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Planos
02.02.18
ED. 5800

Plano para cobrir déficit atuarial causa racha na Petros

O plano de equacionamento do déficit atuarial de R$ 27 bilhões da Petros, aprovado no último mês de setembro, enfrenta forte resistência interna. Segundo o RR apurou, há uma articulação entre integrantes dos próprios Conselhos Deliberativo e Fiscal do fundo de pensão e entidades representativas dos beneficiários com o objetivo de barrar judicialmente sua execução. A alegação é de que, antes da implementação do plano, a Petros precisa cobrar de seus mantenedores, especialmente da Petrobras, antigas dívidas e pendências financeiras. De acordo com a fonte do RR, o passivo seria da ordem de R$ 11 bilhões.

Somente depois deste acerto de contas é que o déficit restante poderia ser repartido entre as empresas mantenedoras e os funcionários e aposentados. Procuradas, Petros e Petrobras não quiseram se manifestar. A questão é controversa e provoca posicionamentos convenientemente distintos. De acordo com informações filtradas da própria fundação, o presidente da Petros, Walter Mendes Filho, alega que só pode exigir da Petrobras e das demais empresas do sistema pagamentos referentes a ações já julgadas pela Justiça. Do lado oposto, membros da atual gestão e beneficiários entendem que a Petros pode, sim, cobrar as dívidas na esfera administrativa, sem depender de decisões judiciais.

Ao mesmo tempo, acusam a diretoria administrativa de se esquivar da responsabilidade para não criar qualquer fricção com a Petrobras. A direção da Petros bate na tecla de que o plano será executado conforme o desenho original, com a cobrança aos beneficiários de taxas extras entre 6,7% e 19% pelo período de 18 anos. No entanto, as divergências já causaram o adiamento de sua implementação, prevista para 20 de dezembro do ano passado. Além dos questionamentos em relação à dívida das mantenedoras, há informações de que a Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Sest), vinculada ao Ministério do Planejamento, fez uma série de exigências para a aprovação do plano, entre as quais um parecer jurídico sobre o Termo de Compromisso Financeiro relacionado exatamente às pendências entre a Petrobras e o fundo de pensão.

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02.02.18
ED. 5800

Todos contra a Monsanto

Integrantes da bancada ruralista têm pressionado o INPI a fazer uma devassa nos registros de patentes da Monsanto. Aproveitam parecer técnico do instituto recomendando a suspensão da licença da semente de soja Intacta, que não atenderia a especificações
técnicas. O cancelamento pode impor à Monsanto um prejuízo anual de mais de R$ 2,5 bilhões.

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02.02.18
ED. 5800

Lula 2018

Enquanto o novo dono da festa não chega, o PT vai marcando comícios para o lançamento da candidatura de Lula. Os próximos serão realizados em Belo Horizonte, São Paulo, Rio e Recife até o fim de fevereiro.

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02.02.18
ED. 5800

Cartas na mesa

No Palácio Bandeirantes, Engie (antiga Suez), State Grid e EDP são tratadas como os três ases no baralho de candidatos à privatização da Cesp.

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02.02.18
ED. 5800

Compliance é com a Camargo Corrêa

A Camargo Corrêa tem apresentado seu plano de compliance a bancos e entidades associativas. A empreiteira pretende ser uma vitrine das melhores práticas entre as suas congêneres. Desde o início da Lava Jato, como se sabe, a Camargo Corrêa procurou se distanciar das demais concorrentes envolvidas no escândalo, inaugurando a delação premiada, e depois colocando em suspeição a credibilidade das demais para disputarem contratos com a área pública, notadamente no estrangeiro. A companhia, que tem a fama de usar punhos de renda, não diz com essas palavras, mas deixa entrever que políticas de integridade para valer são as dela. O resto da turma é tudo enganação.

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02.02.18
ED. 5800

Raízen abastece em pequenos postos

A Raízen pretende comer market share no setor de combustíveis pelas bordas do prato. A dobradinha Cosan e Shell vai partir para aquisição de rede de postos regionais. O principal nome na alça de mira é a gaúcha Charrua, que reúne cerca de 250 estabelecimentos no Sul do país. A empresa tem uma participação modesta no bolo nacional – algo como 0,7% da venda de combustíveis. No entanto, concentra uma fatia nada desprezível de quase 10% do mercado gaúcho. A Raízen considera o timing favorável para a investida, pelas circunstâncias que cercam seus concorrentes. A BR Distribuidora reorganiza a casa após seu IPO; e a Ipiranga apruma sua estratégia após a frustrada tentativa de aquisição da Ale. Em tempo: ao olhar para a Charrua, a Raízen talvez não esteja enxergando apenas uma, mas três portas entreabertas. A companhia gaúcha é um istmo que leva a outras duas redes, a também gaúcha Megapetro e a paranaense Potencial, com as quais montou uma joint venture na área de logística de combustíveis.

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02.02.18
ED. 5800

Mutirão pró-Alckmin

Tasso Jereissati e Beto Richa fecharam com Geraldo Alckmin. Defendem que o PSDB abra mão de lançar candidato ao governo de São Paulo em troca da construção de um arco mais amplo de alianças em torno da candidatura de Alckmin à Presidência da República.

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02.02.18
ED. 5800

Doutores do obituário

Nos últimos dias, foi criado um grupo de WhatsApp para discutir a estratégia de defesa de Lula, reunindo não apenas Cristiano Zanin, mas também o ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardoso, o jurista Alberto Toron e o ex-prefeito Fernando Haddad, formado em Direito pela USP. Agora que o destino do ex-presidente já parece traçado…

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02.02.18
ED. 5800

Multiplataforma

O conglomerado de mídia e tecnologia Naspers está garimpando fintechs no Brasil. O objetivo dos sul-africanos é investir em plataformas financeiras que tenham sinergia com seus demais negócios no país, como OLX, Buscapé e iFood.

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02.02.18
ED. 5800

Esmagamento

A Máquina de Vendas, segundo o RR apurou, deverá fechar mais 20 lojas da bandeira Ricardo Eletro. Seria uma exigência dos bancos credores, que, ainda não assumiram o controle da companhia, mas, na prática, determinam cada passo de Ricardo Nunes, controlador do grupo.

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02.02.18
ED. 5800

Agenda intensa

O ministro Carlos Marun cumprirá intensa agenda em emissoras de TV e rádios do interior nas próximas duas semanas. A música tocada será uma só: reforma da Previdência em versão popular.

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02.02.18
ED. 5800

Netflix

Os advogados de Paulo Maluf reúnem fotografias e imagens do cárcere para comprovar as “más condições” a que seu cliente tem sido submetido na prisão. Se não ajudar a sensibilizar a Justiça, pode render um bom documentário.

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02.02.18
ED. 5800

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Máquina de Vendas, Raízen, Charrua e INPI.

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