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Planos
19.12.17
ED. 5769

Total quer abastecer a operação brasileira nos postos da Ale

No momento em que a BR Distribuidora retorna à bolsa, outra chama reacende no mercado de distribuição de combustíveis. Segundo o RR apurou, a francesa Total retomou, com interesse redobrado, o projeto de entrar no comércio retalhista no Brasil, por meio de aquisições. Neste caso, todos os caminhos parecem apontar numa só direção: a Ale. A empresa tornou-se um balão solto nos céus depois que o Cade vetou sua venda para o Ultra/Ipiranga. Um cobiçado balão, ressalte-se. Graças ao órgão antitruste, a Ale segue como a última distribuidora de combustíveis de porte nacional ainda não fisgada pelas big three do setor – BR, Ipiranga e Raízen. A companhia detém cerca de dois mil postos e aproximadamente 5% das vendas de combustíveis no país, o suficiente para lhe dar uma receita de R$ 12 bilhões no ano passado. Nos idos de 2013, a Total chegou a manter tratativas com a Ale, mas as conversas ficaram pelo acostamento. A entrada no setor retalhista daria aos franceses uma operação integrada no Brasil, da exploração e produção à distribuição de combustíveis, passando pela área de refino e pelo desenvolvimento de derivados, notadamente lubrificantes. Consultada sobre uma eventual negociação, a Ale não disse nem que sim nem que não. Declarou que “segue focada em seu novo plano de crescimento”. A Total não se pronunciou.

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19.12.17
ED. 5769

Joaquim vs. Gilmar

Joaquim Barbosa ainda não decidiu se vai ou não encarar as urnas, mas, se o fizer, deve-se esperar por acalorados embates públicos com o ex-colega de STF e notório desafeto Gilmar Mendes. Em recente conversa com parlamentares do PSB, partido que o corteja, Barbosa desancou a proposta do “semipresidencialismo”, bandeira hasteada por Michel Temer e, sobretudo, por Mendes. O ex ministro do Supremo chamou de casuísmo para baixo a ideia de se mexer nas regras do jogo e ceifar o poder presidencial às vésperas de 2018. Os presentes saíram do encontro convictos de que estavam diante de um candidato à Presidência da República.

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19.12.17
ED. 5769

Desmobilização

É tempo de “liquidação” na Petros. Após vender sua participação na Itaúsa – informação antecipada pelo RR em 8 de maio -, a fundação estaria preparando seu desembarque da Norte Energia, responsável pela Usina de Belo Monte.

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19.12.17
ED. 5769

Trabalhômetro

Inspirado no tradicional “impostômetro”, o Palácio do Planalto pretende instalar um “trabalhômetro” na Esplanada dos Ministérios, atualizando o número de empregos criados.

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19.12.17
ED. 5769

Factoide

O PT pretende entrar, ainda nesta semana, com uma apelação no Conselho Nacional de Justiça contra o Tribunal Regional da 4a Região. Entre outras questões, o partido vai contestar a celeridade no julgamento de Lula em segunda instância. A rigor, será mais uma peça para mobilizar a militância do que algo com alguma consequência jurídica.

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19.12.17
ED. 5769

Gustavo Franco já está em campanha… para 2022

Não será ainda em 2018, tudo indica. Mas, em 2022, está escrito: Gustavo Franco entrará firme na disputa por uma vaga no Congresso Nacional. O seu ingresso como evangelizador do Partido Novo não teria sido por mero diletantismo. Gustavo traça passo a passo o caminho que idealizou para si mesmo. Quer ser o Roberto Campos da terceira década, o “Gugu Wild” no lugar do gigantesco “Bob Fields”.

A diferença entre a dimensão histórica dos dois personagens é, sem dúvida, everéstica. Mas os tempos também são outros. Hoje, para mencionar apenas um exemplo diminuto, no lugar dos idiomas do latim e do grego estudados no antigo Ensino Clássico, perde-se tempo na internet. Gustavo Franco gira a ampulheta com sofreguidão. Assumiu a bandeira liberal de Campos à perfeição da sua semelhança. Exagera nos pleitos, carrega nas ironias, se esforça para mostrar erudição e apresenta uma produção livresca que vai bem além das derivações sobre os tratados de macro e microeconomia.

Uma foto-cópia comportamental de “Fields”. O ex-ministro do Planejamento valorizava com especial atenção sua presença na imprensa. Gustavo segue a mesma toada, amplificada pela exposição nas mídias sociais. No quesito debate econômico só perde para Ciro Gomes em termos de aparição na rede.

Gustavo Franco também lembra Campos na forma mansa como dispara suas invectivas. Por isso, causou espécie sua caricata versão cinematográfica, que o apresenta com a physique du rôle de um lutador de Ultimate Fighting. As bordoadas do economista não ultrapassam sua fala pausada e monotônica. Hoje, no Brasil, não há ninguém mais identificado com o credo de Campos do que Gustavo. Até 2022 reunirá em torno de si a esmagadora adesão do empresariado. E se tornará a mais influente voz do pensamento liberal no Congresso. Trata-se de um remake bollywoodiano da trajetória política do arqui-inimigo da esquerda brasileira. Todos já vimos esse filme.

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19.12.17
ED. 5769

Energia do BNDES

É grande a expectativa na EDF de que o BNDES aprove ainda neste ano o financiamento para as usinas de energia solar Pirapora II e III, em Minas Gerais. O valor liberado pelo banco, que já apoiou a primeira etapa de instalação do complexo, deverá passar dos R$ 600 milhões. Os recursos vão engrossar os desembolsos do BNDES para o setor elétrico. A meta já anunciada é bater os R$ 14 bilhões em financiamentos neste ano, contra R$ 9 bilhões em 2016.

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19.12.17
ED. 5769

BP Biocombustíveis à espreita

A BP Biocombustíveis torce para a situação da Abengoa Bioenergia piorar – a empresa está em recuperação judicial, com um passivo superior a R$ 1 bilhão. Puro pragmatismo. Os britânicos vislumbram a oportunidade de ampliar sua operação no Brasil pagando baratinho. A aposta é que os espanhóis terão de se desfazer de suas duas usinas no interior de São Paulo na bacia das almas. A BP já tem três unidades no país e vem ampliando seus investimentos no setor sucroalcooleiro. No mês passado, fechou uma joint venture com a Copersucar para a operação de um terminal de etanol em Paulínia.

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19.12.17
ED. 5769

Na boca do caixa

A varejista Cencosud vai deixar o Brasil? A empresa garante que não deixa o país, mas a própria mídia chilena aposta que sim. No último fim de semana, a imprensa local voltou a falar da pressão dos acionistas para o grupo vender seus ativos no Brasil. Dona das bandeiras Prezunic e Bretas, a Cencosud caminha para fechar o ano com queda no faturamento e Ebitda negativo.

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19.12.17
ED. 5769

Apadrinhados

Calcula-se que Romero Jucá tenha mais de uma dezena de apadrinhados em cargos de gerência para cima na Eletronorte. Assim fica difícil privatizar a Eletrobras.

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19.12.17
ED. 5769

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: BP, Abengoa, BNDES e EDF.

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