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Planos
17.04.18
ED. 5848

Google se protege do risco jurídico das fake news

As eleições deste ano podem sair mais caras do que o previsto para o Google. Aliás, para ser mais preciso,  a temporada promete ser das mais infelizes para a empresa. O site de busca vem colecionando processos judiciais, ao mesmo tempo em que tenta se resguardar de todas as maneiras de novas ações relacionadas à campanha eleitoral. O Google espera um tiroteio de por todos os lados. A empresa já reuniu uma tropa de advogados de alto calibre com o objetivo de planejar contratos com maiores salvaguardas contra a acusação de reter informações caluniosas ou difamatórias.

Com base em dados já acumulados, a expectativa da companhia é que o Brasil seja, neste ano, a pior performance do Google no quesito “contenciosos”. Até porque a evolução dos processos revela uma mudança de psicologia comportamental que não estava tão clara anteriormente, com a redução do medo do confronto jurídico com o site. Havia em torno do Google uma aura de intocabilidade que está indo para as nuvens. O Google Maps, onde os internautas podem registrar estabelecimentos e empresas pelo nome, é um exemplo das armadilhas jurídicas em que a companhia pode cair.

Segundo o RR apurou, a cada dia o Google tem barrado dezenas de usuários que tentam marcar em seu serviço de mapas o sítio de Atibaia e o Condomínio Solaris, na Praia do Guarujá, como sendo o “sítio do Lula” e o “triplex do Lula”. Seria um prato cheio para a defesa do ex-presidente acionar o site. Procurado pelo RR, o Google não quis se pronunciar sobre o assunto. A ameaça jurídica é potencializada pela inflamável combinação de eleições e Lava Jato. Há um de citados na Operação que brigam na Justiça pelo chamado “direito ao esquecimento”. Desde 2009, o Google já recebeu mais de seis mil pedidos de exclusão de conteúdo de suas páginas, totalizando quase 65 mil itens.

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17.04.18
ED. 5848

Arco da velha

A Lava Jato investiga um suposto esquema de corrupção referente às obras de construção do Arco Metropolitano do Rio. Mais de uma dezena de empreiteiras e fornecedores teriam participado do “mutirão da propina”. O esquema teria sido revelado na delação de executivos da OAS, uma das companhias que lideraram o projeto. A empreiteira baiana conhece cada cantinho do Arco Metropolitano: não custa lembrar que a empresa fechou um acordo de leniência com o Cade após confessar sua participação em um cartel formado para disputar as diversas licitações do empreendimento.

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17.04.18
ED. 5848

Grande marcha

Mais um gigante chinês do setor elétrico ensaia sua aterrissagem no Brasil. A China Energy Investment negocia com o governo do Mato Grosso um pacote de investimentos da ordem de US$ 200 milhões para a construção de um complexo de usinas solares no estado. Criada no ano passado a partir da fusão da Shenshua Group e da Guodian Corp, a China Energy é um conglomerado com mais de US$ 300 bilhões em ativos.

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17.04.18
ED. 5848

Nova fase

Mesmo após assumir as Minas e Energia, Moreira Franco segue como uma espécie de ministro emérito das PPIs. Pode ser que nessa nova fase consiga fazer os investimentos andarem.

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17.04.18
ED. 5848

Pedra no caminho

A venda do braço de energia da Queiroz Galvão para o Mubadala esbarra nos credores da empreiteira. Bancos e fornecedores – entre os quais a GE, dona de um crédito de R$ 400 milhões – têm exigido garantias adicionais em relação ao pagamento do passivo da
Queiroz Galvão Energia. Entre o valor dos ativos e a assunção de dívidas, estima-se que o negócio passe de US$ 1,2 bilhão.

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17.04.18
ED. 5848

O MDB é uma família

Leonardo Picciani e Marco Antonio Cabral têm tido um papel cada vez mais ativo no MDB do Rio, notadamente na costura de coligações para as eleições de outubro. Nas conversas internas, defendem que a sigla não tenha candidato próprio ao governo do estado e se concentre em reconstruir sua bancada na Alerj e no Congresso Nacional. Não quer dizer, no entanto, que a Lava Jato tenha precipitado a “sucessão” no MDB do Rio. Os interlocutores da dupla sabem muito bem que os jovens parlamentares apenas dublam seus respectivos pais, Jorge Picciani e Sérgio Cabral.

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17.04.18
ED. 5848

Garoto-propaganda

O PPS do Rio vai centrar forças na candidatura de Marcelo Calero, visto como potencial puxador de votos para a Câmara dos Deputados. Nas contas do partido, o ex-ministro da Cultura poderá arrastar com ele pelo menos mais dois eleitos. Calero ficou célebre ao deixar o governo Temer após denunciar o então ministro Geddel Vieira Lima, que pressionava o Iphan da Bahia a liberar as licenças de um prédio em Salvador onde havia adquirido um imóvel.

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17.04.18
ED. 5848

Palanque

O presidente Michel Temer “ressuscitou” o CDES. Temer deverá participar de mais uma plenária do “Conselhão” em maio. A questão é quanto do PIB aceitará se reunir novamente ao redor de Temer dois meses após o encontro de março.

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17.04.18
ED. 5848

Marina Silva da BRF

O GIC, fundo soberano de Cingapura, é uma espécie de “Marina Silva da BRF“. Acionista da empresa, ora se mexe na direção de Previ e Petros; ora, balança para o lado de Abilio Diniz.

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17.04.18
ED. 5848

Vale o escrito

Grandes construtoras já cercam o novo prefeito de São Paulo, Bruno Covas, por todos os lados. Temem que Covas não resista às pressões, inclusive da própria Câmara Municipal, e volte atrás em relação ao projeto de zoneamento de São Paulo elaborado por
João Doria. O ponto central é o desconto de 30% no pagamento de outorga onerosa para empreendimentos imobiliários.

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17.04.18
ED. 5848

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: OAS, Queiroz Galvão e Mubadala.

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