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Planos
26.12.17
ED. 5773

Gerdau bate em retirada do Canadá e do México

Os Gerdau estão desmontando o seu “Nafta da siderurgia”. Segundo o RR apurou, o Grupo Gerdau abriu conversações para a venda de suas duas usinas de aços longos no Canadá. Em outra raia, avançam as negociações para a transferência das duas fábricas no México. Neste caso, o principal candidato seria a Ternium, leia-se a ítalo-argentina Techint, sócia da Usiminas. Estima-se que a alienação das quatro unidades possa gerar mais de US$ 500 milhões. Depois da venda da espanhola Sidenor, a operação é o ponto mais agudo do processo de desmobilização de ativos da Gerdau no exterior. O eixo Estados Unidos/Canadá/México sempre foi o núcleo duro da operação internacional do grupo. Sobrarão os Estados Unidos – se bem que até por lá a Gerdau já vendeu cinco minimills.

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26.12.17
ED. 5773

Venda de imóveis da União é um copo pela metade

A decisão do governo de editar uma Medida Provisória regulamentando a venda de imóveis da União é apenas a metade de um plano que gorou: a criação de um fundo soberano de securitização com um número maior de ativos, incluindo grandes lotes de terras e empresas que não fazem parte de programas de privatização e concessões. O governo colocaria no mesmo balaio um leque variado de negócios, que vão do Bondinho do Pão de Açúcar à Base Aérea de Santa Cruz. A concepção original é do ex-ministro José Serra, que a idealizou juntamente com a proposta de securitização da dívida ativa da União – ver RR edição de 27 de julho de 2016.

Estimou-se que a operação permitiria uma arrecadação para o governo da ordem de R$ 20 bilhões. De lá para cá, o projeto rodou no Ministério da Fazenda, Casa Civil e Secretaria de Patrimônio da União. Em favor da proposta estava o potencial de ampliar expressivamente a arrecadação, buscando, inclusive, a venda para fundos no estrangeiro, e agilizar a desmobilização – leilões individuais seriam mais morosos do que a comercialização das cotas -; contra, ganharam a parada a falta de liquidez de vários dos ativos cogitados e os riscos jurisdicionais na área fundiária, incluindo invasões, falsificações em cartório e usucapião das terras, além da dificuldade de formação de preço do “fundo Frankenstein”.

O atraso na regulamentação da venda de terras para o estrangeiro também ajudou a solar o bolo da securitização. Caso estivesse em vigor, o governo poderia carrear uma imensidão de hectares para a carteira do fundo, em condições de maior liquidez. Para simplificar as coisas, o governo decidiu simplesmente realizar a venda dos imóveis até R$ 5 milhões – chamados de “inservíveis” – a preços fixos e sem exigência de licitação. Compra quem chegar primeiro. Os prédios, casas e apartamentos acima do valor arbitrado vão a leilão. A ver se eles serão ortodoxos. Entram no pacote as ilhas de propriedade da Marinha e até praias particulares. A “immobiliari do Brasil”, contudo, deve render, na melhor das hipóteses, entre R$ 1 bilhão e R$ 2 bilhões. É pouco para quem entra em 2018 tateando um buraco de R$ 20 bilhões para cumprir a meta de R$ 159 bilhões do déficit das contas públicas. Mas compõe o figurino “cata milho” que deverá ser a tônica da política fiscal no ano novo.

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26.12.17
ED. 5773

Nota baixa

Após frustradas tratativas com Laureate e Ser Educacional, Carlyle e Vinci teriam oferecido a Uniasselvi à Anima Educação. Consultada, a Anima diz “não confirmar a informação”. Carlyle e Advent não quiseram comentar.

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26.12.17
ED. 5773

Sobrevoando o Brasil

O China Merchants Bank – US$ 1 trilhão em ativos – está sobrevoando o Brasil.

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26.12.17
ED. 5773

A esquerda em marcha até o dia 24 de janeiro

Líderes de partidos de esquerda e a direção do MST têm feito seguidas reuniões para montar a estratégia do Dia D de Lula, 24 de janeiro de 2018. Já a partir do dia 22, uma segunda-feira, haverá uma série de protestos em Porto Alegre em torno do julgamento do ex-presidente no Tribunal Regional Federal da 4a Região. Entre outras ações, o MST pretende instalar um acampamento em frente ao prédio do TRF. Guilherme Boulos, líder do Movimento, já está mobilizando artistas e celebridades da esquerda para reforçar o exército pró-Lula. Diante da astenia das ruas, há uma boa possibilidade de toda essa operação de guerra ter o efeito de um estalinho.

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26.12.17
ED. 5773

Pax brasiliense

Ficou tudo bem no Natal de Michel Temer e Henrique Meirelles depois da entrevista “espontânea” do ministro da Fazenda atribuindo a excessos editoriais o teor do programa do PSD exibido no último dia 21 de dezembro. Conforme antecipou o RR na edição de 18 de dezembro, o filmete foi uma rasgação de seda a Meirelles, dando a ele todo o mérito pela retomada da economia.

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26.12.17
ED. 5773

A nova missão da PDG

Aprovado o plano de recuperação judicial, um dos desafios da PDG é aparar as arestas com a Caixa Econômica. Entre os grandes credores, o banco foi o único que votou contra o plano. O temor da PDG é que a Caixa feche as torneiras para posteriores financiamentos.

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26.12.17
ED. 5773

Receita recusada

O prefeito Marcelo Crivella tem rechaçado recomendações para vender ativos municipais com o objetivo de fazer frente à crise fiscal. Uma das medidas mais insistentemente sopradas ao pé do seu ouvido é a privatização da Comlurb, a empresa de limpeza urbana do Rio.

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26.12.17
ED. 5773

Vale tudo pelo financiamento de campanha

Os partidos estão catando grana em tudo que é canto para compensar o fim do financiamento de campanha por pessoas jurídicas. PSDB e PT já consultaram o TSE sobre a possibilidade de usar recursos das fundações partidárias – a exemplo do Instituto Teotonio Vilela e da Fundação Perseu Abramo. Por lei, estas entidades recebem 20% do fundo partidário regular.

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26.12.17
ED. 5773

Incompatibilidade

O anúncio de que o Magazine Luiza aderiu à reforma trabalhista e deverá adotar jornadas de 12 horas resfriou de vez as esperanças do PT de lançar o nome da empresária Luiza Helena Trajano na disputa à Câmara ou ao Senado.

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26.12.17
ED. 5773

Força redobrada

O advogado José Yunes, amigo figadal de Michel Temer, voltou com força redobrada a conduzir assuntos de interesse do Palácio do Planalto.

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26.12.17
ED. 5773

Investimentos em série

A francesa Albioma está carregando seus investimentos em energia renovável no Brasil. Entre os planos dos gauleses estaria o aumento da participação na Codora Energia, hoje de 65% – o restante das ações pertence ao Grupo Jalles Machado. Na semana passada, não custa lembrar, a Albioma anunciou a aquisição de 60% de uma termelétrica a biomassa da própria Jalles Machado.

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26.12.17
ED. 5773

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Gerdau, Albioma e Jalles Machado.

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