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Planos
27.04.18
ED. 5856

Amazon quer fazer um strike com a Saraiva e a Livraria Cultura

A Amazon está rascunhando o que pode vir a ser um best seller das operações de M&A no Brasil. A obra em questão passa pela aquisição conjunta da Saraiva e da Livraria Cultura e a consequente criação de uma rede com mais de 120 lojas e faturamento anual da ordem de R$ 2,5 bilhões. Segundo a fonte do RR, executivo de uma editora nacional credora das duas livrarias, as conversas são conduzidas por um grande banco europeu.

Por sinal, além do papel de adviser, essa instituição encarna outros dois personagens neste enredo: é credora das duas empresas e, desde fevereiro, vem comprando seguidos lotes de ações da Saraiva. A situação de vulnerabilidade das duas redes de livrarias joga a favor da Amazon. A Cultura, é bem verdade, ainda tem conseguido se aprumar graças à capitalização de R$ 150 milhões feita pela francesa Fnac no ano passado. O caso da Saraiva é bem mais complicado.

Com uma dívida superior a R$ 300 milhões, a companhia passa neste momento por uma dura negociação com 31 editoras para o pagamento de atrasados. Na semana passada, cortou à metade o número de diretorias. Não é de hoje que a Amazon ronda a Saraiva. Desta vez, no entanto, há uma série de variáveis que aumentam o interesse não só pela empresa, mas também pela Cultura.

O primeiro deles é aproveitar a “pechincha”. O valor de mercado da Saraiva hoje não passa de R$ 140 milhões – já foi de quase R$ 1,5 bilhão. Ao mesmo tempo, a Amazon considera estratégico montar uma grande estrutura física, diante de recentes movimentos feitos no Brasil. Há cerca de seis meses, iniciou a venda de eletroeletrônicos. No início deste mês, abriu sua plataforma de marketplace no país para livrarias e distribuidores. Há ainda um caráter defensivo na possível aquisição da Saraiva e da Cultura. O Alibaba, outra gigante do e-commerce global, também está se instalando no Brasil.

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27.04.18
ED. 5856

Bresser catequiza Ciro sobre a tributação de commodities

O ex-ministro Luiz Carlos Bresser Pereira se apresentou ao candidato Ciro Gomes para ministrar-lhe uma aula particular, com direito a giz e lousa. Bresser viu na proposta de Ciro de buscar um câmbio desvalorizado o caminho mais curto para vender sua tese de aplicação de um imposto sobre commodities. A tributação geraria dois câmbios, na prática: um para a indústria, sem imposto; e outro para as matérias-primas naturais, gravado. Em alguns casos, como o setor mineral, o ex-ministro aplicaria imposto sobre o imposto. Isto porque, a mineração já é taxada com a Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM). Bresser tributaria mais um pouquinho na ponta da exportação. Resta ver o que Ciro pensa dessa derrama.

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27.04.18
ED. 5856

“Caixeiro viajante”

Além da ida à Singapura, em maio, o Palácio do Planalto e o Itamaraty articulam uma viagem de Michel Temer à Rússia em julho. Enquanto a campanha eleitoral não começa para valer, T’emer vai em busca de investidores para reanimar as PPIs. Além disso, deverá assinar novos acordos com os russos para projetos na área de Defesa.

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27.04.18
ED. 5856

Ensaio

Neymar e o empresário Carlos Wizard – entre outros negócios, dono da rede Mundo Verde –, ensaiam uma tabelinha bilionária na área de educação fundamental.

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27.04.18
ED. 5856

BNDESPar vende ativos

A BNDESPar vai vender suas participações na Copel e na Fundição Tupy. As operações deverão se dar por meio de leilão na Bolsa. No BNDES, a estimativa é embolsar mais de R$ 3 bilhões.

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27.04.18
ED. 5856

Credores da CSN cobram venda de ativos

Em meio ao contencioso com os primos Leo e Clarice Steinbruch, que exigem na Justiça uma nova partilha e a venda de bens do clã, Benjamin Steinbruch enfrenta ainda um pico de pressão dos credores da CSN. Os bancos – à frente BB e Caixa Econômica – têm condicionado um novo alongamento da dívida e também a concessão de empréstimos futuros à venda de ativos da companhia. Segundo o RR apurou, estimativas dos próprios credores indicam que a CSN teria de levantar entre R$ 3 bilhões e R$ 4 bilhões ainda neste ano apenas para honrar a amortização das dívidas com vencimento até 2020. A subida do tom dos bancos nas últimas semanas parece estar sincronizada com a alta das ações da Usiminas – entre os ativos “vendáveis” da CSN, de longe o que pode ter maior impacto para a redução da dívida da empresa. O papel da siderúrgica mineira tem sido negociado a R$ 12, o maior patamar em quatro anos. Tomando-se como base o atual valor de mercado, a venda da participação renderia à CSN algo em torno de R$ 2,8 bilhões, o que possibilitaria a amortização de 10% do seu passivo. Por ora, no entanto, Benjamin se esquiva e não dá nem sinal de que vai se desfazer das suas ações na Usiminas. No máximo, fez chegar aos credores de que já abriu negociações para a venda da LLC Laminadora, nos Estados Unidos.

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27.04.18
ED. 5856

Homens do campo

A Agrishow, maior evento do agribusiness no país, será parada obrigatória dos presidenciáveis. Jair Bolsonaro e Geraldo Alckmin já confirmaram presença na feira, que ocorrerá entre os dias 30 de abril e 4 de maio, em Ribeirão Preto. Henrique Meirelles também é aguardado na cidade paulista. De longe, a participação mais esperada é a de Bolsonaro. O Capitão promete um “espetáculo” à parte, com seus ataques ao MST, a reservas indígenas e a ambientalistas, além da sua reiterada defesa à posse de armas de fogo para a segurança de propriedades rurais.

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27.04.18
ED. 5856

PT e PCdoB combinam suas peças

PT e PCdoB estão alinhavando possíveis modelos de aliança para as eleições. O formato que começa a ganhar corpo prevê a candidatura de Manuela D ́Ávila não à Presidência da República, mas, sim, ao governo do Rio Grande do Sul. Manuela encabeçaria a chapa única de uma frente da esquerda no estado, que teria ainda o PSOL. O PT retiraria, então, o nome de Miguel Rossetto, pré-candidato ao governo gaúcho. Em contrapartida, o PCdoB não lançaria uma chapa própria para concorrer à Presidência, apoiando o candidato do PT.

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27.04.18
ED. 5856

O novo cardápio da GP

A GP planeja trazer para o Brasil a rede de fast food inglesa Leon. A operação leva a assinatura de Fersen Lambranho, sócio da gestora, que conduziu pessoalmente a compra da empresa no ano passado. A GP, por sinal, já teve uma ótima experiência na cozinha: em 2006, comprou a Fogo de Chão por US$ 90 milhões. Seis anos depois, passou o negócio adiante por US$ 400 milhões.

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Paulo Hartung (MDB-ES) equilibra um prato em cada mão. Virtual candidato à reeleição, articula para ter no seu palanque Joaquim Barbosa e Geraldo Alckmin.

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27.04.18
ED. 5856

Vigilância nas nuvens

A chinesa DJI, maior fabricante de drones do mundo, prepara-se para aterrissar no Brasil. Hoje, os equipamentos da empresa são comercializados no país apenas por distribuidores terceirizados. A DJI fatura US$ 4 bilhões por ano e domina mais de dois terços do mercado mundial de drones.

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27.04.18
ED. 5856

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Amazon, Saraiva, Cultura, BNDES, CSN, BB e Caixa Econômica.

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