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Planos
02.05.18
ED. 5858

Credores da Eletrobras cobram solução para dívida de R$ 15 bilhões

Grandes fundos internacionais detentores de direitos sobre empréstimos compulsórios do Sistema Eletrobras têm batido ponto no gabinete do ministro Moreira Franco. Os investidores cobram do governo regras claras em relação aos créditos em caso de privatização da companhia. Os fundos questionam como será o fluxo de pagamentos e, sobretudo, a quem caberá honrar essas dívidas após a eventual venda da estatal. São perguntas, por ora, sem resposta. O passivo de R$ 15 bilhões – fruto de cobranças a empresas do setor elétrico por quase três décadas – é alvo de uma longa disputa judicial entre a Eletrobras e a própria União no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Estima-se que cerca de R$ 5 bilhões desses créditos estejam nas mãos de fundos estrangeiros. A própria Petrobras também é credora e tem algo em torno de R$ 1,8 bilhão a receber. Em paralelo ao andamento do processo no STJ, o governo tem quebrado a cabeça em busca de possíveis soluções para o imbróglio. Segundo o RR apurou, pouco antes de deixar o Ministério da Fazenda, Henrique Meirelles chegou a se reunir com alguns dos detentores de títulos e discutir uma proposta inusitada. Ela passaria por uma cisão no balanço da Eletrobras, com um spin off das usinas nucleares de Angra e de Itaipu Binacional, que não entrariam no pacote da privatização. Todo o passivo, então, seria jogado em Itaipu. Meirelles só não teve tempo de explicar como se daria essa estranha engenharia contábil, uma vez que o Tratado Bilateral assinado com o governo do Paraguai veda esse tipo de operação.

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02.05.18
ED. 5858

Queiroz Galvão busca a alforria da CGU

A Queiroz Galvão estaria em negociações com o Ministério da Transparência (CGU) para firmar um acordo de leniência no âmbito da Lava Jato. As tratativas giram em torno das acusações de pagamento de propina para a obtenção de contratos com a Petrobras – no período de 2005 a 2014, entre serviços diretos e indiretos, a empreiteira firmou mais de R$ 9,7 bilhões em acordos com a estatal. Segundo a fonte do RR, a Queiroz Galvão já estaria fazendo caixa para honrar as eventuais multas fixadas pela CGU. A venda da participação de 10% da Queiroz Galvão Exploração e Produção (QGEP) no campo de Carcará teria sido motivada exatamente por esta necessidade. O negócio com a Statoil renderá à QGEP cerca de US$ 380 milhões. Não custa lembrar que, em março, o Conselho de Administração da petroleira propôs a distribuição excepcional de R$ 400 milhões em dividendos – por equivalência patrimonial, 63% desse montante irão para a holding. Procurada pelo RR, a CGU informou que, devido ao “sigilo imposto pela Lei Anticorrupção, não se manifesta sobre nomes de empresas, possíveis termos, existência ou não de acordos, bem como detalhes de eventuais negociações em curso.” A Queiroz Galvão também não quis se pronunciar.

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02.05.18
ED. 5858

Trator asiático

A Paper Excellence, que comprou a Eldorado Celulose da família Batista, é forte candidata também à aquisição de 20 mil hectares da florestas de eucalipto da Duratex em São Paulo. As reservas são avaliadas em US$ 300 milhões.

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02.05.18
ED. 5858

Em busca de ativos

O General Atlantic, que administra mais de US$ 25 bilhões, está em busca de ativos na área hospitalar no Brasil.

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02.05.18
ED. 5858

Laticínios em alta

Depois da mexicana Lala, que comprou a Vigor, é a vez da alemã Ehrmann desembarcar no mercado brasileiro de laticínios. O grupo se associou à mineira Trevo Alimentos e acena com investimentos de US$ 300 milhões em novas aquisições.

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02.05.18
ED. 5858

Fundo americano surfa na crise do Rio

Um dos grandes fundos de real estate dos Estados Unidos, o GTIS Partnes pretende se aproveitar da grave crise do Rio de Janeiro.Está revirando o mercado imobiliário carioca em busca de pechinchas no segmento corporativo. Segundo o RR apurou, mantém negociações para a compra de uma torre de escritórios na área do Porto Maravilha. O que não falta é ativo na prateleira. A deterioração da economia fluminense e a crise na segurança pública têm formado uma combinação cruel: nos últimos três anos, os preços dos imóveis comerciais na cidade caíram, em média, 15%. O GTIS Partners, ressalte-se, captou recentemente US$ 670 milhões para investimentos no Brasil. O fundo já desembolsou cerca de R$ 5 bilhões no país – entre outros negócios, tem participação no luxuoso Hotel Palácio Tangará, em São Paulo.

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02.05.18
ED. 5858

A algema de ouro de Datena

A candidatura de José Luiz Datena ao Senado esbarra na resistência da Band em liberar a maior estrela do seu cast. A família Saad não estaria disposta a aceitar sua saída sem o pagamento da multa rescisória – o valor gira em torno dos R$ 25 milhões. A emissora acaba de fazer uma aposta alta no apresentador, que estreou recentemente um programa aos domingos. Sem um acordo com os Saad, só há um jeito de Datena atender ao chamamento do DEM e ao clamor das pesquisas – o último Ibope o colocou no topo da corrida ao Senado, com 33% das intenções de voto: repetir o que fez em 2012. Na ocasião, pagou do próprio bolso cerca de US$ 10 milhões para romper o contrato com a Rede Record.

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02.05.18
ED. 5858

Lava Jato nos calcanhares de Blairo Maggi

A circunstância merecia um ambiente puramente celebrativo e conversas mais amenas, mas foi impossível evitar. O casamento de Belisa Maggi, filha do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, na última sexta-feira, acabou sendo “invadido” pela Lava Jato. Nas rodas de conversas entre os políticos convidados, o assunto era um só: a nova rodada de depoimentos do ex-governador do Mato Grosso Silval Barbosa, que ameaça levar de arrasto alguma das principais lideranças da política do estado, a começar pelo próprio Maggi.

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02.05.18
ED. 5858

Lenta reconstrução

Ao contrário da expectativa da Petros e da Previ, as mudanças na BRF não tiveram impacto positivo imediato junto aos investidores. A ação caiu 5,5% nos dois pregões posteriores à eleição do novo Conselho de Administração, sob o comando de Pedro Parente.

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Gilberto Kassab tornou-se um dos principais articuladores da aliança entre PSDB-MDB para as eleições presidenciais. Mas não com Geraldo Alckmin na cabeça e, sim, com a dobradinha João Doria e Henrique Meirelles.

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02.05.18
ED. 5858

Efeito colateral

O ministro Carlos Marun foi escalado pelo Palácio do Planalto para, digamos assim, monitorar o estado de saúde de Geddel Vieira Lima, que passa por tratamento contra depressão. No entorno de Michel Temer, o receio é que a doença afete a capacidade de Geddel ficar em silêncio.

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02.05.18
ED. 5858

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Paper Excellence e GTIS Partners.

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