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Planos
18.12.17
ED. 5768

Flávio Rocha enfrenta “oposição” dentro da própria Riachuelo

Flávio Rocha já esteve cotado como presidenciável, foi sondado para disputar a sucessão de Geraldo Alckmin em São Paulo, mas tem enfrentado dificuldades para governar dentro da própria casa. A relação entre o empresário e seu pai, Nevaldo Rocha, fundador do Grupo Guararapes e controlador da Lojas Riachuelo, vem sendo marcada por divergências referentes à gestão e à estratégia de negócios da rede varejista. Segundo o RR apurou, Flavio Rocha defende uma expansão mais célere da companhia, por meio, inclusive, de aquisições – a Leader Magazine foi um cavalo que passou à frente e o empresário gostaria de ter montado.

Por ora, no entanto, Flavio seria voto vencido, assim como na proposta de transformar a operação de e-commerce da Riachuelo em uma plataforma de marketplace, indo além das marcas e produtos vendidos nas lojas físicas. Aliás, a própria investida no mundo digital teria sido motivo de dissonância. Devido a sucessivos adiamentos do projeto, por ordem de Nevaldo, somente em abril deste ano a empresa começou a vender pela Internet. Entre suas congêneres, a Riachuelo foi a última a deixar o paleolítico do comércio restrito à rede física. Procurada pelo RR, a empresa não se pronunciou. Segundo informações filtradas da própria Riachuelo, outro ponto de discordância entre pai e filho passaria pelas parcerias com grifes de luxo, iniciativa que leva a assinatura de Flavio Rocha.

Conservador e cauteloso por excelência, Nevaldo Rocha teria brecado alguns projetos, por entender que esta estratégia e uma excessiva presença no portfólio de produtos mais caros não coadunam com os tempos atuais. O que Flavio Rocha pensa, diz e decide na Riachuelo só tem valor prático se coincidir com o desejo do patriarca. Fora isso, o herdeiro é plenamente eclipsado, como em agosto deste ano, em um episódio notório que virou motivo de blague nos corredores da empresa.

No dia 29, Flávio divulgou a vários jornalistas que o Grupo Guararapes, controlador da Lojas Riachuelo, iniciara estudos para migrar ao Novo Mercado da B3. Não demorou 18 horas para que a companhia soltasse um comunicado dizendo que o próprio “Conselho de Administração sempre se mostrou contrário a este tema” – para aumentar o constrangimento, a nota oficial era assinada pelo próprio herdeiro, que acumula a presidência da Riachuelo com o cargo de diretor de Relações com Investidores. Qualquer iniciado nos assuntos do Guararapes sabe que onde estava escrito “Conselho” deveria se ler “Nevaldo Rocha”. Talvez Flavio deva mesmo enveredar pela política e buscar nas urnas a emancipação que ainda lhe escapa nos negócios da família.

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18.12.17
ED. 5768

Pacote de refinarias

Além do Comperj, a China National Petroleum já teria feito uma proposta à Petrobras para comprar também uma participação nas refinarias Landulpho Alves e Alberto Pasqualini. A operação envolveria mais de US$ 500 milhões.

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18.12.17
ED. 5768

Sub judice

Além do cancelamento da viagem à Ásia, a presença de Michel Temer no Fórum Mundial de Davos, em janeiro, também está sub judice por questões de ordem médica.

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18.12.17
ED. 5768

Casa à venda?

A “reforma” da C&C – leia-se a troca de parte da diretoria e mudanças na estratégia de operação – espalhou pelo setor a expectativa de que os executivos de Aloysio Faria possam estar arrumando a casa para a chegada de um novo morador. Com 40 lojas, a rede de material de construção é objeto de cobiça de concorrentes, como a francesa Leroy Merlin.

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18.12.17
ED. 5768

Saneamento financeiro

O governo da Bahia estuda caminhos para irrigar o caixa da Embasa, empresa de saneamento do estado. Há duas opções sobre a mesa: a oferta, via leilão, de até 49% do capital ou IPO em bolsa.

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18.12.17
ED. 5768

Temer deixa Meirelles livre e solto

O roteiro do programa eleitoral do PSD, que será exibido no próximo dia 21 e protagonizado pelo ministro Henrique Meirelles, causou trepidações no Palácio do Planalto. De acordo com informações que chegaram aos ministros palacianos, em uma de suas falas, Meirelles se apresenta como o grande responsável pelo ajuste econômico do governo Temer – ainda não se sabe se o trecho será usado na edição final. A princípio, a corte de intriguentos tentou convencer Temer de que a situação era mais séria e Meirelles merecia uma chamada às falas. O presidente, no entanto, não se deixou levar pelo ofidiário palaciano. Considerou que o episódio não passava de mais uma derrapada do ministro, empurrado pelo seu monumental ego. Mesmo porque não é hora de se indispor com o presidenciável Meirelles. O jogo das parcerias ainda está longe de ser resolvido.

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18.12.17
ED. 5768

A “reforma” do PSDB

Geraldo Alckmin fará tudo com muito cuidado, para evitar mais uma fissura dentro do PSDB, mas promete desmontar boa parte da estrutura deixada por Aécio Neves, seu antecessor no comando do partido. Uma das primeiras medidas de maior dimensão interna e simbolismo deverá ser a extinção do cargo de diretor de gestão corporativa, hoje ocupado pelo ex-deputado João Almeida. A intenção de Alckmin é fortalecer o secretário-geral do PSDB, seu aliado Silvio Torres, que foi colocado para escanteio na gestão de Aécio.

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18.12.17
ED. 5768

Chefões, já não tão poderosos

A cartolagem brasileira poderia figurar nas páginas de Mario Puzzo ou nas películas de Francis Ford Coppola. A colaboração do ex presidente da CBF José Maria Marin com a Justiça norte-americana é a reação de um homem traído. Por duas vezes neste ano, Marin buscou a ajuda de sucessor Marco Polo Del Nero – por sinal, afastado temporariamente do cargo na última sexta-feira pelo Conselho de Ética da Fifa. Numa delas, o meio-campo foi feito por um deputado paulista, um dos amigos mais próximos do ex-presidente da CBF. Marin, no entanto, encontrou a porta fechada. Não lhe restou alternativa se não uma vendeta contra Del Nero. O peixe embrulhado no jornal virá por meio dos depoimentos prestados à Justiça norte-americana.

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18.12.17
ED. 5768

Sangue quente

O Hermes Pardini está com o dedo no gatilho para anunciar a aquisição de uma rede de laboratórios no Nordeste no início de 2018.

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18.12.17
ED. 5768

Semeando

A Adecoagro, empresa de investimentos agrícolas que tem como sócio George Soros, está semeando seu IPO no Brasil.

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18.12.17
ED. 5768

Antes tarde do que nunca

Na tentativa de economizar alguns caraminguás, o governador Pezão deverá anunciar no início do ano que vem a extinção da Flumitrens e da RioTrilhos. São duas cascas vazias há 20 anos, desde que os trens urbanos e o metrô do Rio foram privatizados.

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18.12.17
ED. 5768

Voto em bloco

O senador Ciro Nogueira, presidente do PP, dá como certo que 35 dos 46 deputados do partido votarão a favor da reforma da Providência. E garantiu ao presidente Michel Temer que, até fevereiro, esse número passará dos 40 parlamentares.

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18.12.17
ED. 5768

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Petrobras, Hermes Pardini, Adecoagro e Governo da Bahia.

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