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Planos
07.12.17
ED. 5761

Citic Group planta múltiplas sementes no Brasil

A compra da divisão de sementes da Dow Chemical, por US$ 1,1 bilhão, é apenas o primeiro orvalho da manhã. O Citic Group – colosso estatal chinês com mais de US$ 1 trilhão em ativos – tem planos de montar uma grande operação integrada no agronegócio brasileiro. O projeto envolveria produção e comercialização de grãos, compra de terras e investimentos em infraestrutura atrelados ao escoamento de commodities agrícolas. Os aportes viriam na esteira dos acordos bilaterais assinados no ano passado entre o presidente Michel Temer e o líder chinês, Xi Jinping. No governo, há a expectativa, inclusive, de que parte projetos do Citic Group venha a ser anunciada em janeiro, aproveitando a passagem da comitiva de Temer pela Ásia, notadamente do ministro da Agricultura, Blairo Maggi. Antes de marchar para o Fórum Econômico Mundial, em Davos, ressalte-se, o presidente fará um tour por Indonésia, Cingapura e Vietnã. O Citic Group tem alguns negócios isolados no país, onde chegou em 2011. Produz equipamentos para o setor de óleo e gás e a indústria siderúrgica. Seu investimento mais agudo está na área de mineração. O Citic integra o consórcio de investidores chineses que detém 15% da Companhia Brasileira de Mineração e Metalurgia (CBMM), da família Moreira Salles, responsável por quase 80% da produção mundial de nióbio.

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07.12.17
ED. 5761

Contagem regressiva para Benjamin Steinbruch

O tempo de Benjamin Steinbruch na Trasnordestina está se esgotando. A CSN, responsável pela construção da ferrovia, teria até março de 2018 para entregar ao governo o novo projeto executivo da ferrovia, com o orçamento devidamente revisado. Na prática, mais importante do que o documento em si é o timing.

Este é o prazo que Benjamin terá para buscar uma solução de mercado, leia-se um novo investidor para a Transnordestina – independentemente da sua permanência ou não no negócio. Paralelamente, o grupo de trabalho criado pela Casa Civil e pelo Ministério do Planejamento deverá apresentar até fevereiro um relatório com propostas para desatar o nó da Transnordestina, que deverá incluir a revisão do cronograma e mudanças no projeto técnico. No entanto, a não ser em um cenário extremo, não é de interesse do governo retomar a concessão.

A premissa é que a fornada de novas licenças ferroviárias que serão leiloadas em 2018 deixa pouco espaço para a relicitação da Transnordestina. Sobretudo por ser a Transnordestina. E quando a ferrovia será entregue e a que custo? Essas são perguntas ainda sem resposta. A nova meta é 2020, mas ninguém no governo acredita que ela será atingida. O orçamento original, de R$ 7,5 bilhões, também já foi para as calendas há tempos. Hoje, estima-se que a obra toda consumirá mais de R$ 12 bilhões.

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07.12.17
ED. 5761

Três em um

A General Shopping teria batido à porta da BR Malls e da Aliansce com a proposta de uma tríplice associação. Dessa coqueteleira, poderia sair uma empresa de shoppings com valor de mercado de R$ 15 bilhões.

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07.12.17
ED. 5761

Privatização

O governo vai sair privatizando armazéns da Conab. Muitos viraram elefantes-brancos. Há anos não veem um grão de soja.

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07.12.17
ED. 5761

Alívio para empresas de TI

O ministro Gilberto Kassab agendou para amanhã uma reunião com empresários da área de TI. No encontro, deverá confirmar a edição da MP que permitirá ao setor converter dívidas fiscais de R$ 5 bilhões em investimentos.

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07.12.17
ED. 5761

Minoritário no caminho da Ricardo Eletro

O largo sorriso que o empresário Ricardo Nunes voltou a exibir na TV como garoto-propaganda da Ricardo Eletro contrasta com seu semblante fechado nas últimas reuniões com os credores da holding Máquina de Vendas. Os bancos têm pressionado Nunes a resolver o quanto antes a pendenga com os Salfer, minoritários da companhia. A família Salfer contesta a reestruturação societária da Máquina de Vendas e a emissão de R$ 1,6 bilhão em debêntures, exatamente os pilares da renegociação da dívida da rede varejista. Os Salfer não concordam com o modelo da operação, que diluirá sua participação no capital da Máquina de Vendas de 7% para menos de 2,5%. O receio dos bancos é que, no limite, a já manifesta intenção do clã de levar o caso para arbitragem inviabilize o plano de reestruturação da holding varejista, dona da Ricardo Eletro. A operação prevê a transferência do controle às próprias instituições financeiras.

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07.12.17
ED. 5761

Uma estrada de dividendos

A recente alta das ações da EcoRodovias – quase 20% em três meses – é atribuída no mercado à expectativa de uma política de dividendos ainda mais generosa em 2017. No ano passado, a concessionária dos herdeiros de Cecilio do Rego Almeida figurou entre as 20 companhias abertas que, proporcionalmente, pagaram a maior remuneração pelo critério de dividend yeld, que leva em consideração o valor pago pela ação em determinado período.

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07.12.17
ED. 5761

O dilema da Embrapa

O Plano de Demissões Voluntárias que se encontra em gestação na Embrapa é motivo de apreensão entre os funcionários da estatal. Nem tanto pela expectativa de que 20% do quadro de funcionários deixem a empresa, mas, sim, pelo temor de que a promessa de um posterior concurso público para a reposição dos cargos fique no papel.

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07.12.17
ED. 5761

Alta tensão

O serviço de Inteligência do Exército está em alerta redobrado após o assassinato de um líder do PCC, nesta semana, no presídio Presidente Venceslau, em São Paulo. Mortes como esta costumam desencadear vendetas sanguinárias. O monitoramento se concentra, sobretudo, nos presídios de São Paulo, Paraná e Alagoas, que abrigam o maior contingente de criminosos ligados ao PCC – são quase 12 mil detentos nos três estados.

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07.12.17
ED. 5761

Segunda época

A desistência da Tarpon em vender a Somos Educação deve durar só um verão. A gestora pretende retomar a negociação no primeiro semestre de 2018, na expectativa de que uma recuperação mais firme da economia valorize o ativo. Segundo o RR apurou, a melhor oferta recebida pela Tarpon teria ficado R$ 400 milhões abaixo da sua pedida.

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07.12.17
ED. 5761

Aproximação

Marina Silva tem se aproximado bastante de Roberto Freire nos últimos dias. Tenta fisgar o apoio do PPS, que ficou “viúvo” após a candidatura de festim de Luciano Huck.

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07.12.17
ED. 5761

O síndico sumiu

O PMDB do Rio está praticamente acéfalo desde a prisão de Jorge Picciani. Até o momento, Marco Antônio Cabral, filho de Sérgio Cabral e presidente interino da sigla no estado, não convocou qualquer reunião do diretório e mal aparece na sede do partido.

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07.12.17
ED. 5761

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Máquina de Vendas, CSN, General Shopping e Tarpon.

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