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Planos
28.03.18
ED. 5835

Chegou a vez da Marinha no governo de Michel Temer

A Marinha é a “bola da vez” no reaparelhamento da área militar. O governo de Michel Temer pretende tirar da gaveta um antigo projeto da força naval brasileira: a substituição da frota de aviões de combate embarcados. Trata-se de um contrato que poderá chegar à casa de US$ 1,5 bilhão, considerando-se a aquisição de aproximadamente 20 aeronaves. O investimento caminha pari passu ao projeto do novo porta-aviões brasileiro – a única embarcação deste tipo a serviço da Marinha, o São Paulo, entrou em processo de descomissionamento e desmontagem no ano passado.

Segundo o RR apurou, há contatos preliminares, na esfera do Ministério da Defesa, com fabricantes internacionais. Questões de ordem técnica fazem da sueca Saab, que fornecerá os novos caças da Aeronáutica, uma forte candidata ao negócio. O Sea Gripen, avião embarcado produzido pela companhia, dispõe dos mesmos sensores e tipo de armamento do Gripen NG que será entregue à Força Aérea. A aeronave é considerada versátil: pode operar a partir de porta-aviões Catobar (decolagem por catapulta) ou Stobar (decolagem curta).

O custo unitário do Sea Gripen gira em torno dos US$ 70 milhões. Procurado pelo RR, o Ministério da Defesa informou que caberia à Marinha se pronunciar sobre o assunto. Esta, por sua vez, garantiu que ainda não existem tratativas com fabricantes de aeronaves. Mas confirmou os planos de aquisição dos novos equipamentos. A Marinha informou estar conduzindo estudos, “no âmbito do Programa de Obtenção de Navio Aeródromo (Pronae), quanto às características e requisitos” do próximo porta-aviões.

Disse ainda que, “enquanto não forem estabelecidas as características do futuro Navio Aeródromo, não se poderá definir que tipos ou modelos de aeronaves comporão a sua ala aérea”. Uma vez confirmado, o pacote “porta-aviões/aeronaves embarcadas” selará uma espécie de trilogia de investimentos mais agudos nas Forças Armadas, que engloba a aquisição dos blindados Guarani para o Exército e a própria substituição dos caças da FAB. Este última, embora assinada na gestão Dilma, começou a ganhar altitude no governo de Michel Temer.

A compra dos novos aviões é um antigo pleito da Marinha. A Força dispõe de 23 aeronaves embarcadas modelo A-4 Skyhawk, produzidas no fim dos anos 70. Em 2009, o governo Lula assinou com a Embraer um contrato para a modernização de 12 destes jatos. Muito em razão das restrições orçamentárias na Defesa, a primeira aeronave só viria a ser entregue em 2015. Além disso, o programa de modernização sofreu um baque no ano seguinte, quando um A-4 Skyhawk reformado pela Embraer caiu durante um voo de treinamento.

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07/04/18 10:40h

Plano Brasil – Chegou a vez da Marinha no governo de Michel Temer

disse:

[…] Fonte: Relatório Reservado […]

28.03.18
ED. 5835

Telecontrabando

Apple e Samsung têm cobrado da Receita Federal e da Polícia Federal medidas mais rigorosas no combate à entrada de smartphones contrabandeados no Brasil. Antes que o celular, guardadas as devidas proporções, vire o novo cigarro. Estima-se que cerca de 12 milhões de aparelhos sejam ativados anualmente no país sem as devidas licenças de importação e muito menos certificação da Anatel.

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28.03.18
ED. 5835

Sólidas pontes

O construtor Meyer Joseph Nigri, dono da Tecnisa, tem erguido sólidas pontes entre o candidato Jair Bolsonaro e a comunidade judaica.

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28.03.18
ED. 5835

Solução de emergência

Além de responsável pela modelagem do leilão, o BNDES poderá ter um segundo chapéu na venda das seis distribuidoras de energia federalizadas: financiador da operação. O clima no governo é de vai ou racha. O “racha”, neste caso, é um prejuízo de aproximadamente R$ 21 bilhões no balanço da Eletrobras caso o leilão fracasse e as distribuidoras sejam liquidadas.

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28.03.18
ED. 5835

Generais se alistam na tropa do fake news

O Alto Comando do Exército deve estar preocupado – e, se não está, deveria – com a adesão de generais da reserva de prestígio, como Augusto Heleno, a grupos de manifestantes de questionáveis práticas éticas, a exemplo do Vem pra Rua, MBL, Avança Brasil, entre outros. São agremiações com operações subterrâneas, que incluem o uso constante de fake news. O procedimento heterodoxo desses movimentos já foi devidamente esquadrinhado na mídia convencional. A estratégia desse pessoal agora é atrair generais com repercussão junto aos militares da ativa, tais como Rocha Paiva, Luiz Sodré e Luiz Peret, para citar alguns dos mais votados em uma lista que promete aumentar. Essa contaminação do oficialato, notadamente do Exército, é um acinte para o comandante geral da Força, general Eduardo Vilas Bôas, que tem sido de uma dedicação exemplar na separação das funções constitucionais e profissionais dos seus comandados em relação aos laivos de politicagem que assolam os generais sensíveis aos chamados populistas de grupos na fronteira da criminalidade. É assustadora a hipótese de o generalato ceder aos apelos dessa gente que muito bem pode ser presa devido às manipulações criminosas de informações nas redes sociais.

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28.03.18
ED. 5835

Junto e misturado

O nome de Carlos Marun tem sido cogitado no MDB como possível candidato ao governo do Mato Grosso do Sul. Marun, no entanto, diz se tratar de fogo amigo, obra de quem quer vê-lo longe do Palácio do Planalto. Fiel a Michel Temer, já avisou que sequer concorrerá à reeleição na Câmara.

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28.03.18
ED. 5835

Ex-secretário de Cabral mira em Pezão

A entrevista concedida no último fim de semana por Sergio Cortes, ex-secretário de Saúde de Sérgio Cabral, acendeu o sinal de alerta no Palácio Guanabara. Além do discurso com o nítido propósito de se distanciar de Cabral, o “arrependido” Cortes deixou claro que vai apontar sua metralhadora de memórias na direção do governador Luiz Fernando Pezão. Como Cabral já foi mais do que destrinchado pela Lava Jato, Pezão seria o seu “vale delação”. Por sinal, em seus depoimentos à Justiça, Cortes já deu alguns spoilers das próximas cenas, a exemplo da denúncia de que Pezão teria recebido propina de um fornecedor de contêineres para o governo do estado.

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28.03.18
ED. 5835

Banco de reservas

O vereador Leandro Lyra está aquecendo na beira da quadra. É hoje o nome mais cotado para ser o candidato do Partido Novo ao governo do Rio caso Bernardinho desista da disputa. Lyra carrega como troféu o fato de ter sido o vereador mais jovem a ser eleito no Rio de Janeiro, com 24 anos.

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28.03.18
ED. 5835

Seguidas preces

Marcelo Crivella e o ex-ministro e pastor Marcos Pereira têm feito seguidas preces a Michel Temer pela manutenção do interino Marcos Jorge de Lima, do PRB, no Ministério do Desenvolvimento. O PP disputa a mesma “graça”.

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28.03.18
ED. 5835

Do aço ao milho

A argelina Cevital mantém conversas com o governo do Maranhão para a construção de uma fábrica de etanol de milho. Ressalte-se que o mesmo grupo chegou a negociar a instalação de uma siderúrgica no estado. Mas ficou na promessa.

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28.03.18
ED. 5835

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Apple, Samsung, BNDES e Tecnisa.

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