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Planos
11.01.18
ED. 5784

Abilio Diniz esquenta a “guerra fria” na BRF

A mudança a fórceps na presidência da BRF – com o expurgo de Pedro Faria, ligado à Tarpon Investimentos – não foi suficiente para apaziguar os ânimos na companhia. Até porque é difícil distensionar um ambiente com a presença de Abilio Diniz. Por meio de fundos ligados à Península Participações, o empresário estaria adquirindo ações da BRF em bolsa. Diniz teria sido, por exemplo, um dos compradores dos papéis vendidos pelo GIC, fundo soberano de Cingapura, na primeira semana de dezembro. Consultadas pelo RR, tanto a Península quanto a BRF não quiseram se pronunciar; tampouco informaram a participação exata de Abilio na fabricante de alimentos.

O último dado divulgado na imprensa dava conta de uma fatia acionária de 3,99%. Pode ser um mero número de ilusionismo. A eventual pulverização da participação entre diversos fundos permitiria a Abilio ter uma fatia superior a 5% sem obrigatoriamente dar disclosure ao mercado. Tudo absolutamente legal, ressalte-se. A questão mais importante, contudo, talvez não seja quanto Abilio Diniz tem, mas o que o estaria movendo a ampliar lenta e gradualmente a sua participação na BRF?

O permanente estado de fricção societária e, sobretudo, a natureza de Abilio sugerem que o empresário estaria acumulando munição para dias de fúria e combate. É bem verdade que ele jamais precisou de supremacia acionária para mandar e desmandar na BRF: com menos de 4% do capital, dizimou a antiga gestão, derrubou Nildemar Secches, o pai da fusão Perdigão/Sadia, e criou um sistema de apartheid que praticamente alijou Petros e Previ da gestão – a despeito das duas fundações controlarem 22% do capital. Recentemente, impôs o nome de José Aurélio Drummond Jr. para o lugar de Pedro Faria, à revelia dos sócios.

O estilo de Abilio Diniz mais favorece a coalizão de adversários do que a atração de aliados. A própria Tarpon Investimentos é um exemplo. As sucessivas divergências na administração da BRF, potencializadas pelas manobras de Abilio que culminaram na demissão de Faria, sócio da gestora de recursos, funcionam como um teste de resistência para a aliança entre ambos. Hoje, o apoio da Tarpon ao empresário, que sempre fez uma razoável diferença na balança societária da BRF, é algo gelatinoso. Juntas, ressalte-se a gestora, a Previ e a Petros somam 30% da companhia. Numa guerra fria, é uma munição que não precisa ser necessariamente disparada, mas sempre lembrada.

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11.01.18
ED. 5784

Show do Temer

O Palácio do Planalto avalia a possibilidade de o presidente Michel Temer conceder uma entrevista a um programa de TV de perfil popular, ainda neste mês, para falar sobre a reforma da Previdência. A emissora mais cotada é o SBT, com maior penetração nas classes B e C. Isso para não falar do manifesto apoio do canal de Silvio Santos à reforma, por meio de seguidos spots em sua programação.

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11.01.18
ED. 5784

Torcida positiva

José Serra teria se submetido a um cateterismo no último fim de semana, no Sírio Libanês. O RR fez contato com a assessoria e o gabinete do senador, mas não obteve resposta. Torcemos para que tudo esteja bem com ele.

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11.01.18
ED. 5784

Meio milhão pelos ares

Número fresquinho levantado pela Anatel: nos últimos 12 meses, o mercado brasileiro de TV por assinatura perdeu mais de 500 mil assinantes. O maior culpado, claro, é a crise da economia. No entanto, uma parcela razoável do declínio pode ser debitada na conta dos novos serviços de streaming.

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11.01.18
ED. 5784

PF aperta o cerco à Petrópolis

A Polícia Federal está puxando o fio da meada do suposto esquema de doações ilegais de campanha que teria sido montado pela cervejaria Petrópolis no Nordeste. Segundo o RR apurou, há indícios de que o novelo se espalhe por outros três estados da região, além de Pernambuco, Bahia e Ceará, citados na primeira fase da Operação Caixa 3. Um deles seria Alagoas. As doações teriam como contrapartida empréstimos feitos pelo Banco do Nordeste à cervejaria de Walter Faria. Procurada, a Polícia Federal informou que “não se manifesta sobre investigações”. Já a Petrópolis disse que “está à disposição para qualquer esclarecimento, a fim de auxiliar nas investigações e elucidar os fatos.”

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O governo do Rio trata o aporte de recursos na Prece, fundo de pensão da Cedae, como uma etapa decisiva para realizar a privatização da empresa de saneamento ainda neste semestre. Conforme o RR antecipou em 24 de outubro do ano passado, o próprio governador Pezão pôs pressão para que a estatal cobrisse parte do rombo atuarial da fundação. A Cedae entrará com a metade dos recursos necessários para tampar o dique, da ordem de R$ 470 milhões.

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Por falar em Pezão, o governador do Rio é só lamento com o recuo do governo federal em relação à possível quebra da “regra de ouro”. Pezão se encantou com a ideia de uma emenda constitucional que isentasse o presidente Michel Temer de crime de responsabilidade. O raciocínio do governador era sucinto: se valeria para o governo federal valeria para ele também.

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11.01.18
ED. 5784

Contagem regressiva

Mesmo mancando das duas pernas, Aécio Neves ainda marca seus golzinhos. É o principal artífice da articulação que deverá colocar o senador mineiro Zezé Perrela na cadeira de ministro dos Esportes. Há, inclusive, uma pressão para que Leonardo Picciani deixe o cargo antes mesmo de abril.

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11.01.18
ED. 5784

A íngreme escalada da Dedini

A Dedini, tradicional fabricante de equipamentos para a indústria sucroalcooleira, começa a colocar a cabeça fora d ́água. Em recuperação judicial, acertou-se com os bancos para pagar um passivo de mais de R$ 200 milhões e já quitou cerca de 60% das dívidas trabalhistas. O restante deverá ser saldado com a venda de imóveis.

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11.01.18
ED. 5784

A nova vida de Gerdau

Livre das atribuições de CEO da Gerdau, André Gerdau Johannpeter deverá se dedicar, entre outros projetos, a startups na área de educação. Vai ser bom para turbinar a WOW, incubadora da família, e esquecer um pouco a Operação Zelotes, que vive nos seus calcanhares.

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11.01.18
ED. 5784

Sussurros

Ainda aos sussurros, há uma articulação em gabinetes de Brasília na tentativa de empurrar a combalida Sercomtel, operadora de telefonia de Londrina, no colo do Grupo Algar ou da TIM.

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11.01.18
ED. 5784

“Meu nome é Amoedo”

O “desconhecido” João Amoedo, candidato do Partido Novo à Presidência da República, prepara uma peregrinação por todos os estados brasileiros a partir de fevereiro. Sua primeira missão é mostrar aos eleitores que existe.

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11.01.18
ED. 5784

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Hospital Sírio Libanês e Dedini.

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