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Planos
09.01.18
ED. 5782

BR Malls vende shoppings a granel à espera da Aliansce

A BR Malls, segundo o RR apurou, abriu negociações para a venda dos shoppings Casa & Gourmet e Via Brasil, ambos no Rio de Janeiro, e Top Shopping, localizado em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. A intenção da companhia é se desfazer integralmente de suas participações, respectivamente de 100%, 49% e 35%. De acordo com a mesma fonte, a operação deverá render algo em torno de R$ 400 milhões.

Ressalte-se que, em dezembro, a empresa se desfez de dois shoppings no Nordeste, em Maceió e Natal. Na ocasião, anunciou também negociações para a venda de outros três empreendimentos, Shopping Paralela (BA), Granja Vianna (SP) e Ilha Plaza Shopping (RJ), à HSI/Saphyr – segundo a fonte do RR, a operação deverá ser sacramentada em até 30 dias. Serão aproximadamente R$ 800 milhões a mais na mão. Às vezes um charuto é apenas um charuto, dizia Freud.

No entanto, tudo leva a crer que a seguida desmobilização de ativos da BR Malls vai além de uma mera redução do portfólio ou mesmo de uma operação para fazer caixa. A liquidação de tantos empreendimentos em um curto espaço de tempo é vista no mercado como a evidência mais forte de que a propalada fusão com a Aliansce é iminente. Já seria parte de um acordo com o empresário Renato Rique e o fundo Canada Pension Plan Investment Board (CPPIB), os dois maiores acionistas da Aliansce. Por sinal, o próprio fundo de pensão canadense é o principal liason entre as duas empresas: o CPPIB também é acionista da BR Malls. As duas administradoras estariam fazendo uma decantação de suas respectivas carteiras, desfazendo-se de ativos menos rentáveis. Coincidência ou não, também em dezembro a Aliansce anunciou a venda de 24% do Caixas Shopping.

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09.01.18
ED. 5782

A cartilha de Levy

O documento encomendado pelo ex-ministro da Fazenda Joaquim Levy ao Banco Mundial, que criou celeuma por sugerir uma dura “agenda liberal” para o país cumprir a PEC do Teto, está sendo usado a torto e a direito pela assessoria de Lula. Como se sabe, o ex presidente prometeu que seu governo será disciplinado do ponto de vista fiscal. Mas, não quer apenas repetir Michel Temer e Henrique Meirelles. Pretende buscar ideias novas de diversas origens. O documento do Banco Mundial é abundante em propostas para o equilíbrio das contas públicas. E grande parte delas extingue com benefícios dos, digamos assim, endinheirados do país. No mesmo documento, há uma proposta detalhada para a adoção do imposto de renda negativa, entenda-se como uma política de renda mínima para todos os brasileiros.

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09.01.18
ED. 5782

Maia vs. Meirelles

Rodrigo Maia e Henrique Meirelles não estão se bicando. Maia acha que Meirelles está jogando para a plateia, misturando suas pretensões políticas com o discurso de ministro da Fazenda. Não concorda também com pontos do ajuste fiscal. O deputado tem uma assessoria competente. De economia, seu pai Cesar Maia entende mais do que Meirelles.

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09.01.18
ED. 5782

Forte candidato

O conglomerado sul-coreano Mirae é forte candidato à aquisição de ativos na área financeira no Brasil.

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09.01.18
ED. 5782

Sangue quente

Os acionistas do Hermes Pardini discutem uma nova emissão de papéis em bolsa. Desde o IPO da rede de laboratórios, em fevereiro do ano passado, seu valor de mercado já subiu 60%.

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09.01.18
ED. 5782

Governo junta cacos para cumprir a “regra de ouro”

Mesmo se o BNDES conseguir pagar integralmente os R$ 130 bilhões em empréstimos que deve ao Tesouro Nacional, a conta para cobrir o buraco da “regra de ouro” não fecha. Ficam faltando ainda cerca de R$ 54 bilhões, de uma conta a pagar de R$ 184 bilhões. Uma parte, contudo, o governo já tem de onde tirar. Com o aumento da arrecadação, devem entrar R$ 30 bilhões além do necessário para a cobertura do déficit fiscal de R$ 159 bilhões, no ano passado.

O governo tem ainda projetados no orçamento R$ 10 bilhões para esses tropeços. Ficariam faltando ainda R$ 34 bilhões. Um dos caminhos para arrumar o dinheiro é a venda de parte da Eletrobras. Os ministros do Planalto e da área econômica vão fazer um ataque maciço no Congresso para demover as resistências. De qualquer  forma, o estrago foi feito. Primeiramente, nunca houve risco de quebra da “regra de ouro” nos outros governos. Em segundo lugar, justamente o governo que pautou seu discurso pelo ajuste fiscal é quem arreganha o descontrole das suas contas.

Em terceiro, prestes a cometer crime de responsabilidade, o governo busca a mudança da Constituição para salvá-lo da irrevogável punição. Em quarto, justifica que a emenda constitucional seria feita de forma que a quebra da regra de ouro não mais ocorresse, pois haveria mecanismos e contrapartidas obrigatórias para evitar o desacerto. Algo como um piloto automático. Em quinto, abre uma brecha para ser chamado de governo caloteiro na campanha política; que só pagou porque mudou a Constituição do país. Temer e Meirelles precisam correr para culpar Dilma Rousseff por mais esse desatino. Na medida em que a gestão da presidenta vai ficando mais distante, os equívocos de política econômica não vão mais colar nela com facilidade. Tenha sido ela responsável ou não pela lambança.

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09.01.18
ED. 5782

Último apito?

Ronaldo Fenômeno cansou de ser o dono da bola e das camisas. Teria colocado à venda a sua participação no time de futebol Fort Lauderdale Strikers, da NASL, uma espécie de segunda divisão dos Estados Unidos.

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Eliseu Padilha chamou para si a condução da privatização da Eletrobras. O ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, que deixa o cargo em abril, virou regra três.

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09.01.18
ED. 5782

O namorico entre Skaf e Doria

Paulo Skaf tenta atrair João Doria para o MDB. O problema é que o máximo de altura que o prefeito poderia alcançar na nova casa seria o posto de candidato a vice-governador de São Paulo em uma chapa com Skaf. Se bem que no PSDB talvez o sarrafo seja ainda mais baixo.

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09.01.18
ED. 5782

Hora da xepa

A gestora norte-americana Jaguar Real Estate Partners está garimpando prédios comerciais no Rio e em São Paulo. Tudo na bacia das almas.

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09.01.18
ED. 5782

Domingo não tão legal para Gugu

Já foi-se o tempo em que Edir Macedo abria o caixa. A Record estaria impondo um corte de 40% para renovar o contrato de Gugu Liberato.

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09.01.18
ED. 5782

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: BR Malls, Aliansce e Hermes Pardini.

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