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Planos
07.05.18
ED. 5861

Operação Skala ameaça afundar investimentos no setor portuário

A Operação Skala corre o risco de reproduzir na área portuária o estrago que a Lava Jato fez na construção pesada. Os processos não criminalizam somente os controladores, mas também suas companhias. O resultado é que as empresas ficam em estado de paralisia e suspendem seus investimentos. Não bastasse essa simbiose entre o dono e seu negócio, a Operação Skala colocou no limbo o Decreto dos Portos, que viabilizaria investimentos de R$ 25 bilhões no setor e algumas operações de M&A necessárias à saúde financeira de importantes players portuários. Há uma anomia nunca dantes vivida no setor. Todas as empresas aguardam normas para adequação e adaptação dos contratos às novas regras. O episódio envolvendo a Rodrimar e a Libra criou uma cadeia de suspeição em todo o setor, a exemplo do que aconteceu com as empreiteiras. A quantidade de agentes envolvidos na “absolvição” das empresas é outro complicador. Ela atravanca o processo e praticamente inviabiliza o retorno das companhias à condição anterior. Criou-se uma percepção de que todos os terminais de contêineres estão potencialmente criminalizados, aguardando alguma nova delação para ter seu nome igualmente envolvido em um dos criativos epítetos com os quais a Polícia Federal batiza suas operações. O setor portuário tem uma burocracia de governo kafkaniana. Sua área jurídico-regulatória é bem maior do que a da construção pesada, que protagonizou os principais escândalos de corrupção do país. São atores influentes em eventual acordo de leniência, cada um em sua respectiva zona de comando, Codesp, Ministério da Justiça, Antaq, a Secretaria de Portos – antes na esfera da Presidência da República e agora na do Ministério dos Transportes –, AGU, PGR e TCU. Sem a leniência, o crédito oficial e benefícios fiscais estão suspensos. O saldo é a crescente debilidade em uma das áreas da infraestrutura mais carentes e mais relevantes. Se for repetido o modelo da Lava Jato de aprisionar as empresas junto com os controladores, o comércio exterior brasileiro, a indústria, e, em última instância, o consumidor vão pagar o pato do naufrágio portuário.

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07.05.18
ED. 5861

Lava Jato além-mar

O lendário empresário Antônio Carlos de Almeida Braga colocou à venda sua quinta na cidade de Sintra, em Portugal. Consta que um empreiteiro mineiro, envolvido no Lava Jato, fez sondagens sobre o imóvel. Caberia uma investigação sobre a origem do dinheiro

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07.05.18
ED. 5861

Amigos em comum

Amigos em comum já fizeram duas tentativas de agendar um encontro entre Joaquim Barbosa e Armínio Fraga. Em ambas, o ex-presidente do BC saiu pela tangente

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07.05.18
ED. 5861

Cabo eleitoral de luxo

A direção do MDB já discute um Plano C para Henrique Meirelles. Caso ele não saia candidato à Presidência e tampouco seja o vice de Geraldo Alckmin, o presidente do partido, Romero Jucá, defende que Meirelles dispute uma vaga no Senado por São Paulo. Seria uma maneira de fortalecer a candidatura de Paulo Skaf ao governo. Falta só combinar com Meirelles

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07.05.18
ED. 5861

Minoritários em guerra com a CSN

O RR apurou que um grupo de minoritários da CSN, capitaneado por uma importante gestora de recursos, vai entrar na Justiça contra a companhia. O objetivo é garantir a indicação de um representante para o Conselho Fiscal. Os insurretos, que, juntos, chegam a aproximadamente 8% do capital ordinário, acusam a siderúrgica de Benjamin Steinbruch de fazer seguidas manobras para barrar a nomeação. A gota d´água foi o adiamento da assembleia de acionistas marcada para o último dia 27 de abril, quando a indicação seria selada. Esta, ressalte-se, não é a única contenda entre a CSN e minoritários. Outro grupo de acionistas busca desde o ano passado indicar um nome para o Conselho de Administração. Mas esbarra em um paredão. A última tentativa se deu no mês passado. A CSN, no entanto, impediu a inclusão de um candidato ao board no boletim de voto a distância da assembleia que ocorreria no dia 27, alegando que a renovação do Conselho só se dará em 2019. Procurada pelo RR, a CSN informou que o adiamento da assembleia teve como objetivo “conferir tratamento equânime a todos os acionistas” para a indicação de nomes ao Conselho Fiscal. Sobre o contencioso com os minoritários, a empresa não quis se manifestar.

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07.05.18
ED. 5861

Ninguém quer a BR Pharma

A briga entre os antigos e o atual controlador da BR Pharma caminha para os tribunais. Os sócios do BTG reunidos na PPLA deverão contestar na Justiça o plano de recuperação judicial apresentado pelo empresário Paulo Remy. A rede de varejo farmacêutico propôs à PPLA, sua maior credora, um deságio de 95% sobre o passivo de R$ 900 milhões. Excontroladores da BR Pharma, os sócios do BTG acusam Remy de usar a proposta como instrumento de pressão para cancelar a compra da empresa. O empresário não quer mais o negócio; a turma do BTG também, não

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07.05.18
ED. 5861

Hapvida avança para o “Sul Maravilha”

O Nordeste ficou pequeno para a Hapvida, que acaba de captar quase R$ 3 bilhões com seu IPO. A operadora de planos de saúde cearense vai partir para a compra de hospitais no eixo Rio-São Paulo

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07.05.18
ED. 5861

Coalizão do varejo

O Magazine Luiza e a Lojas Riachuelo parecem estar entrelaçados em uma espécie de “M&A eleitoral”. A empresária Luiza Helena Trajano tem se mantido bem próxima da campanha de Flavio Rocha à Presidência da República. Vem participando de reuniões do Brasil 200, movimento empresarial capitaneado, entre outros, pelo próprio Rocha. Além disso, já apresentou ao presidenciável propostas para estimular o empreendedorismo e ampliar a presença feminina no mercado de trabalho. Luiza Helena é a principal líder do grupo Mulheres do Brasil.

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07.05.18
ED. 5861

Um pé fora de Belo Monte

Com um déficit acumulado de R$ 6,5 bilhões, a Funcef decidiu vender sua participação na usina de Belo Monte. A fatia, de 10%, é avaliada em aproximadamente R$ 1 bilhão. O fundo de pensão, segundo o RR apurou, chegou a manter entendimentos com a Cemig para uma venda conjunta das suas ações, o que poderia aumentar o valor da negociação. No entanto, a estatal mineira adiou sua saída da hidrelétrica para 2019.

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07.05.18
ED. 5861

Pule de dez

David Neeleman já dá como certo que a chinesa HNA vai decolar de vez do capital da Azul. A United Airlines é pule de dez para ficar com o restante da participação dos asiáticos. Saltaria, assim, de 8% para 25% do capital.

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07.05.18
ED. 5861

Não vai faltar palanque para Ciro Gomes.

Não vai faltar palanque para Ciro Gomes. O PDT já contabiliza candidaturas próprias para governador em 15 estados. E este número tende a crescer: nesta semana, Carlos Lupi, presidente do partido, deverá formalizar o nome do deputado estadual Pedro Fernandes Neto como candidato do partido ao governo do Rio.

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07.05.18
ED. 5861

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Funcef, BTG, BR Pharma e Azul

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