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14.09.21

Peru já tratou melhor a Votorantim

O cerco do novo presidente do Peru, Pedro Castillo, ao setor de mineração pode trazer alguns dividendos, ainda que circunstanciais, para o Brasil. Segundo o RR apurou, a Nexa Resources, controlada pelo Grupo Votorantim, estuda transferir investimentos da ordem de US$ 1 bilhão para o lado de cá da fronteira. Uma parcela considerável dos recursos seria destinada à nova mina de zinco de Aripuanã (MT).

Trata-se do principal projeto da Nexa em desenvolvimento no Brasil. Por conta da pandemia, o empreendimento sofreu atrasos e aumento dos custos de implantação. Os gastos previstos saltaram de US$ 400 milhões para quase US$ 600 milhões. Consultada, a Nexa não se pronunciou.

A transferência de recursos para o Brasil seria uma reação da Nexa aos planos já anunciados pelo presidente Pedro Castillo de reduzir os benefícios fiscais concedidos às empresas de mineração. A princípio, uma reação pontual, diga-se de passagem, dada a importância da operação peruana para a empresa. Os negócios no país representam mais de 60% do faturamento da Nexa.

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14.09.21

O “chanceler” de Jair Bolsonaro junto às PMs

Pedro Cesar Sousa, que muito poucos conhecem pelo nome, é chamado nos corredores do Palácio do Planalto de “O Sombra” ou “O Moita”. Trata-se do subchefe de Assuntos Jurídicos da Secretaria-Geral da Presidência. Sousa, ex-chefe do gabinete pessoal de Bolsonaro na Presidência, prima por se manter longe dos refletores. Mas, tem um papel fundamental na interlocução do presidente com as polícias militares, notadamente do Distrito Federal.

Major da reserva da PM do Distrito Federal, Sousa teria sido, por exemplo, o articulador do encontro que Bolsonaro teve com 50 oficiais da polícia do DF em fevereiro deste ano. Consultada, a Presidência não se manifestou. Ao longo do mês de agosto, contabilizando-se apenas os compromissos divulgados publicamente, Jair Bolsonaro reuniu-se com Pedro Cesar Sousa por 11 vezes.

O número dá uma dimensão dá importância de Sousa, um dos assessores com maior acesso a Bolsonaro no Palácio do Planalto. Para efeito de comparação, no mesmo período, em meio a uma pandemia e a uma crise hídrica, a agenda oficial do presidente registrou apenas um encontro com o Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e com o ministro de Minas e Energia, Almirante Bento Albuquerque.

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14.09.21

Avanço sobre a Jequiti

Segundo o RR apurou, o Boticário estaria em negociações para a compra da Jequiti. Esta seria a sua segunda investida sobre a fabricante de cosméticos de Silvio Santos em pouco mais de um ano.

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14.09.21

“Meus empresários”

Assessores de Jair Bolsonaro estariam articulando um encontro com empresários apoiadores do presidente – os de sempre, entre eles, Meyer Nigri (Tecnisa) e Rubens Menin (MRV). Seria uma forma de mostrar proximidade após os seguidos manifestos lançados pelo empresariado.

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14.09.21

O inimigo número 1 do Mercosul ataca novamente

A conversa entre Paulo Guedes e a ministra da Economia do Uruguai, Azucena Arbeleche, na semana passada, ainda ecoa nos meios diplomáticos. Segundo a fonte do RR, Guedes passou toda a reunião estimulando o acordo bilateral entre o Uruguai e a China – na contramão do que prega o Itamaraty. Se é contra o Mercosul, o ministro está a favor.

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14.09.21

MPF fura os planos de petroleiras

Exxon, Enauta (Antiga Queiroz Galvão Exploração e Produção) e Murphy Oil caíram na teia do Ministério Público Federal. O MPF notificou o Ibama, determinando a realização de audiências públicas antes da campanha de perfuração marítima dos blocos na Bacia Sergipe-Alagoas controlados pela trinca de empresas. As petroleiras terão, agora, de discutir os projetos separadamente com as comunidades afetadas pela operação, entre as quais pescadores artesanais, índios e quilombolas. Com a decisão do MPF, o cronograma traçado pelas três petroleiras para a perfuração das áreas fica sob risco. Procuradas pelo RR, Exxon, Enauta e Murphy Oil não quiseram se manifestar.

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Entidades como Associação Brasileira de Proteína Animal e a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne estão reivindicando aos Ministérios da Agricultura e da Saúde o relaxamento das regras sanitárias impostas aos frigoríficos durante a pandemia. Alegam que os custos excessivos, notadamente com o rodízio no transporte de trabalhadores, não fazem mais sentido com o avanço da vacinação.

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14.09.21

Mil e uma noites

O PIF, fundo soberano da Arábia Saudita, tem enviado sinais ao Ministério da Agricultura do seu interesse em comprar terras no país para a produção de soja. Trata-se do mesmo fundo que, em 2019, prometeu investir US$ 10 bilhões em infraestrutura no Brasil. Nada aconteceu.

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14.09.21

Trancos e barrancos

As relações entre o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), relator da reforma tributária, e Paulo Guedes estão em ponto de ebulição. Ribeiro joga na conta da inflexibilidade de Guedes parte expressiva da culpa pelo interminável vai-e-vem no texto da proposta.

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14.09.21

Seis por meia dúzia

A boca miúda, o próprio líder do governo no Senado, Fernando Bezerra, já está testando entre seus colegas o nome de Augusto Aras para o STF. Ninguém leva muita fé na aprovação de André Mendonça.

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14.09.21

Peru já tratou melhor a Votorantim

O cerco do novo presidente do Peru, Pedro Castillo, ao setor de mineração pode trazer alguns dividendos, ainda que circunstanciais, para o Brasil. Segundo o RR apurou, a Nexa Resources, controlada pelo Grupo Votorantim, estuda transferir investimentos da ordem de US$ 1 bilhão para o lado de cá da fronteira. Uma parcela considerável dos recursos seria destinada à nova mina de zinco de Aripuanã (MT).

Trata-se do principal projeto da Nexa em desenvolvimento no Brasil. Por conta da pandemia, o empreendimento sofreu atrasos e aumento dos custos de implantação. Os gastos previstos saltaram de US$ 400 milhões para quase US$ 600 milhões. Consultada, a Nexa não se pronunciou.

A transferência de recursos para o Brasil seria uma reação da Nexa aos planos já anunciados pelo presidente Pedro Castillo de reduzir os benefícios fiscais concedidos às empresas de mineração. A princípio, uma reação pontual, diga-se de passagem, dada a importância da operação peruana para a empresa. Os negócios no país representam mais de 60% do faturamento da Nexa.

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14.09.21

O “chanceler” de Jair Bolsonaro junto às PMs

Pedro Cesar Sousa, que muito poucos conhecem pelo nome, é chamado nos corredores do Palácio do Planalto de “O Sombra” ou “O Moita”. Trata-se do subchefe de Assuntos Jurídicos da Secretaria-Geral da Presidência. Sousa, ex-chefe do gabinete pessoal de Bolsonaro na Presidência, prima por se manter longe dos refletores. Mas, tem um papel fundamental na interlocução do presidente com as polícias militares, notadamente do Distrito Federal.

Major da reserva da PM do Distrito Federal, Sousa teria sido, por exemplo, o articulador do encontro que Bolsonaro teve com 50 oficiais da polícia do DF em fevereiro deste ano. Consultada, a Presidência não se manifestou. Ao longo do mês de agosto, contabilizando-se apenas os compromissos divulgados publicamente, Jair Bolsonaro reuniu-se com Pedro Cesar Sousa por 11 vezes.

O número dá uma dimensão dá importância de Sousa, um dos assessores com maior acesso a Bolsonaro no Palácio do Planalto. Para efeito de comparação, no mesmo período, em meio a uma pandemia e a uma crise hídrica, a agenda oficial do presidente registrou apenas um encontro com o Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e com o ministro de Minas e Energia, Almirante Bento Albuquerque.

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