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Planos
02.01.18
ED. 5777

Alpargatas reserva um espaço para as roupas da Restoque

A compra da Alpargatas foi apenas a primeira peça na coleção. Os Setubal e os Moreira Salles entram em 2018 dispostos a transformar a companhia na grande consolidadora de marcas de vestuário e calçados do país. Desde já, enxergam um cavalo passando encilhado à sua frente: a Restoque, que esteve muito perto de uma fusão com a Inbrands no início de 2017. A empresa reúne grifes que cairiam muito bem no closet da Alpargatas, a exemplo de Dudalina, Le Lis Blanc e Rosa Chá, entre outras.

A aquisição daria origem a um conglomerado com 14 marcas, R$ 4,5 bilhões em vendas e um Ebitda combinado da ordem de R$ 1,5 bilhão. Procuradas, Itaúsa e Cambuhy – holdings, respectivamente, dos Setubal e dos Moreira Salles – não se pronunciaram, assim como a Restoque. Há portas entreabertas no capital da Restoque. As gestoras norte-americanas Advent e Warburg Pincus não aderiram à recente oferta de ações da companhia e já teriam sinalizado a intenção de reduzir ainda mais sua participação acionária ou, no limite, deixar o negócio. Mesmo com o forfait no aumento de capital, a dupla ainda tem um quinhão relevante na Restoque, com 42%.

Seria o suficiente para a Alpargatas desembarcar na companhia já com o status de maior acionista individual. A compra da Restoque permitiria à Alpargatas fortalecer a presença no segmento de grifes de maior padrão, no seu caso uma prateleira ainda com espaços vazios. À exceção da Osklen, a empresa está predominantemente concentrada em marcas populares, caso, sobretudo, da Havaianas, e em fabricantes de calçados e artigos esportivos, como Topper e Mizuno. Ressalte-se ainda que o conglomerado de vestuário dos Setubal e dos Moreira Salles receberia uma roupa limpinha. Os atuais acionistas da Restoque já fizeram o “trabalho sujo”: em um ano, a empresa fechou 26 lojas, desativou duas fábricas da Dudalina e cortou mais de um terço da equipe de trabalho em áreas como administração e comercial.

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02.01.18
ED. 5777

Últimos quilômetros?

Os japoneses da Mitsubishi têm enviado sinais à MMC Automóveis, do empresário Eduardo Souza Ramos, que a longa parceria pode estar com os dias contados. A montadora estaria disposta a assumir a sua operação no Brasil, desde 1991 nas mãos de Souza Ramos. Qualquer ligação entre a medida e os escândalos que têm cercado a marca Mitsubishi no Brasil não seriam mera coincidência. Dois executivos ligados à MMC, entre eles o ex-presidente Paulo Arantes Ferraz, já foram condenados no âmbito da Operação Zelotes.

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02.01.18
ED. 5777

Drágeas e frascos

Aché e Eurofarma estariam na disputa pela compra do Hipolabor, laboratório farmacêutico com receita anual em torno de R$ 600 milhões. A companhia é protagonista de uma série de denúncias. Nos últimos anos, foi investigada por sonegação fiscal, adulteração de medicamentos e fraudes em licitações. Procurada, a Hipolabor não se pronunciou sobre as negociações, mas ressaltou que seus executivos foram absolvidos de todas as acusações.

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02.01.18
ED. 5777

Na esteira

A CSN já faz planos para uma emissão no exterior, na esteira do iminente acordo de repactuação de sua dívida com a Caixa e o BB, da ordem de R$ 14 bilhões.

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02.01.18
ED. 5777

Segundo ato

A terceirização dos shopping centers da Brookfield no Brasil, para a Ancar Ivanhoe, é apenas uma antessala. Segundo o RR apurou, o que os canadenses querem mesmo é empurrar o controle dos empreendimentos para a Ancar.

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02.01.18
ED. 5777

Movida em busca dos quilômetros perdidos

Os dirigentes do Grupo JSL (antiga Júlio Simões) tiveram pouco tempo para festejos e celebrações. Atravessaram o Réveillon discutindo estratégias para a locadora de veículos Movida –um dos principais negócios da família Simões – reagir à venda da Unidas para a Locamerica. Na falta de ativos de maior cilindrada na prateleira, a tendência é que a companhia se concentre na compra de locadoras com expressiva presença regional. Entre os nomes mais cotados estaria o da LocarX, uma das maiores empresas de aluguel de automóveis do Nordeste. São cerca de 1.500 veículos e operações em seis estados. A negociação entre a Unidas e a Locamerica pôs forte pressão sobre a Movida. A empresa não apenas perdeu a vice-liderança do mercado de locação de veículos no país como a última oportunidade de uma grande aquisição no setor – ela própria também estava na disputa pela compra da Unidas.

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02.01.18
ED. 5777

Eunício para todas as circunstâncias

Pragmático, o presidente do Senado, Eunício de Oliveira, atira para todos os lados. No Ceará, tem participado de um número  cada vez maior de eventos públicos ao lado do governador Camilo Santana (PT) e, não raramente, rasga elogios a Lula; quando volta para Brasília, faz juras de lealdade ao presidente Michel Temer.

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02.01.18
ED. 5777

Salada com geléia

A ex-apresentadora do Jornal Nacional, Valéria Monteiro, vai cumprir a “ameaça”. No dia 12 de janeiro, o PMN fará um evento para anunciar sua filiação e sua pré-candidata à Presidência da República.

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A quem interesse possa: o indescritível Oscar Marone, dono da casa noturna Bahamas, busca um partido para concorrer ao Senado ou mesmo à Presidência da República. Imagina os comícios…

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Paulo Skaf tem falado poucas e boas do ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho. Em seus comentários mais suaves, diz que é um “absurdo” que a maior entidade empresarial do país, a “sua” Fiesp, não tenha sido consultada sobre a privatização da Eletrobras. Sobre o presidente Michel Temer, amigo, correligionário e grande entusiasta da sua candidatura ao governo de São Paulo, nenhuma palavra.

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02.01.18
ED. 5777

Jô 11 e meio gigabytes

Um dos projetos em estudo para o “retorno” de Jô Soares às telas é um programa voltado exclusivamente para as plataformas digitais da Globo.

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02.01.18
ED. 5777

Articulação

José Sarney articula a candidatura do rebento Fernando Sarney, vice-presidente da CBF, para o comando da entidade.

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02.01.18
ED. 5777

Reforço de caixa

O fundo árabe Salic, dono de 20% do Minerva, estaria com o dedo no gatilho, pronto para disparar mais um aporte de capital no frigorífico. No primeiro, em 2015, injetou R$ 700 milhões na companhia.

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02.01.18
ED. 5777

Pedido redobrado

No recente encontro que tiveram durante a inauguração de um campo de futebol do MST em São Paulo, Lula reforçou o pedido para que o embaixador Celso Amorim dispute a eleição ao governo do Rio. Assim fica difícil recusar…

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02.01.18
ED. 5777

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Movida, Ancar, CSN, Aché, Eurofarma, Mitsubishi e Brookfield.

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