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Planos
29.01.18
ED. 5796

Walmart põe Jorge Paulo Lemann e GP em lados opostos

O que parecia inimaginável pode ocorrer: um duelo entre GP Investimentos e Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira. O objeto de disputa é o Walmart Brasil, que busca um comprador para até 50% do seu capital. Cria e criador entrariam nesta corrida com pretensões e linhas de chegada distintas. Os planos da GP seriam mais “modestos”, limitando- se a dividir com os norte americanos uma operação que, mesmo aos trancos e barrancos, fatura mais de R$ 30 bilhões por ano.

Já Lemann teria um olho cá e outro lá, almejando não apenas se associar ao Walmart Brasil como também fincar bandeira no capital da matriz e ter um assento no board mundial – guardadas as devidas proporções, uma repetição do dueto entre Abilio Diniz e Carrefour. A compra de um pedaço do Walmart Brasil seria o maior e mais impactante investimento da GP nos últimos anos. Hoje, a gestora comandada por Fersen Lambranho e Antonio Bonchristiano detém participações em empresas como BR Properties, RHI Magnesita, Centauro e Beleza Natural. Vento que venta lá venta cá. No caso da aquisição de um pedaço do Walmart mundial, em números absolutos a rede varejista passaria a ser a maior corporação na reluzente carteira de ativos de Lemann, Telles e Sicupira.

O grupo norte-americano tem um valor de mercado da ordem de US$ 320 bilhões, superando com alguma folga os US$ 190 bilhões da InBev. Em termos de faturamento global, a distância chega a ser impressionante: US$ 480 bilhões, contra US$ 50 bilhões. Em tempo: a entrada no capital do Walmart teria um forte valor simbólico para Lemann. O investidor nunca escondeu a admiração por Sam Walton, fundador do conglomerado varejista.

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29.01.18
ED. 5796

Itaú canta um fado à brasileira

Na contramão do BB, que cerrou as portas na terrinha, o Itaú pretende ampliar sua atuação em Portugal, inclusive com a abertura de um terceiro escritório do Itaú BBA. A ideia é fisgar a multidão de brasileiros além-mar.

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29.01.18
ED. 5796

O sétimo selo de Renato de Duque

O RR apurou que o juiz Sérgio Moro está prestes a finalizar mais uma sentença envolvendo o ex-Petrobras Renato Duque, com base na delação do ex-lobista da Toyo Setal, Julio Camargo. O executivo confessou ter pago R$ 12 milhões em propina a Duque. O ex-dirigente da Petrobras é figurinha carimbada da Lava Jato: já foi condenado por Moro em outros seis processos, cujas penas somam mais de 70 anos de prisão.

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29.01.18
ED. 5796

A nova rota da Ale

Após a frustrada negociação com a Ipiranga, a rede de postos Ale deve partir para outra direção: a venda de parte do capital ou mesmo do controle para um private equity. O Advent estaria na fila do gargarejo. Consultada, a Ale sai pela tangente e diz estar “focada no seu plano de crescimento”.

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29.01.18
ED. 5796

Candidato chinês

O CIC, o soberaníssimo fundo chinês que administra mais de US$ 1 trilhão, é candidato ao leilão da ferrovia Norte-Sul.

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29.01.18
ED. 5796

O empresário do capitão

Luciano Hang, dono da varejista Havan, está com um pé no PSL. Espécime raro de empresário ligado a Jair Bolsonaro, Hang já foi citado pelo capitão como um possível candidato a vice em sua chapa. O partido, no entanto, prefere que ele dispute o governo de Santa Catarina.

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29.01.18
ED. 5796

Gritos do silêncio

CUT e PT estão organizando atos de desagravo a Lula em diversas capitais do país. Os protestos culminarão com uma manifestação conjunta no dia 19 de fevereiro, data da votação da reforma da Previdência. Do jeito que anda o animus das ruas, pode até acontecer tudo, a começar por não acontecer nada.

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29.01.18
ED. 5796

Sondagem RR: Paulo Cunha é o executivo mais qualificado do país; Schvartsman, o destaque de 2017

Se fosse possível clonar os principais atributos dos maiores executivos do país, o empresário mais gabaritado seria uma combinação de Paulo Cunha, Fabio Schvartsman e Jorge Gerdau, com uma pitada de Paulo Skaf. É o que mostra enquete realizada pelo Relatório Reservado junto a uma pequena amostragem da sua base de assinantes. No total, foram consultadas 51 pessoas, pre-dominantemente empresários, executivos, banqueiros e juristas. Cada um dos nomes acima pontificou em uma categoria diferente da sondagem.

Cunha, presidente do Conselho do Grupo Ultra, foi apontado por 17% dos entrevistados como o dirigente empresarial mais qualificado do país. Schvartsman, presidente da Vale, foi considerado o “executivo de destaque” em 2017; Jorge Gerdau, a maior liderança empresarial; e Paulo Skaf, o dirigente empresarial com maior influência política. Pedro Parente, presidente da Petrobras, ficou em segundo lugar no ranking dos executivos mais qualificados do país, logo atrás de  Cunha, com 15%. Foi seguido por Carlos Britto, da InBev, e Wilson Ferreira Jr., da Eletrobras, respectivamente com 12% e 11%.

O próprio Fabio Schvartsman e José Galló, n. 1 da Lojas Renner, também foram citados, respectivamente com 8% e 6%. Schvartsman foi eleito o destaque entre os executivos brasileiros em 2017 com 36% dos votos. Em pouco mais de oito meses no cargo, ele conduziu o processo de reestruturação societária da Vale, a migração para o Novo Mercado e acentuou o processo de redução do nível de alavancagem da companhia. A seguir, apareceram Luiz Carlos Trabuco, do Bradesco, e novamente José Galló, empatados com 14%. Wilson Ferreira Jr. teve 11%.

No quarto lugar, Pedro Parente foi novamente citado, por 9% dos consultados. Na sequência, Amos Genish, que assumiu o comando da Telecom Italia, mereceu 8% dos votos. Outros sete executivos foram mencionados como destaque de 2017, com percentuais dispersos. Para os assinantes do RR, Jorge Gerdau é a maior liderança empresarial do Brasil, com 21%. Em segundo lugar, Abilio Diniz, com 17%. Logo atrás, os dois mais prestigiados nomes da banca nacional: novamente Luiz Carlos Trabuco, com 17%, e Roberto Setubal, do Itaú (12%). Gerdau também foi mencionado como o dirigente com maior representatividade em seu setor, empatado com Rubens Ometto, dono da Cosan, ambos com 19%. Luiza Helena Trajano, do Magazine Luiza, apareceu com 11%.

Ligeiramente atrás, o presidente da Gol, Paulo Kakinoff (10%). O RR também perguntou aos seus assinantes quem é o dirigente empresarial com maior influência política no Brasil. Paulo Skaf, híbrido de presidente da Fiesp e pré-candidato ao governo de São Paulo, recebeu 41% dos votos. Superou seu companheiro de chapa na entidade – e de menção na Lava Jato -, Benjamin Steinbruch (29%). Em terceiro, Robson Andrade, presidente da CNI, foi escolhido por 9%.

A enquete do RR não falou apenas de flores. O espinho veio sob a forma da pergunta “Qual o dirigente empresarial de trajetória mais declinante do Brasil?” – lembrando que nomes de condenados na Lava Jato não foram contabilizados. Deu André Esteves, sócio do BTG, na avaliação de 11% dos entrevistados. Atrás dele, apareceu Ricardo Nunes (6%), da combalida Máquina de Vendas. Paradoxalmente, Skaf surgiu mais uma vez. Para 5%, o presidente da Fiesp entrou em um ciclo declinante – ainda que as pesquisas o coloquem entre os três primeiros colocados na disputa pelo governo de São Paulo. Logo a seguir, com 4%, Carlos Alberto de Oliveira Andrade, do Grupo Caoa, citado nas operações Zelotes e Acrônimo. Na opinião de 3%, Maria Silvia Bastos Marques é a executiva em maior declínio, resultado que reflete sua recente passagem pela presidência do BNDES. Terá a oportunidade de reverter esta percepção na presidência da Goldman Sachs no Brasil.

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29.01.18
ED. 5796

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Advent e Banco Itaú.

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