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Planos
13.03.18
ED. 5824

Previ, Petros e Tarpon querem depenar modelo de gestão da BRF

Não basta expurgar Abilio Diniz do board. Previ, Petros e Tarpon já discutem o script para o day after da BRF – leia-se o pós-26 de abril, data da assembleia que votará a destituição do conselho de administração. Os fundos e a gestora planejam mudar a estrutura administrativa da empresa e defenestrar boa parte da atual gestão, a começar pelo CEO, José Aurélio Drummond Jr. O nome mais cotado para assumir a presidência seria o de Alexandre Moreira Martins de Almeida, atual diretor vice-presidente Brasil.

Consultada, a Petros confirma que “está insatisfeita com os resultados da BRF” e que busca “a reformulação da estratégia de gestão”. Previ e Tarpon não se pronunciaram. Previ, Petros e Tarpon consideram o modelo administrativo da BRF um dos legados mais nocivos da “era Abilio Diniz”.

Hoje, a gestão é uma barafunda, que estimula a fragmentação do poder decisório e a existência de territórios que não conversam entre si. A ideia é ter um único CEO. Alexandre de Almeida, por exemplo, é um presidente esvaziado da operação brasileira, com reduzida autonomia e elevado grau de submissão ao n. 1 global, José Drummond. Por sua vez, Drummond, tratado como o “CEO do Abilio” teria reduzido o nível de compartilhamento de informações dos negócios da companhia no Oriente Médio, que impactam na tomada decisões no Brasil.

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13.03.18
ED. 5824

Paraguai é a receita mais simples para driblar Custo Brasil

A exemplo de Portugal, onde foi constituída mais de uma centena de firmas “facilitadoras” de negócios e obtenção da cidadania europeia, o Paraguai está se tornando a Suíça da América do Sul. Um festival de consultings vai abrindo caminho para empresas brasileiras tendo ao fundo a trilha sonora das guarânias. Estima-se que, em 2017, mais de 300 firmas surgiram em Assunção com origem em capitais brasileiros.

Dando boas vindas a legiões de executivos estão auditoras, advisers e consultoras que podem ser encontradas a granel na internet. A abertura de uma fileira de empresas não está relacionada a serviços bancários de lavação de dinheiro – indústria financeira em decadência no Paraguai. Os brasileiros seguem para lá para se livrar do Custo Brasil, especialmente do assassinato fiscal de todo o dia. Abrir uma empresa no Paraguai rende muitos benefícios.

Os fatores de produção são amplamente vantajosos, tais como imposto único apenas na saída do bem exportado, custo de energia 70% inferior, tributação no salário 65% menor e ausência de taxação sobre a renda da indústria, contando com ofertas de uma infraestrutura competitiva e completa a apenas 11 km do Brasil. Isto em um ambiente político estável e favorável ao mercado, com uma economia que cresce 3,5% ao ano. Parece até uma propaganda de resort. O paradoxo é que o país mais ameaçador ao Brasil com o contrabando nas fronteiras é o mesmo invadido por brasileiros ávidos por formalizar seus negócios e se livrar de condições inóspitas ao capital. Vai que há um pouco disso tudo misturado.

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13.03.18
ED. 5824

Intervenção

O RR apurou que bancos credores  da Ricardo Eletro estariam tentando empurrá-la para o colo de Luiza Helena Trajano. O problema seria a ojeriza do Magazine Luiza ao Rio, por receio da violência. Consultada sobre a operação, o Magazine Luiza disse “não confirmar a informação”. A Ricardo Eletro não se manifestou.

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13.03.18
ED. 5824

Refogado

O refogado de medidas econômicas velhas que o governo lançou como novas, denominado “Agenda 15”, completou ontem 21 dias. As propostas continuam onde estavam há anos: inertes e sem a aprovação do Congresso Nacional.

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13.03.18
ED. 5824

TCU é o fio desencapado na licitação das distribuidoras

O responsável pela área de desestatização do BNDES, Rodolfo Torres dos Santos, que trabalha diretamente vinculado a Paulo Rabello de Castro, não esconde sua apreensão nas reuniões de diretoria do banco. O motivo tem três letras: TCU. Na agência de fomento, há uma crescente percepção de que o Tribunal de Contas da União será um óbice à privatização das seis distribuidoras de energia federalizadas dentro do cronograma estabelecido pelo BNDES – a intenção do banco é lançar o edital ainda nesta semana e realizar o leilão em abril. Segundo o RR apurou, o TCU já teria sinalizado que exigirá mudanças no modelo de venda das concessionárias do Acre, Amazonas, Rondônia, Roraima, Piauí e Alagoas – o relator do processo é o ministro José Mucio Monteiro. A licitação das distribuidoras se enrosca com a privatização da própria holding. Há duas semanas, outro ministro do TCU, Vital do Rêgo, determinou a abertura de auditoria para avaliar a diluição do controle da estatal e também a decisão da assembleia de acionistas que autorizou a Eletrobras a assumir cerca de R$ 19 bilhões em dívidas das distribuidoras de energia. O temor do BNDES é que o TCU amarre de tal forma os dois processos que a licitação das seis concessionárias só seja permitida após autorização para a venda da Eletrobras. Qualquer engarrafamento no cronograma pode significar a própria implosão das empresas. Se não forem licitadas até julho, as distribuidoras serão liquidadas, o que obrigaria o governo a abrir uma concorrência apenas pelas concessões da distribuição de energia nos seis estados.

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13/03/18 14:00h

alberto jabur

disse:

O TCU tem o poder de jogar no lixo uma baba de dinheiro para fazer prevalecer sua alternativa para esse duradouro caos das distribuidoras? As divergências quanto à solução TCU são relevantes? Alguém poderia colocar luz nesse debate? Seria ótimo desinfetante.

13.03.18
ED. 5824

Sarney e Eunício jogam a rede sobre os Correios

Guilherme Campos, presidente dos Correios, já ouve as sete trombetas do seu apocalipse. José Sarney e Eunício de Oliveira trabalham para derrubá-lo do cargo e reconquistar a estatal para a cota do MDB. Hoje, os Correios “pertencem” ao PSD, do ministro Gilberto Kassab.

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13.03.18
ED. 5824

Inimigo íntimo

A filiação do deputado federal Celso Pansera tem causado divergências dentro do PT do Rio. A chegada de Pansera, ministro de Ciência e Tecnologia no breve segundo mandato de Dilma Rousseff, empurra para o partido as figuras de Eduardo Cunha e Jorge Picciani, aos quais ele sempre deveu lealdade. Isso em uma campanha eleitoral em que o PT terá de fazer todo o esforço para apagar do debate a aliança com o PMDB de Sergio Cabral, Cunha e Picciani.

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13.03.18
ED. 5824

Injeção eletrônica

A chinesa Didi Chuxing, que comprou o 99 Táxi, pretende transformar o aplicativo em uma multiplataforma digital. Entrarão no cardápio de entregas rápidas – de comida a medicamentos –, venda de ingressos para espetáculos atrelada a serviços de transporte etc. Tudo acompanhado de um aporte que deve passar dos R$ 300 milhões.

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13.03.18
ED. 5824

Setor elétrico

Tem mais chinês à vista no setor elétrico: a Power China Sepco entrou pesado na disputa pelas térmicas a carvão da Engie no Brasil.

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13.03.18
ED. 5824

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Didi Chuxing e Engie.

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