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Planos
16.03.18
ED. 5827

Cofco irriga sua operação brasileira com US$ 3 bilhões

A chinesa Cofco, um latifúndio do agronegócio global, está semeando um grande projeto de expansão da sua operação brasileira. Os investimentos, segundo o RR apurou, devem somar cerca de US$ 3 bilhões até 2021. A meta é duplicar em até três anos as exportações de commodities agrícolas no país, hoje em torno de nove milhões de toneladas.

Em 2017, os asiáticos responderam por cerca de 8% das vendas de milho, soja e farelo do Brasil para o exterior, o suficiente para ultrapassar ADM e Louis Dreyfus e assumir a dianteira do ranking. O novo salto virá não apenas com novas aquisições de empresas agrícolas – vide a incorporação dos negócios da Nidera e do Noble Group no Brasil –, mas também com uma política agressiva de compras de terras. A maior parte dos investimentos está prevista para o Mato Grosso, onde a Cofco já origina cerca de quatro milhões de toneladas de soja por safra.

Os chineses planejam desembolsar algo em torno de US$ 500 milhões apenas para aumentar a sua capacidade de estocagem no estado, onde já têm 13 unidades de armazenamento. O peso do Brasil na operação mundial da Cofco pode ser medido pela recente reestruturação no alto-comando do grupo. Executivos brasileiros assumiram o comando da divisão de soja e de uma nova unidade de gerenciamento de ativos. Segundo o RR apurou, em breve outros dirigentes da subsidiária brasileira também deverão subir de degrau.

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16.03.18
ED. 5827

Catequese em forma de pesquisa

Pode ser coincidência, mas tem pinta de que não é. A pergunta sobre se os brasileiros aprovam um presidente que controle os gastos públicos tem sido pinçada das pesquisas de opinião como uma das questões fundamentais. Foi assim agora com a pesquisa CNI/Ibope. As respostas beiram a unanimidade. Afinal, do jeito que o questionamento é feito, ninguém vai defender um presidente que tenha como atributo a desordem fiscal. A pergunta, o destaque dado a ela e sua publicização parecem ter o propósito de conscientização ideológica. Uma espécie de “Operação Lava Pensamento”. Portanto, qualquer candidato à Presidência que defenda uma política fiscal menos austera já começaria a campanha com mais de 90% dos brasileiros contra ele. Curioso, não? Em tempo: o RR deixa bem claro que também é contra o desequilíbrio das contas públicas.

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16.03.18
ED. 5827

La meme chose

A julgar pelo programa de campanha – uma agenda liberal com ênfase em uma ampla privatização – o Partido Novo, de João Amoedo e Gustavo Franco, segue o Partido Social Liberal, de Jair Bolsonaro e Paulo Guedes.

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16.03.18
ED. 5827

Em prol da Força Nacional de Segurança

O ministro Raul Jungmann trabalha para tornar a Força Nacional de Segurança permanente e também para duplicar seu efetivo, hoje em torno de 2,5 mil agentes.

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16.03.18
ED. 5827

Próxima atração

A Globo pretende realizar um reality show superchampion. Os participantes concorreriam em diversas modalidades: esportes individuais, conhecimentos culturais, tipos de danças, conhecimento de línguas, tecnologia etc. Copiada do Masterchef, da Band, haveria ainda uma competição culinária.

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16.03.18
ED. 5827

Prumo com todo gás

A Prumo Logística bateu o martelo: vai construir duas térmicas a gás no Porto do Açu. Serão cerca de R$ 7 bilhões em investimentos ao longo dos próximos cinco anos, segundo a própria empresa confirmou ao RR.

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16.03.18
ED. 5827

CEF recebe blindagem de celofane

A alardeada blindagem da administração da Caixa Econômica Federal, ao que parece, não resiste à dinâmica política. Mais de dois meses após o afastamento de três vice-presidentes suspeitos de irregularidades, os cargos seguem “semiocupados” por interinos. O recém-aprovado estatuto do banco e as novas regras de governança do banco preveem a contratação de uma empresa de head hunter para a escolha dos executivos – modelo que, segundo a própria instituição, ainda está sendo aprimorado. Entre os “Caixianos” mais tarimbados, no entanto, ninguém acredita que os nomes indicados assumirão o posto sem o crivo do Palácio do Planalto. A aposta é que o governo estaria aguardando a definição do futuro ministro das Cidades – o atual, Alexandre Baldy, deverá deixar o cargo em abril para concorrer à reeleição na Câmara – para só então bater o martelo quanto aos novos vice-presidentes da Caixa.

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16.03.18
ED. 5827

Todos os fios levam à State Grid

O interesse da GP na participação da AES na Eletropaulo não desperta simpatia no governo. A “torcida” em Brasília e – por que não dizer? – no BNDES, acionista da empresa, é toda pró-State Grid. Os chineses são fortes candidatos a entrar no capital da distribuidora paulista por meio do aumento de capital previsto para o fim deste mês, conforme antecipou o RR na edição de 8 de fevereiro. O governo vislumbra a operação como um prelúdio para a fusão entre a Eletropaulo e a CPFL, controlada pela State Grid, com um considerável reforço dos investimentos chineses no Brasil.

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16.03.18
ED. 5827

Justiça faz nova caçada ao “Rei Arthur”

O juiz Marcelo Bretas prepara um novo pedido à Justiça dos Estados Unidos para a extradição do empresário Arthur Soares, o “Rei Arthur”. As autoridades norte-americanas já negaram por quatro vezes a entrega do foragido da Lava Jato, que mantém residência em Key Biscaine, na Flórida. O pedido se baseia em recentes depoimentos do ex-secretário de Saúde do governo Cabral, Sergio Cortes. A Facility, empresa de Arthur, é acusada de ter recebido mais de R$ 1,7 bilhão/ano em contratos irregulares com o governo Cabral.

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16.03.18
ED. 5827

Lealdade com lealdade se paga

Lucio Vieira Lima, irmão do presidiário Geddel, confirmou ao MDB que vai disputar a reeleição à Câmara pela Bahia. Conta, desde sempre, com o apoio de Michel Temer.

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16.03.18
ED. 5827

Pariu Mateus e se foi

Geraldo Alckmin fez o convite para Eduardo Paes retornar ao PSDB e depois tomou Doril. Na Executiva Nacional do partido, dirigida por Alckmin, sequer se fala no assunto depois das recentes denúncias contra Paes na Lava Jato. A batata quente foi empurrada para o diretório do Rio.

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16.03.18
ED. 5827

Um negócio triunfal

Prestes a ser apeado do board da BRF, Abilio Diniz busca um negócio triunfal, a sua altura. Quem sabe a compra das operações do Cencosud no Brasil pelo Carrefour?

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16.03.18
ED. 5827

Minha Casa, meu negócio

Rubem Menin, dono da MRV, é tratado no próprio governo como “Ministro do Minha Casa, Minha Vida”. O epíteto se deve tanto pela permanente interlocução com o ministro das Cidades, Alexandre Baldy, quanto pelo peso do programa habitacional em sua incorporadora – mais de 90% das receitas. Se um balançar, a outra enverga.

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16.03.18
ED. 5827

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Cofco, State Grid e AES.

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