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Planos
16.02.18
ED. 5807

Greenfield II, a missão

O RR apurou que a Polícia Federal está prestes a deflagrar a segunda fase da Operação Greenfield. Desta vez, a bomba vai estourar em fundos de pensão de pequeno e médio portes. Um deles seria a Prece, da Cedae, onde Eduardo Cunha fez barba, cabelo e bigode. Procurada, a PF diz que “não divulga informações sobre supostas operações em andamento”.

Por falar em Greenfield, a Funcef está entrando na Justiça contra os dez ex-dirigentes do fundo que viraram réus na Operação, entre eles o ex-presidente Carlos Alberto Caser. A fundação vai pedir uma indenização da ordem de R$ 730 milhões – segundo as investigações do Ministério Público, o montante que teria sido desviado do caixa da entidade. Consultado, o fundo de pensão confirma que está atuando com o “MPF na qualidade de assistente de acusação” e “quem houver, comprovadamente, contribuído em operações irregulares será instado a ressarcir a Funcef”. A fundação disse ainda que não poderia “passar maiores detalhes para não comprometer as investigações.”

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16.02.18
ED. 5807

Lula ensaia os versos da sua “Canção do Exílio”

Há algo que aproxima Lula de Ciro Gomes bem além das afinidades ou acordos de campanha eleitoral: o exílio do primeiro. Para ser mais exato, o exílio pela metade, pois não consta dos planos petistas mandar seu líder para o exterior. O ex-presidente não tem a áurea de santidade de Nelson Mandela ou a resistência psicológica de José Dirceu. Lula ficaria no Brasil, perto e longe do cárcere, encafuado em uma embaixada, articulando, gravando vídeos e regendo a banda de dentro daquele enclave estrangeiro no país.

Ciro tem o perfil sob medida para ser o anjo vingador do ex-presidente. Lula exilado precisa de quem o defenda, quem acenda fogo nas eleições, quem vocalize a liderança do PT com uma língua de labaredas. O cearense é exatamente essa encarnação. Esse modelo afastaria dois concorrentes a sucessores de Lula:Jaques Wagner e Fernando Haddad. Wagner transparece um certo gingado do espaguete western italiano à moda baiana; pura combinação de bonomia com a malemolência de Santo Amaro.

Já Haddad mais parece um sacristão, com imensurável capacidade para o perdão e discutível poder de indignação. Pelo enredo que circula em bem frequentadas esquinas petistas, a militância cercaria a embaixada escolhida montando um acampamento permanente. Ali, em meio à vigília, seria reduto do mito. Enquanto isso, Ciro montaria no seu cavalo Silver, com duas pistolas prateadas no coldre, e tome de tocar agitação nas cidades e na mídia.

Por essa lógica Lula passaria ao largo da prisão e com a eleição do seu ungido deteria uma forte influência no governo. O certo é que não só o PT pensa nessas cada vez mais heterodoxas saídas para tentar manter o ex-presidente no game como a situação sente-se muito incomodada com a hipótese do enfrentamento com um candidato que conhece suas intimidades, tem a agressividade como característica e estará adornado com as vestes e armas de Lula. Um candidato Sátiro, meio Ciro, meio Lula, parece ser o que as oposições podem apresentar de mais competitivo nas atuais circunstâncias.

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16.02.18
ED. 5807

Carlyle na porta de saída

O Carlyle, dono de 60% da Tok&Stok, prepara sua saída da rede varejista. O desembarque deverá se dar por meio de uma oferta em Bolsa.

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16.02.18
ED. 5807

Tentativa

José Sarney está tentando alçar Astrogildo Quental da diretoria de Gestão Corporativa para a presidência da Eletronorte, no lugar do “tucano” Vilmos Grunvald.

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16.02.18
ED. 5807

A aposta de Pezão

O governador Pezão está procurando a quem dar o mandato para que sejam feitas gestões junto a David Chow, da Macau Legend. Pezão quer entregar a carcaça do Hotel Glória, transferindo no pacote todos os benefícios possíveis de serem cedidos pelo governo. A expectativa do desesperado governador é que os chineses sejam atraídos pela possibilidade de regulamentação dos jogos de azar. Chow participa de um grupo de casinos. E avançou em uma oferta para se tornar acionista da Amorim Turismo, com direito a influenciar na gestão do casino de Troia, em Portugal.

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16.02.18
ED. 5807

Venda de Viracopos é um voo turbulento

A venda da concessão do Aeroporto de Viracopos está agora nas mãos da Casa Civil e da Anac. O pool de investidores turcos que negocia a compra das participações da UTC Engenharia e da Triunfo condiciona a operação ao reequilíbrio econômico do contrato e à consequente suspensão do pagamento da outorga. De certa forma, a exigência deixa o governo em córner. A alternativa seria a retomada da licença e uma nova relicitação. No entanto, na atual circunstância dificilmente o governo conseguirá repetir o resultado da primeira licitação: ágio de 160% e uma oferta de R$ 3,8 bilhões.

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16.02.18
ED. 5807

Grid de largada

João Doria não desiste: investidores que controlam o Autódromo de Xangai são aguardados em São Paulo para conversar sobre a privatização de Interlagos.

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16.02.18
ED. 5807

Palmeiras e WTorre só jogam de canela

A relação entre o Palmeiras e a WTorre, responsável pela gestão do Allianz Parque, vai de mal a pior. Como se não bastassem as draconianas regras impostas pela construtora, que dispõe do estádio em mais de 300 dias do ano, o novo ponto de atrito é o uso indiscriminado da arena e a dificuldade do clube em controlar o fluxo financeiro do negócio. Além de shows e eventos, WTorre está locando o Allianz Parque para “peladeiros” mais abastados. A empresa nega qualquer divergência com o Palmeiras. Confirma, no entanto, o lançamento do produto “Dia de Craque”. O torcedor pagará R$ 1.850 para bater uma bolinha no estádio – a primeira edição está prevista para 11 de março. O projeto irritou ainda mais a diretoria do Palmeiras, uma vez que esse faturamento picadinho dificulta o controle sobre as receitas geradas pela WTorre – o clube tem direito a 5% de toda a arrecadação da arena. Isso para não falar dos estragos no gramado.

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16.02.18
ED. 5807

A vitória de Alckmin

Geraldo Alckmin, enfim, apareceu no topo de uma sondagem eleitoral, ainda que dentro do próprio PSDB. Aliados de Arthur Virgílio, que se autointitula pré-candidato à Presidência, encomendaram enquete junto aos diretórios do partido perguntando quem seria o candidato mais competitivo. Segundo o RR apurou, deu o óbvio: o “Chuchu” derrotou Virgílio por 62% a 28%.

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16.02.18
ED. 5807

Carta-bomba

O presidente dos Correios, Guilherme Campos, já foi comunicado que deverá ceder seu cargo em abril, em meio ao bazar de trocas eleitorais. Campos chegou a ensaiar levemente a ideia de privatização da estatal. Mas parece que a venda do controle ou abertura de capital fica mesmo para o futuro apadrinhado.

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16.02.18
ED. 5807

Statoil avança

A Statoil, que já controla 76% do campo de Carcará, avança agora sobre a participação da Barra Energia, dona de 10% do consórcio.

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16.02.18
ED. 5807

Cadeira cativa do PRB

Michel Temer deverá confirmar neste fim de semana a efetivação do interino Marcos Jorge como ministro da Indústria e Comércio Exterior. Às vésperas da votação da reforma da Previdência, será um carinho a mais no PRB.

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16.02.18
ED. 5807

Cara ou coroa

O governo do Paraná trabalha com dois cenários para a venda da Copel Telecom: a negociação direta do controle ou uma oferta de ações em Bolsa. Nesta segunda hipótese, o estado provavelmente seguiria com o controle da empresa. A vitória de Alckmin

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16.02.18
ED. 5807

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Carlyle, Palmeiras, Statoil, Barra Energia, Triunfo e UTC.

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