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Planos
05.01.18
ED. 5780

Há mais do que aviões de carreira nos céus brasileiros

A Líder Aviação, empresa de táxi aéreo, estaria na prateleira. A companhia, que atravessou um período de resultados crescentes fazendo transporte para as plataformas de petróleo offshore, viu esse mercado desabar. As operações offshore ocupavam mais de 100 helicópteros no país e a projeção era de que esse número chegaria a 200 aeronaves em 2020. Hoje são menos de 70. Procurada pelo RR, a Líder nega a venda do controle. Está feito o registro. De toda a forma, a empresa está lustrada para a venda. Na feira da Labace, a Líder anunciou que tinha fechado quatro negócios que não se realizaram. A empresa está preocupada com sinalizações de que sua situação é decadente. E tome de marketing e ações confeitivas. É ver até quando dá.

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Se o governo topar e o Congresso aprovar a participação de 100% de capital estrangeiro nas companhias aéreas, o país não terá mais empresa nacional no setor. Todas as aerolinhas já sinalizaram que venderão integralmente suas ações. Dependendo da forma que se olhe, é bom à beça, pois as companhias serão capitalizadas; ou ruim, porque é mais uma parcela da burguesia nacional que se escafede e um centro de decisões que é exportado.

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O apoio de pai para filho do BNDES, assim como sua participação no capital e verbas de fomento concedidas à Embraer nestes anos todos, além da presença quase exclusiva no financiamento de aeronaves, são alguns pontos discutidos em um dos mais altos andares de Brasília. Gente que quer ordenhar os recursos do banco. O consenso é que a operação de maior envolvimento com a Boeing, quer seja uma amizade colorida ou matrimônio, pode ter senões de diversas ordens, mas é boa para o banco, que vai ter um dos seus ativos bastante valorizados.

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O chinês HNA Group, acionista do Galeão, teria aberto tratativas para a compra da participação da Triunfo no aeroporto de Viracopos. A companhia brasileira é dona de 45% da Aeroportos do Brasil, controladora da concessão. Ressalte-se que a Triunfo está com a corda no pescoço: carrega uma dívida de R$ 2,5 bilhões e segue às voltas com um intrincado processo de recuperação extrajudicial.

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05.01.18
ED. 5780

Conexão Havana

José Dirceu está a pleno vapor. Além das declarações contra a “ditadura da toga”, tem enviado mensagens por WhatsApp conclamando a militância para manifestações no próximo dia 24 de janeiro, data do julgamento de Lula no TRF4. Dirceu tem dito a amigos que pode ocupar um papel de destaque na “reconstrução da esquerda” e na campanha eleitoral deste ano.

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05.01.18
ED. 5780

Acompanhando de perto

Grandes grupos de real estate especializados na área de logística, como a GLP, de Cingapura, e a BR Properties, acompanham com lupa os planos do governo de privatizar armazéns da Conab.

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05.01.18
ED. 5780

Cota de sacrifício

A GE Brasil não passará à ilesa à carnificina trabalhista anunciada recentemente pela matriz, que prevê 12 mil demissões na divisão de energia em todo o mundo. Dentro da própria empresa, circula a informação de que o talho no país poderá atingir cerca de 200 funcionários, número que deverá ser oficialmente anunciado até março.

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05.01.18
ED. 5780

Coalizão Fiesp-PRB

A sucessão de Marcos Pereira no Ministério da Indústria e Comércio passará obrigatoriamente pela Fiesp – menos por causa da indústria e mais pelo arranjo eleitoral. O PRB, de Pereira, vai pedir a bênção de Paulo Skaf antes de indicar o nome do futuro ministro. O afago faz parte da tentativa do partido de emplacar o vice de Skaf na disputa pelo governo de São Paulo.

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05.01.18
ED. 5780

Madeira de lei

A chilena Arauco está sedenta para comprar ativos florestais, mais precisamente plantações de eucalipto no Brasil. A companhia quer reforçar a obtenção de matéria-prima para as duas fábricas de painéis de madeira que herdou com a aquisição das operações conterrânea Masisa no Brasil.

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05.01.18
ED. 5780

Banho de loja na Ricardo Eletro

Os bancos credores prestes a assumir a gestão da Ricardo Eletro já estariam discutindo medidas para dar uma chacoalhada na operação de e-commerce da rede varejista. O negócio teria ficado meio de lado nos últimos tempos devido à grave crise financeira da companhia.

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05.01.18
ED. 5780

Bolsonaro vai ou fica?

Embora Jair Bolsonaro garanta que vai mesmo mudar de casa, a cúpula do PSC, a começar pelo Pastor Everaldo, passou a tratar como factível sua permanência na sigla. A dificuldade de Bolsonaro para se acertar com o Patriota e com outras legendas que lhe ofereceram a candidatura à Presidência da República o forçaria a continuar no partido. Nessa hipótese, o pré-pré-candidato Paulo Rabello de Castro, presidente do BNDES, teria de buscar outra sigla para concorrer ao Palácio do Planalto.

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05.01.18
ED. 5780

Transmissão direta

O governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo, tem motivos de sobra para celebrar a venda da participação da Previ na Celesc para a EDP. A tendência é que as duas empresas intensifiquem os investimentos na área de transmissão – ambas entraram juntas no leilão da Aneel em abril e arremataram um dos três maiores lotes. Além disso, a Celesc se viu livre de um sócio sempre bastante crítico à gestão da companhia, como era a Previ. Formalmente, a empresa catarinense diz que ainda não há definição sobre novos investimentos. A EDP, por sua vez, diz não “confirmar as informações”.

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05.01.18
ED. 5780

Prazo de validade

A permanência de Conrado Engel no Conselho do Santander Brasil e no posto de chairman da Olé Consignado, subsidiária do banco, seria apenas um rito de passagem. Segundo o RR apurou, Engel, que está deixando a vice-presidência de varejo da instituição, se desligaria em definitivo das demais funções até o meio do ano. Para os espanhóis, o tempo de Engel, que foi também presidente do HSBC Brasil, estaria chegando ao fim.

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05.01.18
ED. 5780

Elétrico

A quem interessar: o Bolt, carro elétrico da GM, deverá chegar ao Brasil em 2019 custando a bagatela R$ 180 mil. Nos Estados Unidos, seu preço é de US$ 35 mil.

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05.01.18
ED. 5780

Diáspora

O deputado Fernando Capez, outrora aliado de João Doria,não só deixou o PSDB como periga arrastar outros tucanos para o PSB, do vice-governador paulista Marcio França.

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05.01.18
ED. 5780

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Santander,GE, Triunfo, HNA e GM.

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