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Planos
03.04.18
ED. 5838

Unilever na disputa

Além da General Mills e da Mondelez, a Unilever também entrou no páreo pelo controle da Nutrimental. Trata-se da fabricante de barras de cereal pertencente à família Rocha Loures, cujo integrante mais notório é o deputado afastado Rodrigo Rocha Loures – famoso por outros tipos de guloseimas.Além da General Mills e da Mondelez, a Unilever também entrou no páreo pelo controle da Nutrimental. Trata-se da fabricante de barras de cereal pertencente à família Rocha Loures, cujo integrante mais notório é o deputado afastado Rodrigo Rocha Loures – famoso por outros tipos de guloseimas.

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03.04.18
ED. 5838

Anglo American joga detritos do Minas-Rio no colo da Techint

O quase permanente estado de litígio com a Nippon Steel na Usiminas periga se tornar o menor dos problemas da Techint no Brasil. O grupo ítalo-argentino está às portas de um contencioso com a Anglo American, tendo como pano de fundo o acidente ambiental nas instalações da mineradora em Santo Antonio do Grama, na Zona da Mata mineira. Os anglo-australianos já encontraram o “culpado” pelo sinistro: segundo o RR apurou, deverão acionar judicialmente a Tenaris, controlada pela Techint, responsabilizando-a pelos dois vazamentos de polpa de minério ocorridos no intervalo de apenas 20 dias.

A Anglo American teria identificado uma trinca no mineroduto supostamente em razão de uma falha no processo de fabricação do tubo, fornecido pela Tenaris. Nos bastidores, o “duto” entre as duas empresas já estourou. De acordo com a fonte do RR, na semana passada teria ocorrido uma série de reuniões entre executivos e engenheiros da Anglo American e da Tenaris, marcadas pelo tom beligerante e por mútuas acusações. Consultada pelo RR, a mineradora informou que “as causas dos vazamentos ainda estão sendo investigadas pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas e Universidade Federal de Minas Gerais”.

Disse ainda que, “neste momento não há estimativa dos impactos financeiros decorrentes dos incidentes.” Já a Tenaris não quis se pronunciar. A Justiça determinou o bloqueio preliminar de R$ 10 milhões da Anglo American para cobrir as primeiras ações de contenção do acidente. Por ora, no entanto, as consequências do duplo vazamento são incalculáveis, seja do ponto de vista ambiental, financeiro ou reputacional. Anglo American e Tenaris travam uma queda de braço não apenas para mitigar o risco jurídico e os custos econômicos, mas também para reduzir as fissuras sobre a sua imagem institucional.

Herança da MMX, de Eike Batista, o mineroduto Minas-Rio é o maior do mundo, com seus 530 quilômetros. Trata-se de um “cartão postal” tanto da Anglo American quanto da Tenaris, agora manchado pelos mais de 500 m3 de polpa de minério despejados, até o momento, na corrente fluvial da região de Santo Antônio do Grama. Os herdeiros do mítico industrialista italiano Agostino Rocca – o aliado de Mussolini que fugiu para a Argentina após a Segunda Guerra Mundial e lá criou a Techint – parecem viver seu inferno astral no Brasil. O acidente no Minas-Rio, o iminente contencioso com a Anglo American e a pecha de sujismunda do meio ambiente ameaçam aumentar o grau de criminalização dos ítalo-argentinos no país. A Techint, não custa lembrar, está envolvida na Lava Jato. O grupo foi declarado inidôneo pelo TCU por participar do esquema de propinas na construção da usina nuclear de Angra 3.

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03.04.18
ED. 5838

Custo Rio

Não são apenas as redes varejistas que sofrem com o roubo de mercadorias no Rio. Grandes empresas de alimentos, a exemplo Unilever, têm sido obrigadas a pagar até 60% a mais no seguro de suas cargas no estado.

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03.04.18
ED. 5838

Fileira de startups

Marc Lemann, filho de Jorge Paulo Lemann, está enfileirando startups e aplicativos de eSports um atrás do outro. Daqui a pouco embrulha tudo e faz um IPO na Nasdaq.

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03.04.18
ED. 5838

“Cyber ataque”

As fake news não poupam sequer a intervenção federal no Rio de Janeiro. Nos últimos dias circulou em grupos de WhatsApp de oficiais da Polícia Militar do Rio uma suposta relação de generais do Exército que seriam designados para assumir o comando de batalhões da PM no estado. A farsa já foi devidamente identificada e desarmada pelo Exército.

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03.04.18
ED. 5838

Joaquim e Romário

Já pensou Romário e Joaquim Barbosa no mesmo palanque? Pois o Baixinho não só pensou como já busca o apoio do PSB, seu ex partido, a sua candidatura ao governo do Rio.

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03.04.18
ED. 5838

Statoil perfura fundo no pré-sal

Para a Statoil, a 15a Rodada de Licitações da ANP, na última quinta-feira, foi apenas o hors d ́oeuvre. O prato principal está reservado para o leilão do pré-sal, marcado para junho: os noruegueses vão entrar pesado na disputa pelos blocos S-M-534 e S-M-645, na Bacia de Santos – ambos excluídos da licitação da semana passada por decisão do TCU. Estima-se que o valor de outorga das duas áreas passe dos R$ 3 bilhões.

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03.04.18
ED. 5838

Os megabytes da reeleição

O governador Fernando Pimentel está embalando um pacote de benefícios fiscais na tentativa de atrair empresas de TI para Minas Gerais.

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03.04.18
ED. 5838

A nova missão de Raul Jungmann?

Imagine se Raul Jungmann, recém-saído do PPS após 26 anos, estivesse de malas prontas para se aninhar no MDB, atendendo a um pedido do próprio Michel Temer… E se o pernambucano Jungmann trocasse não só de partido, mas de província, tornando-se um retirante eleitoral rumo ao “Sul Maravilha”. Suponha que nessa travessia um dos ministros mais importantes e leais de Temer deixasse a Pasta  da Segurança Pública para cumprir um múnus ainda maior e, na atual circunstância, intrinsicamente ligado ao cargo que ocupa: disputar a eleição para o governo do Rio. Que outro candidato teria tamanha legitimidade e conhecimento de causa para evocar a agenda da segurança pública?

Quem se não o ex-ministro da Defesa e da Segurança Pública teria maior autoridade para prometer o aumento dos investimentos na área e defender a permanência das forças militares no estado? Quem poderia cruzar o estado, visitar comunidades, posar ao lado das tropas do Exército fardado de “governador interventor” se não Jungmann? Talvez o eleitor fluminense, num arroubo bairrista, rejeitasse um forasteiro; talvez o fato de não ser uma das lideranças políticas do estado, quase todas enlameadas, se tornasse outro de seus handicaps.

Talvez Jungmann viesse a suprir uma vacância no próprio MDB do Rio, destroçado pela Lava Jato – curiosamente, em sua carta de despedida do PPS, o ministro fez menção a sua passagem pelo antigo MDB nos tempos de “resistência democrática”. Ficção? Realidade? O dia 6 de abril, prazo limite para a desincompatibilização de cargos públicos e mudança de domicílio eleitoral, tem a resposta para alguns dos enigmas de 7 de outubro.

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03.04.18
ED. 5838

Blindagem familiar

José Sarney articula a candidatura do rebento Fernando Sarney, vice-presidente da CBF, à Câmara. Fernando faria companhia ao irmão José Sarney Filho. Que pai zeloso não gostaria de ver toda a prole com foro privilegiado?

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03.04.18
ED. 5838

No Rio

A Eletrobras colocou à venda um terreno no Centro do Rio. A área foi comprada por R$ 83 milhões. Mesmo com a desvalorização da cidade, a estatal garante que sua avaliação atual é de R$ 112 milhões.

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03.04.18
ED. 5838

Cabify perde combustível

Sem fôlego financeiro para manter políticas de desconto competitivas, o Cabify tem perdido seguidamente motoristas e clientes para o Uber no Brasil. No próprio escritório da empresa espanhola no país, o clima é de desalento. A percepção generalizada é que, sem um novo aporte, a operação brasileira do Cabify vai parar no acostamento.

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03.04.18
ED. 5838

Ponto final

Os seguintes citados não retornaram ou não comentaram o assunto: Unilever, Statoil e Cabify.

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