Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

Planos
30.01.18
ED. 5797

Pedro Parente promove uma revolução digital na estrutura de trabalho da Petrobras

O presidente da Petrobras, Pedro Parente, vai dar um tiro de morte na “Petrossauro”. A empresa, sob sua gestão, está promovendo silenciosamente a maior revolução digital do trabalho que já se viu na esfera do Estado e dificilmente comparável mesmo entre corporações do setor privado. A Petrobras vai implementar o regime de teletrabalho, que permitirá a seus funcionários atuarem de forma remota em alguns dias da semana. O projeto-piloto será implementado de forma gradativa, em cinco “ondas”, com a meta de atingir 1,2 mil empregados até outubro.

A primeira “onda”, prevista para fevereiro, envolverá 200 funcionários do RH e do departamento jurídico. A segunda, 100 trabalhadores das equipes de responsabilidade social e saúde, meio ambiente e segurança (SMS). A terceira etapa atingirá 150 pessoas da área de projetos de sistemas de superfície. A quarta e a quintas fases englobarão, respectivamente, 300 e 450 colaboradores, das áreas de Gestão Integrada de Exploração & Produção, Refino & Gás, Comunicação, Estratégia, Finanças, Conformidade e Tecnologia da Informação.

Após estudos internos, todas estas gerências foram consideradas compatíveis com o teletrabalho, com uma quantidade de empregados em regime administrativo flexível no Rio de Janeiro adequada à capacidade tecnológica de cada onda e vistas como da diversidade de atividades e perfis da Petrobras. Ou seja: trata-se de uma amostragem cujos resultados servirão de termômetro para a expansão do projeto a outras áreas. A implementação da proposta traz a reboque alguns desafios para a Petrobras, a começar pela forma de controle das horas efetivamente trabalhadas e do nível de produtividade dos funcionários que aderirem ao novo sistema. Ao mesmo tempo, o projeto é uma adaga de dois gumes. Por um lado, é a prova de que uma estatal pode ser eficiente independentemente da sua origem; por outro, também pode ser interpretado como a evidência de que tudo está sendo feito para que ela deixe de ser uma estatal. Vai depender do gosto do freguês.

O regime de teletrabalho chegou a ser discutido em 2015, ainda na gestão de Aldemir Bendine. No entanto, a ideia acabou engavetada em meio à reestruturação da companhia e, sobretudo, ao tratamento das chagas descobertas pela Lava Jato. O projeto voltou à ordem do dia no ano passado, seguindo algumas premissas. O novo modelo estará disponível para todos os empregados em regime administrativo flexível (com ou sem função gratificada), terá adesão voluntária, com o limite de até três dias por semana. Ressalte-se que não haverá qualquer custo adicional para a estatal.

Inicialmente, o projeto-piloto foi idealizado para um público-alvo de até 2,5 mil funcionários. No entanto, a Petrobras teve de readequar o programa por recomendação da área de tecnologia. O sistema de TI da companhia só dispõe de 1,5 mil licenças de acesso remoto simultâneo. Desse total, cerca de 1,1 mil de autorizações vêm sendo utilizadas sistematicamente em horários de pico, o que deixa uma margem de apenas 400 novas licenças. Por isso, a opção de implantação do projeto em “ondas”,uma forma calculada de mitigar riscos e dar tempo para que a estatal possa estimar o custo de criação das licenças adicionais e a viabilidade econômica não só do projeto-piloto, mas da sua extensão para o maior número possível de funcionários.

O legado digital-trabalhista de Pedro Parente poderá atingir, já em 2019, cerca de 20 mil funcionários. Este é o público-elegível para o teletrabalho projetado pela estatal para o próximo ano. A companhia já está calculando o investimento necessário, notadamente em infraestrutura tecnológica, para alcançar este universo. Trata-se de uma contribuição da Petrobras que eventualmente poderá ser estendida a outras empresas do setor público. O projeto-piloto da petroleira dará respostas determinantes que vão da otimização das despesas operacionais ao interesse dos empregados pelo regime de teletrabalho, os dias da semana mais requisitados, a adaptação do funcionário e os ganhos de produtividade.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

30.01.18
ED. 5797

Temporada de IPOs

O Credit Suisse é um bom termômetro do reaquecimento dos IPOs na bolsa brasileira. Entre ofertas de ações prestes a sair do forno e prospects bem engatilhados, o banco está envolvido com oito operações. A fila deverá ser puxada com a abertura de capital da RiHappy, rede de lojas de brinquedos controlada pelo fundo norte-americano Carlyle.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

30.01.18
ED. 5797

Fogo amicíssimo

Ontem no fim da tarde começou a circular no WhatsApp de parlamentares do PSDB de São Paulo uma espécie de campanha com o lema “Fica Doria, seja um gestor como prometido”. Coincidência ou não, a mobilização surgiu um dia após Geraldo Alckmin admitir a possibilidade de o partido não lançar um candidato próprio ao governo de São Paulo, apoiando a candidatura de seu vice, Marcio França (PSB).

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

30.01.18
ED. 5797

Salvo conduto

Um grupo de parlamentares próximo ao presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, está se mobilizando junto ao Palácio do Planalto com o intuito de dar um singelo regalo ao cartola: um passaporte diplomático. O objetivo, digamos assim, é facilitar sua ida e, principalmente, seu retorno da Copa do Mundo da Rússia. Desde que seu antecessor José Maria Marin foi preso na Suíça, Del Nero não põe os pés fora do Brasil.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

30.01.18
ED. 5797

Troca de identidade

A moda pegou. Depois do PMDB, que ressuscitou o velho MDB, agora é o PP que quer mudar seu nome de batismo. Maculado pela Lava Jato, já entrou com o pedido no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para adotar o Progressistas.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

30.01.18
ED. 5797

Lava Jato invade o metrô de São Paulo

A Lava Jato avança sobre trilhos tucanos. Os procuradores de Curitiba teriam reaberto as investigações sobre um suposto esquema de corrupção e financiamento ilegal de campanha a partir da construção da Linha 6 do Metrô de São Paulo, identificada pela sugestiva cor laranja. O início das obras se deu em 2015, no governo Alckmin. As denúncias, segundo informações filtradas pelo RR, atingem a Queiroz Galvão e a UTC, sócias da Odebrecht no consórcio.As primeiras denúncias sobre a Linha 6, projeto de R$ 10 bilhões, surgiram no ano passado, mas as apurações não se aprofundaram. Desta vez, a força tarefa teria juntado novas peças a partir da delação de executivos da Odebrecht e, sobretudo, da Camargo Corrêa.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

30.01.18
ED. 5797

Página virada

Os dias de estrelato de Claudia Cruz parecem ter ficado no passado. Ontem, por volta das 16h30, a Sra. Eduardo Cunha circulava na área de embarque do Aeroporto do Galeão como se fosse uma anônima.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

30.01.18
ED. 5797

Um pouco mais de atenção

Recomenda-se ao Ministério Público que preste um pouco de atenção ao acordo feito entre a Susep e a Caixa Econômica em torno da Youse, a plataforma digital para a venda de seguros do banco estatal.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

30.01.18
ED. 5797

A Cesar o que é de Cesar

O governo mandou o projeto de privatização da Casa da Moeda para a geladeira. O “mérito” vai para a conta do PTB, especialmente da pressão feita pelo deputado federal Jovair Arantes contra a operação.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

30.01.18
ED. 5797

Sem pedaladas

Dilma Rousseff terá um papel importante na campanha presidencial do PT, a começar pela formulação do programa de governo – seja quem for o candidato. No momento, a ex-presidente coordena um grupo de trabalho que está dissecando a situação fiscal dos estados.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

30.01.18
ED. 5797

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Queiroz Galvão, UTC e Credit Suisse.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.