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Planos
26.01.18
ED. 5795

Neeleman põe Azul e TAP em rota de aproximação

O dia 31 de janeiro promete ser uma data fulcral para os negócios de David Neeleman além-mar e – quem sabe? – também no Brasil. Está prevista para a próxima quarta-feira a assembleia de acionistas da TAP que vai referendar ou não o nome do ex- CEO da Azul Antonoaldo Neves como substituto de Fernando Pinto no comando da companhia portuguesa. Neves não é a única carta de Neeleman sobre a mesa. Na assembleia, o empresário espera emplacar também outro ex-dirigente da Azul, Raffael Guaritá Quintas, na diretoria financeira da TAP.

O sincronismo da dupla nomeação tem inflado as especulações na mídia portuguesa. Neeleman tem manejado o manche, tanto de um lado quanto de outro, para promover sucessivas aproximações entre as duas companhias. O quão perto a Azul chegará da TAP? Em Portugal, já se fala que o empresário está preparando o terreno para uma possível fusão entre ambas, que levaria a bordo a chinesa HNA Group, sua parceira na recente aquisição de uma fatia da francesa Aigle Azur. Consultada pelo RR, a Azul não quis falar sobre o assunto. Qualquer que seja o plano de voo traçado por David Neeleman para a TAP, ele passa obrigatoriamente pelas mudanças de peças na direção da empresa.

Este é um movimento da maior relevância, sobretudo pelas tensões que cercam o relacionamento entre Neeleman e seu sócio compulsório, o governo português. A nomeação de Antonoaldo Neves é uma manobra do empresário para reforçar seu poder na gestão da TAP, arranhado depois que o Estado aumentou sua participação acionária e passou a ter 50% da empresa. Neeleman já tem o apoio do empresário Humberto Pedrosa, com quem divide o consórcio Atlantic Gateway, dono de 45% da TAP. Busca também a anuência de minoritários para emplacar seu executivo na presidência.

Conforme o RR antecipou em 3 de novembro de 2017, já há algum tempo Neeleman trabalha para ejetar o brasileiro Fernando Pinto do comando da TAP. O executivo que tirou a companhia aérea da bancarrota é tratado como um mito pelos funcionários. Neeleman, no entanto, o enxerga como um distintivo da “velha TAP”, um gestor excessivamente identificado com os tempos de estatal e, pior, um defensor dos interesses do governo português dentro da companhia. A nomeação de um executivo da sua estrita confiança, como é o caso de Antonoaldo Alves, dará ao empresário um poder na administração que ele ainda não experimentou desde que comprou a TAP, em 2015.

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26.01.18
ED. 5795

Condenação de Lula impulsiona o nome de Ciro Gomes

A julgar pelo levantamento das redes sociais e pela reação da militância jovem do PT, Ciro Gomes ganhou considerável terreno nas últimas 48 horas. Segundo empresas de medição que trabalham para o próprio pré-candidato, o número de menções a Ciro nas mídias digitais teve um crescimento vertiginoso a partir da noite da última quarta-feira, pouco depois do anúncio da condenação de Lula no TRF4. O próprio pedetista tratou de impulsionar seu nome nas redes ao postar uma nota de apoio ao ex-presidente no Facebook. Até ontem à noite, a publicação contava com mais de dez mil curtidas, o maior grau de engajamento alcançado por um post no perfil oficial de Ciro. A reação não significa que o pedetista será o “ungido” caso Lula seja efetivamente alijado da disputa eleitoral. Mas revela que, diante das circunstâncias, os ventos parecem soprar na direção do “Cirão das Massas”. No momento, Ciro Gomes representa aquilo que os dois candidatos a “poste” de Lula – Jaques Wagner e Fernando Haddad – não entregam: uma boa dose de confronto e litigância. Em outras palavras, Ciro seria o “bad boy” que o PT e Lula não têm.

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26.01.18
ED. 5795

OAS: nova leniência a caminho?

Aos poucos, o asfalto tucano vai se esfarelando. A OAS teria aberto tratativas com o Cade para fechar um acordo de leniência referente à construção do Rodoanel, uma das principais obras de infraestrutura de São Paulo. A contrapartida para o acordo seria a confissão da empreiteira baiana de que participou de um cartel montado especialmente para o projeto. Ressalte-se que, em sua delação, executivos da Odebrecht já admitiram o esquema, que teria durado de 2004 a 2007, durante governos de Geraldo Alckmin e José Serra. Segundo os delatores, o conluio teria congregado 22 empresas. Não custa lembrar que a OAS fez um acordo similar com o Cade, confessando a formação de um cartel para a construção do Arco Rodoviário do Rio de Janeiro.

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26.01.18
ED. 5795

Liquidação de CEOs

O RR apurou que Flavio Cotini poderá deixar a presidência do Walmart Brasil tão logo sejam concluídas as negociações para a entrada de um novo investidor na empresa – Advent e GP são apontados como fortes candidatos. Se a mudança se confirmar, Cotini será mais um fósforo queimado e jogado nos corredores da rede varejista. O executivo é o quinto CEO do Walmart Brasil em um pouco mais de uma década.

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26.01.18
ED. 5795

Arrumação da casa

Com uma dívida de quase R$ 8 bilhões, a PDG planeja passar adiante ao menos três dos 19 empreendimentos imobiliários que compõem sua carteira, notadamente projetos ainda em fase inicial. Mesmo após a aprovação do seu plano de recuperação judicial, a empresa estaria encontrando dificuldades para obter crédito novo. Em tempo: em seus anos dourados, especialmente 2012, a PDG chegou a tocar a mais de 300 obras simultaneamente.

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26.01.18
ED. 5795

Ausência sentida

Aliados de João Doria no PSDB ainda alimentam a expectativa de que Geraldo Alckmin participe do ato público programado para amanhã em defesa da candidatura do prefeito ao governo de São Paulo. Até ontem, Alckmin ainda não havia confirmado sua presença.

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26.01.18
ED. 5795

Lei do silêncio

Michel Temer, digamos assim, orientou seus ministros a evitarem qualquer declaração sobre a condenação de Lula no TRF4. Talvez a “mordaça” sirva mais para proteger seus colaboradores mais próximos do que o ex-presidente. O que não falta no Ministério de Temer é pedra que poderá se transmutar em vidraça.

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26.01.18
ED. 5795

Quanto vale?

Quanto vale um presidenciável? Mesmo com toda a crise, Luciano Huck teria fechado o ano de 2017 com o maior volume de ganhos publicitários da carreira.

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26.01.18
ED. 5795

Pingo nos is

Na edição de ontem do RR, há um erro de digitação no último parágrafo da matéria “Lula avalia indicar o seu ́poste ́ antes da prisão”. O correto é “o esforço de curtíssimo prazo do PT para não deixar que o ambiente de velório, necessário em um primeiro momento, contamine…”

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26.01.18
ED. 5795

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: OAS, PDG e Walmart Brasil.

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