Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

Planos
22.01.18
ED. 5791

Lula e Meirelles: quem disse que não tem mais jogo aí?

Engana-se quem pensa que Luiz Inácio Lula da Silva e Henrique Meirelles são desafetos, nutrem antipatia mútua ou são incapazes de pequenas colaborações, até mesmo em tempos de guerra. Dois meses antes do fim do ano, o ministro da Fazenda, em meio ao tiroteio político, fez chegar ao ex-presidente, por intermédio de um advogado e amigo em comum, um breve arrazoado com medidas que considera relevantes para que o país reencontre uma trajetória de desenvolvimento duradouro, além da próxima década. Para efeito de formalidade, apenas uma gentileza.

Mas o subtexto é de que se tratava de uma contribuição sobre pontos limítrofes além dos quais os acordos seriam impossíveis. Meirelles esteve no grupo que originou a Carta ao Povo Brasileiro. Não há qualquer comparação entre aquela circunstância e a atual. Lula e Meirelles são adversários políticos e poderão vir a ser concorrentes na eleição presidencial. Ambos, contudo, são pragmáticos. Trocam mesuras através de terceiros.

E se poupam claramente em seus pronunciamentos públicos. É improvável que voltem a despachar juntos. Mas é bem possível que, caso Lula retorne ao governo ou mesmo eleja um dos seus “postes”, Meirelles venha a ser recrutado para um posto “distante e perto”. Algo como a Embaixada brasileira em Washington. Meirelles adoraria. E não custa recordar que nem Lula nem o PT têm mais a oferta de quadros de que dispunham no passado. Vão ter mesmo de recorrer àqueles que não estão tão longe, mas também não estão tão próximos. São poucos.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

22.01.18
ED. 5791

A vez dos fortes

Um suelto de caráter antropológico de Eduardo de Alencar, intitulado “Onde os fracos não têm vez”, está fazendo o maior sucesso tanto nas hostes petistas quanto tucanas. O paper, que foi produzido a partir da vivência e pesquisas do autor na favela da Rocinha desmonta as possibilidades de Jair Bolsonaro ganhar as eleições com o voto dos mais pobres. É interessante até porque Bolsonaro se apoderou da bandeira da segurança, que toca fundo justamente os menos favorecidos.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

22.01.18
ED. 5791

Subterrâneos

Além de desvendar o “cartel dos trilhos” que se espalhou por sete estados, executivos da Camargo Corrêa teriam revelado em seu acordo de delação um esquema de propinas na construção da Linha 4 do Metrô do Rio. As flechadas atingiriam, sobretudo, a Queiroz Galvão. É mais uma na conta do governo Cabral. O orçamento da obra começou em R$ 5 bilhões e acabou em R$ 8,7 bilhões.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

22.01.18
ED. 5791

Carta bomba

O pedido de abertura de processo no Brasil é só a primeira carta bomba. O BNY Mellon também deverá ser acionado nos Estados Unidos pela perdas de R$ 9,3 bilhões que teria causado ao fundo de pensão Postalis.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

22.01.18
ED. 5791

Bala na agulha

O private equity britânico Actis carrega alguns milhões de libras esterlinas no coldre para comprar ativos de real estate no Brasil

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

22.01.18
ED. 5791

FHC lelé?

Frase atribuída ao ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes: “O FHC está lelé”. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso declarou, na última sexta-feira, que “O Lula tem partido, história e trajetória. Você pode gostar ou não, mas ele tem compromisso”

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

22.01.18
ED. 5791

Trilhos que não se encontram

O governo insiste em colocar em risco um dos maiores investimentos privados da área de infraestrutura. Até o momento, a ANTT não deu sinal de prazo e muito menos se vai ou não autorizar a renovação antecipada da concessão da Malha Paulista, pertencente à Rumo Logística. A extensão da licença é uma peça importante no quebra-cabeças ferroviário, por se tratar de condição fundamental para a expansão da Ferronorte, também controlada pela companhia. O investimento previsto seria da ordem de R$ 5 bilhões

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

22.01.18
ED. 5791

O “combo” Joaquim Barbosa

Dirigentes do PSB e Joaquim Barbosa tiveram uma nova conversa na semana passada. Na tentativa de fisgar o ex-ministro do STF, o partido lhe assegurou primazia na escolha do seu candidato a vice. Ao mesmo tempo, garantiu a ele que a sigla já tem nomes para disputar o governo em dez estados, o que significa que Barbosa contaria com palanque próprio nessas unidades da federação. Até o momento, no entanto, nada disso parece fazer brilhar os olhos do “juiz do mensalão”.

Por falar em Joaquim Barbosa, o nome do ex-juiz do STF provoca fissuras no partido. Marcio França, vice-governador de São Paulo, trabalha incansavelmente para que a sigla não tenha candidato próprio ou, no máximo, lance um nome para fazer figuração, como Beto Albuquerque ou o recém-chegado Aldo Rabello. Tudo para não atrapalhar a vida do “chefe”, o governador Geraldo Alckmin

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

22.01.18
ED. 5791

Um pedaço perigoso da Caixa Econômica

O RR apurou que Deusdina dos Reis Pereira, recém-afastada da vice-presidência de Fundos de Governo e de Loterias da Caixa Econômica Federal por suspeitas de irregularidades, teria sido uma indicação direta do próprio presidente do PRB, Antônio Carlos Rodrigues. Era, portanto, uma aposta de risco, como tantas outras feitas pelo governo Temer. Rodrigues chegou a ser preso no fim do ano passado no âmbito da Operação Caixa D´Água, acusado de repassar R$ 3 milhões em propina ao ex-governador Anthony Garotinho. Aliás, a cadeira de VP de Fundos de Governo e de Loterias da Caixa parece ter sido alvo de alguma maldição. Antes, o cargo foi ocupado por Fabio Cleto, que fechou acordo de delação e entregou um suposto esquema de corrupção no banco e no FI-FGTS liderado por Eduardo Cunha. Ah, claro! Moreira Franco também mandou naquele pedaço

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

22.01.18
ED. 5791

Amazon

Além da compra de sites convencionais de e-commerce, a Amazon flerta com a ideia de uma operação fora de esquadro no Brasil. Um caminho discutido é a aquisição de plataformas de compra e venda de produtos – algo, assim, como a OLX

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

22.01.18
ED. 5791

Guru

Em pouco mais de dois meses, Geraldo Alckmin teria tido três conversas mais longas com o economista Eduardo Gianetti, guru de Marina Silva

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

22.01.18
ED. 5791

Tempo ao tempo

A declaração de José Serra de que não disputará a eleição ao governo de São Paulo foi recebida com alguma dose de ceticismo no PSDB. É bem verdade que o senador tem enfrentado problemas de saúde. Mas, não custa lembrar, em 2012, Serra também concedeu uma entrevista ao Estadão garantindo que não concorreria à Prefeitura de São Paulo. Nove meses depois, seu nome aparecia na urna eletrônica.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

22.01.18
ED. 5791

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Camargo Corrêa, Queiroz Galvão, Amazon, OLX e BNY Mellon

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.