a extinção de até três das nove bandeiras do Walmart no país e o fechamento de mais de 100 supermercados deficitários.

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30.04.18
ED. 5857

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: China Investment Corporation, Advent e Petrobras.

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23.04.18
ED. 5852

A “XP do Advent”

A compra de uma participação na Easynvest foi só o aquecimento. O Advent vai usar a corretora como ponta de lança para a consolidação de plataformas financeiras. Depois é embalar o IPO dessa “XP do B”.

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23.04.18
ED. 5852

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Exxon, Petrobras, Qingdao Xinyutian e Advent.

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07.03.18
ED. 5820

Lemann tempera a consolidação no setor de fast food

Jorge Paulo Lemann, Beto Sicupira e Marcel Telles caminham para criar a maior holding de fast food do Brasil. O RR apurou que o 3G Capital entrou na disputa pela International Meal Company (IMC), dona, entre outras, das redes Viena, Frango Assado e Batata Inglesa. As conversações passariam pela compra das fatias do Advent e da Kabouter Management, que, juntos, detêm, 18% da empresa. Tomando-se como base a cotação em bolsa, as participações estariam avaliadas em aproximadamente R$ 300 milhões.Seria o suficiente para o 3G desembarcar na IMC como maior acionista e, gradativamente, engolir os papéis em poder de outros fundos. Somando a IMC ao Burger King, o trio Lemann, Sicupira e Telles passaria a ter uma operação com faturamento de R$ 2 bilhões e um Ebitda combinado de R$ 250 milhões. Teria ainda sob seu guarda-chuva algo próximo de 900 restaurantes no Brasil, praticamente empatado com o McDonald ́s (950 lojas). Como o ritmo de expansão do próprio Burger King tem sido bem superior ao seu maior concorrente, a ultrapassagem se daria ainda neste ano.

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26.02.18
ED. 5813

Investida conjunta

O Advent e o L. Catterton estariam se unindo para fazer uma oferta conjunta por parte do Walmart Brasil. A aliança entre as duas gestoras norte-americanas, que juntas carregam mais de US$ 50 bilhões em ativos, abriria a possibilidade de uma associação mais ampla no varejo brasileiro. O L. Catterton já controla duas redes de supermercados no país: St. Marché e Emporio Santa Maria.

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26.02.18
ED. 5813

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: BNDES, Biomm, Advent, L. Catterton e Walmart Brasil.

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22.02.18
ED. 5811

É tempo de desinvestimento na Advent

A norte-americana Advent está rearrumando as peças do seu portfólio no Brasil. Após se desfazer da Faculdade da Serra Gaúcha, por R$ 340 milhões, prepara a venda da sua participação de 75% na empresa de tecnologia Allied. Estima-se que possa embolsar R$ 1,5  bilhão ao entregar as chaves.

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22.02.18
ED. 5811

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Advent e Abengoa.

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07.02.18
ED. 5803

Cardápio bilionário

Segundo o RR apurou, a norte-americana Advent está pedindo cerca de R$ 2 bilhões pela IMC, que reúne as redes de restaurantes Viena e Frango Assado e a RA Catering. A Sapore é apontada como a principal candidata a devorar este prato.

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07.02.18
ED. 5803

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Advent, Raízen e Summit Agricultural Group.

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29.01.18
ED. 5796

A nova rota da Ale

Após a frustrada negociação com a Ipiranga, a rede de postos Ale deve partir para outra direção: a venda de parte do capital ou mesmo do controle para um private equity. O Advent estaria na fila do gargarejo. Consultada, a Ale sai pela tangente e diz estar “focada no seu plano de crescimento”.

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29.01.18
ED. 5796

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Advent e Banco Itaú.

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26.01.18
ED. 5795

Liquidação de CEOs

O RR apurou que Flavio Cotini poderá deixar a presidência do Walmart Brasil tão logo sejam concluídas as negociações para a entrada de um novo investidor na empresa – Advent e GP são apontados como fortes candidatos. Se a mudança se confirmar, Cotini será mais um fósforo queimado e jogado nos corredores da rede varejista. O executivo é o quinto CEO do Walmart Brasil em um pouco mais de uma década.

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10.01.18
ED. 5783

Amálgama

Carlyle, Vinci e Advent estariam trocando figurinhas em torno de uma possível combinação de ativos na área de educação. O objetivo de parte a parte seria engordar o gado para uma venda conjunta do negócio. Do lado do Carlyle e da Vinci, a operação passaria pela Uniasselvi; no caso do Advent, envolveria o Centro Universitário Serra Gaúcha.

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10.01.18
ED. 5783

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Advent, Carlyle, Vinci, Cofco, Cargill e Marfrig.

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02.01.18
ED. 5777

Alpargatas reserva um espaço para as roupas da Restoque

A compra da Alpargatas foi apenas a primeira peça na coleção. Os Setubal e os Moreira Salles entram em 2018 dispostos a transformar a companhia na grande consolidadora de marcas de vestuário e calçados do país. Desde já, enxergam um cavalo passando encilhado à sua frente: a Restoque, que esteve muito perto de uma fusão com a Inbrands no início de 2017. A empresa reúne grifes que cairiam muito bem no closet da Alpargatas, a exemplo de Dudalina, Le Lis Blanc e Rosa Chá, entre outras.

A aquisição daria origem a um conglomerado com 14 marcas, R$ 4,5 bilhões em vendas e um Ebitda combinado da ordem de R$ 1,5 bilhão. Procuradas, Itaúsa e Cambuhy – holdings, respectivamente, dos Setubal e dos Moreira Salles – não se pronunciaram, assim como a Restoque. Há portas entreabertas no capital da Restoque. As gestoras norte-americanas Advent e Warburg Pincus não aderiram à recente oferta de ações da companhia e já teriam sinalizado a intenção de reduzir ainda mais sua participação acionária ou, no limite, deixar o negócio. Mesmo com o forfait no aumento de capital, a dupla ainda tem um quinhão relevante na Restoque, com 42%.

Seria o suficiente para a Alpargatas desembarcar na companhia já com o status de maior acionista individual. A compra da Restoque permitiria à Alpargatas fortalecer a presença no segmento de grifes de maior padrão, no seu caso uma prateleira ainda com espaços vazios. À exceção da Osklen, a empresa está predominantemente concentrada em marcas populares, caso, sobretudo, da Havaianas, e em fabricantes de calçados e artigos esportivos, como Topper e Mizuno. Ressalte-se ainda que o conglomerado de vestuário dos Setubal e dos Moreira Salles receberia uma roupa limpinha. Os atuais acionistas da Restoque já fizeram o “trabalho sujo”: em um ano, a empresa fechou 26 lojas, desativou duas fábricas da Dudalina e cortou mais de um terço da equipe de trabalho em áreas como administração e comercial.

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26.12.17
ED. 5773

Nota baixa

Após frustradas tratativas com Laureate e Ser Educacional, Carlyle e Vinci teriam oferecido a Uniasselvi à Anima Educação. Consultada, a Anima diz “não confirmar a informação”. Carlyle e Advent não quiseram comentar.

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15.12.17
ED. 5767

Com lupa

As gestoras Advent e BlackRock acompanham com lupa o processo de privatização da Eletrobras.

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03.11.17
ED. 5738

Cheque na mão

Segundo o RR apurou, o laboratório farmacêutico Biotoscana está com o dedo no gatilho para fechar uma grande aquisição no setor. Além de contar com a escolta do Advent, seu maior acionista, a empresa ganhou ainda mais saúde financeira com o IPO realizado em julho, que movimentou R$ 1,3 bilhão.

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11.09.17
ED. 5701

O porto da Dubai é outro

A desistência da Dubai Ports World (DPW) em comprar a participação do Advent no Terminal de Contêineres de Paranaguá espalhou no setor a percepção de que os árabes recuaram uma casa para avançar duas. A expectativa é que a DPW guardou suas fichas para aumentar a participação na Embraport, associação com a Odebrecht.

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16.08.17
ED. 5684

Colar de ativos

A Dubai World Ports tem interesse em se associar ao Porto do Açu, o megahub idealizado por Eike Batista e hoje nas mãos da Prumo Logística, leia-se a norte-americana EIG. A companhia do Oriente Médio está montando um cinturão de ativos portuários no país: é sócia da Odebrecht na Embraport e já teria apresentado uma oferta pela participação do fundo Advent no Terminal de Contêineres de Paranaguá.

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08.08.17
ED. 5678

Troca-troca de fundos

A norte-americana Advent está submersa nos números da Centauro, rede varejista de material esportivo. A porta de entrada é pelos lados da GP, que busca um comprador para a sua participação de 30%.

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08.08.17
ED. 5678

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Advent, GP, Queiroz Galvão, Governo do Ceará e Guararapes.

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20.07.17
ED. 5665

International Meal Company à venda

O norte-americano Advent pretende vender a International Meal Company, seu braço de gastronomia no Brasil.

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20.07.17
ED. 5665

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: Netshoes, Dafiti e Advent.

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06.07.17
ED. 5655

Biotônico

Nem tudo está perdido. A Biotoscana, laboratório farmacêutico controlado pelo fundo norte-americano Advent, já teria tomador para até R$ 1,4 bilhão em ações. O valor é 40% superior ao total de papéis que a empresa deverá lançar no seu IPO, considerando-se apenas o lote principal.

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22.05.17
ED. 5623

Outros mares

O Advent deverá sacramentar até junho a venda de sua participação no terminal de contêineres de Paranaguá. A melhor notícia: o dinheiro será reinvestido no Brasil.

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22.05.17
ED. 5623

Ponto final

Procurada pelo Relatório Reservado, a seguinte empresa não comentou o assunto: Advent.

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02.05.17
ED. 5609

Plano de saúde

A Advent entrou na disputa pela Intermédica, colocada à venda pela Bain Capital.

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02.05.17
ED. 5609

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Advent, Bain Capital e Galvão Engenharia.

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31.03.17
ED. 5590

O avanço de Klein

Michael Klein diz aos quatro cantos que, além do Advent, tem outros dois fundos internacionais ao seu lado para comprar a ViaVarejo. Procurado por meio de sua assessoria, Klein disse “não confirmar a informação”.

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16.03.17
ED. 5579

Dupla bilionária

O fundo norte-americano Advent negocia a compra de uma participação no grupo educacional Cruzeiro do Sul. Com receita de R$ 1 bilhão, a empresa ganhará invejável poder de fogo. O Advent terá ao seu lado o GIC, fundo soberano de Cingapura, que, no ano passado, adquiriu 40% da empresa.

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16.03.17
ED. 5579

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Advent, Cruzeiro do Sul, OHL, Engevix, State Grid e Energisa.

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10.03.17
ED. 5575

Dose elevada

A norte-americana Advent apresentou uma oferta cheia de zeros pelas participações da Pfizer e da família Melo no laboratório goiano Teuto.

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10.03.17
ED. 5575

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Suzano, Advent, Teuto, Brazcarnes.

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06.03.17
ED. 5571

A caminho da bolsa

O laboratório farmacêutico Biotoscana, controlado pelo fundo norte-americano Advent, vai seguir a bula do mercado de capitais: prepara seu IPO para o segundo semestre.

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27.01.17
ED. 5548

Fome de mudança

Chega de intermediários: o Advent entregou a um de seus diretores, Newton Maia Salomão, o comando da IMC, que reúne seus ativos na área de fast food. Há muito que os norte-americanos andam insatisfeitos com o resultado da operação.

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26.01.17
ED. 5547

Último embarque

O fundo norte-americano Advent colocou à venda sua participação de 50% no TCP, o terminal de contêineres do Porto de Paranaguá. A pedida beira os US$ 500 milhões.

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26.01.17
ED. 5547

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Advent e Correios.

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16.01.17
ED. 5539

Volta às aulas

O fundo norte-americano Advent já teria apresentado uma oferta pelas participações da Vinci e do Carlyle na Uniasselvi. A rede de universidades está avaliada em torno de R$ 1,3 bilhão. Se consumada, a operação será um reencontro de velhos conhecidos. O Advent foi sócio da Kroton, que, por sua vez, controlou a Uniasselvi até outubro de 2015.

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16.01.17
ED. 5539

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Uniasselvi, Advent, Carlyle e Vinci.

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30.12.16
ED. 5528

RR escreve certo em um ano de linhas tortas

No dia 4 de julho, o Relatório Reservado foi a primeira publicação a cravar que haveria uma segunda rodada de repatriação de recursos. Na ocasião, quando as estimativas mais otimistas giravam em torno dos R$ 30 bilhões, o RR informou também que Henrique Meirelles trabalhava com uma projeção acima de R$ 50 bilhões para o total arrecadado com a tributação dos recursos trazidos de volta ao país. Dito e feito! Estas foram apenas algumas das inúmeras informações que o assinante do RR soube na frente ao longo de 2016.

Durante o ano, em 247 edições, a newsletter publicou 2.584 notas e matérias. Desse total, 81% das notícias veiculadas se consumaram ou, ao menos, foram alvo de especulação na mídia. As informações que não se confirmaram posteriormente podem ser atribuídas, em grande parte, ao espírito agressivo da publicação e à busca da informação exclusiva na sua gênese, por vezes no limiar entre o fato e a boa especulação. O Relatório Reservado é adepto da máxima de Samuel Beckett: “Tente de novo, erre de novo, erre melhor”. Este foi o ano em que a política obscureceu a economia, o que se refletiu no noticiário do Relatório Reservado. Em 2016, a newsletter acompanhou amiúde o processo de impeachment de Dilma Rousseff, a chegada ao Poder de Michel Temer e de seu governo sub judice, as delações da Lava Jato que fizeram Brasília tremer.

Ainda nas raias da macroeconomia, o RR antecipou uma série de medidas que viriam a ser anunciadas ou, ao menos, estudadas pelo governo, como desonerações fiscais, securitização da dívida ativa, suspensão temporária do pagamento das dívidas das unidades federativas com os bancos públicos federais no âmbito de uma “Lei de Recuperação Judicial” para os estados – esta última tema de reportagem na edição de 5 de dezembro. Na edição de 2 de março, ainda no governo Dilma Rousseff, o RR informou que o Congresso aprovaria o projeto de lei do senador José Serra desobrigando a Petrobras de participar de todas as concessões no pré-sal. A estatal, aliás, foi a companhia mais mencionada na publicação em 2016, com 145 citações.

O RR publicou, com exclusividade, algumas das primeiras medidas adotadas por Pedro Parente na empresa, inclusive com a criação de novos instrumentos de compliance. No dia 16 de junho, a newsletter antecipou que GP Investimentos, Advent e a suíça Vitol haviam apresentado propostas para comprar uma participação minoritária na BR Distribuidora. Menos de uma semana depois, o próprio Parente confirmaria o recebimento das ofertas. Ficou o dito pelo não dito. O modelo de venda da BR foi revisto, o processo, reaberto e, até agora, nem sinal de que a operação vá sair do papel. Em 2016, apesar da abulia generalizada do empresariado, o RR seguiu de perto Jorge Paulo Lemann, Abilio Diniz, Benjamin Steinbruch, Roberto Setubal, entre outros nomes que comandam, do lado privado, a economia nacional. Cobriu no detalhe do detalhe a área de infraestrutura, as concessões e “desconcessões” do setor, o desmonte da indústria da construção pesada e a desmobilização de ativos da Camargo Corrêa.

Em um ano pautado por estratégias defensivas, suspensão de investimentos e seguidos passos para trás, é sintomático que algumas operações de M&A antecipadas pelo Relatório Reservado e posteriormente tratadas pela mídia tenham, ao menos por ora, ficado no quase, casos da venda da participação da OAS na Invepar para a Brookfield e da negociação dos ativos da japonesa Kirin no Brasil. A etapa que se encerra, no entanto, não foi feita apenas de recuos. Pelo menos não no caso do próprio Relatório Reservado. 2016 foi o ano em que o RR intensificou sua presença nas redes sociais, reformulou seu site e lançou um novo layout em sua versão newsletter, agora com duas páginas e mais informações diárias. Que venha 2017!

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23.12.16
ED. 5523

Coleção 2017

O norte-americano Advent está arrumando as gavetas para se desfazer da sua participação na Restoque, holding do setor de vestuário. A queda do consumo e a frustrada fusão com a InBrands falaram mais alto.

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23.12.16
ED. 5523

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Apple e Advent.

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18.11.16
ED. 5498

Tabuada

 A gestora britânica Actis deverá anunciar em dezembro a venda de sua participação de 37% na rede de ensino Cruzeiro do Sul. Há três fortes candidatos: Advent, Carlyle e Gávea. Será, de longe, o mais rentável dos negócios feitos pela Actis no país. O valor da operação deverá girar em torno de R$ 1,2 bilhão, quase sete vezes o que os britânicos pagaram pela participação em 2012 (R$ 180 milhões).

• A seguintes empresa não retornaram ou não comentaram o assunto: Actis.

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26.10.16
ED. 5483

Teuto e Medley chegam ao seu prazo de validade

  A Pfizer e os herdeiros do empresário Valterci de Melo – donos, respectivamente, de 60% e 40% do Teuto – vão anunciar até o início de dezembro a venda do controle do laboratório. Estima-se que a operação, conduzida pelo JP Morgan e pelo BTG, fique em torno de R$ 1 bilhão. Dos seis concorrentes que iniciaram a disputa apenas três entraram na reta final: as gestoras norte-americanas Advent e Bain Capital e a indiana Torrent Pharmaceuticals, já presente no Brasil. A venda do Teuto encerrará uma relação societária esquizofrênica: desde que se uniram, em 2010, a Pfizer e a família Melo vivem num ambiente de hostilidade mútua e alguma dose de paranoia. Os norte-americanos sempre alimentaram a suspeita de que os sócios, à frente da gestão, usaram de artifícios contábeis para inflar os números da companhia e, com isso, aumentar o valor de venda dos seus 40%. Em meio às enfermidades societárias, o Teuto vem apresentando um desempenho financeiro frustrante. Para não perder mercado, abusou de uma agressiva política de preços nas negociações com o varejo – em alguns casos de até 80% –, asfixiando sua rentabilidade. Sua margem Ebitda, que, há dois anos, beirava os 30%, já estaria abaixo dos 15%, o menor índice desde 2012. Procurado, o Teuto não quis comentar o assunto. Torrent, Advent e Bain Capital também não se pronunciaram.  A venda do Teuto terá razoável impacto no mercado de genéricos – segmento responsável por mais de 60% do seu faturamento (R$ 560 milhões no ano passado). O laboratório é o oitavo maior fabricante de medicamentos sem patente do país. Foi exatamente este o fator que atraiu para a disputa a Torrent Pharmaceuticals, que fatura mais de US$ 3 bilhões por ano em todo o mundo. O grupo, que atua há 14 anos no mercado brasileiro apenas importando medicamentos da Índia, está decidido a ter uma produção própria de genéricos no país. O apetite dos indianos pode ser medido pela sua presença nas duas grandes operações de M&A em curso no setor. Além da proposta pelo Teuto, a Torrent também estaria em conversações com a Sanofi Aventis, que teria colocado à venda o controle do Medley – outros candidatos seriam os laboratórios brasileiros Cimed e Aché. Consultada, a Sanofi “não confirma que o Medley esteja à venda”. Cimed e Aché não se pronunciaram.  Esta, sim, seria uma operação capaz de chacoalhar o ranking do mercado brasileiro de genéricos. O Medley é o segundo maior fabricante do país, atrás apenas da EMS . Neste ano, deverá faturar mais de R$ 1 bilhão no segmento. Para o Aché, por exemplo, a aquisição valeria a liderança na venda de genéricos no Brasil, com mais de R$ 1,5 bilhão de receita anual. A exemplo do Teuto, o Medley desperta a cobiça da concorrência mais pela sua estratégica posição de mercado do que exatamente pela performance financeira. O futuro controlador terá trabalho: o laboratório dá prejuízo há dois anos, apesar da profunda reestruturação conduzida pela Sanofi Aventis. Os franceses perderam mais tempo tentando consertar a herança que receberam do que pensando na expansão do negócio. A Medley tinha uma pesadíssima estrutura de custos. Por custos, entenda-se não apenas os corporativos como os de seus controladores. Em um ano, o laboratório teria desembolsado quase R$ 100 milhões para pagar despesas pessoais da família Negão, sua antiga controladora.

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13.10.16
ED. 5474

Disputas societárias rasgam o figurino da Restoque

 A frustrada fusão com a InBrands esgarçou de vez o já frágil tecido societário da Restoque, holding do varejo de vestuário que reúne marcas como Dudalina, Rosa Chá e Le Lis Blanc. Donas de 44%, as norte-americanas Warburg Pincus e Advent se articulam com outros acionistas para ampliar sua presença no Conselho e tomar a gestão da empresa. A movimentação estaria sendo acompanhada pela compra de ações em Bolsa – na primeira semana de outubro, em um intervalo de apenas três pregões, a cotação chegou a subir 10%. O objetivo das duas gestoras seria tirar da linha de frente da Restoque os empresários Marcio Camargo, fundador e maior acionista individual, e Marcelo Faria de Lima. Embora somem uma participação societária inferior à dos norte-americanos, ambos dão as cartas na administração. Camargo e Lima ocupam respectivamente a presidência e a vice-presidência do Conselho. “Culpa” da própria Warburg e da Advent, que aceitaram esta configuração ao vender a Dudalina para a Restoque e se associar à empresa, no fim de 2014. A harmonia societária não durou sequer uma coleção de verão. Poucos meses depois, todos já travavam uma briga de gato e rato pelo controle da companhia.  O round mais recente se deu em abril deste ano, Lima e Camargo teriam se unido a outros investidores na tentativa de aumentar o número de representantes no Conselho e, assim, reduzir o espaço da Warburg e da Advent. Prontamente, as duas gestoras compraram ações em Bolsa, aumentaram sua participação e barraram a ofensiva dos dois investidores. Agora, querem dar o xeque-mate, tirando os desafetos do comando do board. Warburg e Advent jogam na conta de Marcio Camargo e de Marcelo Lima o fracasso nas negociações com a InBrands. Ambos teriam feito uma série de exigências para concluir a associação. Foi uma das razões para a InBrands desistir da fusão, juntamente com o risco jurídico que a Restoque carrega. Os irmãos Renê e Renato Mauricio Hess de Souza – da família fundadora da Dudalina – questionam na Justiça a venda da grife para a Advent e a Warburg, em 2013. Ambos querem desfazer o negócio, o que automaticamente significaria o cancelamento da transferência da marca para a própria Restoque.  O mau desempenho da Restoque apimenta ainda mais a relação entre seus sócios. No primeiro semestre deste ano, a receita caiu 8% em relação ao mesmo período de 2015. Já o Ebitda recuou 29%. O maior fator de pressão, no entanto, é o crescente passivo. A relação dívida líquida/Ebitda já está em três para um. Há pouco mais de dois anos, era de dois para um. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Restoque e Advent, Warburg.

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27.09.16
ED. 5463

Funcef sai da Gafisa pela porta dos fundos

 A venda de ações da Gafisa realizada pela Funcef na semana passada é apenas o início do fim. Segundo informações filtradas junto à própria entidade, o fundo de pensão pretende se desfazer integralmente da sua participação na incorporadora imobiliária – já reduzida de 6,3% para 4,6%. O que chama a atenção neste caso é o timing do desinvestimento. Pode ser apenas uma coincidência, mas o fato é que a venda em bolsa de títulos da Gafisa ocorreu somente 15 dias após o advento da Operação Greenfield, que investiga irregularidades nos fundos de pensão.  Funcef e Gafisa – esta, ainda que de maneira indireta – foram duas das protagonistas da ação conduzida pela Polícia Federal no início deste mês. Na ocasião, a PF cumpriu o mandato de prisão temporária de Mauricio Marcellini Pereira, então diretor de investimentos da fundação e representante da entidade no Conselho da Gafisa. Marcellini chegou a ser afastado do board da incorporadora, mas ontem foi reintegrado ao cargo. No entanto, segue fora do comitê de auditoria da empresa. Procurada, a Funcef disse “não ter porta-voz disponível” para tratar do assunto.  O investimento da Funcef na Gafisa está diretamente associado à gestão de Mauricio Marcellini. O fundo de pensão teria atingido a posição superior a 6% do capital no fim de 2012, poucos meses depois de Marcellini assumir a diretoria de investimentos. Toda esta construção, que já durava quase quatro anos, começou a ser desmontada. Ao reduzir sua participação para um patamar inferior a 5% das ordinárias, a Funcef automaticamente se distancia da administração da Gafisa. O fundo de pensão deverá perder seu assento no conselho da incorporadora.

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16.09.16
ED. 5456

Na frente dos bois

 A Kroton nem esperou o parecer do Cade sobre a fusão com a Estácio e já colocou sua operação de ensino a distância na prateleira. A empresa ofertada é a Uniderp, que tem 160 mil alunos e 10% do mercado de educação não presencial. O ativo é avaliado em aproximadamente R$ 500 milhões e estão na fila de compra os fundos Advent, Vinci e Carlyle. • Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Kroton.

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 A CCCC tem ido com muita sede ao pote do grupo Camargo Corrêa. Além da compra da construtora, os chineses demonstraram interesse em adquirir a participação de 17% da companhia na CCR, concessionária de rodovias. Mas, nesse caso, a CCCC terá de disputar com a gestora norte-americana Advent, que também procurou a Camargo Corrêa para negociar. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Camargo Corrêa.

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29.08.16
ED. 5443

Máquina à venda

 Em busca de um comprador para a rede varejista Máquina de Vendas, o BTG teria batido à porta das gestoras norte-americanas Advent e Carlyle. Antes, manteve tratativas com o Magazine Luiza, mas a conversa não andou.

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05.08.16
ED. 5427

Lava Jato AM

 A Rádio Satélite, de Pernambuco, estaria à venda. Trata-se de uma mais célebres emissoras do país desde o advento da Lava Jato. O Ministério Público Federal garante que ela pertence a Eduardo Cunha. O deputado, por sua vez, não se cansa de negar a propriedade da rádio, afirmando que a vendeu para o pastor RR Soares há quase dez anos.

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03.08.16
ED. 5425

Que outro remédio resta à Unimed?

 A comissão eleita na semana passada pelos cooperativados da Unimed para assumir temporariamente a gestão já está debruçada sobre uma série de medidas para fazer frente à grave crise financeira da companhia. Além de uma chamada de capital da ordem de R$ 200 milhões, a cooperativa retomou o processo de venda do hospital da Barra da Tijuca. Segundo informações filtradas junto à própria Unimed-Rio, o ativo já teria sido oferecido à norte-americana UnitedHealth, controladora da concorrente Amil, e ao fundo Advent. Procurada, a Unimed-Rio disse que não há tratativas em curso, mas confirmou que “está aberta a estudar propostas envolvendo a venda do hospital”. Para bom entendedor…  O hospital da Barra quase foi vendido para a Rede D´Or há pouco mais de um ano. No entanto, na reta final das negociações, o próprio Celso Barros impôs uma série de condições. O ex-presidente da Unimed-Rio sempre foi contra a transferência do hospital, um dos xodós da sua gestão. Pois este bibelô custou caro demais à Unimed-Rio, contribuindo com parte expressiva da dívida da companhia, na casa de R$ 1,2 bilhão. A insistência de Barros em manter a unidade, ressalte-se, ainda vai cobrar uma cota extra do caixa da empresa. Há um ano, o hospital valia mais de R$ 600 milhões. Hoje, estima-se que seu valor gire na casa dos R$ 400 milhões.

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01.08.16
ED. 5423

Novo alvo

 O fundo Advent, que chegou a fazer uma oferta pela BR Distribuidora, tem interesse também nos ativos de transporte de gás da Petrobras.

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22.07.16
ED. 5417

Advent quer se internar no Oswaldo Cruz

 Mais um grande grupo hospitalar nacional poderá ser fisgado pelo capital estrangeiro. O fundo norte-americano Advent estaria em negociações para a compra do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, um dos maiores centros de medicina de alta complexidade do país. Com quatro unidades na capital paulista e mais de três mil médicos cadastrados, a rede faturou no ano passado quase R$ 600 milhões. Segundo uma fonte ligada à gestora norte-americana, o Oswaldo Cruz está avaliado em aproximadamente R$ 800 milhões, ou dez vezes o seu Ebitda. Consultado, o hospital confirma que tem recebido “com frequência a consulta de fundos internacionais”, mas garante que não está avaliando qualquer proposta. Já o Advent não se pronunciou. A aquisição do Oswaldo Cruz seria uma peça importante nos planos do Advent de montar uma grande operação integrada em saúde no Brasil. Nenhum outro setor no país tem recebido tanta transfusão de recursos dos norte-americanos. No ano passado, o fundo desembolsou cerca de R$ 400 milhões na compra de 13% da rede de laboratórios Fleury. É controlador também da Biotoscana, uma holding que enfeixa três empresas farmacêuticas: a colombiana de mesmo nome, a argentina LKM e a brasileira UnitedMedical, responsável por mais de 40% do faturamento total do grupo, na casa dos US$ 300 milhões.

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20.06.16
ED. 5393

Venda da BR esbarra no espírito de corpo

 Obter o sinal verde do governo, atrair o interesse dos investidores e conquistar o apoio dos stakeholders externos da Petrobras promete ser a parte mais simples do processo de venda do controle da BR Distribuidora. A maior dificuldade de Pedro Parente será dobrar a própria corporação. A resistência começa no Conselho de Administração. A matéria publicada pelo RR na última quinta-feira, revelando que GP e Advent apresentaram propostas pelo controle da companhia, causou um alvoroço na estatal. No mesmo dia, o representante dos trabalhadores no Conselho, Bruno Paiva, enviou uma mensagem aos funcionários questionando a hipótese de venda do controle. O tom foi de conclamação do espírito de corpo: “Lembrem, meus caros, que a BR é uma empresa comercial e estatal. São muitos os interessados em dominar nosso negócio, de políticos a empresários. E uma força de trabalho desmotivada, sem concentração, sem foco em nossos objetivos empresariais, será alvo fácil para nossos algozes.” Paiva falou também ao bolso dos trabalhadores: “É óbvio que uma eventual privatização vai impactar a vida de todos, assim como já impactou o não pagamento de PLR”.  Segundo o RR apurou, Bruno Paiva foi cobrado pelos funcionários por conta da notícia sobre as ofertas pelo controle da BR. Não por acaso, em sua mensagem o conselheiro esforçou-se para desconstruir a informação: “Qualquer um de nós pode apresentar uma proposta pela BR. Se a Petrobras vai aceitar ou não, é o que realmente importa. Não há novidade no material publicado.” No dia seguinte, era desmentido pelo próprio Pedro Parente. Em entrevista, o presidente da Petrobras confirmou ter recebido no início da semana as propostas de compra da BR. A batalha está só começando.

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17.06.16
ED. 5392

Fundos querem a InBrands longe do cabide da Restoque

 Marcio da Rocha Camargo, acionista controlador da Restoque, imaginou que poderia operar seus sócios, costurando-os quase a fórceps ao projeto de fusão com a InBrands. Mas é o empresário que corre o risco de acabar operado e costurado por eles. Os outros dois grandes acionistas da companhia, Warburg Pincus e Advent, não estariam dispostos a participar do aporte de capital necessário para a fusão e a consequente criação da maior holding de moda do país, com mais de 20 grifes e faturamento de R$ 3 bilhões. Camargo já dava a presença da dupla como favas contadas. No entanto, as gestoras questionam a operação, os valores envolvidos e seus benefícios para a companhia. Estima-se que a associação entre as duas empresas só se viabilize mediante uma capitalização superior a R$ 500 milhões. Warburg e Advent, donos de 44% da Restoque, são o fiel da balança: sem eles, vai ser difícil Camargo fechar a conta.  Não é de hoje que as duas gestoras e Marcio da Rocha Camargo vivem às agulhadas. Os norte-americanos contestam a política de aquisições do empresá- rio, que, na visão dos fundos, entulhou as prateleiras do grupo com marcas demais e resultados de menos. Ainda assim, Camargo acreditou que conseguiria arrastá-los para a operação por conta do tamanho do negócio. Os norte-americanos, ressalte-se, não estão sozinhos no bloco do contra – aliás, se há alguém isolado neste momento é o fundador da Restoque. A postura reativa da Warburg e da Advent reflete o descontentamento dos demais acionistas da companhia, estampado nas cotações da ação. Desde o anúncio do memorando de entendimentos para a fusão com a InBrands, no dia 3 de junho, a Restoque derrete na Bolsa. Em menos de duas semanas, perdeu mais de um quarto do seu valor de mercado.  Entre os investidores predomina a percepção de que a associação é um negócio, no mínimo, duvidoso. A Restoque já carrega uma dívida líquida equivalente a 3,7 vezes seu Ebitda. Ao se associar com a InBrands, vai pendurar no seu cabide uma empresa com uma relação passivo/Ebitda de quase quatro vezes. Ao mesmo tempo, herdará diversas grifes tão ou mais deficitárias quanto as suas, como Richards e Ellus. Procuradda pelo RR, a Restoque não comentou o assunto.

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16.06.16
ED. 5391

BR Distribuidora dá a ignição no programa de privatizações

 A volta do governo Michel Temer ao passado já tem endereço certo: a BR Distribuidora. A venda da companhia marcará a retomada do processo de privatização encerrado junto com a gestão FHC. Das três propostas recebidas pela Petrobras no início desta semana, a preferência da diretoria da estatal recai sobre as ofertas apresentadas pela GP Investimentos e pela Advent. Nos dois casos, segundo o RR apurou, a negociação envolve a transferência do controle da BR. A exceção é a Vitol, uma das maiores tradings de petróleo e derivados do mundo, com sede na Suíça, O grupo teria formalizado seu interesse em ficar com uma participação inferior a 49% da distribuidora. Ressalte-se que dentro da Petrobras ainda não há um consenso em relação ao desfecho da operação. Representantes dos trabalhadores no Conselho ainda consideram a distribuição de combustíveis um negócio estratégico para a companhia e discordam da venda do controle da BR. No entanto, a vontade de Pedro Parente e, portanto, do governo deverá prevalecer. Até prova em contrário, o executivo chegou à estatal com carta branca para tudo.  Dói à alta direção da Petrobras que, no atual cenário, a companhia seja forçada a engolir a venda da BR a um preço subavaliado. Em outro momento, a operação representaria um reforço de caixa substancial para a empresa. Mas, em outro momento, talvez nem fosse necessário se desfazer da distribuidora. Engessada pelas limitações financeiras da sua nave-mãe, a BR tem visto a concorrência encostar nos seus calcanhares, algo que parecia inimaginável há alguns anos. A pressão ficou ainda maior com o anúncio da venda da Ale para o Grupo Ultra. Com a operação, a bandeira Ipiranga ultrapassará a estatal em número de postos: 9,2 mil contra 8,1 mil. Na venda de gasolina, a disputa irá para o photochart: o Ultra atingirá uma participação de mercado de 25,3%, milímetros atrás da BR (25,8%). No segmento de etanol, a ultrapassagem já está consumada. Com a Ale, a rede Ipiranga passará a ter quase 21% das vendas de álcool no país, contra 20% da BR. Procurada pelo RR, a Petrobras não comentou o assunto.

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18.04.16
ED. 5350

“Aviancas” se encontram à espera do embarque da Advent

 José e German Efromovich têm muitas dúvidas sobre o futuro da Avianca e uma certeza. A convicção custou caro. Foram necessários muitos milhões em perdas financeiras para finalmente concluírem que operar separadamente a Avianca Holdings e a Avianca Brasil é rasgar dinheiro. A primeira companhia tem sob o seu radar toda a América Latina, enquanto a Avianca Brasil é uma estrela isolada da constelação. Juntas deram um prejuízo líquido de US$ 150 milhões em 2015 ao grupo Sinergy. Os resultados previstos para este ano não são muito diferentes. Os irmãos Efromovich, famosos pela sagacidade nos negócios, demoraram para entender o significado da palavra sinergia. Além dos ganhos operacionais e financeiros, a fusão das duas empresas está relacionada a uma negociação de José e German com a gestora Advent para o ingresso no capital da Avianca Holdings. Os norte-americanos querem um aumento da escala da empresa para tornar-se sócia. O ponto de maior fricção entre as partes é justamente a separação dos ativos. Com a inclusão da operação brasileira, a companhia, com sede em Bogotá, aumentaria em 15% a sua receita líquida de aproximadamente US$ 5 bilhões.  Segundo a fonte do RR, a gestora de recursos argumenta que a fusão também serviria para compensar o rombo no caixa provocado pelas perdas da operação venezuelana da Avianca. A empresa reconheceu perdas de US$ 240 milhões em função da política cambial restritiva do governo de Nicolás Maduro. Até agora, as tratativas com a Advent seguem bem. A gestora entrou em 2015 no capital da LifeMiles, empresa de milhagem da Avianca, por intermédio de um fundo regional lançado há pouco mais de um ano. Essa associação é vista pelos Efromovich como o primeiro passo de uma estratégia maior de ter a Advent como sócia da companhia aérea. A parceria abriria portas para que novos investidores entrem no negócio. Em função das restrições da lei brasileira, a Avianca Holdings deverá ter 49% do capital da empresa brasileira. O restante permanecerá com José e German. Procurada pelo RR, a Avianca não comentou o assunto.

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05.04.16
ED. 5341

Um café e a conta

 O Advent procura um comprador para a rede de restaurantes Viena. Os planos da gestora norte-americana de montar um banquete de participações no setor estão queimando no fundo da panela devido à baixa rentabilidade de sua holding, a International Meal Company. Procurada pelo RR, a Advent não comentou o assunto.

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18.02.16
ED. 5309

 Nem os crustáceos sobrevivem à crise

 O IMC, braço do fundo Advent para o setor de alimentação, procura um investidor disposto a assumir a operação da Red Lobster no Brasil. Em dezembro, os norte-americanos anunciaram o fechamento de um restaurante da rede em São Paulo, além de lanchonetes de outras quatro bandeiras de fast food. Procurada pelo RR, a IMC não comentou o assunto.

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25.01.16
ED. 5294

Interesse no TCP

 A APM Terminals já se movimenta para aumentar sua participação no TCP, o terminal de contêineres do Porto de Paranaguá controlado pelo fundo Advent. A APM tem 5% do negócio, fatia herdada com a recente aquisição da espanhola Maritim TCB . A APM não retornou o assunto.

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12.01.16
ED. 5285

Inapetência

 Além de desativar quatro bandeiras de fast food no Brasil, a IMC, leia-se Advent, vai fechar lojas das redes Viena e Frango Assado.

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03.12.15
ED. 5261

Porto Maravilha

 Aproveitando-se da depreciação dos ativos imobiliários no Brasil, o fundo norte-americano Advent deverá se associar a dois grandes empreendimentos no Porto Maravilha, no Rio.

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