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Planos
01.02.18
ED. 5799

CCR quer ser a dona do pedaço no Rodoanel de São Paulo

A CCR estaria em negociações para a compra da SPMAR, concessionária pertencente ao Grupo Bertin. Segundo o RR apurou, as conversações se desenrolam desde o fim do ano passado. Com a aquisição, a CCR, que já administra o trecho Oeste do Rodoanel de São Paulo, assumiria também a operação das faixas Sul e Leste, sob concessão da SPMAR – a exceção ficaria por conta do trecho Norte, arrematado há três semanas pela Ecorodovias. Ou seja: a CCR passaria a controlar 136 km dos 180 km do Rodoanel, eixo fundamental no mapa logístico de São Paulo, especialmente no transporte rodoviário de cargas para o Porto de Santos.

Teria ainda um salto de receita na operação do empreendimento de cerca de R$ 300 milhões para algo próximo dos R$ 700 milhões. Em tempo: o timing da investida não deixa de ser curioso. Caso o negócio saia, Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa, controladas da CCR e duas das empreiteiras mais criminalizadas pela Lava Jato, passariam a ter a primazia sobre três quartos do Rodoanel. Isso justo no momento em que a força-tarefa de Curitiba trisca nos governos José Serra e Geraldo Alckmin e em grandes obras conduzidas pelo Dersa – o departamento de estradas de rodagem de São Paulo.

O momento de fragilidade da família Bertin joga a favor da CCR. A SPMAR é uma das nove subsidiárias que integram o processo de recuperação judicial do Grupo Bertin. Trata-se também um de seus ativos mais cobiçados. A venda do controle da concessionária é vista no mercado como um movimento quase inexorável para o abatimento da dívida da Bertin, superior a R$ 7 bilhões. A CCR, no entanto, terá de tapar alguns buracos nessa estrada. É provável que a negociação tenha de passar por um acordo com a Caixa Econômica Federal. O banco alega ter direito sobre recebíveis da SPMAR como garantia de empréstimos concedidos à Heber, subholding da família Bertin onde está pendurada a empresa de concessões rodoviárias.

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01.02.18
ED. 5799

Cobertor curto

A Petros calcula arrecadar até R$ 1 bilhão com a venda de ativos da sua carteira imobiliária, a começar pelo Edifício 500 da Av. Daria para cobrir algo como 3,5% do déficit atuarial de R$ 27 bilhões da fundação.

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01.02.18
ED. 5799

Rodrigo’s

Rodrigo Maia conduz as conversas com o xará Rodrigo Pacheco (PMDB), na tentativa de cooptá-lo para o DEM. O partido ganharia um forte candidato ao governo de Minas; e Maia, eventualmente, um palanque no estado.

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01.02.18
ED. 5799

Legado

Antes de sair do cargo, em abril, o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, pretende deixar engatilhada a privatização de pelo menos duas das seis distribuidoras federalizadas pela Eletrobras. Cepisa (Piauí) e Ceal (Alagoas) são consideradas as mais arrumadinhas – ou as menos bagunçadas – para a venda.

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01.02.18
ED. 5799

Imbróglio com Eletrobras ameaça redução da dívida da Eletropaulo

A direção da Eletropaulo já trabalha com o pior cenário. Por “pior cenário” entenda-se o adiamento da emissão de ações para o segundo semestre e, consequentemente, uma recaída no processo de redução do nível de alavancagem. Segundo o RR apurou, sem a oferta de capital, destinada, sobretudo, à amortização do passivo, a relação dívida líquida/ebitda poderá se reaproximar do patamar de três para um, onde estava há pouco mais de um ano.

Esse índice se encontra hoje na faixa de 2,5 vezes. As cláusulas de emissão de seus bonds estipulam como teto um nível de alavancagem de 3,5 vezes. Caso esse limite seja rompido por dois trimestres seguidos, os credores podem solicitar o pagamento antecipado da dívida. Consultada sobre o passivo, a Eletrobras diz não “comentar dados prospectivos”. Com relação à emissão de ações, afirmou, em Fato Relevante, que “avalia a possibilidade”, sem “definição sobre estrutura e volume”.

O nó górdio da Eletropaulo é o contencioso com a Eletrobras, responsável pelo adiamento da oferta de ações que estava engatilhada. Intramuros, os norte-americanos da AES, controladora da distribuidora paulista, consideram pouco provável que o im- passe com a estatal seja equacionado antes de junho. As negociações voltaram praticamente à estaca zero devido a discordâncias quanto ao valor do passivo, que oscila entre R$ 2 bilhões, nas contas da Eletropaulo, e R$ 2,8 bilhões, nos cálculos da Eletrobras.

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01.02.18
ED. 5799

Quem dá mais pela “voz” das ruas?

O passe de Carla Zambelli, líder do movimento “Nas Ruas”, está disputadíssimo. Mesmo com um pé no Partido Novo, a ativista tem sido assediada pelo PSDB e pelo DEM. Carla deverá se candidatar à Câmara dos Deputados.

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01.02.18
ED. 5799

Salve o Corinthians e a própria pele

Candidato à presidência do Corinthians, o deputado Andrés Sanchez joga sua carreira política e seu próprio futuro no pleito marcado para o próximo sábado. Uma derrota nas urnas corintianas, seu grande reduto, reduzirá consideravelmente suas chances de reeleição à Câmara, em outubro. O que mais aflige Sanchez é amanhecer no dia 1 de janeiro de 2019 sem foro privilegiado. O parlamentar-cartola, amigo de Lula, costurou todo o apoio do governo para a construção do Itaquerão com financiamento do BNDES.

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01.02.18
ED. 5799

“Fora, Sarney”

Após a degola dos executivos Antônio Carlos Ferreira, Deusdina dos Reis Pereira e Roberto Derziê – todos investigados pelo Ministério Público –, o Conselho de Administração da Caixa Econômica quer a cabeça do vice-presidente de Produtos de Varejo, Fabio Lenza. Ligado à família Sarney, Lenza é citado em investigações que apuram o favorecimento da Caixa a negócios indicados pelo lobista Fernando Baiano, apontado como operador do PMDB e já condenado pelo juiz Sergio Moro. Procurada, a Caixa informou que “o processo seletivo dos vice-presidentes está em estruturação”.

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01.02.18
ED. 5799

Dever de casa

A equipe do marqueteiro Elsinho Mouco está submersa nos relatórios do Ibope, minuto a minuto, das entrevistas concedidas por Michel Temer no fim de semana. O objetivo é ajustar a dosimetria do discurso de Temer ao gosto do freguês.

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01.02.18
ED. 5799

Carnaval carioca

Marcelo Crivella está disposto a passar por cima do governador Pezão e solicitar diretamente ao presidente Michel Temer o apoio da Força Nacional na segurança do Carnaval.

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01.02.18
ED. 5799

Dia do Índio

A direção da Funai conseguiu arrancar uma verba adicional de R$ 48 milhões para custear programas de preservação das comunidades indígenas. Em ano de eleição, até Tupã dá uma forcinha.

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01.02.18
ED. 5799

Febre e dores no corpo

A febre amarela tornou-se uma picada a mais no tenso relacionamento entre Geraldo Alckmin e João Doria. O prefeito está possesso com recentes entrevistas de Alckmin sobre o tema. Acha que o governador tentou deslizar para a Prefeitura a culpa pela recente falta da vacina em postos da capital paulista.

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01.02.18
ED. 5799

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: CCR, SPMAR e Petros.

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