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Planos
26.03.18
ED. 5833

“Risco Abengoa” afugenta candidatos a leilão de transmissão

Como se não bastasse a Eletrobras, o ministro e pré-candidato ao governo de Pernambuco Fernando Coelho Filho deixará outro conturbado processo de privatização para o seu sucessor na Pasta de Minas e Energia. Segundo o RR apurou, a franco-belga Engie e a chinesa State Grid, entre outros grandes grupos, ameaçam ficar de fora do leilão de 24 linhas de transmissão marcado para 28 de junho. Na semana passada, representantes das empresas tiveram uma tensa conversa com o ministro Coelho Filho.

O motivo é o alto risco jurisdicional que cerca a licitação, risco este que atende pelo nome de Abengoa. O grupo espanhol briga na Justiça para retomar as nove concessões de transmissão cassadas pela Aneel no ano passado, três das quais incluídas no leilão de junho. Os ibéricos se movimentam nos tribunais para suspender a concorrência e forçar a Aneel e excluir as três concessões do pacote. Mesmo que a licitação ocorra, os investidores que arrematarem as três antigas licenças da Abengoa correm sério risco de ganhar, mas não levar, sendo posteriormente arrastados para um contencioso que, a princípio, não lhes pertence.

O grupo espanhol entra nesta história como franco-atirador. A esta altura, não tem muito a perder. Em recuperação judicial e com uma dívida de mais de R$ 3 bilhões, qualquer futuro acordo com o governo seria uma expressiva vitória. Do lado da Aneel e do Ministério de Minas e Energia, a solução profilática mais conservadora seria a retirada do leilão das três concessões, estancando assim o risco de judicialização do certame. Por sinal, as próprias empresas, notadamente a State Grid, pressionam o governo neste sentido.

No entanto, seja por uma convicção de vitória na Justiça, seja por alguma dose de teimosia, tanto a agência reguladora quanto o Ministério insistem em manter as antigas licenças da Abengoa no bolo que será ofertado ao mercado em junho. A posição pode custar caro, no limite até mesmo o adiamento de todo o leilão, o que significaria postergar investimentos de R$ 9 bilhões e um pacote de obras com potencial para gerar cerca de 20 mil postos de trabalho.

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26.03.18
ED. 5833

Pitadas de psicopatia

Emissários de Gilmar Mendes têm plantado notas nas redações sobre as ligações perigosas de Luís Roberto Barroso com seu escritório de advocacia. Barroso já foi avisado por jornalistas “aliados”. Não será surpresa se em outra batalha campal do STF um certo instituto de educação ligado a Gilmar Mendes surgir à tona. O ministro Barroso tem “apoiadores” escavando detritos nas profundezas da controversa instituição.

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26.03.18
ED. 5833

Apoio mútuo

O diretor da GRT Partners e fundador do Banco Pactual, Luiz Cezar Fernandes, tem conversado com o controlador do BTG, André Esteves. Os dois, que já se detestaram, hoje mantêm uma relação afetuosa. Fernandes previu no ano passado que o Brasil decretaria o calote da dívida interna em breve. E Esteves permanece encalacrado com processos na Lava Jato.

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26.03.18
ED. 5833

Concorrência

O conselho da Cemig quer empurrar a negociação da Light para depois da venda da Eletropaulo. A concorrência é cruel.

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26.03.18
ED. 5833

Descurtiu

A direção do Facebook no Brasil vinha alimentando a ideia de realizar o primeiro debate presidencial do país transmitido exclusivamente pelas rede sociais. Agora, com o escândalo do vazamento dos dados de mais de 50 milhões de usuários e sua influência sobre as eleições norte-americanas, o projeto deve levar um unlike e ser deletado.

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26.03.18
ED. 5833

À imagem e semelhança de Abilio

Além de Abilio Diniz, Previ e Petros não veem a hora de também expurgar do Conselho da BRF Flavia Buarque de Almeida – não por coincidência sócia do empresário na Península Investimentos. Espécie de backing vocal de Abilio no board da companhia, Flavia vive às turras com os fundos de pensão. Previ e Petros jogam na conta da executiva uma parcela razoável das equivocadas decisões estratégicas que empurraram a BRF para o seu atual estado de debilidade. Isso para não falar da sua capacidade para tensionar ambientes, ao melhor estilo Abilio.

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26.03.18
ED. 5833

Processo contra o Carlyle chega aos Estados Unidos

Além do processo no Brasil, investidores que compraram loteamentos da UrbPlan vão acionar o Carlyle na Justiça norte-americana. A gestora controlou a empresa até 2017. Não deixou saudade entre os clientes. Os investidores acusam a UrbPlan de descumprimento de contrato e atraso na entrega dos lotes comprados. O Carlyle já teve uma primeira derrota nos tribunais brasileiros ao ser incluída na massa falida da incorporadora.

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26.03.18
ED. 5833

Aço retorcido

Alerta vermelho entre os credores da CSN: o contencioso entre Benjamin Steinbruch e seus primos travou o processo de venda de ativos da siderúrgica, fundamental para o abatimento da dívida de R$ 29 bilhões da empresa.

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26.03.18
ED. 5833

Ruim para Haddad, péssimo para Doria

O Ministério Público de São Paulo deverá receber em breve farta munição referente à concorrência de quase R$ 7 bilhões para a contratação do novo sistema de iluminação pública de São Paulo. Uma das empresas alijadas da licitação dispõe de um acervo de informações capaz de iluminar os pontos mais obscuros do processo. São detalhes de manobras administrativas que teriam sido feitas no âmbito da Prefeitura para direcionar o resultado da bilionária disputa – um aperitivo foi entregue recentemente em algumas redações. O escândalo veio à tona apenas na semana passada, com o vazamento de um áudio da diretora do departamento de iluminação do município (Ilume), Denise Abreu, Na conversa, Denise supostamente se refere ao pagamento de propina por parte da FM Rodrigues, vencedora da licitação. O caso, no entanto, é notório nos corredores da Prefeitura de São Paulo há mais de dois anos,
atravessando a reta final da gestão de Fernando Haddad e o breve mandato de João Doria – ver RR edição de 14 de setembro de 2017.

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26.03.18
ED. 5833

O popular

Se Paulo Rabello de Castro for realmente candidato a presidente, levará uma montanha de votos dos funcionários do BNDES. Apesar da postura um tanto heterodoxa, Rabello de Castro, compreende o corporativismo do banco e fala o que seus colaboradores querem ouvir. A Associação de Funcionários do BNDES bem que poderia fazer uma pesquisa.

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26.03.18
ED. 5833

Ninguém o escuta

O presidente do Walmart Brasil, Flavio Cotini, já não pode sequer ser chamado de Rainha da Inglaterra. Com a empresa prestes a ser vendida, nem a “criadagem” o escuta mais.

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26.03.18
ED. 5833

“Do meu jeito”

Eduardo Paes está impondo uma série de condições para se filiar ao PP. A principal delas: ter total autonomia para fechar ou recusar alianças com outros partidos caso possa disputar o governo do Rio.

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26.03.18
ED. 5833

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Abengoa, State Grid, Engie, Cemig e Carlyle.

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