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Planos
23.03.18
ED. 5832

PT prepara a campanha do “Lula, lá” no Prêmio Nobel

Acredite quem quiser: o PT está discutindo seriamente a ideia de indicar Lula para o Prêmio Nobel da Paz. Nesta semana, um grupo de intelectuais ligados ao partido se reuniu no Rio de Janeiro para tratar da questão. A julgar pelo deslocamento de petistas de São Paulo até o Rio e da notória proximidade de alguns dos personagens com o ex-presidente, é possível deduzir que o próprio Lula tem
conhecimento e, no limite, estimula a articulação. Ou seja: ao que tudo indica, não se trata de uma iniciativa voluntarista e isolada e tampouco de uma ideia solta no ar. O “projeto Nobel” contém, implícita, uma estratégia para lidar com a prisão do ex-presidente. Esta questão não foi aventada na reunião, mas está latente que a campanha pela premiação é um plano para redimi-lo posteriormente, ou seja, uma espécie de “Mandelização” de Lula. É como se houvesse um único objetivo, uma meta glorificante. Entre os petistas presentes no encontro, a posição unânime é de que ele permanecerá no pleito até o fim. O discurso é o mesmo do seu líder: renunciar à
disputa eleitoral é admitir a culpa. Os candidatos a pré-candidatos do PT são tratados como uma espécie morta. Não existem o campo da esquerda e muito menos a disposição de apoiar um nome de fora do partido. Por incrível que pareça, só existe o Prêmio Nobel de Lula.

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23.03.18
ED. 5832

A Selic agora é de Temer

O ministro Henrique Meirelles faturou a última queda de juros com ele no cargo. Vai para a campanha eleitoral – decisão hoje mais provável – com uma Selic de 6,5%. A partir de 16 de maio – próxima reunião do Copom -, o aproveitamento político solitário é de Michel Temer. Se não houver um terremoto, a Selic desce para 6,25% e estará findo o ciclo de flexibilização monetária. Estará? Para algumas consultoras, a exemplo da LCA, a taxa pode cair ainda mais depois de maio, indo a 6%. Se Temer tentar a reeleição, esse será um dos seus bordões com toda a certeza.

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23.03.18
ED. 5832

O estrategista

Sérgio Andrade tem pavoneado sua performance na Operação Lava Jato. O empresário diz que a Andrade Gutierrez saiu praticamente ilesa dos tiroteios e revela as práticas e truques desse milagre. Um dos segredos está na coordenação direta da comunicação. Não
há uma vírgula das ações de informação e contrainformação na mídia que não tenha passado pelo crivo do empreiteiro.

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23.03.18
ED. 5832

O império contra-ataca

Acendeu o sinal amarelo na campanha de Ciro Gomes. O candidato chamou o ex- vice-presidente do BNDES, Darc Costa, para conversar sobre seu programa de governo. O apelido de Costa é Darth Vader.

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23.03.18
ED. 5832

Naspers dobra a aposta

A sul-africana Naspers já aportou mais de US$ 100 milhões em startups brasileiras. É só o começo. Munição maior está reservada para a compra de plataformas financeiras.

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23.03.18
ED. 5832

Uma cruzada anti-Ciro Gomes

Ciro Gomes foi variável decisiva na reaproximação entre Jair Bolsonaro e o pastor Silas Malafaia. Ambos estavam rompidos desde o ano passado, quando o capitão decidiu deixar o Partido Social Cristão (PSC), o que lhe rendeu, à época, duras críticas do líder religioso. O pragmatismo fechou a cicatriz. Além da chance real de um representante da extrema direta no segundo turno, o potencial de crescimento da candidatura do pedetista contribuiu para amalgamar a coalizão político-religiosa. O “risco Ciro” foi amplamente discutido nas conversas entre Bolsonaro e Malafaia, intermediadas pelo senador Magno Malta. O pedetista pode até não vir a ser o “ungido” por Lula, caso, como tudo indica, o ex-presidente fique alijado da corrida eleitoral. Mas é visto por Bolsonaro e pela bancada
da fé que o cerca, a começar pelo próprio Malta, como o nome do campo da esquerda a ser combatido desde já. Nas conversas entre o candidato e Malafaia, chamou a atenção a ausência do nome de Lula como o outro “anticristo”. Tribuna não faltará a Jair Bolsonaro. Malafaia emprestará ao capitão seu poder de influência e alcance nas redes sociais: são dois milhões de seguidores no Facebook, 1,3 milhão no Twitter e 350 mil em seu canal no YouTube. Há ainda os 112 templos da Assembleia de Deus Vitória em Cristo. Por enquanto. Amanhã, Malafaia inaugura uma nova filial no Rio de Janeiro.

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23.03.18
ED. 5832

A bipolaridade da Eternit

A Eternit, que entrou com pedido de recuperação judicial, tem sido um ativo bipolar no portfólio de dois dos maiores investidores da bolsa brasileira, Luiz Barsi Filho e Lírio Parisotto, donos de quase 20% da empresa. Por um lado, a dupla perdeu dinheiro, e não foi pouco, com a forte queda do valor de mercado da companhia – quase 80% nos últimos cinco anos. Por outro, fartou-se com a generosa política de distribuição de dividendos da Eternit mesmo quando o seu telhado de amianto já derretia. Em 2013, a empresa chegou a distribuir 70% dos lucros. Nos anos anteriores, pagou até seis vezes mais do que a média das companhias abertas brasileiras. Deu no que deu…

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23.03.18
ED. 5832

Calcanhar de Aquiles

Os próprios assessores de João Doria não escondem sua apreensão com o destempero do candidato sempre que questionado sobre adecisão de largar a Prefeitura no meio do mandato. Na última quarta-feira, durante entrevista ao vivo, um Doria visivelmente tenso, com o cenho sempre franzido, foi ríspido com um jornalista da Band que abordou o assunto. E a campanha sequer começou…

Por falar em João Doria, o prefeito esperava ao menos uma curta declaração de apoio de FHC à sua candidatura ao governo de São Paulo. Passados quatro dias das prévias tucanas, o ex-presidente é só silêncio.

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23.03.18
ED. 5832

Reencarnação

A oferta de ativos na área de saneamento, a começar por Cedae e Sabesp, está trazendo a gigante alemã RWE de volta ao Brasil. O grupo, um dos maiores da Europa na área de energia e tratamento de água e esgoto, andou pelo país na década passada, na primeira leva de privatizações do setor.

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23.03.18
ED. 5832

Dando as cartas

O deputado Fabio Faria (PSD-RN) está dando as cartas nos Correios. Qualquer pedido do genro de Silvio Santos é uma ordem na estatal.

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23.03.18
ED. 5832

Ratoeira

O apresentador Ratinho tem sido assediado pelo PP e pelo PSD, partido de seu filho, Ratinho Jr., para se candidatar ao Senado. Por ora, não diz nem que sim, nem que não.

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23.03.18
ED. 5832

O “Renan do Ceará”

O emedebista Eunício de Oliveira já escolheu o seu lado, ao menos nas eleições do Ceará: é PT na cabeça. O presidente do Senado tem se reunido seguidamente com o governador Camilo Santana, candidato à reeleição, e negocia alianças para engrossar a coalizão em torno do petista.

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23.03.18
ED. 5832

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Naspers e RWE.

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