11.10.16
ED. 5473

Etanol volta ao mapa da DuPont no Brasil

 A DuPont decidiu retomar os investimentos em biocombustíveis no Brasil. O grupo norte- americano vai tirar da gaveta o projeto de construção de uma planta de etanol flex, que pode utilizar tanto cana-de-açúcar quanto milho como matéria-prima. Ao todo, desembolsará cerca de US$ 150 milhões. O investimento é uma peça importante dentro da estratégia da DuPont no Brasil. Trata-se de um projeto fundamental para dar escala ao laboratório de biotecnologia industrial que os norte-americanos montaram no ano passado, em Paulínia (SP). A DuPont investiu mais de US$ 20 milhões para montar um centro de pesquisa e desenvolvimento de última geração no país, mas, até agora, ainda não conseguiu transformá-lo em fonte de receita. O laboratório não fechou qualquer contrato com usinas sucroalcooleiras.  O projeto da planta de etanol flex estava congelado há quase dois anos. A princípio, a DuPont condicionou sua execução à atração de parceiros. Não faltaram tentativas, com Sumitomo, Cosan e Copersucar. Mas nenhuma das conversas seguiu adiante. A necessidade de impulsionar o laboratório de Paulínia, associada à recuperação do mercado de etanol, levou a DuPont a tocar o projeto sozinha. • A seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: DuPont.

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